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Posts com Tag ‘Adriana Kostiw’

Resumão: Kan no pódio, Semana de Vela de Ilhabela, Copa América, Mundial da Juventude, Jorginho bi-Mundial e mais! Muito mais!!

Mr. Chuh dá um confere na rocha. Esse é fera!!

Mr. Chuh dá um confere na rocha. Esse é fera!!

Kan Chuh no pódio da MiniFastnet de novo. Termina a 40ª Rolex Ilhabela Sailing Week. New Zealand lidera Louis Vuitton Cup.

E mais: Robert e Bruno vencem Star em Ilhabela. Brasucas andam bem no Mundial da Juventude no Chipre. Abaixo assinado eletrônico preserva Museu Náutico em Ilhabela. Jorginho Zarif é bi-Mundial Jr. de Finn. Clínio e Cacau vencem primeiro Brasileiro de Nacra 17. Olimpic Sails inaugura nova loja. Equipe de Gigante Haddad e campeã mundial militar de vela. Rafa Gagliotti e Henrique Gomes vencem leste-brasileiro de Snipe em Cabo Frio.

Agende-se: Brasileiro de Hobie Cat em novembro na BL3

Boa noite querido amigo e mais que querida amiga, transmitindo direto do covil nesta invernal Cabo Frio e ainda com a ilha mais bela da vela nacional na esteira, onde na feira literária, na Vila, rolou uma apresentação deste que vos fala e de Torben Grael sobre o nosso BESTA-seller “Lobos do Mar”, que versa sobre as desventuras do Brasil 1 na VOR 2005/6, vamos contando o que de mais importante rola no planetinha Vela. E antes de pousar novamente na Ilhabela da princesa vamos falar daquele que é não só um amigo, mas um exemplo e ídolo para este reles escriba travestido de velejador: Mr. Chuh

Mini Fastnet 2013 –Tenho o prazer de anunciar que Kan Chuh conseguiu novamente subir no pódio da Mini Fastnet. É mole?? Depois de vencer a regata em 2011, o sino-baiano de boa cepa e grande energia vélica tirou o terceiro lugar, com muito orgulho e satisfação, depois de 700 milhas navegadas onde acha que fizemos umas 100 milhas em 10 horas na ultima noite”. Demais!

Nas palavras do próprio: “Rapaz, foi irado!!!  Surfar a 10-12 nós de dia com fog e depois com mais vento ainda,  a noite toda sem ver nada, no meio do trafego de navios é realmente duro. E todos os barco fazendo igual o tempo inteiro… Depois de 700 milhas, os quatro primeiros chegaram com apenas 20 minutos e 30 segundos de diferença. Nas ultimas 30 milhas estávamos surfando a 10-14 nós com o 833 a apenas 30 segundos de distância o tempo todo… Experiência incrível!”

Não esqueçamos de mencionar que a temperatura era de 14 graus no verão inglês. No final, a dupla Lipinski/Pinot (Pas de futur sans numérique) venceu o desafio na categoria “Barcos de Série”(a classe Mini 6.50m tem também, claro, os protótipos), em segundo chegaram Chaigne/Chenard (LMS) 15 minutos depois e apenas quatro minutos na esteira dos vices vieram Renaud Mary/ Kan Chuh (runo.fr). Na cartografia pode-se ver a regata toda: 400 milhas de contravento e depois 300 milhas de popa depois de montar a legendária rocha de Fastnet no sul da Irlanda: http://bit.ly/1dikvM2. Caraca!!! Kan, você é meu herói!!

 

Ilhabela – E vamos direto agora para a capital sul-americana da vela! Apoiados no glorioso relato do presidente da ABVO Mr. Lars Grael, vamos atualizando o amigo com o que rolou por lá.

“Amigos da Vela de Oceano,

Encerrou-se neste sábado, o mais grandioso evento da Vela Oceânica Brasileira, a Rolex Ilhabela Sailing Week.

A bandeira da ABVO esteve hasteada no mastro principal, assim como a presença de praticamente toda sua comodoria.

Queremos parabenizar o Yacht Club de Ilhabela, na pessoa do Sr. Comodoro, do Kalu por toda sua hospitalidade, pelo nosso Diretor da ABVO e árbitro geral Cuca e ainda todos diretores, conselheiros, gerentes,  associados e funcionários do clube.

40 anos de história e glórias e o reconhecimento internacional de integrar o seletíssimo sistema de eventos ROLEX.

Temos que agradecer aos patrocinadores, a Marinha do Brasil e a Prefeitura de Ilhabela.

Programação social intensa no YCI e com a tradicional canoa de cerveja. Programação social e cultural no centro da vila e festa na 5ª feira na sub sede do Iate Clube de Santos.

Fotógrafos de renome como Borlenghi; Marco Yamin; Francisco Lino; Fred Hoffmann e outros. Na raia a presença imponente do BL-8 Atrevida que neste ano, celebra 90 anos com todo seu esplendor.

Tivemos um início de campeonato com uma regata de dar nos nervos com a calmaria na regata longa. Na 3ª feira, ventos em demasia o que gerou a quebra de 5 mastros e outras avarias. De 4ª feira até sábado, as condições deliciosas e clássicas do leste com sol na ponta das Canas em Ilhabela.

Gestão técnica impecável com um corpo de árbitros, como nunca antes visto na vela brasileira. Parabéns ao Cuca que orquestrou toda esta mobilização.

Dezenas de barcos inspecionados com certificados, peso de tripulação e itens de segurança. A ABVO se fez presente no suporte a estas ações.

Na classe BRA/RGS, a mais numerosa, vitória do veleiro Mandinga (Neo 25`) do Iate Clube de Santos e comandado pelo sócio honorário da ABVO, Jonas B. Penteado. Completou o pódio, os veleiros Rainha / Empresta Capital e o Santeria. Total de 38 barcos.

Na classe ORC, a vitória do competente Kiron 3 do ICSC e com tripulação brasileira e uruguaia. O Skipper 30 comandado por Leonardo Guilhermo Cal, fez o luxo de descartar uma 2ª colocação! O vice título coube ao carioca Angela VI (Grand Soleil 46`) do comandante Peter Siemsen. Completou o pódio, o First 36` Asbar 4da equipe angrense de Marcelo Pereira Quintaes. Foram 28 barcos.

Na estreante IRC, a vitória do First 40` bi da animada equipe de Itú/SP de Guilherme Hernandez, Mario Martinez, Felício Bragante e todos os amigos do Asa Alumínio. O Vice Título no critério de desempate, ficou com o Angela VI do ICRJ. Completou o pódio o Wind 34` Tangaroa.  Eram 24 barcos.

Na BRA/RGS Cruiser o pódio foi com os veleiros Jambock (Main 34`); Cocoon (Delta 32`) e Bocaluppo. Foram 9 barcos.

Cabe o apelo e a sugestão que em 2014, as classes Soto 40 e Carabelli 30 possam competir nas classes ORC e (ou) IRC e ainda preservarem suas classificações em flotilha separadas. Defendemos o conceito da união e da integração.

