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ISAF muda nome e logo para World Sailing – Vela Mundial.

WORLD SAILING

O anúncio oficial foi na terça-feira 08 de dezembro. A ISAF mudou de nome para World Sailing – Vela Mundial.

O chefe de marketing da federação, Malcolm Page, disse que: “É natural desenvolver nossa marca a medida que a organização evolui”.

“A nova identidade satisfaz todas as expectativas positivas do que a marca anterior trazia, enquanto a nova identidade segue em frente reconhecendo a maturidade, a funcionalidade e a diversidade da vela”, completou o executivo diante das mudanças.

Além do novo nome, lema e logo, quatro principais objetivos definem a nova equipe da entidade: mais transparência, melhor comunicação, governança mais forte e uma maior responsabilização.

Por sailing.org

 

 

Marcos Mendez fica em 6º lugar no prêmio Mirabaud Yacht Racing Image.

Foto de Marcos Mendez classificada em 6º lugar no prêmio Mirabaud Yacht Racing. Ahh, moleque!!

Foto de Marcos Mendez classificada em 6º lugar no prêmio Mirabaud Yacht Racing. Ahh, moleque!!

O uruguaio-paulista, prodígio do fotojornalismo, Marcos Mendez teve seu talento reconhecido ao conquistar o 6º lugar no prêmio de melhor imagem de iatismo do mundo em 2015. Oferecido pela Mirabaud, empresa suíça que criou a competição destinada a reconhecer o profissional de fotografia que melhor representa a essência e emoção do esporte da vela, o prêmio reuniu 135 fotógrafos de 29 países.

Marcos começou sua carreira com apenas 14 anos. Desde então passou por alguns dos ícones editoriais da náutica do Brasil (começou na velha Revista Velejar e Meio Ambiente) e do exterior e se especializou como fotógrafo de vela, realizando trabalhos para os maiores eventos nacionais e internacionais do ramo.

Em preto e branco e com uma enorme carga poética, a imagem vencedora foi tirada neste ano no campeonato mundial da classe Soto40, em Jurerê, Florianópolis.

Nikos Zagas, com a foto de cima, ganhou o prêmio principal. E o Yacht Racing Fórum escolheu a imagem de Rick Tomlinson (a foto de baixo, acima) como a melhor. Lindas!

Nikos Zagas, com a foto de cima, ganhou o prêmio principal. E o Yacht Racing Fórum escolheu a imagem de Rick Tomlinson (a foto de baixo, acima) como a melhor. Lindas!

Mais fotos em: http://www.yachtracingimage.com

Murillo Novaes

Nova York volta a sediar regatas da Copa América em 2016

Ontem, em Auckland, o ETNZ deu o primeiro velejo no novo cat para 2016. Bonito!

Ontem, em Auckland, o ETNZ deu o primeiro velejo no novo cat para 2016. Bonito!

A Copa América vai voltar para Nova York pela primeira vez desde 1920, com regatas da Louis Vuitton America’s Cup World Series nos dias 07 e 08 de maio de 2016.

O evento de Nova York é um dos seis planejados para 2016, com competições emocionantes, de altíssima velocidade, que caracterizam as seis equipes da Copa, com os melhores velejadores do mundo, disputando pontos que contam para a competição final, a 35ª Copa América em 2017.

Este ano, o timoneiro-estrela do Emirates Team New Zealand, Peter Burling, o mais jovem da flotilha, levou sua equipe ao topo da classificação sobre o atual campeão, Jimmy Spithill, do Oracle, e a altamente elogiada equipe Land Rover BAR,  liderada pelo herói olímpico inglês Ben Ainslie. Mas a concorrência estava perto! Na verdade, os três eventos da Louis Vuitton America’s Cup World Series em 2015 tiveram três vencedores diferentes e quatro vencedores distintos em regatas individuais. O calendário de 2016 promete provas ainda mais suadas e emocionantes sobre os catamarãs AC45F, que voam sobre a água com seus fólios.

“Todo mundo vai querer começar o Ano Novo bem”, disse  Jimmy Spithill. “Mas todas as outras equipes estão treinando com o mesmo objetivo em mente, então nada virá fácil este ano”. “O evento de Nova York vai ser espetacular. Competindo no baixo rio Hudson, em frente ao skyline de Manhattan, vai ser um enorme sucesso. Nova-iorquinos são entusiasmados fãs de esportes e eu acho que isso vai ser algo muito especial: regatas de nível superior no coração da cidade. Vai ser um grande evento para a Copa América e um grande evento para Nova York”, completou.

