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Posts com Tag ‘C30’

Regata Volta à Ilha rompe a madrugada em SP

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Na bela foto do Sailstation Marcos Méndez vemos a boa disputa na Ilhabela

A tradicional regata de percurso da Copa Swift Sport, Volta à Ilha – Sir Peter Blake, em homenagem ao velejador neozelandês, tornou-se um desafio de mais de 13 horas para os últimos barcos a cruzar a linha de chegada, no último domingo de novembro (29). Sol, chuva, vento forte e calmaria impuseram aos velejadores as mais variadas condições durante o percurso de 40 milhas entre a praia da Armação (noroeste de Ilhabela) e a ponta da Sela (sudoeste). O fita azul, primeiro barco a chegar no tempo real, foi o caiçara Porsche, da classe C30, comandado por Marcos de Oliveira Cezar.

Havia a expectativa de que o melhor tempo da prova, 6h05m12, estabelecido pelo Montecristo em 2014, fosse superado, mas o Porsche concluiu a regata às 20h59, com o tempo de 8h54, enquanto o último barco a chegar foi o BL3, à 1h16m42 deste domingo (29), após 13h11m42 de velejada. Entre os 26 barcos da Volta à Ilha, 17 completaram a prova, com nove desistências. Outras 14 embarcações, sendo dez HPE 25 e quatro RGS C, correram regata mais curta, entre as praias da Armação e Jabaquara.

Na classe RGS (A e B), flotilha mais numerosa do campeonato, vitória do barco de Ilhabela, Jazz, após 9h14m57. “Fizemos a regata das quatro estações. Teve de tudo no percurso: sol, chuva, névoa, vento forte, calmaria. Foi ao mesmo tempo um desafio e uma diversão. Ainda tivemos um alagamento porque a mangueira da pia estourou e colocou 300 litros de água a bordo. Poderíamos ter sido ainda mais rápidos se não tivéssemos que drenar a água”, avaliou o comandante do Jazz, John Jansen. “Já de noite, após a tempestade, optamos por afastar o barco da Ilha e fomos favorecidos pela correnteza de sul”.

O Jazz chegou à frente de Inaê Transbrasa, Fram, Orson e Montecristo na divisão “A”. Na “B”, apenas o Helios (Marcos Lobo) cruzou a linha de chegada, enquanto na RGS Cruiser, Alforria, H2Orça e BL3 completaram a prova. “Estamos invictos desde que decidimos competir, neste ano”, comemorou o comandante do Alforria, Luiz Villares. “Vencemos a Regata do Camarão na categoria Família e a Caipirinha’s Cup, ambas em Ilhabela. Hoje, chegamos à frente do Orson no tempo real. É um orgulho”, destacou Villares.

Match Race na C30 – Na briga pela fita azul, Troféu Almirante Tamandaré em homenagem ao Dia do Marinheiro, a competitiva classe C30 proporcionou um duelo sensacional na linha de chegada. O Porsche chegou apenas 30 segundos à frente do Caballo Loco (Mauro Dottori). O terceiro colocado na classe foi o Kaikias (Felipe Echenique). O Tahiti Nui, líder da classe HPE 30, liderou a maior parte da regata. “Quando faltavam 2,5 milhas dissemos: não perdemos mais. Logo em seguida veio raio, trovão, chuva e caímos em um buraco de vento, em baixo de uma nuvem. Na escuridão só víamos as luzes dos barcos nos passando no vento leste”, lamentou Ricardo Costa, tripulante do Tahiti Nui. Os barcos #04 (Henrique Haddad) e Capatosta (Marcelo Bellotti) chegaram à frente do Tahiti Nui (André Fonseca, o Bochecha).

Susto na HPE 25 – Logo depois da largada em frente à Praia da Armação, o HPE 25 Suzuki Bond Girl deu um bordo rente à costa de Ilhabela e acabou projetado contra as pedras, devido a um “buraco de vento”. Com o auxílio do bote da Comissão de Regata a tripulação comandada por Rique Vanderley foi resgatada, ilesa, e retornou velejando ao Grêmio de Vela de Ilhabela (GVI) para revisão do casco e da quilha. Sempre mostrando poder de superação, os velejadores do Bond Girl venceram a Ilhabela Sailing Week, em julho, após a quebra do mastro, logo no primeiro dia, também em regata de percurso.