Acho ainda que a ORC 700 não deveria ser separada do restante da ORC. Basta constatar que o pequeno notável Neo 25` Mandinga não só velejou com segurança até Alcatrazes, como venceu a regata na BRA/RGS. Fica nosso parabéns ao niteroiense Rocket Power do CNC vencedor na ORC 700 entre 4 barcos.

Notemos que barcos one design e de “box rules” como TP 52`; GP 42` e outros, dominaram o Mundial de ORC recém realizado em Ancona na Itália. Aproveitamos para parabenizar o comandante Ernesto Breda e sua tripulação do Touché Super que neste Mundial venceu a última regata, 12º Geral e foi o segundo entre os amadores.

Em Ilhabela, tentamos realizar uma reunião de prestação de contas e ouvir os associados na 6ª feira, mas a reunião foi cancelada em função da regata ter acabado tarde e as salas estarem ocupadas com imprensa e protestos.

Nossos próximos eventos nacionais ocorrerão nos próximos meses. Será um 2º semestre intenso.

Prestigiem o Circuito Oceânico de Salvador de 15 a 18 de agosto. O Yacht Clube da Bahia esteve presente na RISW e teve ótima reciprocidade na panfletagem dos seus cartazes. No evento, a estreia nacional da nova regra MOCRA para multicascos. Eu estarei lá.

Na sequencia no Nordeste, as regatas: Aratu-Maragogipe; Campeonato Recifense de Vela de Oceano da FREVO e a cobiçada REFENO.

Pretendemos anunciar nos próximos dias, o Aviso de Regatas da mais tradicional regata do Brasil, a Regata Santos-Rio – 26 de outubro.

Outro evento grandioso, será o tradicionalíssimo Circuito Rio do ICRJ que em 2013, sediará o Campeonato Brasileiro da regra BRA/RGS. Este ano reconhecido oficialmente pela CBVela e ABVO. Prestigiem!!! Neste evento, faremos uma reunião da ABVO para discutir o calendário 2014, melhoramentos e sugestões para a atual e futura comodoria da ABVO; Copa Brasil de Vela de Oceano (ranking da ABVO) 2014; participação de iates brasileiros nas regatas Cape to Rio e Buenos Aires – Rio e a decisão dos locais e datas dos campeonatos brasileiros de Vela de Oceano das classes ORC; IRC; BRA/RGS; MOCRA e Clássicos.

Após fecharmos com a Brancante Seguros, uma parceria histórica com um produto diferenciado e amplo de seguro com descontos para nossos associados, fechamos em Ilhabela, uma parceria com a TELESMAR (http://www.telesmar.com.br). Telesmar é especialista em manutenção de catracas; estaiamento; enroladores; mastreação, banheiros hidráulicos e guinchos. Outras parcerias por vir. Aceitamos propostas.

RANKING ABVO – Com a sequência de 3 eventos consecutivos na costa paulista (Ubatuba Sailing Festival; Warm Up Ilhabela; RISW), a Copa Brasil de Vela de Oceano recebeu dezenas de novos veleiros e a liderança trocou de comandantes.

No site da ABVO www.abvo.org.br você poderá checar o ranking provisório atualizado em todas as regras. 194 barcos no ranking!!!

Após a RISW, os novos líderes são:

BRA/RGS – 108 barcos

1º – Quricomba – GVEN – 117,5 pts

2º – Albatroz – GVEN – 104,5 pts

3º – Bruxo – ICSC – 95 pts

4º – Mandinga – ICS – 90 pts

5º – Rainha / Empresta Capital – SP – 87,5 pts

 

ORC – 56 barcos

1º – Miragem – ICRJ – 101 pts

2º – Angela VI – ICRJ – 100 pts

3º – V8 Nitro – ICRJ – 86,5 pts

4º – Absoluto – ICSC – 85 pts

5º – Kiron – ICSC – 70 pts

 

IRC – 24 barcos

1º – Miragem – ICRJ – 50 pts

2º – Ruda – Supmar – 47,5 pts

3º – Angela VI – ICRJ – 45 pts

4º – Tangaroa – SP – 42,5 pts.

5º – Santa Fé V – CNC – 40 pts.

 

Clássicos – BRA/RGS – ABVClass

1º – Lady Lou – Torben Grael – CNC/RJ – 12 pts

2º – Macanudo – Ricardo Montenegro – Paraty – 10 pts

3º – Cairu III – Roberto Geyer – ICRJ/RJ – 8 pts

4º – Cangrejo – Ricardo Carvalho – ICRJ/RJ – 6 pts

5º – Cangaceiro – Marina da Glória/RJ – 4 pts

Temos uma ABVO hoje com as contas saneadas e várias ações como:

·         Capacitação de novos medidores e redução do valor de anuidades na ORC. Aquisição do troféu transitório do Brasileiro de ORC 2013 no ICSC.

·          Reconhecimento e parceria com a Associação Brasileira da BRA/RGS.

·          Implantação da IRC e sua inclusão na RISW.

·         Resgate do Mini Circuito Rio (iniciado na gestão anterior do Comodoro Alcino).

·         Apoio para implantação e reconhecimento da regra MOCRA para multicascos.

·         Apoio para organização da ABVClass e sua inserção na ABVO.

·         Confecção e doação de mochilas com a marca da ABVO.

·         Resgate dos adesivos ABVO para instalação no mastro.

·         Parceria com uma rede de empresas associadas da ABVO. Descontos exclusivos para associados: Brancante Seguros; Velas Olimpic; Bailly Capotaria; Ronstan; North Sails Service RJ; Telesmar.

·         Descontos nas inscrições de vários campeonatos para associados ABVO.

·         Organização da participação brasileira nas regatas Cape to Rio e Buenos Aires – Rio.

·         Parceria com a Associação Brasileira de Veleiros de Cruzeiro – ABVC.

·         Fortalecimento das flotilhas regionais.

 

Há muito por fazer nesta gestão que termina seu mandato em maio de 2014.

Pedimos seu voto de confiança e precisamos do seu apoio ao associar-se a ABVO.

Agradecemos aos clubes parceiros da ABVO neste processo.

Clubes Associados ABVO

Cabanga Iate Clube de Pernanbuco

Ubatuba Iate Clube

Iate Clube de Brasilia

Iate Clube do Rio de Janeiro

Yacht Clube da Bahia

Yacht Clube de Ilhabela

 

Associe-se também!

Bons Ventos

Lars S. Grael

Comodoria da ABVO”

 

Copa América – Bem… Começou mais uma Louis Vuitton Cup, a copa dos desafiantes que pretendem enfrentar o defensor americano, Oracle, em setembro na 34ª Copa América, em São Francisco. Antes de tudo é preciso dizer que esta Copa América (America’s Cup para os anglófilos, normal…), propriedade do bilionário – dizem, ultramimado! –, Larry Ellison é das coisas mais estranhas que vi nos últimos tempos.