Quatro outros eventos do calendário 2016 já foram anunciados até agora:

Mascate, Omã – 26-28 fevereiro;
Nova Iorque, EUA – 06-08 maio;
Chicago, EUA – 10-12 junho;
Portsmouth, Reino Unido – 22-24 julho;

Dois eventos adicionais da Louis Vuitton America’s Cup World Series, são esperados para completar o calendário, provavelmente na Europa, em meados de setembro, e na Ásia, em meados de novembro.

“Com seis eventos ao redor do mundo, em 2016 nossos fãs terão mais oportunidades para desfrutar a Copa América e seguirem seus times e atletas favoritas à medida que seguimos para as finais nas Bermudas, em 2017”, disse Harvey Schiller, o Comissário Comercial da Copa.

O evento de Nova York é um marco histórico. Regatas da Copa América foram realizadas no porto de Nova York e arredores durante 50 anos, representando os primeiros 13 desafios para o troféu mais antigo do esporte internacional.

De 1870 a 1920, a corrida teve lugar em Nova York. Em 1930, a competição foi transferida para Newport, Rhode Island, onde permaneceu até os Estados Unidos finalmente perderem a Copa em 1983, terminando a série de vitórias mais longa no esporte mundial. Desde aquela época, a Copa América teve lugar em Perth (Austrália); São Diego (EUA); Auckland (Nova Zelândia); Valencia (Espanha); e São Francisco (EUA). Em Maio / Junho de 2017, a próxima disputa vai ser corrida nas Bermudas, ilhas do Reino Unido, no Atlântico Norte.

Classificação da Louis Vuitton America’s Cup World Series (após três eventos):

Emirates Team New Zealand – 122 pontos
ORACLE TEAM USA – 112 pontos
Land Rover BAR – 109 pontos
Artemis Racing – 105 pontos
SoftBank Equipe Japão – 100 pontos
Equipe Groupama França – 82 pontos

Por Peter Rusch

III Copa Brasil de Vela começa na próxima terça-feira com ares de prévia dos Jogos Olímpicos.

20150610 Copyright onEdition 2015© Free for editorial use image, please credit: onEdition Martine Soffiatti Grael and Kahena Kunze, BRA, Women's Skiff (49erFX) at Day One of the ISAF Sailing World Cup Weymouth & Portland. Returning to the London 2012 Olympic waters, the ISAF Sailing World Cup Weymouth and Portland is taking place between 8-14 June with the racing conducted over five days between 10-14 June at Weymouth and Portland National Sailing Academy. Medal race day on Sunday 14 June will decide the overall event winners in each class. Follow ISAF Sailing World Cup Weymouth and Portland on Twitter - @SailingWC_GBR and Facebook - www.facebook.com/ISAFSailingWorldCup website: http://www.sailing.org/worldcup/regattas/weymouthandportland_2015.php For more information please contact:Pippa Phillips pippa.phillips@intotheblue.biz +44(0)7967 705697 Supported by: UK Sport #EveryRoadToRio, RYA, Icom, SLAM, Volvo Car UK, Yamaha. If you require a higher resolution image or you have any other onEdition photographic enquiries, please contact onEdition on 0845 900 2 900 or email info@onEdition.com This image is copyright onEdition 2015©. This image has been supplied by onEdition and must be credited onEdition. The author is asserting his full Moral rights in relation to the publication of this image. Rights for onward transmission of any image or file is not granted or implied. Changing or deleting Copyright information is illegal as specified in the Copyright, Design and Patents Act 1988. If you are in any way unsure of your right to publish this image please contact onEdition on 0845 900 2 900 or email info@onEdition.com

Martine e Kahena e outras feras estarão em Niterói a partir do dia 15. (Foto: onEdition 2015©)

 

Competição na Baía de Guanabara contará com a presença de grandes nomes internacionais da modalidade e definirá a Equipe Brasileira que vai disputar a Rio 2016.

