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Posts com Tag ‘HPE25’

Regata Volta à Ilha rompe a madrugada em SP

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Na bela foto do Sailstation Marcos Méndez vemos a boa disputa na Ilhabela

A tradicional regata de percurso da Copa Swift Sport, Volta à Ilha – Sir Peter Blake, em homenagem ao velejador neozelandês, tornou-se um desafio de mais de 13 horas para os últimos barcos a cruzar a linha de chegada, no último domingo de novembro (29). Sol, chuva, vento forte e calmaria impuseram aos velejadores as mais variadas condições durante o percurso de 40 milhas entre a praia da Armação (noroeste de Ilhabela) e a ponta da Sela (sudoeste). O fita azul, primeiro barco a chegar no tempo real, foi o caiçara Porsche, da classe C30, comandado por Marcos de Oliveira Cezar.

Havia a expectativa de que o melhor tempo da prova, 6h05m12, estabelecido pelo Montecristo em 2014, fosse superado, mas o Porsche concluiu a regata às 20h59, com o tempo de 8h54, enquanto o último barco a chegar foi o BL3, à 1h16m42 deste domingo (29), após 13h11m42 de velejada. Entre os 26 barcos da Volta à Ilha, 17 completaram a prova, com nove desistências. Outras 14 embarcações, sendo dez HPE 25 e quatro RGS C, correram regata mais curta, entre as praias da Armação e Jabaquara.

Na classe RGS (A e B), flotilha mais numerosa do campeonato, vitória do barco de Ilhabela, Jazz, após 9h14m57. “Fizemos a regata das quatro estações. Teve de tudo no percurso: sol, chuva, névoa, vento forte, calmaria. Foi ao mesmo tempo um desafio e uma diversão. Ainda tivemos um alagamento porque a mangueira da pia estourou e colocou 300 litros de água a bordo. Poderíamos ter sido ainda mais rápidos se não tivéssemos que drenar a água”, avaliou o comandante do Jazz, John Jansen. “Já de noite, após a tempestade, optamos por afastar o barco da Ilha e fomos favorecidos pela correnteza de sul”.

O Jazz chegou à frente de Inaê Transbrasa, Fram, Orson e Montecristo na divisão “A”. Na “B”, apenas o Helios (Marcos Lobo) cruzou a linha de chegada, enquanto na RGS Cruiser, Alforria, H2Orça e BL3 completaram a prova. “Estamos invictos desde que decidimos competir, neste ano”, comemorou o comandante do Alforria, Luiz Villares. “Vencemos a Regata do Camarão na categoria Família e a Caipirinha’s Cup, ambas em Ilhabela. Hoje, chegamos à frente do Orson no tempo real. É um orgulho”, destacou Villares.

Match Race na C30 – Na briga pela fita azul, Troféu Almirante Tamandaré em homenagem ao Dia do Marinheiro, a competitiva classe C30 proporcionou um duelo sensacional na linha de chegada. O Porsche chegou apenas 30 segundos à frente do Caballo Loco (Mauro Dottori). O terceiro colocado na classe foi o Kaikias (Felipe Echenique). O Tahiti Nui, líder da classe HPE 30, liderou a maior parte da regata. “Quando faltavam 2,5 milhas dissemos: não perdemos mais. Logo em seguida veio raio, trovão, chuva e caímos em um buraco de vento, em baixo de uma nuvem. Na escuridão só víamos as luzes dos barcos nos passando no vento leste”, lamentou Ricardo Costa, tripulante do Tahiti Nui. Os barcos #04 (Henrique Haddad) e Capatosta (Marcelo Bellotti) chegaram à frente do Tahiti Nui (André Fonseca, o Bochecha).

Susto na HPE 25 – Logo depois da largada em frente à Praia da Armação, o HPE 25 Suzuki Bond Girl deu um bordo rente à costa de Ilhabela e acabou projetado contra as pedras, devido a um “buraco de vento”. Com o auxílio do bote da Comissão de Regata a tripulação comandada por Rique Vanderley foi resgatada, ilesa, e retornou velejando ao Grêmio de Vela de Ilhabela (GVI) para revisão do casco e da quilha. Sempre mostrando poder de superação, os velejadores do Bond Girl venceram a Ilhabela Sailing Week, em julho, após a quebra do mastro, logo no primeiro dia, também em regata de percurso.

A quarta e decisiva etapa da Copa Swift Sport, XV Circuito Ilhabela de vela oceânica define a temporada de 2015 no próximo fim de semana (05 e 06/12). A organização e realização são do Yacht Club de Ilhabela.

Por Ary Pereira Jr.

