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Regatas de Monotipos e Oceano marcaram os 81 anos do Veleiros do Sul

Monotipos (Ricardo Pedebos)

Ricardo Pedebos capturou o merrecol no Guaíba entre os monotipos, antes da tempestade no sábado.

Oceano (Ricardo Pedebos)

Mas Pedebos também registrou os bons ventos para os veleiros de Oceano em Porto Alegre no domingo.

As classes de monotipo foram para a raia no último sábado (12) para festejar os 81 anos do Veleiros do Sul. O clima extremo marcou a velejada comemorativa, com sol a pino e temperatura alcançando os 36,2°C em Porto Alegre. As largadas estavam marcadas inicialmente para as 14h, mas o vento fraco apareceu somente por volta das 17h cessando a espera. No final da regata, um temporal de vento forte surpreendeu os velejadores ainda em competição. Ao cruzarem a linha de chegada, os velejadores foram premiados pelo Papai Noel do VDS (Mauro Ferreira, coordenador da Escola de Vela Minuano) com medalhas de participação.

Na classe Soling a tripulação do Equilibrium foi a vencedora, enquanto no Snipe, a dupla Gabriel Kieling e Guilherme Fasolo (CDJ) chegaram na frente, assim como Francisco Ruschel e Gabriel Autran na 420. No Hobie Cat 16 a dupla Mario Dubeux e Karilone Bauermann (CDJ) se destacou enquanto Reinaldo Bernardes (VDS) representou o Hobie Cat 14. A classe Dingue foi representada por Carlos Teixeira e Marcia Teixeira.

Na Classe Laser, Roberto Bortolaso (VDS) foi o destaque na Standard, com Henrique Dias (VDS) na Radial e Guilherme Perez (CDJ) no 4.7. No Optimist, Gabriel Kern (CDJ) foi o vencedor entre os Veteranos e nos Estreantes Viníciua Koeche (CDJ) chegou na frente.

No domingo (13) ocorreu a regata comemorativa dos 81 anos na classe Oceano e Veleiraço Marinha do Brasil para barcos de cruzeiro. A largada ocorreu em frente ao Clube na baia do Cristal, às 14h05min, com 26 barcos das classes: ORC INT, RGS, J/24 e Cruzeiro. A condição de vento foi de intensidade forte, com rajadas de 23 nós no início da regata e depois diminuiu para 12 nós.

O primeiro barco a cruzar a linha de chegada foi o Congere, de Sérgio Neumann, do VDS, que chegou às 14h43min32. Além de ser o Fita Azul, ele ficou em primeiro lugar na classe Força Livre. Na classe ORC Internacional o vencedor foi o C’est la vie, de Henrique Dias; na RGS o Abaquar, de Kelly Borela e na J/24 o Meu Guri, de André Streppel.

Após a largada os barcos navegaram pela baía do Cristal até a boia amarela perto do Canal de acesso a Estação do Catamarã do Barra Shopping Sul, que era a primeira marca do percurso.

Depois os veleiros foram até a bóia nº 142 do Canal do Cristal, montaram e seguiram até o farolete da Piava contornaram e navegaram, novamente até o Canal de acesso a Estação do Catamarã do Barra Shopping Sul contornaram e por final seguirem até a linha de chegada em frente ao Veleiros do Sul. No final da tarde houve a festa de premiação das regatas de Monotipos e Oceano dos 81 anos com a participação do comodoro Eduardo Ribas, vice-comodoro esportivo Diego Quevedo, Capitão João Gilberto de Oliveira e Carlos Henrique de Lorenzi, Diretor técnico da Fevers. O troféu rotativo do Veleiraço Marinha do Brasil foi para o a tripulação do barco Congere, de Sergio Neumann, que foi o fita azul da regata. Após a entrega dos troféus e medalhas foi servido um coquetel no Salão Social.

Por Ricardo Pedebos/VDS

Resultado da Regata de 74º aniversário do Clube Jangadeiros

Juvir Costella, Cláudio Aydos, Lucas Aydos e Kurt Keller - Créditos Wanderlei Oliveira

Juvir Costella, Cláudio Aydos, Lucas Aydos e Kurt Keller (Wanderlei Oliveira)

Clube conquista os primeiros lugares e Lucas Aydos é homenageado.