Em clima de prévia dos Jogos Olímpicos, a Baía de Guanabara receberá a partir da próxima terça-feira (dia 15) grandes nomes da vela do Brasil e do exterior. Com sede na Praia de São Francisco, em Niterói (RJ), será realizada a III Copa Brasil de Vela, competição que servirá de preparação para a Rio 2016 e que definirá a Equipe Brasileira que vai disputar os Jogos. Para muitos estrangeiros, a Copa Brasil também será seletiva olímpica.

Até esta quarta-feira (dia 9) já estavam inscritos na competição 197 velejadores, de 27 países, totalizando 139 barcos. Do lado brasileiro, as atenções estarão voltadas para as classes 470 masculina e Nacra 17, as únicas com as disputas olímpicas ainda em aberto no país. O campeonato na Baía de Guanabara definirá os quatro nomes restantes nas duas categorias.

“A realização da III Copa Brasil vem coroar um trabalho de três anos. Trata-se do último grande evento da vela no Rio antes dos Jogos Olímpicos e, após a competição, teremos definida a equipe que representará o Brasil na Olimpíada. A importância do evento também fica evidenciada pela presença maciça de grandes nomes do cenário internacional”, disse o presidente da Confederação Brasileira de Vela (CBVela), Marco Aurélio de Sá Ribeiro.

Para definir os representantes nos Jogos Olímpicos, a CBVela adotou o critério de avaliação do desempenho nas principais competições nacionais e internacionais em 2013,2014 e 2015. Por meio de análises dos resultados, o Conselho Técnico da Vela (CTV) define o representante.

Atualmente, a Equipe Brasileira de Vela conta com 11 velejadores confirmados nos Jogos Olímpicos Rio 2016. São eles Robert Scheidt, na classe Laser; Fernanda Decnop, na Laser Radial; Fernanda Oliveira e Ana Luiza Barbachan, na 470 feminina; Martine Grael e Kahena Kunze, na 49erFX; Marco Grael e Gabriel Borges, na 49er; Jorge Zarif, na Finn; Patricia Freitas, na RS:X feminina; Ricardo Winicki, o Bimba, na RS:X masculina.

A III Copa Brasil de Vela é organizada pela CBVela e conta com patrocínio da Prefeitura de Niterói, Bradesco e Governo do Estado do Rio de Janeiro.

 

Por Felipe Mendes/In Press Media Guide

Santinha vence o 2º Campeonato Brasileiro da Classe J/70.

O J/70 virou coqueluche no mundo inteiro.

O J/70 virou coqueluche no mundo inteiro.

De sexta a domingo, no último final de semana, rolou o 2º Campeonato Brasileiro da Classe J/70. E Maurício Santa Cruz, o representante no Brasil da classe que mais cresce no mundo, são quase mil barcos em 3 anos de vida, foi grande vencedor. O evento teve um total de 8 regatas com 6 tripulações super afiadas e uma social de primeira no Iate Clube do Rio de Janeiro.

A vantagem desta segunda temporada em relação a primeira, foi a bagagem que alguns tripulantes já possuem, por ter corrido os principais eventos do circuito mundial neste ano. Maurício Santa Cruz, os irmãos Zé Paulo e Guruga, Renato “Massara” Cunha, Curuca e Mario Tinoco, foram alguns dos nomes em evidência neste brasileiro.

Murillo Novaes

 

CLIPPER RACE: desvio para evacuação médica de tripulante ferido.

 

Derry~Londonderry~Doire starts Race 4 in Albany, Western Australia

O Derry-Londonderry-Doire está desviando para Hobart, na Tasmânia, como medida de segurança para evacuação de um tripulante ferido.

O skipper Daniel Smith, do Derry-Londonderry-Doire, fez contato com o diretor da regata Clipper Race na terça-feira (8/12) para informar que um membro da tripulação de volta ao mundo, o britânico Michael Gaskin, 54 anos,  estava com suspeita de ter quebrado as costelas (confirmado depois) após uma queda provocada pela quebra de uma onda na proa. O mar estava agitado, com ventos de 35 nós e o Derry-Londonderry-Doire velejava a cerca de 130mm a sudoeste da Tasmânia. Esta é a primeira evacuação médica da Clipper 2015-16, décima edição da série bienal global, a mais longa regata de oceano do mundo, com mais de 40.000 milhas, 11 meses de duração e cinco continentes visitados (todos, menos a Antártica).