A quarta e decisiva etapa da Copa Swift Sport, XV Circuito Ilhabela de vela oceânica define a temporada de 2015 no próximo fim de semana (05 e 06/12). A organização e realização são do Yacht Club de Ilhabela.

Por Ary Pereira Jr.

CA Technologies é campeão brasileiro de C30

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A classe C30 se reuniu neste final de semana no Iate Clube de Santos, em Ilhabela, para a disputa do Campeonato Brasileiro. Apenas cinco barcos participaram da competição, porém as disputas foram bastante acirradas. Depois de oito regatas, o título ficou com o CA Technologies, de Marcelo Massa, com 12 pontos, seguido por Caballo Loco, de Mauro Dottori, com 15, e Caiçara Porsche, de Marcos Cesar, com 20.

Circuito de Florianópolis marca a volta de Eduardo Souza Ramos à vela e o sucesso da classe C30

Gabriel Heusi registrou a volta discreta de Souza Ramos às regatas brasileiras

Gabriel Heusi registrou a volta discreta de Souza Ramos às regatas brasileiras

O Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina, realizado entre o último sábado, dia 8, e esta terça-feira, dia 11, em Florianópolis, consolida a Classe C30 como o grande acerto da vela oceânica desportiva brasileira. Dos 27 barcos inscritos, nove eram os “puros-sangues” Carabelli 30, e foram as disputas acirradas na raia entre estes barcos que monopolizaram as conversas entre os velejadores de todas as classes presentes na competição. 

Além do espetáculo durante as regatas, a Classe foi brindada com o retorno para as disputas do experiente e veterano velejador Eduardo Souza Ramos, um dos maiores incentivadores do esporte no país que há um ano e meio havia anunciado sua retirada das linhas de largada.

Souza Ramos comandou em Florianópolis o + Realizado, barco de Ilhabela que recebeu o nome de Phoenix Little na ficha de inscrição, uma referência à extensa linhagem de barcos de sua propriedade que levavam o nome Phoenix. Sua tripulação contou com muitos dos tripulantes que há anos o acompanhavam bordo de seus veleiros, entre eles André Fonseca, o Bochecha, profundo conhecedor do barco e das raias da Ilha de Santa Catarina.

O vencedor do Circuito na Classe foi o veleiro Katana, do comandante Fábio Fillipon, que interrompeu a invencibilidade do Loyal, de Marcelo Massa, o bicho papão que havia vencido todas as competições em que participou desde o seu lançamento na água, em 2011.

“Ganhamos na largada”, diz o comandante catarinense que entrou na última regata com sete pontos perdidos. “Perdemos na largada”, admite o trimer do Loyal, Beto Paradeda, que entrou na raia com dois pontos de vantagem sobre o campeão.

Todas as seis regatas do Circuito foram disputadas sob ventos Nordeste de média a forte intensidade, água limpa, sol forte e céu azul. A briga entre os três primeiros colocados na competição começou já no primeiro dia de provas. Após as 35 milhas e quase quatro horas da regata longa, que teve como marcas de percurso as ilhas do Arvoredo, Mata-Fome e do Francês, nas costas Norte e Leste da Ilha de Santa Catarina, o Katana livrou apenas 32 segundos de vantagem sobre o Loyal, que por sua vez, chegou somente 35 segundos na frente do Phoenix Little.

A série de cinco regatas barla-sota começou no domingo com a realização de duas provas, ambas vencidas pelo Loyal. O Katana largou escapado na primeira e terminou a segunda em terceiro lugar.  Phoenix Little fez um segundo e um quinto e, correndo por fora, Caballo Loco, de Mauro Dottori, ficou em segundo e terceiro nas duas regatas técnicas realizadas sob ventos acima dos 15 nós.

Barracuda fez dois quartos, Caiçara/Porche ficou com um quinto e um sétimo lugares e a tripulação do Zeus Tean, de Inácio Vandressen, ainda se adaptando com as regulagens ideais das velas recebidas na véspera da competição, ficou em sexto nas duas regatas. Kaikais e Corta Vento fecharam as raias do dia se alternando nas duas últimas posições.

Os resultados das duas regatas de segunda-feira, disputadas sob ventos soprando entre 8 e 12 nós, fizeram com o que o Loyal entrasse na última regata da séria, terça-feira, com dois pontos de vantagem sobre o Katana e cinco sobre Phoenix Little.