Para o dileto leitor ter uma ideia, no dia do confronto entre New Zealand e Prada, a única competição verdadeira que houve até agora, o próprio site do evento destacava: “Não Perca! Hoje a primeira regata com  dois barcos em São Francisco”. Ahnnnn… Como assim?? Desde quando match race com dois barcos virou um atrativo? Pois é, é que nos dias anteriores, as três regatas(!?) até então disputadas tinham apenas um competidor desfilando sozinho já que o Artemis não tem seu barco pronto ainda depois do fatal acidente que vitimou a equipe e tirou a vida de Andrew Simpson.

Para tornar tudo ainda mais patético, as regatas de um só barco são transmitidas e comentadas como se fossem reais. Enlouqueceram! O fato é que depois do sucesso da 32ª Copa América, em Valência, a maionese azedou de vez. A 33ª disputa do troféu mais longevo do desporto mundial foi aquela babaquice que se viu entre Alinghi e Oracle depois da ridícula guerra judicial nas cortes de Nova York. Mas naquela altura, pelo menos era um match.

E quando parecia que os americanos realmente iriam tentar retomar a imensa tradição de uma disputa batizada com seu próprio nome, eis que chegamos neste verão norte-californiano com uma Copa Louis Vuitton com apenas três times, sendo que um deles, aquele que conta com nossa simpatia, pelo fato de ter Horácio Carabelli na equipe de designers, sinceramente, é café com leite neste momento.

E ainda, a julgar pelo incrível dia em que finalmente (comemoremos!) havia dois barcos na água, o kiwis estão sobrando. Muito!! Sobrando em velocidade (com excelentes manobras, claro) que é o nome do jogo desta Copa! Já que match race propriamente dito, entre catamarãs de 72 pés, não há, nem pode haver, até mesmo por questões de segurança.

E por falar em segurança, depois da morte de Simpson, Ian Murray, em nome da organização, lançou as agora famigeradas 37 regras de segurança que geraram protestos formais dos times neozelandês e italiano e que, na real, foi uma tentativa solerte de “contrabandear” para dentro das regras alguns pontos que claramente beneficiariam o defensor Oracle. Tá pior que o Congresso Nacional! Enfim…

Bem, vamos ao pouco de bom que sobra deste infeliz espetáculo: os barcos. Larry Ellison disse que queria que a Copa novamente tivesse os veleiros mais rápidos e de alta tecnologia do mundo e conseguiu. É fato! Ver os dois cats a mais de 40 nós entrando na linha de largada é algo realmente impressionante. E pensando que o vento estava a “apenas” 18 nós fica mais incrível ainda.

As imagens dos barcos também são de cair o queixo e os velejadores que lá estão, claro, são parte da elite do nosso esporte. Espero que até setembro, no match final entre o defensor Oracle e o desafiante que provavelmente será o New Zealand, as coisas melhorem. Porque elas precisam melhorar mesmo! E muito!!

 

(\_~~ (\_ Rajadinhas (\_~~ ~ (\_

**  A dupla do Iate Clube de Brasília, Luiz André “Culé” Reis e Alexandre “Xande” Freitas, venceu a Regata Renato Frankhental, prova que abriu a 40ª Rolex Ilhabela Sailing Week para as classes Star e HPE. A dupla carimbou a medalha dos galácticos Robert Scheidt e Bruno Prada que se sagraram campeões na ilha na reestreia do Star depois de 38 anos. Completaram o pódio Marcelo Fuchs e Roni Seifert, atuais campeões SulAm, e Lars Grael e Samuca Gonçalves. Foi lindo ver as estrelas na ilha!

**  O Brasil segue velejando bem no Mundial da Juventude, que está sendo disputado em Limassol, no Chipre. A dupla Tiago Brito e Andrei Kneipp, do 420, venceu a primeira regata do dia e subiu para a segunda colocação da classe 420. Já Claudia Mazzaferro e Luiza Peiter não tiveram a mesma sorte e, com um DNF na quinta regata da série, caíram para 7ª colocação.

** Ainda na lima e no sol… No SL16, Kim Vidal e Antonio Neto também venceram uma regata e subiram para 5º. No 29er, Antonio Aranha e Philip Essle caíram e estão em 18º. Martin Lowy, no Laser Radial, subiu para 28º, enquanto Tina Boabaid, na mesma classe, está em 9º. No RS:X feminino, Juliana Aguiar está em 21º, enquanto Yagor Carvalho está em 13º entre os meninos. Os resultados completos podem ser vistos aqui. Bons ventos, molecada!!

**  Que Ilhabela é destino de velejadores, isso ninguém duvida. Mas agora a Capital da Vela ganhou mais um atrativo: o Museu Náutico. Ou melhor, preservou ele. A implantação do museu só foi possível por conta de um abaixo assinado no change.org que juntou quase mil participantes e pressionou a prefeitura a rever a decisão de fechar o museu. O povo unido jamais será vencido!

**  Terminou neste sábado em Riva del Garda, na Itália, a Finn Silver Cup, que vale como campeonato Mundial Jr. de Finn. Jorginho Zarif, representante brasileiro nos Jogos de Londres ficou com o título sem nem precisar correr a última regata. Ainda assim ele foi para a água e venceu a última prova par ser bicampeão mundial Jr. Completaram o pódio Jake Lilley, da Austrália, e Martin Robitaille, do Canadá. Guga está em êxtase no céu!! Meeeeuu garoootooo!!

**  Rolou no Rio de Janeiro o primeiro Brasileiro de Nacra 17, o novo catamarã olímpico para duplas mistas. Depois de muito sufoco, finalmente os primeiros barcos foram para a água e, em três dias de competição, foram realizadas 10 regatas. No final, o casal de Nikiti Clínio de Freitas e Cacau Swan, mais experientes com multicascos, venceram todas as regatas e ficaram com o título. Rodrigo Monteiro e Patrícia Gatti, vieram em segundo, e Adriana Kostiw e Daniel Claro, em terceiro, completaram o pódio. Sorte aos novos desbravadores dos cascos duplos!

**  Esse é quase um jabá… No dia 6/7 a Olimpic Sails inaugurou a sua nova sede em Ilhabela, ao lado do Grêmio de Vela. O evento contou com dezenas de velejadores e amigos da marca. A nova sede faz parte de uma estratégia da veleria para atender melhor os clientes de São Paulo. Sucesso lá Paradedada!!

**  Rolou na Noruega o Mundial Militar de Vela. O como já tem virado tradição, o Brasil subiu mais uma vez ao lugar mais alto do pódio com Henrique ‘Gigante’ Haddad, Felipe Haddad e Mario Trindade. As meninas comandadas por Juliana Mota, também fizeram bonito e conquistaram o segundo lugar, perdendo apenas para a equipe polonesa. Marinha! Brasil!!

** E pra finalizar uma daqui do covil… Aconteceu aqui em Cabo Frio, no final de semana retrasado, como já é tradição, o Leste Brasileiro da classe Snipe. Foram seis regatas, que começaram com vento fraco na sexta, vento médio no sábado e novamente fraco no domingo. No total, 23 duplas do Rio de Janeiro, São Paulo, Santos, Salvador e Aracaju estiveram presentes no evento. No final, os campeões foram os santistas Rafael Gagliotti e Henrique Gomes. Ivan Pimentel e Leleco, Luiz Felipe Caneppa e Breno Bianchi completaram o pódio. E este manza aproveitou e comprou um Snipe usado do Lemão. Me aguardem no ano que vem!!