 

SOBRE A COMPETIÇÃO

A Clipper Round the World  Yacht Race é a aventura do oceano mais longa do mundo, e também considerada como um dos mais difíceis desafios de resistência no planeta. Em 40.000 milhas e tendo quase um ano para ser concluída, consiste em doze equipes que competem uns contra os outros, com embarcações rigorosamente iguais de 70 pés.

A Clipper foi criada em 1996 por Robin Knox-Johnston, primeiro velejador solitário a circum-navegar o globo sem paradas e sem assistência em 1968-69. Seu objetivo era permitir que qualquer pessoa, independentemente da experiência de vela anterior, tivesse a chance de de abraçar a emoção das regatas de oceano. A prova é o único evento do gênero para os velejadores amadores. Cerca de 40 por cento da tripulação são novatos e nunca navegaram antes de iniciar o programa de treinamento prévio à aventura.

Este desafio único reúne todos, CEOs, motoristas de táxi, enfermeiros, bombeiros, fazendeiros, pilotos de avião e estudantes de no mínimo 18 anos de idade, para enfrentar as condições mais difíceis da natureza. Não há limite máximo de idade, o competidor mais velho registrado até hoje, tinha 74 anos.

O percurso total é dividido em uma série de etapas globais e um máximo de 12 pontos para o primeiro lugar. A equipe com maior número de pontos acumulados no final da etapa final ganha a série, e o troféu Clipper Race.

Nesta edição, 700 pessoas de mais de 40 nacionalidades estão participando. Mais de 3.300 novatos foram transformados em velejadores de oceano ao longo das histórias Clipper Race até hoje.

A regata começou em Londres em agosto, quando a frota zarpou para o Rio de Janeiro. Depois a rota inclui as seguintes etapas: Cidade do Cabo para a Austrália passando em Albany, Sydney, Hobart e Airlie Beach, depois Da Nang, no Vietnã; Qingdao, China; Seattle e Nova York, nos EUA; Derry-Londonderry, Irlanda do Norte; e Den Helder, Holanda. A prova vai terminar em Londres, em 30 de Julho de 2016.

Para marcar esta décima edição da corrida, a Clipper apoiou oficialmente a Unicef, que ​opera em 190 países ao redor do mundo, incluindo todos os países da Clipper Race, assegurando que mais crianças no mundo sejam alimentadas, vacinadas, educadas e protegidas.

Por Flavia Goffi/Clipper Race

37ª Regata Marcílio Dias acontece neste sábado, 12 de dezembro, na Baía de Todos os Santos

A regata Marcílio Dias, criada em 1978, é um dos eventos comemorativos da Semana da Marinha, e seu nome homenageia o Imperial-Marinheiro Marcílio Dias, um dos heróis da Marinha do Brasil, morto em combate durante a Batalha Naval do Riachuelo, na guerra da Tríplice Aliança, em 1865, o qual deixou um legado de patriotismo e coragem.

Neste 2015, a tradicional regata chega à sua 37ª edição. Promovida pelo Comando do 2º Distrito Naval e organizada pela Capitania dos Portos da Bahia, é parte integrante do calendário de eventos náuticos da cidade de Salvador e das festividades alusivas à Semana da Marinha.

A regata, com várias classes participante, até o presente momento, de acordo com dados oficiais do site, totaliza 23 barcos inscritos.

As inscrições estão abertas até hoje, quinta (10), através do site http://www.regatamarciliodias.com.br.

 

Katana é o Fita Azul da Volta a Ilha pelo segundo ano consecutivo

47ª Regata Volta a Ilha Foto: Rodrigo Sambaqui

A 47ª Regata Volta a Ilha nas lentes de Rodrigo Sambaqui

Pelo segundo ano consecutivo, o veleiro Katana, da classe C30, foi o Fita Azul da tradicional Regata Volta a Ilha, que encerrou o calendário de atividades náuticas do Iate Clube de Santa Catarina. Em uma chegada extremamente equilibrada, a embarcação do comandante Cesar Gomes cruzou a linha de chegada próximo das 22h20, um minuto à frente do Itajaí Sailing Team, da classe ORC.

“Foi uma regata muito produtiva. O Katana é um barco muito competitivo. A gente tinha outros adversários de níveis e no final conseguimos nos destacar um pouco e cruzamos na frente”, disse o comandante Cesar Gomes.