Na tradicional regata do  74º  aniversário do Jangadeiros,  disputada entre todas  as agremiações do Rio Grande do Sul,  o  Jangadeiros conquistou o 1º  lugar em quatro das cinco regatas de Oceano e Cruzeiro realizadas no sábado e oito das treze classes de monotipos disputadas no domingo.

O tradicional Troféu Edmundo Soares, que presta homenagem  anual a um velejador do Clube,  foi entregue a Lucas Aydos, de 19 anos,  Campeão Brasileiro de Snipe e classificado para os Jogos Panamericanos.

Em mais de sete décadas, a instituição organizou e sediou  quatro campeonatos mundiais, 11 campeonatos sul americanos e 18 campeonatos brasileiros. Participou também de seis Olimpíadas:  Montreal, Los Angeles, Sidney, Atenas, Pequim e Londres. Em 2004 e 2008, integrou a equipe brasileira, concorrendo em três classes. Em Pequim, conquistou a Medalha de Bronze na classe 470, com a dupla Fernanda Oliveira e Isabel Swan, primeira medalha olímpica da vela feminina do Brasil.

O Clube conquistou ainda nove títulos mundiais em 4 classes, conquistou 3 medalhas de ouro, 1 de prata e 1 de bronze em Jogos Pan-americanos, venceu por duas vezes o Campeonato do Hemisfério Ocidental da classe Snipe e ganhou por 36 vezes o Campeonato Sul Americano em 8 classes de barco.

Continuando a tradição, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan já estão classificadas para as Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. As velejadoras da classe 470, 9ª melhor dupla feminina da classe no mundo, conquistaram o lugar após vencerem quatro etapas da Copa do Mundo da Federação Internacional de Vela (ISAF) em 2013: em Miami, nos Estados Unidos, Palma de Mallorca, na Espanha e Hyères, na França. Neste ano, elas retornaram ao lugar mais alto do pódio na etapa francesa.

Para seguir incentivando a qualificação dos seus atletas, recentemente o Jangadeiros foi buscar, junto à Confederação Brasileira de Clubes, uma expressiva verba para investir em seus novos competidores. O projeto “Preparando o Futuro Olímpico” foi habilitado em um edital da CBC no dia 2 de outubro. O valor de 1,5 milhão será utilizado na aquisição de novos equipamentos e recursos de formação e preparação de jovens velejadores para as classes olímpicas. Dos 27 Clubes que conseguiram a verba, o projeto do Clube porto-alegrense foi o melhor avaliado, com 41,25 pontos de 44 possíveis.

Por Antônio Oliveira

Troféu Júlio Verne: IDEC quebra recorde do oceano Índico, até então título do Banque Populaire V.

 

Idec Sport quebra recorde no oceano Índico depois de 18 dias, 20 horas e 41 minutos de navegação após terem deixado Ushant.

O Idec Sport quebra recorde no oceano Índico depois de 18 dias, 20 horas e 41 minutos de navegação após terem deixado Ushant rumo ao mundo.

Após a quebra do recorde no Índico, do cabo das Agulhas, na África do Sul, ao cabo Leeuwin, a sudoeste da Austrália, Francis Joyon e sua galera estão acelerando no Pacífico.

Joyon e tripulação, fizeram a travessia do oceano em menos de 5 dias e meio. Vale ressaltar que anteriormente, ninguém conseguiu fazê-la em menos de 6 dias, com o até então detentor do recorde Banque Populaire V, tendo concluído o trecho em 6 dias, 00 horas e 07 minutos.

No 20º dia de navegação, a bordo do Idec Sport, a alta velocidade do barco em direção ao Pacífico permitiu previsão de chegada para o último sábado (12).

A tripulação tomou uma dose de whisky, só para manter a tradição. Também não conseguiram dormir muito na noite do dia 10. Precisavam estar atentos ao leme. No início da manhã de sexta (11). Quando perceberam que tinham batido o recorde no Índico, levantaram as mãos para o ar, e falaram aos seus leais apoiadores: “Sim, de fato, estamos muito satisfeitos, 5 dias e 11 horas das Agulhas a Leeuwin (da África do Sul para a Austrália). E não parecia que seria fácil, porque estávamos um pouco lentos no início. Quando percebemos, foi fantástico. Dá um arrepio através de você e nossos olhos estão brilhando”, declarou o espanhol Alex Pella.