 

(\_~~ (\_ Agenda (\_~~ ~ (\_

**  Entre os dias 9 e 16 de novembro a BL3, em Ilhabela, será sede do Brasileiro de Hobie Cat 14 e 16. Estão programadas até 10 regatas nas águas claras da ponta das Canas. A primeira regata está programada para as 14h do domingo, 10. A premiação será realizada às 20h do sábado, 16. Estarão na água ainda como convidados os barcos da A-Class. Não perca!!

 

(\_~~ (\_ Jabá do Manza (\_~~ ~ (\_
Informação comercial selecionada de interesse da comunidade da vela.

=> Dufour // A linha Dufour Grand Large continua a evoluir, produzindo embarcações com um equilíbrio perfeito entre conforto, performance e design.

A bola da vez agora é o novo Dufour 310 que vem com detalhes e tecnologias típicas de embarcações maiores. O novo barco é um cruzeiro rápido que também pode ser equipado com uma quilha retrátil para águas mais rasas. Para saber mais clique aqui

 

(\_~~ (\_ Vídeos (\_~~ ~ (\_

Martine Grael e Kahena Kunze são vice-campeãs europeias de 49erFX

Novo barco da VOR – Volvo 65

A regata de dois barcos na Louis Vuiton Cup: ETNZ x Luna Rossa

 

(\_~~ (\_ Entre Aspas (\_~~ ~ (\_

“Dictum sapienti sat est” ou “Para o sábio, uma palavra basta”. Provérbio romano em tempos de muita falação e pouca ação.

 

Fui!! Bastando…

Murillo Novaes

 

Alexandre Tinoco e Adriana Kostiw são vice-campeões sul-americanos mistos de Snipe

Terminou nesta terça-feira em Montevidéu, no Uruguai, o Campeonato Sul-Americano Misto de Snipe. Dez duplas participaram da competição e foram realizadas cinco regatas. No final, os campeões foram os argentinos Augusto Amato e Constanza Alvarez. Únicos representantes do Brasil, Alexandre Tinoco e Adriana Kostiw ficaram na segunda colocação. Os uruguaios Frederico Waksman e Lucia Alonso completaram o pódio.

Equipe olímpica do Brasil será definida nesta sexta-feira no Rio de Janeiro

Os melhores velejadores do País estão reunidos no Rio de Janeiro para a Semana Brasileira de Vela envolvendo todas as classes olímpicas, exceto a Nacra

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Rio de Janeiro (RJ) – A Semana Brasileira de Vela, primeira seletiva olímpica para os Jogos de 2016 da modalidade, entra na sua reta final no Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ). Nesta sexta-feira (22), os atletas mais bem classificados do campeonato disputam uma regata que tem peso dobrado, chamada de medal race. A prova na Baía de Guanabara apontará os vencedores de nove classes do calendário das próximas Olimpíadas. Apenas a Nacra não está na competição. Os melhores de cada categoria terão apoio ao longo da temporada 2013, podendo disputar as principais competições na Europa. A vela já rendeu ao Brasil 17 medalhas na história dos Jogos, ficando atrás apenas do judô.

A raia carioca reúne os melhores velejadores do País e alguns destaques internacionais, que aproveitam o verão brasileiro para conhecer o local e se preparar para 2016, como a espanhola campeã olímpica Marina Alabau. O bicampeão olímpico Robert Scheidt, por exemplo, dá show no seu retorno ao Laser. Bruno Prada e Jorge Zarif travam um duelo de pesos pesados na Finn e as duplas femininas de 470 mostram que a classe é forte tecnicamente no Brasil. Além disso, Marine Grael e Kahena Kunze, atuais líderes do ranking mundial de 49er FX, competem de igual para igual com os homens.

Os velejadores encerraram a fase de classificação nesta quinta-feira (21), no Rio de Janeiro. A organização fez duas regatas para todas as classes, exceto para a 49er, que contou com três. As provas foram disputadas com ventos variando de 8 a 14 nós, mas na maior parte do tempo os ventos estavam fracos. Os termômetros no bairro da Urca chegaram a bater em 37 graus.

Scheidt, muito perto do título – Os primeiros de cada categoria avançaram para a final de sexta-feira. Na Laser, Robert Scheidt é o grande favorito para vencer a competição após chegar em primeiro em oito das nove regatas. Na última, o maior medalhista olímpico do Brasil decidiu marcar o vice-líder Bruno Fontes para aumentar sua vantagem na ponta. Melhor para João Hackerott, que tirou os 100% de aproveitamento do campeão.

“É um dia especial na minha vida. Venci uma regata do meu ídolo e maior velejador de todos os tempos. Isso me dá ânimo para seguir treinando”, disse João Hackerott. O velejador paulista está na sétima posição, com 49 pontos perdidos.

Para Robert Scheidt, as regatas estão equilibradas, apesar da ampla vantagem dele. “Mas nada está decidido. Não posso errar na medal race. Nesta quinta-feira, o vento estava muito fraco e o calor prejudicou bastante os participantes na raia montada embaixo da Ponte Rio-Niterói. Busquei marcar o Bruninho e ter mais vantagem na decisão. O resultado foi bom”, contou Robert Scheidt, que soma apenas 8 pontos perdidos contra 20 de Bruno Fontes.

Na Laser Radial, o duelo final será entre a paulista Adriana Kostiw e a fluminense Fernanda Decnop. As duas estão empatadas com 14 pontos perdidos, após nove regatas. “A medal race será match race. Quem chegar na frente vence o campeonato. Estamos andando bem, mas agora ninguém pode errar. A entrada do descarte e um bom dia de provas me colocaram outra vez na disputa”, disse Fernanda Decnop.

Na 470, cinco duplas irão disputar a regata da medalha. Porém os resultados já estão definidos. A campeã da Semana Brasileira de Vela é a parceira formada por Fábio Pillar e Samuel Albrecht. Os gaúchos superaram os conterrâneos Geison Mendes e Gustavo Thiessen. “Fizemos tudo certinho. Velejamos bem na parte tática e alcançamos esse resultado positivo. A tendência é melhorar”, explicou Samuel Albrecht.

No feminino, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan estão muito perto de vencer o campeonato, pois mostraram o entrosamento que vem desde a campanha olímpica para Londres/2012. Elas estão em segundo no geral, incluindo os homens. “Velejamos bem tecnicamente e conseguimos transformar em resultado nosso entrosamento. Estamos bem confiantes nessa nova temporada”, explicou Ana Barbachan.

Isabel Swan, proeira de Renata Decnop, aprovou o desempenho das adversárias. “Começamos a nova parceria e posso dizer que estamos em um processo de crescimento técnico. O entrosamento vem aos poucos”. Oliveira e Barbachan têm sete pontos de vantagem para Swan e Decnop e precisam de um quarto lugar na medal race para garantir o título.