Como em todos os anos, sempre existe a expectativa com quebra de recorde, mas ao longo da semana a previsão apontava para um dia de condições difíceis, que se provaram corretas na manhã da regata. Em um dia que variou entre ventos fraco no início do dia e muito forte no decorrer da prova, a 47ªRegata Volta a Ilha tornou-se um desafio de aproximadamente doze horas para os primeiros colocados. Sol, chuva, momentos de calmaria e condições adversas exigiriam muito das equipes ao longo do percurso de 65 milhas (120km), em um cenário muito parecido com a edição do ano passado.

A largada ocorreu as 10h, com vento nordeste de fraca intensidade e logo após o começo baixou ainda mais. Ainda no início da regata, o Katana teve um problema após se enroscar com uma rede, mas contornou bem a situação voltando logo para o páreo. As primeiras horas foram de calmaria, até que o vento sul entrou variando de 10-12 nós, chegando a 15 em alguns momentos.

Após passarem pelas praias do leste da Ilha, já próximos ao Santinho, o ventou apertou consideravelmente, chegando a passar de 30 nós. Dessa forma o ritmo da prova aumentou bastante. As embarcações C30 dominaram o percurso quase por completo e vinham na frente a todo momento. Katana, Zeus e Corta Vento repetiam o mesmo cenário do ano passado, com o Itajaí Sailing Team vindo logo atrás.

Na parte final da regata, já na Baía Norte, a equipe de Itajaí começou a tirar a diferença para os adversários, ultrapassando o Zeus e Corta Vento. Em um final emocionante, o veleiro da classe ORC tentou de tudo, mas por pouco mais de um minuto não conseguiu superar o Katana.

“A regata muito longa é difícil por causa disso, ainda mais em condições de vento fraco. Foi um dia cheio de bandeiras amarelas, que são os pontos onde recomeça tudo. Aconteceu muito no Sul da Ilha isso e até mesmo aqui dentro da Baía. Isso tornou tudo mais difícil e competitivo, tanto que chegamos apenas alguns segundos à frente do Itajaí Sailing Team. A Volta a Ilha é uma regata que não tem aquela coisa de já perdemos ou já ganhou, tem que lutar até o final, o que torna tudo mais interessante”, completa Cesar.

Assim como em 2014, os veleiros C30 dominaram a regata quase que por inteiro. A frente a partir da passagem pelo Pântano do Sul, Katana, Zeus e Corta Vento vieram liderando a flotilha, com pequena vantagem para o Katana, que manteve a ponta até o fim. Ultrapassados apenas no final pelo veleiro Itajaí Sailing Team, da classe ORC, Zeus e Corta Vento completaram o percurso em 2º e 3º, respectivamente, na classe.

Primeiro ORC a cruzar, o Itajaí Sailing Team acabou na terceira colocação na classe. Após a correção de tempo, o Melody 5 acabou com a vitória, seguido pelo Catuana Kim.

Na RGS A, o Plancton foi o grande vencedor da Regata Volta a Ilha, seguido por Argonauta, Garrotilho e Açores III. Na RGS B, o Zephyrus superou Bom Abrigo, segundo, e Zuriel, terceiro, para confirmar o título na classe. Encerrando as disputas, o Quival levou a melhor na RGS Cruzeiro, enquanto o Flying Soul foi o campeão da Multicasco

15ª Regata Volta a Ilha do Largo – Ilha de Ratones

Paralelo a disputa da Regata Volta a Ilha, neste sábado ocorreu também a 15ª edição da Regata Volta a Ilha do Largo – Ilha de Ratones, e mais uma vez o Força 12 (HPE25) repetiu a vitória do ano anterior. A embarcação do comandante Arno Juk completou a prova em pouco mais de 7h30, cruzando em primeiro próximo das 17h35. Na classe Carmelitas, após correção de tempo, o Tintiun foi o vencedor, seguido por Carino e Euphoria.

Por SixComm Assessoria de Imprensa

Bruno Prada é prata na Final da Star Sailors League

Pódio da Final da SSL com Prada na segunda colocação.

Pódio da Final da SSL com Prada na segunda colocação.

