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Troféu Júlio Verne: IDEC quebra recorde do oceano Índico, até então título do Banque Populaire V.

 

Idec Sport quebra recorde no oceano Índico depois de 18 dias, 20 horas e 41 minutos de navegação após terem deixado Ushant.

O Idec Sport quebra recorde no oceano Índico depois de 18 dias, 20 horas e 41 minutos de navegação após terem deixado Ushant rumo ao mundo.

Após a quebra do recorde no Índico, do cabo das Agulhas, na África do Sul, ao cabo Leeuwin, a sudoeste da Austrália, Francis Joyon e sua galera estão acelerando no Pacífico.

Joyon e tripulação, fizeram a travessia do oceano em menos de 5 dias e meio. Vale ressaltar que anteriormente, ninguém conseguiu fazê-la em menos de 6 dias, com o até então detentor do recorde Banque Populaire V, tendo concluído o trecho em 6 dias, 00 horas e 07 minutos.

No 20º dia de navegação, a bordo do Idec Sport, a alta velocidade do barco em direção ao Pacífico permitiu previsão de chegada para o último sábado (12).

A tripulação tomou uma dose de whisky, só para manter a tradição. Também não conseguiram dormir muito na noite do dia 10. Precisavam estar atentos ao leme. No início da manhã de sexta (11). Quando perceberam que tinham batido o recorde no Índico, levantaram as mãos para o ar, e falaram aos seus leais apoiadores: “Sim, de fato, estamos muito satisfeitos, 5 dias e 11 horas das Agulhas a Leeuwin (da África do Sul para a Austrália). E não parecia que seria fácil, porque estávamos um pouco lentos no início. Quando percebemos, foi fantástico. Dá um arrepio através de você e nossos olhos estão brilhando”, declarou o espanhol Alex Pella.

Para recuperar o tempo e voltar em pé de igualdade com o atual detentor do troféu Jules Verne (a volta ao mundo a vela ema empo absoluto), sobre a velocidade do trimarã, afirmou Clément Surtel: “Agora estamos fazendo 37,39 nós … e para ser franco, estamos indo sempre acima de 35 nós.” Velocidade que deixou Clément satisfeito, por fazer o barco expressar 100% do seu potencial.

Isso diz tudo realmente. Incidentalmente, durante a ligação de rádio na manhã do dia 11, Francis Joyon explicou que Bernard Stamm ficou suspenso pelo cinto de segurança, tentando fazer um pequeno ajuste na turbina eólica, que fornece a energia a bordo do barco. Acrobacia que tem um propósito, mas que envolve ficar bastante molhado. “Entre o vento real e a nossa velocidade, deve haver um vento aparente de cerca de 50 nós no convés”. “Nesse grupo, eles sabem como fazer esse tipo de coisa sem correr muitos riscos”.O velejador catalão, Alex Pella, resumiu a situação assim: “ Tudo está indo bem a bordo. Tivemos alguns grandes dias, um após o outro, em uma linha reta na rota, que poderia ter sido desenhada por um laser. É realmente agradável”.

Sobre a próxima etapa, explicou o capitão: “O tempo não é muito claro no Pacífico, mas para o momento, devemos angariar um monte de milhas antes de chegar a Nova Zelândia”.

Agência Mer & Media

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