Jorginho Zarif faz duelo com Bruno Prada – Na classe Finn, Jorge Zarif e Bruno Prada sobram tecnicamente na competição. Os dois treinam e competem juntos para aprimorar ainda mais a técnica. Melhor para o Brasil, que terá representantes de peso nos eventos internacionais. “Para a Olimpíada só vai um, mas quem conseguir a vaga em 2016 certamente estará pronto. Vamos correr os principais eventos na Europa e melhorar ainda mais”, disse Jorge Zarif, que tem oito pontos de vantagem para Bruno Prada.

Na 49er, que tem duplas masculinas e femininas na raia competindo juntos, os brasileiros André Fonseca e Francisco Andrade seguem em primeiro lugar e com vantagem para a medal race. A dupla já está garantida como a melhor do Brasil na Semana de Vela e terá apoio ao longo do ano. Entre as mulheres, as líderes do ranking mundial, Martine Grael e Kahena Kunze, também confirmaram o favoritismo e venceram a competição antes da última regata. “Estamos velejando bem, graças ao treino intensivo que temos feito. Dá pra ver que o nosso nível e das outras meninas é bem diferente, algo que prova que estamos no caminho certo”, analisou Kahena Kunze.

Na RS:X, a chamada prancha a vela, Patrícia Freitas mostra que é uma das esperanças de medalha para o Brasil em 2016. A atleta da nova geração, mas que já foi para duas Olimpíadas, lidera o campeonato, que tem a campeã olímpica Marina Alabau na disputa. “Competir contra uma atleta desse nível é muito importante, mas o fator casa está fazendo a diferença. Eu conheço bem a raia da Baía de Guanabara. Espero evoluir ainda mais”, avaliou Patrícia Freitas.

No masculino, Ricardo Winicki Bimba segue em segundo lugar com 20 pontos perdidos, atrás do israelense Nimrod Maschiah com 15. Em terceiro aparece o grego Byron Kokkalanis, com 21 pontos perdidos.

As regatas finais, as medal races, serão disputadas nesta sexta-feira (22) a partir das 13h no Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ). As classes que tinham mais de 10 competidores ao longo do campeonato terão os 10 melhores na medal race, aqueles que tinham menos de 10 velejadores terão apenas os cinco mais bem classificados na disputa.

Resultados

Laser – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Robert Scheidt – 8 pontos perdidos (1+1+1+1+1+1+1+1+[4])
2º – Bruno Fontes – 20 pp (2+2+2+[3]+2+2+2+[5]+5)
3º – Eduardo Couto – 27 pp (5+4+[7]+2+5+3+3+2+3)

Laser Radial – após 9 regatas e 1 descarte
1ª – Adriana Kostiw – 14 pp (2+1+3+1+1+1+1+[5]+4)
2ª – Fernanda Decnop – 14 pp (1+2+1+2+3+4+2+2+1)
3ª – Maria Cristina Boabaid – 21 pp (3+3+[5]+4+2+2+4+1+2)

470 Masculino – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Fábio Pillar/Samuel Albrecht – 16 pp (1+1+2+4+[5]+2+1+1+4)
2º – Geison Mendes/Gustavo Thiesen – 25 pp (2+2+3+5+4+1+3+[6]+5)
3º – Francisco Sucari/Francisco Renna (ARG) – 29 pp (3+3+4+3+[6]+5+4+4+3)

470 Feminino – após 9 regatas e 1 descarte
1ª – Fernanda Oliveira/Ana Barbachan – 22 pp (5+[6]+1+1+1+6+5+2+1)
2ª – Renata Decnop/Isabel Swan – 29 pp ([6]+5+5+2+2+4+6+3+2)

Finn – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Jorge Zarif – 8 pp (1+1+1+1+1+1+1+[2]+1)
2º – Bruno Prada – 16 pp (2+2+2+2+2+3+2+1+[4])
3º – Pedro Trouche- 30 pp (3+3+4+[6]+5+2+3+4+6)

49er – após 14 regatas e 1 descarte
1º – André Fonseca/Francisco Andrade – 24 pp (2+2+2+1+2+2+2+1+1+2+2+[5]+3+2)
2º – Allan Norregaard/Aders Thomsen (DIN) – 29 pp (1+1+1+5+1+1+1+[11]+11+1+1+3+1+1)
3º – Dante Bianchi/Thomas Low-Beer – 47 pp (3+5+3+2+6+6+3+3+4+4+[7]+1+2+5)

49er FX – após 14 regatas e 1 descarte
1ª – Martine Grael/Kahena Kunze – 71 pp ([7]+6+5+6+4+5+5+5+6+5+4+7+7+7)
2ª – Juliana Mota/Stephanie Ferron – 111 pp (9+8+7+7+11+7+8+8+[11]+9+11+9+9+9)
3ª – Juliana Senfft/Gabriela Nicolino – 123 pp
(8+[11]+11+8+11+9+10+9+8+11+9+10+10+10)

RS:X Masculino – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Nimrod Maschiah (ISR) – 15 pp (2+2+2+1+[4]+3+1+1+3)
2º – Ricardo Santos – 20 pp (3+3+3+2+3+2+[4]+3+1)
3º – Byron Kokkalanis (GRE) – 21 (5+5+1+3+1+[6]+2+2+2)

RS:X Feminino – após 9 regatas e 1 descarte
1º – Patricia Freitas – 10 pp (1+1+1+1+[2]+2+2+1+1)
2º – Marina Alabau (ESP) – 17 pp (2+2+2+2+1+1+1+6+[6])
3º – Bruna Martinelli – 24 pp (3+3+3+[5]+4+3+4+2+2)

Da ZDL

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan e Robert Scheidt brilham no segundo dia da Semana Brasileira de Vela

As meninas venceram as três regatas do dia na 470 e deixam homens para trás. Na Laser, Robert Scheidt segue com 100% de aproveitamento na raia olímpica de 2016

Adriana Kostiw lidera a Laser Radial

Adriana Kostiw lidera a Laser Radial

Rio de Janeiro (RJ) – O segundo dia de regatas da Semana Brasileira de Vela, evento disputado na raia olímpica de 2016, foi marcado por vitórias das mulheres sobre os homens. As regatas na Cidade Maravilhosa foram realizadas com ventos variando de 12 a 15 nós, com mais de 35 graus de temperatura mais uma vez. Na classe 470, a dupla Fernanda Oliveira e Ana Barbachan mostrou que está entrosada e pronta para ser outra vez a representante do País nos Jogos do Rio de Janeiro. A parceira gaúcha venceu as três provas desta terça-feira (19), na Baía de Guanabara, deixando os atletas do masculino para trás.

“O nosso entrosamento fez a diferença em um campeonato difícil como esse. Isso conta muito. A gente se conhece e já sabe o que fazer em cada situação”, disse Ana Barbachan. “Fomos para água para fazer o nosso melhor e as coisas ocorreram naturalmente. Conseguimos largar bem nas regatas e, quando não estávamos na frente, adotamos uma estratégia para superar posição por posição. Nós confiamos no nosso taco,” acrescentou. Na classificação geral, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan estão em segundo lugar com 14 pontos perdidos, atrás de Fábio Pillar e Samuel Albrecht, que somam um ponto a menos, e superam quatro parcerias masculinas.