 

Melhor proeiro do mundo correu ao lado do neozelandês Hamish Pepper. Título ficou com George Szabo (USA) e Edoardo Natucci (ITA)

A edição 2015 da Grande Final da Star Sailors League terminou neste sábado com condições desafiadoras nas águas da baía de Montagu, em Nassau, nas Bahamas. Onze duplas de velejadores renomados, de oito países, incluindo o Brasil disputaram três regatas eliminatórias para definir quem levaria o ouro e parte do prêmio de $200 mil. Dez times disputaram as quartas de final e a vitória foi de George Szabo (USA) e Edoardo Natucci (ITA). Bruno Prada, que correu com o neozelandês Hamish Pepper, ficou com a prata.

A disputa mais acirrada neste começo de dia foi pelas últimas vagas nas semi-finais. Paul Cayard e Brian Sharp, dos EUA, garantiram a classificação, eliminando os italianos Diego Negri e Sergio Lambertenghi depois de um popa espetacular. Kusznierewicz/Zycki (POL), Williams/ Mitchell (GBR) e Schümann/Borkowski (GER) também foram eliminados.

A semi-final foi disputada pelos seis primeiros das quartas, mais os franceses Xavier Rohart e Pierre-Alexis Ponsot, vencedores da fase classificatória. Os alemães Johanes Plgar e Markus Koy travaram uma batalha particular com os franceses, mas a vitória ficou com Pepper/Prada. As três duplas, mais Szabo e Natucci passaram para a final. Bernaz/Rambeau (FRA), Stipanovic/Canali (CRO/ITA) e Cayard/Sharp (USA) foram eliminados

Na final, logo na largada, Pepper/Prada e Rohart/Ponsot foram penalizados pelos juízes e tiveram que manobrar para pagar a penalização. Szabo/Natucci também foram penalizados ao tentar cruzar a frente de Polgar/Koy sem direito de passagem. Pepper/Prada conseguiram se recuperar e montaram a primeira boia em primeiro, com Szabo/Natucci a menos de um barco atrás. A partir daí as duas duplas trocaram posições até a última perna, quando o barco do brasileiro acabou indo para o lado errado, cedendo a vitória para a dupla ítalo-americana por um barco de vantagem. Rohart/Ponsot completaram o pódio.

Para se ter ideia de quão forte era a flotilha que velejou neste último dia, dentre os 22 velejadores, havia 28 campanhas olímpicas, além de mais de 12 participações em America´s Cups. Além disso, a diferença de idade e experiência também chama a atenção. Jochen Schuemann conquistou a primeira das suas três medalhas de ouro olímpicas, o ouro na Finn em 1976, data em que o velejador francês Jean Baptiste Bernaz não havia nem nascido.

Xavier Rohart:

Tive muitas emoções hoje. Tivemos tudo para vencer o evento: velocidade, confiança, conhecimento, sentimos o vento muito bem, mas cometemos um erro na largada. Fui muito agressivo e por isso assumo a responsabilidade. Tivemos uma pequena colisão com o Pepper e não reclamamos, mas o juiz não viu direito e penalizou as duas duplas. Como o presidente da SSL acredito que este evento tenha sido um grande sucesso e a única coisa que queria era um pouco mais de vento, especialmente nas quartas de final. Espero que continuemos com esse sucesso e que possamos crescer mais e melhor!

George Szabo:

Sempre gostei de velejar com vento mais fraco e estava preocupado de chegar na raia e ter 15, 20 nós de vento todos os dias, então fiquei muito feliz com as condições que encontramos aqui. Vento fraco é realmente o meu ponto forte. Estou muito contente, o evento foi muito divertido, os outros velejadores são muito legais e ninguém dá folga. Mesmo aqueles que nunca tinham velejado em um Star são tão bons, que acabam encontrando uma rondada de vento que os leva para frente. Os que velejam de Star tem ótima velocidade e uma velejada bonita de se ver. Todos foram honestos e a flotilha foi sensacional!

Hamish Pepper:

Tivemos uma pequena briga com o Rohart na largada e ainda não sei direito o que aconteceu, mas por sorte tinham apenas quatro barcos correndo a regata e foi possível pegar o vento limpo para seguir. Além disso, estávamos do lado certo da raia, onde o vento estava um pouco mais forte, e conseguimos voltar até que bem para a regata, mas a disputa com o Szabo foi uma montanha-russa e ele estava indo muito bem no popa. Regata muito disputada e estou até sem unha!