Para recuperar o tempo e voltar em pé de igualdade com o atual detentor do troféu Jules Verne (a volta ao mundo a vela ema empo absoluto), sobre a velocidade do trimarã, afirmou Clément Surtel: “Agora estamos fazendo 37,39 nós … e para ser franco, estamos indo sempre acima de 35 nós.” Velocidade que deixou Clément satisfeito, por fazer o barco expressar 100% do seu potencial.

Isso diz tudo realmente. Incidentalmente, durante a ligação de rádio na manhã do dia 11, Francis Joyon explicou que Bernard Stamm ficou suspenso pelo cinto de segurança, tentando fazer um pequeno ajuste na turbina eólica, que fornece a energia a bordo do barco. Acrobacia que tem um propósito, mas que envolve ficar bastante molhado. “Entre o vento real e a nossa velocidade, deve haver um vento aparente de cerca de 50 nós no convés”. “Nesse grupo, eles sabem como fazer esse tipo de coisa sem correr muitos riscos”.O velejador catalão, Alex Pella, resumiu a situação assim: “ Tudo está indo bem a bordo. Tivemos alguns grandes dias, um após o outro, em uma linha reta na rota, que poderia ter sido desenhada por um laser. É realmente agradável”.

Sobre a próxima etapa, explicou o capitão: “O tempo não é muito claro no Pacífico, mas para o momento, devemos angariar um monte de milhas antes de chegar a Nova Zelândia”.

Agência Mer & Media

ISAF muda nome e logo para World Sailing – Vela Mundial.

WORLD SAILING

O anúncio oficial foi na terça-feira 08 de dezembro. A ISAF mudou de nome para World Sailing – Vela Mundial.

O chefe de marketing da federação, Malcolm Page, disse que: “É natural desenvolver nossa marca a medida que a organização evolui”.

“A nova identidade satisfaz todas as expectativas positivas do que a marca anterior trazia, enquanto a nova identidade segue em frente reconhecendo a maturidade, a funcionalidade e a diversidade da vela”, completou o executivo diante das mudanças.

Além do novo nome, lema e logo, quatro principais objetivos definem a nova equipe da entidade: mais transparência, melhor comunicação, governança mais forte e uma maior responsabilização.

Por sailing.org

 

 

Marcos Mendez fica em 6º lugar no prêmio Mirabaud Yacht Racing Image.

Foto de Marcos Mendez classificada em 6º lugar no prêmio Mirabaud Yacht Racing. Ahh, moleque!!

Foto de Marcos Mendez classificada em 6º lugar no prêmio Mirabaud Yacht Racing. Ahh, moleque!!

O uruguaio-paulista, prodígio do fotojornalismo, Marcos Mendez teve seu talento reconhecido ao conquistar o 6º lugar no prêmio de melhor imagem de iatismo do mundo em 2015. Oferecido pela Mirabaud, empresa suíça que criou a competição destinada a reconhecer o profissional de fotografia que melhor representa a essência e emoção do esporte da vela, o prêmio reuniu 135 fotógrafos de 29 países.

Marcos começou sua carreira com apenas 14 anos. Desde então passou por alguns dos ícones editoriais da náutica do Brasil (começou na velha Revista Velejar e Meio Ambiente) e do exterior e se especializou como fotógrafo de vela, realizando trabalhos para os maiores eventos nacionais e internacionais do ramo.

Em preto e branco e com uma enorme carga poética, a imagem vencedora foi tirada neste ano no campeonato mundial da classe Soto40, em Jurerê, Florianópolis.

Nikos Zagas, com a foto de cima, ganhou o prêmio principal. E o Yacht Racing Fórum escolheu a imagem de Rick Tomlinson (a foto de baixo, acima) como a melhor. Lindas!

Nikos Zagas, com a foto de cima, ganhou o prêmio principal. E o Yacht Racing Fórum escolheu a imagem de Rick Tomlinson (a foto de baixo, acima) como a melhor. Lindas!