Resumão de quinta de um jornalista idem: Sofia, VOR, Copa América, Ilhabela, RC44, Alinghi, Transat, velho Chico e mais

Tipo assim, Rick Tomlinson registrou o Mapfre e o Brunel montando o Horn praticamente como se fosse uma boia, só que depois de 4700 milhas da largada!

Tipo assim, Rick Tomlinson registrou o Mapfre e o Brunel montando o Horn praticamente como se fosse uma boia, só que depois de 4700 milhas da largada!

Dante/Lowbeer e Fernanda/Ana em 3º em Palma. Dongfeng perde mastro na VOR e flotilha monta o Horn e já está a 800 milhas de Itajaí. Nova classe de catamarãs com fólios vai correr a 35ª Copa América. Vento bom e muita disputa no final da primeira etapa da Copa Swift Sport em Ilhabela.

E mais: SulAm de Snipe em Mar del Plata. Alex Welter vence SulBra de A-Cat em SP. IRN/Projeto Grael recusa convite para limpar Guanabara. Ventão e muita adrenalina na abertura da RC44 em Malta. Novo livro de Isabella Nicolas conta a história da vela no Brasil. Caravana do Esporte, com Samuca Gonçalves, visita o velho Chico. Clippers 70 vão correr a Round the Island Race no Solent. Plymouth é porto de partida da próxima Transat. Alinghi vai correr circuito de GC32. Carkeek 47 vence em Tortola.

Agende-se: Lars em busca do hexa no Brasileiro de Star. Floripa se prepara para receber o mundial de Soto40.

Vídeos: Bochecha no Horn. Dongfeng quebra o mastro. O melhor da vela extrema de todos os tipos e um rolê de RS:X em Búzios. 

Boa tarde querido amigo e queridíssima amiga, direto do covil neste cabo nem tão frio assim vamos logo a uma errata. Na semana que se foi, em alusão à regata mais antiga deste nosso varonil, pouco sutil e nada pueril Brasil, a Darke de Mattos, que chegou à sua 71ª edição, sempre corrida na classe Star, este manza em um claro desrespeito ao régio direito de pairar acima de todos nós, errou. Errei sim! E justo com nossa majestade. Na referida missiva afirmei que John King havia vencido a prova por 7 vezes. Não!! O cara ganhou, contando com este 2015, nada menos que 13 vezes a Darke de Mattos. Sois rei! Sois rei!! Sou manza, sou manza…

Evitei escrever ontem, no 1º de abril (mentira!), para manter a credibilidade deste jornalista e também por motivos etílico-gastronômicos. É que no Iate Clube Armação de Búzios – ICAB rolou o coquetel de abertura da Búzios Sailing Week 2015. Como sempre, Alain Joullié, Pierre e Dona Vera, com o auxilio luxuoso do Almir e do buffet da boate Privilége, receberam os convivas com a simpatia e o bom gosto de sempre. Tudo ótimo!! Como vou novamente locutar oficialmente a VOR em Itajaí, não poderei correr as regatas, mas já adianto: Búzios é sempre do baralho! Quem não foi perdeu!! Perdi!…

E para manter a pegada nas altas esferas vélicas planetárias vamos direto para a palma da Sofia, ou melhor, para o Troféu Princesa Sofia em Palma de Maiorca. Por lá nossa seleção olímpica começa a temporada europeia neste ano-prólogo do Rio 2016 em alta voltagem. E a coisa anda mediterraneamente boa! Direto para o meio do Med…

Sofia – As maiores promessas olímpicas do planetinha azul estão reunidas na ilha que já foi grega, fenícia, romana e os catalães retomaram dos muçulmanos em 1.229 para a 49ª edição do Troféu Princesa Sofia, neste ano com o sobrenome mercadológico de Iberostar. E comecemos pela nova categoria da vela mundial sob gestão da Isaf, o kitesurfe.

Depois de sete regatas corridas, ontem (quarta) foram disputadas as medal races do Formula Kite em águas pálmicas. E dois brasucas ficaram entre os top10. Em 7º Wilson Veloso e em 9º Ian Germoglio, ambos do Bodete Kitepoint, em João Pessoa. Começamos bem!

No resto da esquadra brasuca, o destaque fica por conta de Dante Bianchi e Thomas Low-Beer, na 49er, em terceiro geral, com direito a vitória na 4ª regata da série e com a nossa pioneira medalhista feminina Fernanda Oliveira e sua parceira, Ana Barbachan, também em terceiro geral com uma vitória na 3ª regata qualificatória e um 2º ontem na primeira das séries finais, na flotilha ouro, claro. O resto do time está da seguinte forma:

Classe Laser (164 barcos, 6 regatas corridas): Bruno Fontes, 36º, 96pts; João Pedro Oliveira, 82º, 113pts e Alex Veeren 104º, 155pts.