O vento esperado para o meio dia, horário definido para a largada, chegou depois da uma e meia da tarde. A espera dos velejadores foi sob temperaturas acima de 35 graus. Na véspera, enquanto Marcelo Massa era cumprimentado por mais uma eminente vitória, Fábio Fillippon fazia questão de dizer que ainda não havia perdido.

O jogo de marcação do Loyal sobre o Katana começou bem antes da largada, uma verdadeira luta de “gato e rato” que chamou a atenção de Ricardo Navarro, presidente da Comissão de Regatas do Circuito e oficial de regatas da Isaf com algumas olimpíadas no currículo. “É impressionante a evolução técnica dos velejadores da Classe C30. Foram seis regatas, nenhum protesto e apenas uma largada escapada. A pré-largada é um espetáculo como os vistos nas mais importantes regatas do mundo. Os barcos velejam juntos, trocam de posição diversas vezes durante uma prova. A menor mudança de vento é sentida pelos velejadores e corrigida. Qualquer erro custa caro. Eu vejo que o C30 pode vir a ser o futuro da vela oceânica no Brasil, um barco leve, moderno e muito rápido”.

“Nossa intenção era ficar colado a barlavento do Katana e não permitir que ele virasse para a direita, mas eles foram muito rápidos na largada e isto nos custou o campeonato” admite Berto Paradeda, trimer do Loyal. “Eles nos empurraram para a boia, forçamos uma orça em cima da linha e conseguimos colocar o barco deles na nossa linha de vento, obrigando-os a uma cambada. Foi lindo. Fizemos toda a perna pela esquerda e o vento rondou a nosso favor”, comemora Fillippon.

A Flotilha se dividiu, com cinco barcos no bordo da esquerda e quatro à direita da raia. Mas a corrida do Loyal atrás do prejuízo inicial lhe custou mais duas posições e fez a primeira boia também atrás do Zeus, que melhorou o acerto das velas e escolheu o lado esquerdo e Phoenix Little, que sem marcação optou pela velocidade do outro lado da raia.

As cinco pernas seguintes foram nervosas. A tripulação de Eduardo Souza Ramos ultrapassou o barco de Inácio Vandressen na quarta perna, Marcelo Massa levou seu barco para bordos de sotavento bastante orçados em busca de velocidade e Katana, desta vez pelo meio da raia, defendeu a posição com as escotas nos dentes.

Gabriel Heusi viu a comemoração do Katana

Gabriel Heusi viu a comemoração do Katana

Katana cruzou a linha 40 segundos à frente de Phoenix Little, com Zeus Tean, Loyal e Barracuda a menos de 15 segundos de sua popa. Caballo Loco, Caiçara Porche e Corta Vento chegaram no minuto seguinte e Kaikais, sempre envolto com problemas na montagem do balão, precisou de mais quatro minutos para terminar a sua participação no Circuito.

Com oito pontos perdido cada um e empatados em números de vitórias, segundas e terceiras posições, o campeonato foi decidido a favor do Katana pelo fato de ter vencido a ultima regata do campeonato.

Além da classe C30, o Circuito, organizado pelo Iate Clkube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha, foi também o Campeonato Brasileiro de BRA RGS, que contou nove barcos na raia e terminou com a vitória do veleiro Bruxo, de Luiz Carlos Shaefer. A classe

ORC teve sete inscritos e a vitória de Angela Star.  Xamego e Desafio 2 venceram todas as regatas das classes Bico de Proa A (dois inscritos) e Bico de Proa B ( quatro inscritos) e levaram, respectivamente, os títulos em disputa.

Novo presidente da Classe.

Após as regatas de domingo, dia 9, os comandantes de C30 realizaram a reunião anual da Classe e elegeram Mauro Dottori como seu presidente em substituição a Marcelo Massa. Fábio Filippon assumiu a vice-presidência e André Fonseca foi mantido como Diretor Técnico. O campeonato brasileiro da Classe foi confirmado para outubro, em Ilhabela.

“Nossa Classe está consolidada, temos nove barcos velejando e uma regra consistente que garante igualdade e isenção. Agora é levar adiante o trabalho já foi feito até aqui e tentar seu crescimento quantitativo, pois a qualidade não para de crescer”, orgulha-se o presidente eleito.