Na Laser, a experiência do maior medalhista olímpico do País fez a diferença. Robert Scheidt segue com 100% de aproveitamento após cruzar em primeiro lugar nas três regatas. O velejador paulista soma apenas cinco pontos perdidos e abriu vantagem de seis pontos para o vice-líder, Bruno Fontes. “Consegui mais um bom desempenho. As regatas estão equilibradas, mas mesmo assim andei na frente. A vantagem pode até ser grande, mas tudo pode acontecer na medal race. Um resultado ruim na última regata pode colocar o campeonato a perder. Por isso, a ideia é seguir com a mesma estratégia dos dois primeiros dias” disse Robert Scheidt. Estão programadas 9 regatas e mais a medal race (regata da medalha) em todas as classes, exceto na 49er e na 49er FX, que terão 14 mais a medal.

Na Laser Radial, Adriana Kostiw segue em primeiro lugar após tirar um terceiro e vencer as duas últimas regatas do dia. Mesmo assim, a diferença para a vice-líder Fernanda Decnop é de apenas um ponto. Confiante, a atleta que representou o Brasil em Londres/2012 promete seguir a mesma estratégia. “Estou bem preparada para mais essa campanha olímpica. Quero continuar na liderança, mas as meninas estão treinando ainda mais. A Olimpíada no Rio de Janeiro puxou todo mundo e o nível da Radial vai subir”, explicou Adriana Kostiw.

Jorginho continua absoluto – Na classe Finn, Jorge Zarif não foi derrotado em nenhuma regata. Venceu as cinco do calendário, deixando o medalhista olímpico Bruno Prada em segundo lugar. Os dois travam uma disputa equilibrada, mas o atleta de 20 anos leva a melhor com o vento de popa. “Estamos treinando juntos e o meu nível aumentou bastante com a ajuda do Bruno Prada. Temos um plano de trabalho em conjunto para que, quem chegar na Olimpíada de 2016, esteja mais bem preparado”, contou Jorge Zarif.

Na 49er, que tem duplas masculinas e femininas na raia competindo em igualdade, os dinamarqueses Allan Norregaard e Aders Thomsen seguem líderes isolados após seis regatas e um descarte. A dupla soma seis pontos perdidos contra 11 dos brasileiro André Fonseca e Francisco Andrade. Na versão feminina, batizada de FX, o melhor desempenho é de Martine Grael e Kahena Kunze.

“Estamos felizes por competir contra os homens. Como as outras duplas femininas não estão treinadas, eles passam a ser um outro desafio a ser batido”, comenta Martine.

Na RS:X, a chamada prancha a vela, velejadores estrangeiros estão na disputa com os brasileiros. No feminino, após quatro regatas, Patrícia Freitas tem 100% de aproveitamento e está na frente da campeã olímpica, a espanhola Marina Alabau. No masculino, Ricardo Winicki Bimba assumiu a segunda colocação após as provas desta terça-feira. A liderança é do israelense Nimrod Maschiah. Os atletas se preparam para o Mundial da categoria, que será em Búzios, no início de março. “Consegui andar bem, apesar do vento, que estava mais fraco do que na segunda. Está tudo muito equilibrado, já que a flotilha anda junta mudando de posição constantemente”, analisou Bimba.

As regatas voltam a ser disputada nesta quarta-feira (20) a partir das 13h no Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ). A Semana Brasileira de Vela termina na sexta-feira (22) e conta com todas as classes do calendário olímpico de 2016, exceto a Nacra.

Resultados

Laser – após 5 regatas
1- Robert Scheidt – 5 pontos perdidos (1+1+1+1+1)
2- Bruno Fontes – 11 pp (2+2+2+3+2)
3- Bernaz Baptiste – 20 pp (3+5+5+4+3)

Laser Radial – após 5 regatas
1- Adriana Kostiw – 8 pp (2+1+3+1+1)
2- Fernanda Decnop – 9 pp (1+2+1+2+3)
3- Maria Cristina Boabaid – 17 pp (3+3+5+4+2)

470 Masculino – após 5 regatas
1- Fábio Pillar/Samuel Albrecht – 13pp (1+1+2+4+5)
2- Geison Mendes/Gustavo Thiesen – 16 pp (2+2+3+5+4)
3- Francisco Sucari/Francisco Renna (ARG) – 19 pp (3+3+4+3+6)

470 Feminino – após 5 regatas
1- Fernanda Oliveira/Ana Barbachan – 14 pp (5+6+1+1+1)
2- Renata Decnop/Isabel Swan – 20 pp (6+5+5+2+2)

Finn – após 5 regatas 
1- Jorge Zarif – 5 pp (1+1+1+1+1)
2- Bruno Prada – 10 pp (2+2+2+2+2)
3- Fabio Bodra – 19 pp (5+4+3+3+4)

49er – após 7 regatas e 1 descarte
1- Allan Norregaard/Aders Thomsen (DIN) – 6 pp (1+1+1+[5]+1+1+1)
2- André Fonseca/Francisco Andrade – 11 pp ([2]+2+2+1+2+2+2)
3- Dante Bianchi/Thomas Low-Beer – 22 pp (3+5+3+2+[6]+6+3)

49er FX – após 7 regatas e 1 descarte
1- Martine Grael/Kahena Kunze – 31 pp ([7]+6+5+6+4+5+5)
2- Juliana Mota/Stephanie Ferron – 46 pp (9+8+7+7+[11]+7+8)
3- Juliana Senfft/Gabriela Nicolino – 57 pp (8+[11]+11+8+11+9+10)

RS:X Masculino – após 4 regatas
1- Nimrod Maschiah (ISR) – 7 pp (2+2+2+1)
2- Ricardo Santos – 11 pp (3+3+3+2)
3- Byron Kokkalanis (GRE) – 14 (5+5+1+3)

RS:X Feminino – após 4 regatas
1- Patricia Freitas – 4 pp (1+1+1+1)
2- Marina Alabau (ESP) – 8 pp (2+2+2+2)
3- Bruna Martinelli – 14 pp (3+3+3+5)

A Semana Brasileira de Vela é organizada pela Federação de Vela do Rio de Janeiro. O evento tem o apoio do Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ).

Da ZDL

Fernanda Decnop é campeã brasileira de Laser Radial

Marinha, Brasil!! Fernanda Decnop, militar de nossa armada, venceu o Brasileiro de Laser Radial em Porto Alegre. Uhuu!

Marinha, Brasil!! Fernanda Decnop, militar de nossa armada, venceu o Brasileiro de Laser Radial em Porto Alegre. Uhuu!

Catarinense Mateus Dellagnelo ganhou no masculino por antecipação no penúltimo dia

A velejadora carioca Fernanda Decnop confirmou o título do Brasileiro da classe Laser Radial na categoria feminina que encerrou nesta terça-feira no Veleiros do Sul. Na segunda colocação ficou a paulista Adriana Kostiw e em terceiro a argentina Lucia Falasca. Enquanto desmontava o barco no pátio do clube, a velejadora recebia os cumprimentos dos amigos pelo seu segundo título brasileiro de Radial, o primeiro foi em 2008.