Laser Radial (117 barcos, 6 regatas): Fernanda Decnop, 31ª, 96pts; Maria Cristina Boabaid, 57ª, 173pts; Odile Ginaid, 71ª, 124pts e Gabriela Kidd, 112º, 248pts.

Finn (74 barcos, 6 regatas): Jorge Zarif, 18º, com 86pts e um 7º como melhor colocação até agora.

RS:X masculino (82 pranchas, 6 regatas): Gabriel Bastos, 21º, 74pts.

RS:X feminina (66 pranchas, 6 regatas): Bruna Mello, 34ª, 104pts.

470 masculino (80 barcos, 6 regatas): Henrique “Gigante” Haddad e Bruno “Bebum” Bethlem, na flotilha ouro em 21º geral com 68pts e Geison Mendes e Gustavo Thiessen, em 45º, com 81pts e um terceirinho esperto ontem na flotilha prata.

470 feminino (62 barcos, 6 regatas): Fernanda Oliveira e Ana Barbachan em 3º geral com 18 pontos e um 2º e um 5º hoje e Renata Decnop e Isabel Swan em 21º, com 66pts.

49er (74 barcos, 7 regatas): Dante Biachi e Thomas Lowbeer em 3º geral com 35 pontos e Marco Grael e Gabriel Borges, também no Top10,, em 8º com 55pts. Detalhe é a impressionante liderança das lendas kiwis Peter Burling e Blair Tuke que descartam como pior resultado um 3º lugar e contam com nada menos que quatro vitórias e dois segundos lugares. Caramba!

49er FX (47 barcos, 7 regatas): Martine Grael e Kahena Kunze em 14º com 53 pontos. Detalhe interessante é que mesmo quando elas não estão nas cabeças, o que é raro, as neozelandesas Alex Maloney e Molly Meech sempre estão no encalço ali do lado. Em Palma as kiwis têm 52 pontos e estão em 13º. Isso que é andar junto!

Nacra (56 barcos, 7 regatas): Samuel Albrecht e Geórgia Rodrigues, 36º, 70pts e um 4º ontem na flotilha prata e João Bulhões e Gabriela Nicolino, em 39º, com 81pts.

Para ver o vídeo do 3º dia em Palma clique em: http://bit.ly/1bQKxMU E hoje tem mais!! Fique ligado!

VOR – Já no atlântico Atlântico, a flotilha da Volvo Ocean Race se desloca célere para águas catarinenses. Óbvio que não sem a dose de drama e aventura que torna esta regata tão atrativa aos olhos de todo o mundo. E fora os dias sempre intensos no sul do Pacífico (que perto do 55°S bem poderia se chamar Belicoso), com ventos de até 50 nós e ondas de quase 8 metros, a carga trágica ancestral dos antigos marinheiros que viam suas naves ceifadas pelo mau humor dos deuses patagônicos sobrou para o sino-gaulês Dongfeng.

Os comandados de Charles Caudrelier vinham a aproximadamente 250 milhas do Horn, em ventos de 30 nós, quando às 0315UTC de segunda-feira viram a parte alta da jaqueira desabar. Com o tope do mastro caiu o FRO (Fractional Code Zero, a maior vela a bordo), quebraram as 2ª e 3ª cruzetas de boreste e como diria o Seu Manoel da padaria, o sonho acabou. Mas tem pãozinho…

Pela manhã, com a luz de Deus, deu para ver o tamanho da caca e Kevin Escofier subiu no que sobrou do pau para cortar fora as adriças e livrar a vela que vinha sendo rebocada pelo barco (veja no vídeo abaixo). Os caras só podiam velejar com amuras a bombordo e lentamente com o que sobrou do mastro e a buja três (J3), mais o possante roncando no porão, se dirigiram para o canal de Beagle, rumo a Ushuaia, para tristeza dos dois velejadores chineses que sonhavam montar o Horn em alto estilo.

Já em Ushuaia, Caudrelier decidiu abandonar a 5ª perna, usar o tanque de lastro de proa como tanque de diesel e mandar o barco, com a tripula de terra a bordo, motorsailing pro Brasil. Detalhe é que os dois chineses, por conta da burocracia da armada argentina (que em Ushuaia é um porre, posso testemunhar), não puderam desembarcar e vão fazer o cruzeiro rumo a Itajaí. Faz parte!