Resultado final:

1º Katana/Energia –8pp
2º Loyal –8pp
3º Phoenix Little –12 pp
4º Caballo Loco – 20pp
5º Zeus Team – 22pp
6º Barracuda –  24pp
7º Caiçara-Porsche – 32pp
8º Corta Vento – 38pp
9º Kaikias – 42pp

Da assessoria da classe

Primeiro final de semana do Warm Up testa barcos e equipes rumo a Rolex Ilhabela Sailing Week

Primeiras regatas da segunda etapa do Circuito foram disputadas em locais diferentes. Equipes usam o evento como preparação para a Rolex Ilhabela Sailing Week

Aline Bassi viu a disputa acirrada da classe HPE

Aline Bassi viu a disputa acirrada da classe HPE

Ilhabela (SP) – As primeiras regatas da segunda etapa da Copa Suzuki Jimny testaram as tripulações da vela oceânica. Em dois dias de provas, dois locais diferentes. Os velejadores ganharam mais ritmo e ajustaram equipamentos antes do evento mais importante da temporada, a Rolex Ilhabela Sailing Week, marcada para julho. No sábado (8), as disputas foram no Canal de São Sebastião, com vento sul e média de 10 nós. No domingo (9), o panorama da competição mudou e a regata na Ponta das Canas, no norte de Ilhabela, teve 14 nós de média. Os resultados parciais também apontam equilíbrio entre as classes.

“As condições das primeiras regatas foram perfeitas para nós, já que o vento de 10 nós é o ideal para o barco. O Jazz é mais leve do que outros concorrentes como Inaê e o Maria Preta, por exemplo. No domingo, a situação mudou (vento forte) e tivemos um pouco mais de dificuldades”, disse Valéria Ravani, comandante do Jazz, barco que lidera a classe RGS A. “Fiquei muito feliz por termos conquistado mais uma vitória, o que nos garantiu a primeira colocação. Agora temos que segurar um pouco a tensão para o restante da Copa Suzuki Jimny e para a Rolex Ilhabela Sailing Week”.

A tabela da RGS A aponta Jazz (Valéria Ravani) na liderança, seguido por Inaê/Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho) e Fram (Felipe M. Aidar). Na RGS B, o Suduca (Marcelo Claro) tem o melhor aproveitamento até o momento, fruto de uma leitura perfeita das condições. “As regatas foram bem diferentes. As primeiras, no Canal de São Sebastião, tiveram a influência dos baixios (bancos de areia). As últimas, sem interferência, na Ponta das Canas, tiveram resultados mais justos. Mas a vela oceânica é assim: para cada dia há uma estratégia de prova” , explicou Marcelo Claro, comandante do Suduca, que lidera a RGS B. “Estamos encarando o Warm Up realmente como um aquecimento e fase de testes para a Rolex Ilhabela Sailing Week. O Suduca está com equipamentos novos e também tivemos a entrada do Jadir Serra, que é homem que cuida da tática do barco”.

Na RGS C, o Rainha (Leonardo Pacheco) está em primeiro e, na RGS Cruiser, o líder é o Boccalupo (Roberto Iinuma).

C30, HPE e ORC – Na C30, após cinco regatas e a entrada do descarte, o TNT/Loyal (Marcelo Massa) segue com 100% de aproveitamento deixandok para trás Barracuda (Humberto Diniz) e Caballo Loco (Mauro Dottori). Na HPE, com seis provas disputadas, o Bixiga (Pino De Segni) assumiu a liderança que era do Repeteco (Fernando Haaland) no dia anterior. Em terceiro está o Relaxa Next (Roberto Mangabeira).

Na ORC A, o Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo) está em primeiro, seguido por Tangaroa (James Bellini) e Orson Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva). Na B, Sextante I (Thomas Leomil Shaw) está com dois pontos de vantagem sobre o
Colin (Sebastian Menendez). No próximo final de semana, dias 15 e 16, a organização da Copa Suzuki Jimny deve fazer duas regatas por dia.