Mais fotos em: http://www.yachtracingimage.com

Murillo Novaes

Nova York volta a sediar regatas da Copa América em 2016

Ontem, em Auckland, o ETNZ deu o primeiro velejo no novo cat para 2016. Bonito!

Ontem, em Auckland, o ETNZ deu o primeiro velejo no novo cat para 2016. Bonito!

A Copa América vai voltar para Nova York pela primeira vez desde 1920, com regatas da Louis Vuitton America’s Cup World Series nos dias 07 e 08 de maio de 2016.

O evento de Nova York é um dos seis planejados para 2016, com competições emocionantes, de altíssima velocidade, que caracterizam as seis equipes da Copa, com os melhores velejadores do mundo, disputando pontos que contam para a competição final, a 35ª Copa América em 2017.

Este ano, o timoneiro-estrela do Emirates Team New Zealand, Peter Burling, o mais jovem da flotilha, levou sua equipe ao topo da classificação sobre o atual campeão, Jimmy Spithill, do Oracle, e a altamente elogiada equipe Land Rover BAR,  liderada pelo herói olímpico inglês Ben Ainslie. Mas a concorrência estava perto! Na verdade, os três eventos da Louis Vuitton America’s Cup World Series em 2015 tiveram três vencedores diferentes e quatro vencedores distintos em regatas individuais. O calendário de 2016 promete provas ainda mais suadas e emocionantes sobre os catamarãs AC45F, que voam sobre a água com seus fólios.

“Todo mundo vai querer começar o Ano Novo bem”, disse  Jimmy Spithill. “Mas todas as outras equipes estão treinando com o mesmo objetivo em mente, então nada virá fácil este ano”. “O evento de Nova York vai ser espetacular. Competindo no baixo rio Hudson, em frente ao skyline de Manhattan, vai ser um enorme sucesso. Nova-iorquinos são entusiasmados fãs de esportes e eu acho que isso vai ser algo muito especial: regatas de nível superior no coração da cidade. Vai ser um grande evento para a Copa América e um grande evento para Nova York”, completou.

Quatro outros eventos do calendário 2016 já foram anunciados até agora:

Mascate, Omã – 26-28 fevereiro;
Nova Iorque, EUA – 06-08 maio;
Chicago, EUA – 10-12 junho;
Portsmouth, Reino Unido – 22-24 julho;

Dois eventos adicionais da Louis Vuitton America’s Cup World Series, são esperados para completar o calendário, provavelmente na Europa, em meados de setembro, e na Ásia, em meados de novembro.

“Com seis eventos ao redor do mundo, em 2016 nossos fãs terão mais oportunidades para desfrutar a Copa América e seguirem seus times e atletas favoritas à medida que seguimos para as finais nas Bermudas, em 2017”, disse Harvey Schiller, o Comissário Comercial da Copa.

O evento de Nova York é um marco histórico. Regatas da Copa América foram realizadas no porto de Nova York e arredores durante 50 anos, representando os primeiros 13 desafios para o troféu mais antigo do esporte internacional.

De 1870 a 1920, a corrida teve lugar em Nova York. Em 1930, a competição foi transferida para Newport, Rhode Island, onde permaneceu até os Estados Unidos finalmente perderem a Copa em 1983, terminando a série de vitórias mais longa no esporte mundial. Desde aquela época, a Copa América teve lugar em Perth (Austrália); São Diego (EUA); Auckland (Nova Zelândia); Valencia (Espanha); e São Francisco (EUA). Em Maio / Junho de 2017, a próxima disputa vai ser corrida nas Bermudas, ilhas do Reino Unido, no Atlântico Norte.

Classificação da Louis Vuitton America’s Cup World Series (após três eventos):

Emirates Team New Zealand – 122 pontos
ORACLE TEAM USA – 112 pontos
Land Rover BAR – 109 pontos
Artemis Racing – 105 pontos
SoftBank Equipe Japão – 100 pontos
Equipe Groupama França – 82 pontos

Por Peter Rusch

III Copa Brasil de Vela começa na próxima terça-feira com ares de prévia dos Jogos Olímpicos.