Enquanto isso, na sala de justiça… Os líderes cruzavam o Everest dos mares com beleza, velocidade e… Uma proximidade impressionante depois de mais de 4.700 milhas navegadas desde a Nova Zelândia. Você pode testemunhar na foto acima que o Mapfre e o Brunel estavam no mesmo quadro e passaram o cabo com apenas 0,1 milha náutica de separação (180m), a 18 milhas do líder de então, o Alvimedica, que por sua vez montou o Horn a menos de 4 milhas do vice, Abu Dhabi. Fazendo uma simples regra de três (no caso do Mapfre, assumindo que um GP tem 350km) é como se num a prova de F1 os carros cruzassem a linha a apenas 0,07mm um do outro. Não sei nem se o cronômetro pega isso! Caraca!!! Viva o one design!

No momento, a pouco mais de 800 milhas da santa e bela, o Alvimedica lidera, com o Abu Dhabi 1,7 milha atrás, o Mapfre outras 10,4 milhas na esteira dos árabes e o Brunel apenas 7 milhas no encalço do espanhol. O Dongfeng abandonou a etapa, o Vestas está no estaleiro e as meninas do SCA, que estão sem o Code Zero depois de um jaibe chinês e sofreram com panes eletrônicas também, vêm mais de 700 milhas atrás da galera, mas já passaram o cabo do medo. E é o time mais bonito, sem dúvida!! Viva elas!

Para sabe tudo da regata não deixe de clicar em http://bit.ly/VOR_14_15

Copa América – Conforme você leu aqui na semana passada, os próceres da Copa América, a competição esportiva mais longeva de nossa humanidade, que desde 1851 alimenta sonhos, paixões e desejos intensos, resolveram aliviar o bolsilho dos bilionas que se divertem nos barquinhos que voam e dos nem tão bilionários assim que dependem de patrocínios polpudos para fazer parte da brincadeira também.

Pois bem, agora é oficial. Os catamarãs AC62 já morreram antes de nascer. Com a anuência de todos os times, os donos da bola, OracleUSA, o desafiante principal Luna Rossa/Prada e os outros quatro desafiantes (Artemis, New Zealand, France e Ben Ainslie Racing) anunciaram que concordam em correr, em 2017, nas Bermudas, em um catamarã com fólios e vela rígida entre 45 e 50 pés. Nesta semana deve sair o novo protocolo e regras da classe.

O objetivo é reduzir os custos e atrair novos times para a competição. Embora a coisa toda continue a ser uma disputa na água e nas pranchetas (e computadores) dos designers, até mesmo algumas peças comuns a todos os barcos serão desenvolvidas conjuntamente. Tomara que dê certo e que possamos ver novamente vários e vários desafiantes se aventurando na regata que está no coração do nosso esporte. Sustentabilidade financeira é o novo lema dos caras! Que assim seja!!

Swift – Mestre Pereira Jr., também conhecido como Aryzão, está nas assessóricas lides ilhabelenses neste começo de outono e nos informou direto do front.

“O melhor da etapa de abertura da Copa Swift Sport ficou reservado para o último dos quatro dias dos dois finais de semana de disputas em Ilhabela. O domingo (29) amanheceu chuvoso e o vento não dava nem sinal de vida. A Comissão de Regatas (CR) optou por hastear a bandeira Recon no Yacht Club de Ilhabela (YCI) e saiu em um bote à procura do vento no Canal de São Sebastião. Depois de uma hora e meia veio orientação para que as 32 tripulações embarcassem rumo ao norte de Ilhabela. Valeu esperar.

O vento sueste entrou com média de 15 nós e rajadas que ultrapassaram os 20 nós. A classe HPE correr mais duas regatas, enquanto C30 e RGS disputaram a prova final da etapa. “Depois das mais variadas condições nos dois últimos finais de semana, fechamos a etapa com chave de ouro. É um convite antecipado para que as tripulações retornem na segunda etapa da Copa Swift Sport (23 e 24, 30 e 31/5), o tradicional ‘Warm Up’ para a Ilhabela Sailing Week, em julho”, comemorou o presidente da CR, Cuca Sodré.

Sob condições ideias, os tripulantes puderam levar à prática seus talentos. Na C30, vitória do Barracuda, que assumiu a vice-liderança da classe. O líder e campeão da etapa, Porsche, chegou em segundo lugar. Na HPE, o Ginga venceu as quatro regatas do fim de semana e conquistou a etapa, mantendo a liderança. Suzuki Bond Girl e Aventura 55 ocupam segunda e terceira colocações no acumulado. Na RGS Geral, o líder Asbar II chegou na segunda colocação para garantir a liderança. O Fram venceu a regata, mas Inaê Transbrasa e Hélios II seguem o Asbar II. Na regata da RGS Cruiser deu BL3, o líder da classe, seguido por Jambock e Cocoon.