A Grande Final da SSL distribuiu $200 mil em prêmios e os vencedores levaram para casa, além do trofeu, o cheque no valor de $40 mil.

Por Mari Peccicacco

Copa Swift Sport encerra temporada com raia lotada em Ilhabela, neste dezembro 2015

 

 

ILHABELA URGENTE 3

Número de tripulações inscritas animou a organização e os próprios velejadores, trazendo perspectivas de evolução para 2016.

O XV Circuito em Ilhabela (SP) de vela oceânica, foi encerrado neste fim de semana (5 e 6) no Yacht Club, com um total de 41 barcos na raia, motivo de satisfação para a Comissão de Regata (CR).

“Colocar todas essas embarcações para competir em Ilhabela em plena crise demonstra um número expressivo, é muito barco, uma ótima condição”, exalta o diretor da CR, Cuca Sodré.

Otimista, o juiz internacional prevê novidades para 2016. “Vamos criar a divisão Silver para a classe RGS e implantar a Bico de Proa, categoria com a finalidade de oferecer uma porta de entrada e acolher novos velejadores”.

Os planos rumo para as próximas edições, já estão sendo traçados devido ao apoio incondicional da Suzuki Veículos à vela. O patrocínio está renovado para mais uma temporada.

Nas regatas decisivas do último domingo (6), com vento sudoeste em torno de 12 nós, algumas das classes em disputa na Copa Swift Sport confirmaram o domínio das tripulações que tiverem a oportunidade de treinar de forma mais intensa ao longo do ano. Porsche (C30), Ginga (HPE 25) e Asbar Total Balance (RGS), contam com velejadores nativos da Ilha ou frequentadores mais assíduos da Capital Nacional da Vela.

“Estamos com a mesma tripulação há três anos. O barco fica no Grêmio de Vela de Ilhabela (GVI) e saímos para treinar pelo menos duas ou três vezes por mês”, afirma Tináh, natural de Ilhabela, tático e responsável pelo gerenciamento da equipe do Asbar, comandado por Sérgio Klepacz, que nem sempre está embarcado nas regatas. “A Copa Swift Sport mostrou a força da vela oceânica. Há uma proposta para pegarmos um barco maior no próximo ano e mudarmos de classe”, revela Tináh, vencedor da RGS Geral e na divisão “B”.

O Porsche dominou a temporada na classe C30. Um dos motivos da evolução, foi o investimento nos treinos. “Fomos mais regulares e eficientes neste ano porque conseguimos elaborar uma programação de treinos”, afirmou Marcos de Oliveira Cesar, comandante do Porsche, campeão na C30 – título inédito para a equipe paulista.

Na classe HPE 25, Breno Chvaicer, comandante do campeão Ginga, segue a mesma linha. “A concorrência está cada vez mais forte e precisamos investir nos treinos. É a única maneira de nos mantermos à frente na classe”, considera Chvaicer, responsável pela tripulação formada por caiçaras.

Os vencedores da quarta e última etapa de 2015 são: Porsche (C30), Jazz (RGS A), Asbar (RGS B), Sextante (RGS C), Cocoon (Cruiser), Ginga (HPE 25) e Tahiti Nui (HPE 30).

Os primeiros colocados (1º a 3º) na Copa Swift Sport de 2015

C30: Porsche, Caballo Loco e +Realizado

RGS Geral: Asbar Total Balance, Inaê Transbrasa e Fram

RGS A: Inaê Transbrasa, Jazz e Fram

RGS B: Asbara Total Balance, Helios e Suduca

RGS C: Brazuca, Sextante e Colin

RGS Cruiser: BL3, Jambock e Cocoon

HPE 25: Ginga, Fit to Fly e Repeteco

HPE 25 (Silver): Conquest e Argos

HPE 30: Tahiti Nui, Capatosta e #04

As tripulações mais eficientes da temporada receberam como prêmio, miniaturas de canoas caiçaras, elaboradas pelo artesão Davi Borges, de Ilhabela. A organização e a realização da Copa Swift Sport são do Yacht Club de Ilhabela, o patrocínio da SUZUKI VEÍCULOS, com apoios de Ser Glass, North Sails, Revista Mariner, Ancoradouro, Antena 1, SailStation, Prefeitura Municipal de Ilhabela e SPOT Global Phone, da Globalstar.

Por Ary Pereira Jr.

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