Resultados do Warm Up:

ORC A – 4 regatas
1- Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo) – 7 pontos perdidos (3+1+2+1)
2- Tangaroa (James Bellini) – 8 pp (1+3+1+3)
3- Orson Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 13 pp (2+2+5+4)

ORC B – 4 regatas
1- Sextante I (Thomas Leomil Shaw) – 5 pp (1+2+1+1)
2- Colin (Sebastian Menendez) – 7 pp (2+1+2+2)

C30 – 5 regatas e 1 descarte
1- TNT/Loyal (Marcelo Massa) – 4 pp ([1]+1+1+1+1)
2- Barracuda (Humberto Diniz) – 8 pp (2+[3]+2+2+2)
3- Caballo Loco (Mauro Dottori) – 11 pp ([4]+2+3+3+3)

HPE – 6 regatas e 1 descarte
1- Bixiga (Pino De Segni) – 10 pp ([4]+4+1+2+1+2)
2- Repeteco (Fernando Haaland) – 11 pp (2+3+3+[5]+2+1)
3- Relaxa Next (Roberto Mangabeira) – 15 pp ([13]+2+2+4+3+4)

RGS A – 4 regatas
1- Jazz (Valéria Ravani) – 6 pp (1+1+1+3)
2- Inaê/Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho) – 9 pp (2+4+2+1)
3- Fram (Felipe M. Aidar) – 14 pp (4+2+3+5)
4- Urca / BL3 (Pedro Rodrigues) – 14 pp (3+3+4+4)

RGS B – 4 regatas
1- Suduca (Marcelo Claro) – 5pp (1+1+2+1)
2- Kanibal (Martin Bonato) – 9pp (2+2+3+2)
3- Asbar II (Sergio Klepacz) – 10pp (3+3+1+3)

RGS C – 4 regatas
1- Rainha (Leonardo Pacheco) – 4pp (1+1+1+1)

RGS Cruiser – 4 regatas
1- Boccalupo (Roberto Iinuma) – 6pp (2+1+1+2)
2- Cocoon (Luiz Marcelo Caggiano) – 8pp (1+2+2+3)
3- Brazuca (Renato Nonno) – 12pp (5+3+3+1)

Da ZDL

Primeira etapa da Copa Suzuki Jimny bate recorde de inscritos em Ilhabela

Com quatro etapas e mais de 30 provas durante o ano, o Circuito Ilhabela chega a 50 veleiros inscritos na estreia em 2013

Edu Grigaitis clicou a briga dos C30 em Ilhabela

Edu Grigaitis clicou a briga dos C30 em Ilhabela

Ilhabela(SP) – A Copa Suzuki Jimny atinge, em sua estreia na temporada 2013, 50 barcos. O número recorde para uma abertura de campeonato comprova o crescimento da vela oceânica em São Paulo. O circuito de quatro etapas chega a sua 13a. edição e é referência na modalidade reunindo velejadores de ponta e amadores no Yacht Club de Ilhabela (YCI). As principais classes como ORC, HPE, C30 e as quatro variações de RGS ajudam na evolução do esporte e colocam o evento como obrigatório no cenário brasileiro.

“Realizar um campeonato com 50 barcos exige muito da organização, mas estamos preparados, já que nosso staff é composto por profissionais especializados com experiência internacional. Por outro lado, o Yacht Club de Ilhabela oferece todas as condições para um evento deste porte. E, na água, as equipes cada vez mais investem em equipamentos, treinos e atletas para deixar as regatas emocionantes”, comemorou Carlos Eduardo Souza e Silva, diretor de vela do YCI.

As regatas voltaram a ser disputadas neste sábado(20) no Canal de São Sebastião com ventos de 12 nós de média e temperatura na casa dos 25 graus. Desta vez o tempo ajudou e a organização conseguiu fazer três provas para as classes HPE e C30, e duas para as demais categorias.

“Por ser um evento bem organizado e forte tecnicamente, outros velejadores, inclusive de fora de São Paulo, prestigiam a competição para ficar em atividade. A Copa Suzuki Jimny é referência nesse sentido e a tendência é aumentar o número de barcos”, contou Cuca Sodré, organizador da Copa Suzuki Jimny e árbitro internacional de vela. “A presença de velejadores profissionais, que fazem parte da equipe olímpica nacional, disputam o campeonato e aumentam o nível”.

Entre os profissionais, nomes como os velejadores olímpicos Samuel Albrecht e Fábio Pillar, que vieram do Rio Grande do Sul para correr a Copa Suzuki Jimny. A interação entre com os atletas ajuda também no crescimento da modalidade. “O campeonato é de alto nível, um dos melhores do Brasil. A nossa presença torna o ‘jogo’ mais competitivo. É uma troca de experiência no final das contas. A gente ensina, se diverte e aprende”, relatou Fábio Pillar, que é integrante do Barracuda na C30.