O HPE Ginga, com tripulação nativa de Ilhabela abriu a liderança mais folgada entre as classes da Copa Swift Sport. São 14 pontos de vantagem sobre o Suzuki Bond Girl. “No primeiro final de semana tivemos muitas dificuldades com o vento. Neste segundo, os ventos ajudaram e corremos muito bem. A classe levou nove barcos à raia e na próxima etapa, em maio, esperamos mais de 20, devido ao Campeonato Brasileiro”, estimou o comandante do Ginga, Breno Chvaicer, lembrando que o Brasileiro também será em Ilhabela, com sede no YCI (28 a 31/5).

Para todas as classes é considerado o descarte do pior resultado a partir da quinta regata. A organização e realização da Copa Swift Sport é do Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio máster de Suziki Veículos, patrocínios de Ser Glass e F7 Blindagens e apoios de Revista Mariner, Rádio Antena 1, North Sail, Sail Station, Wind Charter e Prefeitura Municipal de Ilhabela”. Dei mole!!

Três primeiros em cada classe após a 1ª Etapa

RGS Geral
1.Asbar II (Sérgio Keplacz): 3+1+2+2 = 8 pontos perdidos
2.Inaê Transbrasa ( Bayard Umbuzeiro): 6+2+1+3 = 12 pp
3.Helios II (Marcos Lobo): 1+5+3+4 = 13 pp

RGS Cruiser
1.BL3 (Clauberto Andrade): 1+2+1+1 = 5 pp
2.Jambock (Marco Aleixo): 3+1+2+3 = 9 pp
3.Cocoon (Luiz Caggiano): 2+3+3+2 = 10 pp

C30
1.Porsche (Marcos de Oliveira Cesar): 1+3+(4)+1+2 = 11 pp
2.Barracuda (Humberto Diniz): (5)+4+1+2+1 = 13 pp
3.+Realizado (José Luiz Apud): 2+1+(5)+4+3 = 15 pp

HPE
1.Ginga (Breno Chvaicer): 2+1+(3)+1+1+1+1 = 7 pp
2.Suzuki Bond Girl (Rique Wanderley): 4+(10)+1+3+4+4+5 = 21 pp
3.Aventura 55 (José Vita): (6)+2+6+2+2+3+6 = 21 pp

 

No São Francisco ainda se veleja para viver e se vive para velejar, Samuca é testemunha.

No São Francisco ainda se veleja para viver e se vive para velejar, Samuca é testemunha.

(\_~~ (\_ Rajadinhas (\_~~ ~ (\_

** Com oito barcos na água rolou o SulBra de A-Cat na Guarapiranga. Com sede no YCSA, o velejador local e apenas medalha de ouro em Moscou1980 no Tornado, Alex Welter, dominou a coisa toda. Em seis regatas venceu cinco e descartou um segundo lugar. Quem foi rei… Parabéns, Herr Welter!

** O SulAm de Snipe, em Mar del Plata, já está rolando. Primeiro com as categorias misto e máster, lideradas pela dupla argentina Juan Pablo Marchesoni e Paula R. Ramos e, a partir de hoje, com o principal (Sênior, Júnior e Feminino). São muitos barcos argentinos, poucos brasileiros, dois cubanos, um peruano e outro equatoriano. Mas pelas fotos de mestre Capizzano, que é velejador local, já sabemos que a coisa toda está linda no mar do Prata! Vida longa às narcejas!

** A semana foi agitada no lixo de Guanabara, também conhecida como a baía-sede dos jogos olímpicos de 2016. Depois de anunciar que iria fazer um contrato emergencial de R$ 20 milhões com o IRN – Instituto Rumo Náutico/Projeto Grael para que a ONG operasse o plano feito (sem custos) por Axel Grael para mitigar o problema do lixo flutuante, o conselho do instituto, por unanimidade, declinou do contrato.

** Segue… O ex-presidente do IRN (agora é Torben), vice-prefeito de Niterói pelo PV e ambientalista de renome internacional, Axel Grael, comentou: “Comecei a minha vida de militância ambientalista há 40 anos, lutando pela baía de Guanabara, e continuarei fazendo. O Projeto Grael tem sido um importante canal de contribuição para isso e é importante que continue a motivar os seus alunos a se engajarem nessa luta e que contribua sempre com as iniciativas de despoluição. Mas, isso deve ser feito dentro das vocações e das limitações institucionais da nossa organização A decisão do Conselho Diretor do Instituto Rumo Náutico é prudente e correta”. Sem dúvida!

** Limpeza no lixo… O secretário do Ambiente do RJ, André Côrrea, disse em nota que “entendo a posição do conselho do Instituto Rumo Náutico e a minha admiração pela família Grael aumentou ainda mais”. Bem, nestes tempos estranhos, recusar-se a receber recursos sem licitação e não se colocar a serviço de uma possível manobra política e de marketing só me faz aumentar também minha admiração pela Graelada toda. Sou suspeito, mas os caras são demais mesmo! Quem dera houvesse mais gente assim no Brasil!!