20150610 Copyright onEdition 2015© Free for editorial use image, please credit: onEdition Martine Soffiatti Grael and Kahena Kunze, BRA, Women's Skiff (49erFX) at Day One of the ISAF Sailing World Cup Weymouth & Portland. Returning to the London 2012 Olympic waters, the ISAF Sailing World Cup Weymouth and Portland is taking place between 8-14 June with the racing conducted over five days between 10-14 June at Weymouth and Portland National Sailing Academy. Medal race day on Sunday 14 June will decide the overall event winners in each class. Follow ISAF Sailing World Cup Weymouth and Portland on Twitter - @SailingWC_GBR and Facebook - www.facebook.com/ISAFSailingWorldCup website: http://www.sailing.org/worldcup/regattas/weymouthandportland_2015.php For more information please contact:Pippa Phillips pippa.phillips@intotheblue.biz +44(0)7967 705697 Supported by: UK Sport #EveryRoadToRio, RYA, Icom, SLAM, Volvo Car UK, Yamaha. If you require a higher resolution image or you have any other onEdition photographic enquiries, please contact onEdition on 0845 900 2 900 or email info@onEdition.com This image is copyright onEdition 2015©. This image has been supplied by onEdition and must be credited onEdition. The author is asserting his full Moral rights in relation to the publication of this image. Rights for onward transmission of any image or file is not granted or implied. Changing or deleting Copyright information is illegal as specified in the Copyright, Design and Patents Act 1988. If you are in any way unsure of your right to publish this image please contact onEdition on 0845 900 2 900 or email info@onEdition.com

Martine e Kahena e outras feras estarão em Niterói a partir do dia 15. (Foto: onEdition 2015©)

 

Competição na Baía de Guanabara contará com a presença de grandes nomes internacionais da modalidade e definirá a Equipe Brasileira que vai disputar a Rio 2016.

Em clima de prévia dos Jogos Olímpicos, a Baía de Guanabara receberá a partir da próxima terça-feira (dia 15) grandes nomes da vela do Brasil e do exterior. Com sede na Praia de São Francisco, em Niterói (RJ), será realizada a III Copa Brasil de Vela, competição que servirá de preparação para a Rio 2016 e que definirá a Equipe Brasileira que vai disputar os Jogos. Para muitos estrangeiros, a Copa Brasil também será seletiva olímpica.

Até esta quarta-feira (dia 9) já estavam inscritos na competição 197 velejadores, de 27 países, totalizando 139 barcos. Do lado brasileiro, as atenções estarão voltadas para as classes 470 masculina e Nacra 17, as únicas com as disputas olímpicas ainda em aberto no país. O campeonato na Baía de Guanabara definirá os quatro nomes restantes nas duas categorias.

“A realização da III Copa Brasil vem coroar um trabalho de três anos. Trata-se do último grande evento da vela no Rio antes dos Jogos Olímpicos e, após a competição, teremos definida a equipe que representará o Brasil na Olimpíada. A importância do evento também fica evidenciada pela presença maciça de grandes nomes do cenário internacional”, disse o presidente da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Marco Aurélio de Sá Ribeiro.

Para definir os representantes nos Jogos Olímpicos, a CBVela adotou o critério de avaliação do desempenho nas principais competições nacionais e internacionais em 2013,2014 e 2015. Por meio de análises dos resultados, o Conselho Técnico da Vela (CTV) define o representante.

Atualmente, a Equipe Brasileira de Vela conta com 11 velejadores confirmados nos Jogos Olímpicos Rio 2016. São eles Robert Scheidt, na classe Laser; Fernanda Decnop, na Laser Radial; Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan, na 470 feminina; Martine Grael e Kahena Kunze, na 49erFX; Marco Grael e Gabriel Borges, na 49er; Jorge Zarif, na Finn; Patricia Freitas, na RS:X feminina; Ricardo Winicki, o Bimba, na RS:X masculina.

A III Copa Brasil de Vela é organizada pela CBVela e conta com patrocínio da Prefeitura de Niterói, Bradesco e Governo do Estado do Rio de Janeiro.

 

Por Felipe Mendes/In Press Media Guide

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