Uma das novidades para as regatas finais da primeira etapa foi a entrada do Tangaroa, na categoria ORC. O barco de Porto Alegre (RS) chamou o experiente Samuel Albrecht, parceiro de Fábio Pillar na classe 470, dupla que faz campanha para os Jogos de 2016. “A Copa Suzuki Jimny é bem movimentada e forte. Correr um campeonato desse nível mantém o velejador em atividade e ajuda na performance”, explicou Samuel Albrecht. “Está tão frio no sul que migramos para São Paulo para disputar regatas. Somos iguais aos patos que vão para o norte no inverno”, brincou.

As regatas do sábado – No fim de semana passado,o tempo ruim e a falta de ventos deram as caras. Mas a situação melhorou e muito, neste sábado. A Comissão de Regatas conseguiu fazer três provas para as classes one-design e duas para as demais categorias.

Na HPE, o Repeteco (Fernando Haaland) assumiu a liderança com um bom desempenho no dia e a entrada do descarte do pior resultado. “Estamos em primeiro porque não erramos manobras. O treinamento faz a diferença. Além disso, eu acredito que a largada representa 70% da vitória em uma regata de HPE”, disse Fernando Haaland. Em seguida aparecem Ginga (Breno Chvaicer) e Fit to Fly (Eduardo Mangabeira), três e quatro pontos, respectivamente, atrás do Repeteco.

Na C30, mais uma vez o TNT Loyal (Marcelo Massa) se deu bem vencendo as três regatas. Porém, o Barracuda chegou mais próximo nas provas e quase tirou os 100% dos favoritos. “Diminuímos a vantagem deles na água. Chegamos a ficar perto da vitória. Em uma das provas, o TNT Loyal estava bem atrás, mas na última boia, eles deram um jibe e foram empurrados por uma melhor rajada”, disse Fábio Pillar, tático do Barracuda.

Na ORC, equilíbrio na disputa com a chegada do Tangaroa (Germano Pestana), que venceu as duas regatas do dia. Mas, como os gaúchos não correram na semana passada, o Lexus/Chroma segue na ponta seguido por Orson/Mapre (Carlos Eduardo Souza e Silva).

Na RGS-A, o Jazz (Valéria Ravanni) segue em primeiro na classificação geral, mas BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade) e Maria Preta (José Barretti) venceram as regatas do dia e diminuíram a diferença para o líder. Na RGS-B, o Asbar II (Sérgio Klepacz) venceu as duas provas e pulou para a liderança no geral dele. O Suduca (Marcelo Claro) ficou em segundo lugar nas duas e perdeu a ponta. NA RGS-C, o Ariel (Andreas Kugler) segue em primeiro, assim como o BocCalupo (Claudio Melaragno) na RGS-Cruiser.

Neste domingo (21), os barcos voltam à raia em Ilhabela às 12h para um dia de regatas, que decidirão a primeira etapa da competição.

Resultados parciais

ORC – 4 regatas e 1 descarte 
1º – Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo) – 5 pontos perdidos (2+1+2+2)
2º – Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 9 pp (1+2+3+3)
3º – Tangaroa (Germano Pestana) – 9 pp (7+7+1+1)

C30 – 5 regatas e 1 descarte
1º – TNT/Loyal (Marcelo Massa) – 4 pp (1+1+1+1+1)
2º – Barracuda (Humberto Diniz) – 8 pp (2+4+2+2+2)
3º – +Realizado (José Luiz Apud) – 11 p (3+2+3+3+3)

HPE – 5 regatas e 1 descarte
1º – Repeteco (Fernando Haaland) – 11 pp (8+1+7+2+1)
2º – Ginga (Breno Chvaicer) – 14 pp (3+5+9+3+3)
3º – Fit to Fly (Eduardo Mangabeira) – 15 pp (9+2+2+16+2)

RGS-A – 4 regatas
1º – Jazz (Valéria Ravani) – 7 pp (1+1+2+3)
2º – Maria Preta (José Barretti) – 13 pp (3+6+3+1)
3º – Inaê/Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho) – 13 pp (2+5+4+2)

RGS-B – 4 regatas 
1º – Asbar II (Sergio Klepacz) – 6 pp (2+2+1+1)
2º – Suduca (Marcelo Claro) – 6 pp (1+1+2+2)
3º – Hélios – Sírio Libanês – 14 pp (3+3+4+4)

RGS-C – 4 regatas 
1º – Ariel (Andreas Kubler) – 6 pp (1+1+2+2)
2º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 7 pp (3+2+1+1)

RGS-Cruiser – 4 regatas 
1º – Boccalupo (Claudio Melaragno) – 6 pp (1+1+3+1)
2º – Brazuca (José Rubens Bueno) – 10 pp (2+4+1+4)
3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 15 pp (6+5+2+2)

A Copa Suzuki Jimny/XIII Circuito Ilhabela de Vela Oceânica é organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio master da Suzuki Veículos e co-patrocínio da SER Glass. Os apoiadores são: Prefeitura Municipal de Ilhabela, Brancante Seguros, Rádio Antena 1 Litoral Norte e Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião.