** E por falar em Projeto Grael, um dos mais ilustres filhos de lá, Samuel Gonçalves, o multicampeão proeiro de Lars Grael, deu um velejo diferente. Como parte da Caravana do Esporte, da Ana Moser/ESPN/Disney, o arariboiopolitano (também conhecido como niteroiense) foi a Porto da Folha, em Sergipe, às margens do rio São Francisco e, entre atividades sociais e musicais, deu um rolê nas canoas a vela locais. “Uma experiência inesquecível!”, segundo o próprio. Eu não duvido! E segue a caravana!

** Já emendando na vela tradicional. Já que até em canoa de tolda a moça esteve. A nossa documentarista número um da vela brasileira Isabella Souza Nicolas, diretora do “Senhores do Vento”, documentário da saga do Brasil 1 na VOR 2005/6 e do “Mar Me Quer”, que conta na telona a história de nossa vela, está lançando o livro homônimo que promete ser tão completo, bonito e bem feito quanto o filme. Não posso louvar muito porque sendo amigo próximo e colaborador corro o risco, sempre muito feio, do autoelogio. Mas que é do baralho, é!! Aguarde!!

** A Clipper Race e sua flotilha de 12 Clipper70, o vitorioso barco projetado por Tony Castro, que substituiu os velhos 68 pés da regata, vão participar da Round The Islansd Race, na Inglaterra. A tradicional RTI promete reunir mais de 1600 barcos na sua 84ª edição. Com patrocínio da JPMorgan a flotilha dos clipperes vai levar a bordo 144 empregados do banco para o rolê de 50 milhas em volta da ilha de Wight. Vai ser bom!

** Por falar em regata tradicional, a mais antiga das travessias solitárias atlânticas e precursora de uma pletora de desafios solo desde então, a OSTAR, que começou em 1960, é disputada a cada quatro anos e hoje se chama simplesmente The Transat, já tem porto de partido para a edição de 2016. Será Plymouth, no sul da Inglaterra, local de onde partiu também nada menos que a primeira Whitbread em 1973, a hoje Volvo Ocean Race. A chegada do outro lado do Atlântico, nos EUA, ainda vai ser definida. Esta regata é o bicho!! Eu ainda chego lá!

** Regatinha que é o bicho também sempre é qualquer uma na classe RC44. E a temporada 2015 começou com uma etapa pra lá de disputada, com direito a dia de ventão e imagens espetaculares, em Valetta, Malta. No fim, o russo Bronenosec Sailing Team venceu nas regatas de flotilha e o monegasco Charisma foi o melhor no match race. Aqui um vídeo com as incríveis imagens da contenda mediterrânea: http://bit.ly/RC44_Vid_Malta. A próxima etapa é em Porto Cervo. Chatooo…

** E já que estamos nas altas rodas… O time Alinghi anunciou que vai correr o circuito de GC32 este ano. O catamarã one design navega sobre fólios e, como sabemos, enquanto a Copa América for de Larry Ellison (Oracle) o time de Ernesto Bertarelli jamais correrá. Mas os suíços, depois de venceram a eXtreme Sailing Series no ano passado querem manter a mão boa nos cats e agora nos fólios para, quem sabe, até desafiar o eventual vencedor das Bermudas em 2017 e voltar à copa. Veremos!!

** Por fim, uma caribenha. Na já tradicional BVI Spring Regatta, nas Ilhas Virgens Britânicas, o Carkeek 47 Spooke levou a melhor na Round Tortola Race, a regatinha em volta da ilha de Tortola. Correndo no paraíso!!

(\_~~ (\_ Agenda (\_~~ ~ (\_

** Ícone do esporte nacional, Lars Grael disputará, mais uma vez, em busca do hexa, o Campeonato Brasileiro de Star 2015. O evento, marcado para o feriado de Páscoa, promete ser um dos mais equilibrados da história. Além do medalhista olímpico, outros campeões da modalidade estarão na raia do Yacht Club Paulista, incluindo Bruno Prada e Reinaldo Conrad. “O Campeonato Brasileiro de Star é um dos mais tradicionais da vela brasileira”, disse Lars Grael, que terá como proeiro Samuel Gonçalves. Os dois têm o objetivo de subir ao pódio novamente, depois da prata do ano passado em Brasília. Apenas o irmão, Torben Grael – atual campeão com Gustavo Almeida – tem mais conquistas na classe. O bicampeão olímpico foi medalha de ouro no Brasileiro de Star por sete vezes, incluindo uma como proeiro. Começa amanhã!!

