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Posts com Tag ‘Auckland’

Parem as Máquinas! AkzoNobel, de Martine Grael, vence a 6ª etapa da VOR em Auckland.

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Na madruga kiwi, foi Martine e seus companheiros que cruzaram linha primeiro. Uhuu!

Esta terça-feira que se inicia em terras brasilis, já madrugada de quarta-feira na Nova Zelândia (GMT+13), é histórica para a vela tupiniquim. E novamente quem protagoniza o feito traz um sobrenome legendário nos mares nacionais e planetários: Grael.

Na primeira vez que um velejador brasileiro venceu uma etapa da regata de volta ao mundo, na Holanda, em 2006 (onde pude testemunhar, in loco, na madrugada fria de Roterdam), o comando do inesquecível Brasil 1 estava com um Grael, Torben. Foi ele também, junto com Joca Signorini e Horácio Carabelli (uruguaio-catarinense), que colocou o Brasil no topo ao vencer a VOR 2008/9 no comando do sueco Ericsson 4. Agora, quando pela primeira vez uma velejadora de Pindorama chega à frente numa etapa da Volvo Ocean Race, é a filha dele, Martine, que tem a honra de seguir, renovar e ampliar a incrível saga familiar. Sem falar no já comemorado ouro olímpico no Rio ao lado da parceira Kahena Kunze, no 49erFX. Demais!! Vai Tine!!!

O AkzoNobel, da timoneira e trimmer Martine Grael, que disputou a liderança da sexta perna da regata milha a milha, com o Sun Hung Kai / Scallywag desde que os dois emergiram nas cabeças da flotilha depois de um golpe de ousadia ao rumar, há agora longínquos 20 dias, pro norte (N-NE) logo depois do estreito de Luzon, enquanto o resto da flotilha rumava pro sudeste (E-SE), chegou à frente em Auckland, na Nova Zelândia. sem falar nas jogadas finais de ambos, usando o modo stealth, quando podem ficar “invisíveis” por 12 horas. Bela batalha!

Martine que viveu e navegou muito de Optimist naquelas águas (ganhou umas reganhas, claro) por ocasião da America’s Cup enquanto seu pai era tático do italiano Prada, já tinha previamente marcado um treino/retorno ao 49erFX com Kahena e as amigas/rivais kiwis para desenferrujar da vela olímpica. Vai fazê-lo com um largo sorriso agora!

Depois de mais de quase 6 mil milhas navegadas o AkzoNobel venceu com autoridade, com o Scallywag a apenas poucos minutos depois. Na cola, 4 míseras milhas atrás, vinha o Mapfre, que ultrapassou o Turn the Tide on Plastic nos minutos finais e trouxe o também fortíssimo Dongfeng na cola para desespero da zebra plástica da comandante Dee Caffari que chegou a parecer na liderança em algumas ocasiões depois do equador. Mais destacado, em último na perna, já que o acidentado (sempre ele, que coisa!) Vestas está no estaleiro lá em Auckland mesmo, está o Team Brunel.

A próxima etapa, já com os sete barcos novamente, a maior, com mais de 7500 milhas, pontos dobrados e um ponto extra pro primeiro barco a montar o cabo Horn, deixa Auckland dia 18/3 e ruma direto pra Itajaí (onde este escriba/papagaio vélico estará novamente locutando tudo. Venham todos!). Vamos torcer!!! Brasil-il-il-il!!

Fui!!

Murillo Novaes

 

Batalha real nas águas de Auckland. Kate e William competem na Nova Zelândia

Dean Barker, que não é bobo nem nada, formou ao lado da princesa e ainda deixou o marido dela na esteira. Mandou bem!

Dean Barker, que não é bobo nem nada, formou ao lado da princesa e ainda deixou o marido dela na esteira. Mandou bem!

A baía de Waitemata em Auckland, na Nova Zelândia, se tornou o palco de uma batalha real nesta sexta-feira quando o Duque e a Duquesa de Cambridge competiram em veleiros da antiga America’’s Cup. 

Kate, que foi ajudada por Dean Barker, do Emirates Team New Zealand, venceu a prova por 2-0 a bordo do NZL64. Já William navegou com o CEO do Team New Zealand Grant Dalton no NZL41. Milhares de pessoas acompanharam a regata, torcendo com faixas e buzinas a bordo de outros barcos pela baía. 

Cidade das velas
Navegar é um estilo de vida em Auckland. A cidade é conhecida por ser uma das maiores quantidades de barcos per capita no mundo – são 1,3 milhões de habitantes na maior cidade do país. 

Com três portos e inúmeras praias e baías, Auckland oferece diversas opções de passeios aquáticos. Não demora muito entre o visitante sair das compras no coração da cidade e começar a velejar pelas águas de Waitemata para conhecer uma nova ilha, encontrar com golfinhos ou pescar no Golfo de Hauraki.

Da RPM Comunicação

Após 10 anos, Auckland recebe parada da Volvo Ocean Race

Auckland será a parada antes dos barcos partirem para Itajaí

Auckland será a parada antes dos barcos partirem para Itajaí

A organização da Volvo Ocean Race anunciou nesta segunda-feira que a cidade neozelandesa Auckland voltará a receber a regata de volta ao mundo após uma recepção calorosa aos velejadores na última edição da regata.

“Em Auckland as pessoas sabem velejar e conhecem a regata. Ter um acordo para mais duas paradas é apenas a cereja no topo do bolo”, disse o CEO da regata Knut Frostad.

Por enquanto Auckland se junta às paradas brasileiras de Itajaí e Recife como parte da rota da edição 2014-15 da regata.

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