“O campeonato teve vento todos os dias e achei que minhas adversárias também velejaram muito bem. Retornei à Radial no final do ano passado com objetivo de fazer campanha olímpica para conseguir a vaga na equipe de vela do Brasil nos Jogos do Rio em 2016”, disse a velejadora da Marinha do Brasil que corre pelo clube Cota Mil, do Distrito Federal. Decnop ficou satisfeita com seu desempenho por ter superado Adriana Kostiw que representou o Brasil na Olimpíada de Londres no ano passado. Sua missão agora é ganhar um pouco mais de peso. “Estou com 68 quilos e o ideal é chegar aos 70, pois o barco exige muita escora na borda e teria mais chance de andar na frente da flotilha. Faço um trabalho físico na Academia Tio Sam com esse objetivo.” Ela nem vai descansar por estes dias. Segue direto para o Rio de Janeiro onde correrá a partir desta quarta-feira o Brasileiro de Snipe, com Juliana Mota.

Na categoria masculina o catarinense Mateus Dellagnelo venceu por antecipação no penúltimo dia da competição. Na segunda colocação ficou Henrique Back (SC), em terceiro o carioca Pedro Castro. A flotilha de Laser de Santa Catarina mostrou que está com nível forte, além de Bruno Fontes na Standard, os competidores da Radial também foram bem e alcançaram três colocações entre os cinco primeiros lugares. O vice-campeão Henrique Back disse que o grupo tem treinado junto para melhorar o rendimento. “Temos bons velejadores e todos dividem suas experiências na raia”, comentou.

O Campeonato Brasileiro de Laser Radial teve 10 regatas realizadas de sexta-feira até hoje na raia do Guaíba, em Porto Alegre. O vento no último dia foi de direção sul com velocidade de 27 km/h. Participaram na Radial 72 velejadores de nove estados do Brasil e Argentina.

Classificação final – 10 regatas
Masculino
1º – Matheus Livramento Dellagnelo (SC) (1+ 1 + (5) + 1 + 2 + 1 + 2 + 3 + 2 + 3) = 13
2º – Henrique de Vasconcellos Back (SC) (2 + 4 + (19) + 7 + 1 + 6 + 5 + 10 + (17) + 9) = 35
3º – Pedro Matos Castro (RJ) (3 + 3 + 3+ 2 + (16) + 8 + 6 + 9 + 6 + (14)) = 40
4º – Alex Louis Ramos Veeren (SC) (DNF) + (DNC) + 14 + 3 + 8 + 2 + 10 + 2 + 11 + 1) = 51
5º – João Pedro de Oliveira (RJ) ( 6 + 7 + 8 + (17) + 5 + 3 + (19) + 4 + 9 + 13) = 55

Classificação final – 10 regatas
Feminino
1º – Fernanda Decnop (RJ) (9 + 18 + (30) + 5 + 17 + 20 + 12 + 7 + 8 + (26)) = 96
2º – Adriana Kostiw (SP) (27 +16 + 31 + 6 + 9 + 14 + 46 + 10 + 25 + 12) = 119
3º – Lucia Falasca (ARG) (11 + 11 + 18 + 22 + (27) +19 + 18 + 17 + 4 + (23) = 120
4º – Mônica Matschinske (RJ) (24 + (43) + 10 + 38 + 34 + 41 + 22 + 20 + 20 + 6) = 174
5º – Maria Cristina Boabaid (SC) ( 36 + (40) + 11 + 30 + 35 + 28 + 15 + 25) = 201

Da assessoria

Brasileiro da classe Laser Radial começa amanhã no Veleiros do Sul

Competição abre nesta sexta, a partir das 11h, e contará com a participação de 80 velejadores nas classes masculina e feminina

Adriana disputou o Brasileiro de Laser Standard e agora tenta o título na Radial

Adriana disputou o Brasileiro de Laser Standard e agora tenta o título na Radial

O Campeonato Brasileiro de Laser tem continuidade nesta sexta-feira no Veleiros do Sul com a disputa da classe Radial masculino e feminino. Para as mulheres não será apenas o título nacional que estará em jogo, pelo menos para algumas das competidoras será a oportunidade de começar bem a campanha para os Jogos do Rio de 2016, por ser classe olímpica a Laser Radial.

No Brasileiro em Porto Alegre estão presentes nomes conhecidos da classe e também novas integrantes. A paulista Maria Hackerott vem para defender o título feminino conquistado em Minas Gerais no ano passado. Já a representante do Brasil nas Olimpíadas de Pequim (2008) e Londres (2012), Adriana Kostiw (SP), veio em busca de mais uma vitória na Radial, enquanto não vai para a nova classe olímpica, a Nacra 17.

Fernanda Decnop (RJ) foi campeã brasileira de Radial em 2009 e quer ser a representante nacional nos Jogos do Rio. “Troquei a Laser pelo match race e voltei no final do ano passado pensando na Olimpíada do Rio. Esse período no match race me proporcionou bom aprendizado sobre regras e o quê fazer nas mudanças rápidas durante a regata”, diz Decnop, 25 anos. Sua expectativa é marcar o seu retorno com uma vitória no Brasileiro.

A gaúcha Júlia Silva, 17, (Veleiros do Sul), é um dos nomes que despontam da nova geração da Laser Radial. Ela foi campeã sul-brasileira em 2011, e 17º no Mundial Jovem, na Austrália, em 2012. E ficou com o título feminino na Laser 4.7 que encerrou na quarta-feira no Veleiros do Sul. Ela também está começando sua campanha olímpica com pretensões de estar no Rio em Janeiro, em 2016.

O programa do 20º Campeonato Brasileiro da classe Laser Radial masculino e feminino prevê a realização de 10 regatas até a próxima terça-feira (29). Participam 80 velejadores de oito estados brasileiros.

Da assessoria

Veleiros do Sul sedia o Campeonato Brasileiro de Laser na próxima semana

Evento de classe olímpica reunirá estrelas da vela brasileira em Porto Alegre, entre eles Robert Scheidt

Adriana Kostiw disputará o campeonato de Laser Standard e Laser Radial

Adriana Kostiw disputará o campeonato de Laser Standard e Laser Radial

Falta pouco mais de uma semana para a maior reunião de estrelas do Laser brasileiro, classe olímpica com maior chance de medalhas para o país. Entre os dias 19 e 29 de janeiro, com o apoio da Associação Brasileira da Classe Laser (ABCL), o Veleiros do Sul realiza o 39º Campeonato Brasileiro de Laser 2013 em Porto Alegre. Dentro da competição ocorrem o Brasileiro de Laser Standard e 4.7 (19 a 23 de janeiro) e Laser Radial Feminino e Masculino (25 a 29 de janeiro). O Clube espera receber cerca de 150 atletas nas três classes.

Participam do evento velejadores de destaque na vela nacional como Bruno Fontes, André Streppel e Adriana Kostiw e o medalhista olímpico Robert Scheidt. É uma reunião de talentos que a classe não via há 17 anos.