** A praia de Jurerê, em Florianópolis, será palco da 3ª edição do Mitsubishi Motors Soto 40 World Championship entre os dias 12 e 16 de abril. Durante as 10 regatas previstas, grandes nomes da vela, medalhistas olímpicos e campeões mundiais, como Torben Grael e o argentino Mariano Parada, participarão da competição totalmente one design. “O que torna a classe Soto 40 especial é que os barcos são completamente iguais. Nenhuma tripulação entra com vantagem de equipamento. Com isso, o trabalho das equipes é destacado”, explica Roberto Martins, do Carioca 25, que já conformou presença no mundial. Eu também!! Vamos?!

 

Olha ele lá de novo! Bochecha manda seu recado no Horn.

Olha ele lá de novo! Bochecha manda seu recado no Horn.

(\_~~ (\_ Vídeos (\_~~ ~ (\_

** Nosso representante na VOR, Don Bochecha de Las Santas y Puertos falou, em português, enquanto montava o famigerado cabo Horn. O cara é o cara!! Confira aqui: http://bit.ly/Buch_Horn

** Viva a Internet! Um maluco compilou cenas incríveis de vela extrema de todos os tipos e colocou neste vídeo. Duca!! Confira em: http://bit.ly/1DtLG7U

** O Dongfeng vinha alegre e contente surfando as ondinhas de 5m nas proximidades do Horn quando um crack (a onomatopeia e não a droga, entenda-se) assustou a todos. A jaqueira partiu! E aqui vemos o intrépido tripulante Kevin Escofier que subiu no pau (não confunda!) e ainda filmou a lerda toda de cima. Vale a espiada! http://bit.ly/1F2jBkl

** A galera do Bimba aqui em Búzios, que você sabe é o bairro mais chique de Cabo Frio, veleja muito de RS:X lá em Manguinhos. Até aí novidade alguma. Só que a rapaziada resolveu filmar o velejo direto do próprio mastro e ficou, para falar em buziano castiço, del extremo carajo. Veja em: http://on.fb.me/1xyGKNP

(\_~~ (\_ Entre Aspas (\_~~ ~ (\_

“Se foi um erro, amanhã vira aprendizado”. Da bela Clarice Lispector 

Fui!!! Errando…

Murillo Novaes

Ginga lidera o Paulista de HPE

Começou neste final de semana na sede de Ilhabela do Iate Clube de Santos o Paulista de HPE. Com cinco regatas corridas com vento médio, o líder é o Ginga, de Breno Chvaicer. Em segundo está o Fit to Fly, de Eduardo Mangabeira, seguido por Relaxa Next/Caixa, de Tomás Mangabeira. A competição segue no próximo final de semana, com a disputa das três últimas regatas da série. No sábado, a classe participou de uma palestra sobre regras com Ricardo Lobato, promovida pela Fevesp e organizada pela pousada Armação dos Ventos/BL3.

Definidas as tripulações que disputarão o Santos-Rio de HPE

Oito experientes velejadores divididos em dois pequenos barcos, sem cabine, partem para uma aventura inédita: superar o percurso de 354 km entre Santos e Rio de Janeiro

São Paulo – Correr a Regata Santos-Rio, que chega neste ano à 63ª edição, não será novidade para os oito “escalados”, mas enfrentar 220 milhas náuticas (354 km) a bordo de um HPE 25, veleiro de apenas oito metros e sem cabine, exige mais do que experiência. É preciso que o velejador esteja preparado física e mentalmente para suportar o desgaste de uma travessia oceânica que deve se estender por mais de 40 horas, sem direito a qualquer tipo de abrigo. A situação é digna de fazer com que os oito tripulantes definidos para o Desafio Santos-Rio de HPE tornem-se candidatos à ‘heróis da vela’.

Os experientes Marcelo Bellotti eLuiz Rosenfeld serão os comandantes dos veleiros W.Truffi/SER Glass e W.Truffi/Suzuki, que partem do Iate Clube de Santos neste sábado (26), com destino ao Iate Clube do Rio de Janeiro, devidamente autorizados pela Marinha da Brasil, para fazer a travessia escoltados por um bote de apoio, pilotado pelo não menos experiente Cuca Sodré, juiz internacional de regatas. A equipe de Bellotti contará com Duda Molina, Marcos Hurodovich e Juan de La Fuente. Cada barco da classe HPE exige quatro tripulantes. Rosenfeld levará com ele, Marcelo Gomes, Sérgio Rocha e Juninho de Jesus. 