Da ZDL

Vídeo: Velejada radical de C30

Zeus assume a liderança da Copa C30 em Florianópolis

Largada da Copa C30 em Floripa

Largada da Copa C30 em Floripa

Após uma sexta-feira com vento Sul muito forte, o sábado amanheceu com mar espelhado e os velejadores boiaram por quase duas horas antes do início da primeira regata. A espera foi recompensada por um Sudeste na casa dos 12 nós, porém incapaz de levantar ondas na raia da baía Sul.

O único incidente foi vivenciado pela tripulação do Corta Vento, que na montagem do segundo contra vento da primeira regata, viu o bulbo do barco preso ao cabo da boia. Para soltar o barco, precisou baixar as velas e ligar o motor, provocando sua retirada da prova.

Com a vitória nas três regatas da etapa deste fim de semana, o Zeus, de Inácio Vandresen, soma sete pontos em seis regatas e dispara na liderança da Copa Catarinense de Veleiros C30. A diferença é de 11 pontos em relação a Corta Vento e Kaikias, que estão empatados com 18 pontos.

A próxima etapa da Copa será na Regata Cidade de Florianópolis, dia 23 de Março, prova que também vale pela segunda rodada da Copa Veleiros de Oceano.

Copa Catarinense de C30 recomeça neste sábado em Floripa

A segunda etapa da Copa Catarinense de Veleiros C30 será realizada neste sábado, 23 de fevereiro, em Florianópolis. Serão três regatas barla-sota com largadas a partir do meio dia. A definição da raia da regata está condicionada as condições de vento e mar e será decidida minutos antes do início das provas. Tanto pode ser na Baia Sul, nas proximidades da Ponte Pedro Ivo Campos, como na baía Norte, em frente ao trapiche da Avenida Beira Mar.

A liderança da competição está com o Veleiro Zeus, vencedor de duas das três regatas da primeira etapa, com Katana em segundo, Kaikias em terceiro e Corta Vento em quarto lugar.

Algumas tripulações entrarão desfalcadas na raia em função da realização da Semana Brasileira de Vela, no Rio de Janeiro, onde os velejadores de monotipo tentam índices na busca de uma vaga na Equipe Brasileira de Vela que representará o Brasil nas Olimpíadas de 2016.

Da assessoria

Loyal vence por antecipação a primeira etapa do Brasileiro de C30

O Loyal visto do barco concorrente

O Loyal visto do barco concorrente

Foram necessários três dias de regatas para que o paulista Loyal conquistasse o título da primeira etapa do Brasileiro de C30. O barco de Marcelo Massa nem precisou correr as outras regatas do evento, que está sendo disputado junto com o Circuito Oceânico de Santa Catarina. A classe disputou uma regata de percurso e quatro regatas barla-sota. A segunda etapa do Brasileiro será disputada junto com a Semana de Vela de Ilhabela, em julho.

Primeira etapa do Brasileiro de C30 começa nesta segunda em Floripa

O Zeus é o caçula da flotilha catarinense

O Zeus é o caçula da flotilha catarinense

A primeira etapa do Campeonato Brasileiro da Classe C30 inicia nesta segunda feira na raia de Jurerê, em Florianópolis, e o campeão será conhecido após a realização de até seis regatas previstas para os quatro dias de competições, sendo uma de percurso e até cinco técnicas. A disputa faz parte da programação do 26º Circuito Oceânico da Ilha de Santa Catarina, organizado pelo Iate Clube de santa Catarina – Veleiros da Ilha. A segunda etapa está programada para julho, em Ilhabela, litoral de São Paulo, durante a Rolex Ilhabela Sailing Week. Participam do evento Barracuda, Kaikias, Corta-Vento, Loyal, Katana e Zeus.

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