O pentacampeão brasileiro Bruno Fontes (Unimed/ AGE do Brasil/Eletrosul/ Fundesporte) é o atual número três do ranking do Laser pela Federação Internacional de Vela (ISAF) e vem determinado conqusitar mais um troféu. “Minha expectativa é de realizar um grande campeonato e lutar pelo título. Sei que vou ter grandes adversários como o Robert, Matheus Delagnello, André Streppel, João Hackerott entre outros. Mas estou bem preparado e espero ter uma semana de boas decisões que possam me dar a vitória”, diz o Bruno.

O Clube disponibilizará aos atletas o seu alojamento. O local passa por reforma para ampliar as vagas e garantir mais conforto. Ainda restam lugares que devem ser reservados junto a Secretaria Esportiva do Clube pelo e-mail esportiva@vds.com.br. As inscrições para o campeonato ainda podem ser realizadas até o dia 17 de janeiro.

Da assessoria

Equipe Corum/ICS estreia no Brasileiro de HPE como única tripulação 100% feminina

O barcos das gatas evolui na bela luz da Guanabara. Imagem de Fred Sempre Ele Hoffmann.

Equipe conta com a presença da dupla olímpica de 470 Fernanda Oliveira e Ana Barbachan e com Adriana Kostiw

Rio de Janeiro – Começou nesta sexta-feira no Rio de Janeiro o Campeonato Brasileiro de HPE 25, no Iate Clube do Rio de Janeiro. A competição reúne os maiores nomes da vela de oceano do País e atletas olímpicos como a velejadora Adriana Kostiw. A paulista está no comando do Corum/ICS, única equipe 100% feminina do evento. Depois de três regatas, as meninas fecharam o dia na 20a posição. O líder é o Relaxa Next, do bicampeão pan-americano Maurício Santa Cruz.

Ao lado de Adriana estão as velejadoras olímpicas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, que recentemente disputaram os Jogos de Londres. Mariana Peccicacco e Elisa Freitas completam o time na Baía de Guanabara. Adriana e Fernanda foram companheiras na classe 470 e disputaram as Olimpíadas de Atenas/2004 juntas. As duas são muito amigas e o entrosamento delas a bordo é a prova disso.

“Hoje nós aproveitamos o vento fraco para melhorar o entrosamento e conhecer o barco, já que nós nunca tínhamos velejado juntas e metade da equipe não conhece o HPE. Como eu já velejei com a Fernanda e com a Mari, e a Fernanda veleja com a Ana, estamos nos entendendo bem a bordo e esperamos conseguir um resultado melhor neste sábado”, disse Adriana, que tem patrocínio da AON, Lorenzetti e Veet e apoio da Alatur Turismo, por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte.

A previsão é que neste sábado sejam realizadas mais três regatas, com vento médio. O evento segue até domingo no Iate Clube do Rio de Janeiro.

Resultado após três regatas
1. Relaxa Next – Roberto Mangabeira – [5+1+1],7 pontos perdidos
2. Atik – Henrique Haddad – [3+3+3], 9
3. Fit to Fly – Alexandre Paradeda – [4+2+8], 14
4. Wright on White – Clínio de Freitas – [8+5+2], 15
5. Bixiga – Pino di Segni – [11+6+5], 22
20. Corum/ICS – Adriana Kostiw – [17+18+21], 56

Adriana Kostiw será a comandante do Corum/ICS no Brasileiro de HPE

Evento será realizado pelo Iate Clube do Rio de Janeiro até o próximo domingo

São Paulo – A velejadora Adriana Kostiw já está no Rio de Janeiro onde disputa a partir desta sexta-feira o Campeonato Brasileiro de HPE 25. O evento será realizado pelo Iate Clube do Rio de Janeiro e segue até o dia 9, com oito regatas previstas. Adriana será a comandante do barco Corum/ICS, que contará ainda com as velejadoras olímpicas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, além de Mariana Peccicacco e Elisa Freitas.

“A classe HPE é bastante competitiva, mas acredito que temos uma excelente equipe e que poderemos brigar pelo pódio”, disse Adriana, que volta a velejar do lado de Fernanda, parceira nas Olimpíadas de Atenas/2004 na classe 470. “A Fernanda é muito experiente e a Ana é uma das melhores proeiras do mundo. Como nós acabamos de voltar da Olimpíada, ainda não deu tempo de relaxar e assim entraremos na raia bastante focadas. Eu e a Fernanda somos muito amigas e vai ser ótimo relembrar os velhos tempos”, completa.

Esta será a primeira competição de Adriana, que tem patrocínio da AON, Lorenzetti e Veet e apoio da Alatur Turismo, por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, desde que voltou para o Brasil após a disputa dos Jogos Olímpicos de Londres na classe Laser Radial. Enquanto a próxima campanha olímpica está em fase de elaboração, a velejadora aproveita para competir em outras classes para manter a forma. No Brasileiro seus maiores adversários serão o Ginga, de Breno Chvaicer, atual campeão brasileiro, o Relaxa Next, que conta com o medalhista pan-americano Maurício Santa Cruz no comando, e o Atik, do campeão mundial militar Henrique Haddad.

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De volta ao Brasil, Adriana Kostiw planeja novo ciclo olímpico

Representante brasileira da classe Laser Radial na Olimpíada desembarcou em São Paulo nesta quinta-feira

Adriana desembarca em São Paulo já pensando no Rio 2016

São Paulo – A velejadora Adriana Kostiw, representante brasileira da classe Laser Radial nos Jogos de Londres/2012, voltou ao Brasil nesta quinta-feira (9/8), junto com Bruno Prada, proeiro de Robert Scheidt na Star, e do medalha de ouro da ginástica, Arthur Zanetti. Adriana, que encerrou sua participação na Olimpíada com o 25º lugar, conversou com a imprensa no desembarque no Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, pela manhã, e contou que já tem planos para o próximo ciclo olímpico.

“Foi meu melhor resultado internacional, embora não tenha ficado satisfeita, pois queria o pódio. A preparação foi bem feita, mas iniciada somente um ano e meio atrás”, destacou Adriana. “Para o Rio-2016 vou continuar na Laser e tentar a nova classe, a Nacra 17, tripulada por um homem e uma mulher.”

Adriana Kostiw optou por disputar poucas competições e investir no aperfeiçoamento físico, para os Jogos de Londres. A velejadora terminou os dois principais campeonatos do ano – a Semana Olímpica Francesa e a Skandia Sail for Gold Regatta – na flotilha ouro, na qual se classificam apenas as principais competidoras do mundo. Adriana ainda teve um bom início na disputa em Weymouth, chegando a ficar em 12º, numa classe considerada pela ISAF como a mais competitiva, com várias atletas com chance de medalha, mas terminou em 25º entre 41 competidoras.

Esta foi a segunda participação de Adriana em Olimpíadas. Em 2004, a atleta velejou ao lado de Fernanda Oliveira, na classe 470. A paulista, que tem patrocínio da AON, Lorenzetti e Veet e apoio da Alatur Turismo, por meio da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, deve descansar alguns dias antes de voltar a velejar novamente, no final do mês, em outra modalidade: o Match Race.

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