Equipes experientes

O critério para a escolha dos tripulantes foi rigoroso, considerando-se a experiência que todos já viveram a bordo em outras embarcações. Bellotti idealizou o Desafio com o apoio de Rosenfeld e o aval do parceiro Duda Molina. Estabelecido o projeto, teve início o processo de seleção. Bellotti e Duda são vice-campeões mundiais de Lightning e sul-americanos de Snipe. Ambos também ficaram na segunda colocação da classe HPE na Copa Suzuki Jimny de 2012 com o SER Glass Eternity. Neste ano, estão novamente brigando pelo título da competição com o mesmo veleiro em Ilhabela.

Outros dois ‘lobos do mar’ completam a tripulação do W.Truffi/SER Glass. Marcos Hurodovich, com mais de 100 mil km navegados em regatas e travessias por todo o planeta, incluindo-se a expedição à Antártida com o Paratii, com Amyr Klink, e Juan de La Fuente, campeão da classe HPE na Semana de Vela deste ano em Ilhabela com o veleiro Ginga e considerado um dos melhores ‘acertadores’ de barco, principalmente pela trimagem das velas. 

No W.Truffi/Suzuki, o comandante Rosenfeld, construtor dos barcos HPE, com participações nas principais competições da vela de oceano, como a própria Santos-Rio e a Semana de Vela de Ilhabela, terá as companhias do sócio e também fabricante do HPE, Marcelo Gomes, de Sérgio Rocha, campeão da Semana de Vela e de outras regatas internacionais de classes oceânicas, sempre com a tripulação de Eduardo Souza Ramos, além de Juninho de Jesus, natural de Ilhabela, ‘top ten’ no Mundial de Snipe disputado recentemente no Rio de Janeiro e vencedor da última etapa da Copa Suzuki Jimny com o HPE Fit to Fly. 

O idealizador do Desafio Santos-Rio de HPE, Bellotti, está seguro de que os tripulantes das duas embarcações têm qualidades suficientes para que a regata seja concluída conforme planejado.”Contaremos com a experiência do Sérgio, um dos melhores velejadores do País em regatas longas; o forte do Juninho é a velocidade, ele é muito competitivo; o Marcelo conhece o barco como ninguém, afinal é o fabricante, e o Juan é perfeito para o Desafio porque além de talentoso é muito disciplinado e vai fazer com que tudo funcione conforme previsto. 

O Desafio Santos-Rio de HPE é uma realização da Brado Publicidade, com patrocínio máster da W.Truffi, patrocínio sênior de SER Glass e Suzuki e apoios de Zonda Boats, que disponibilizará o barco de apoio para acompanhar os dois veleiros, Regatta, Farol, Xis Design, North Sail, Dian Eficient Nutrition e Tempo OK. 

Da Local

Crioula, Loyal, Robert/Bruno, Ginga, Kiron, Ruda, Quiricomba e Jambock lideram na Rolex Ilhabela Sailing Week

Fred "Sempre Ele" Hoffmann estava em cima do lance em Ilhabela ontem. Largadinha irada!

Fred “Sempre Ele” Hoffmann estava em cima do lance em Ilhabela ontem. Largadinha irada!

Maior competição de vela oceânica chega ao quarto dia com favoritos de quatro classes com o título praticamente definido

A Rolex Ilhabela Sailing Week entra na reta final da edição 2013 e as equipes fazem as contas em relação à classificação geral do campeonato. Quem está na liderança e com vantagem segura já sabe qual estratégia adotar para sair com o título do maior evento de vela oceânica da América Latina. As súmulas dos monotipos apontam quatro barcos próximos do título e que podem confirmar matematicamente o primeiro lugar nas regatas desta sexta-feira (12), no Yacht Club de Ilhabela (YCI). Na C30, o Loyal , do comandante Marcelo Massa, segue com 100% de aproveitamento após novo show nesta quinta-feira (11). Na S40, o Crioula, de Eduardo Plass, também venceu as duas regatas do dia e só precisa de mais dois segundos lugares para ser campeão antecipado. Na HPE, o Ginga, que tem o comando de José Vicente, leva 13 pontos de vantagem sobre Fit to Fly, Eduardo Mangabeira. Na Star, os medalhistas olímpicos Robert Scheidt e Bruno Prada são virtuais campeões da classe.

“A parte física está fazendo a diferença para nós, mas tecnicamente as duplas do Lars Grael e do Marcelo Fuchs são de alto nível, o que deixa o campeonato ainda melhor”, afirmou Bruno Prada, que reconhece a vantagem ‘considerável’ na tabela de classificação. Scheidt reconhece o favoritismo, mas mantém cautela. “Ainda precisamnos de dois terceiros lugares. O objetivo nesta sexta-feira será poupar o equipamento para evitar quebras”. A dupla tem apenas seis pontos perdidos, 10 a menos do que a dupla Marcelo Fuchs/Ronald Seifert e 11 de vantagem sobre Lars Grael/Samuel Gonçalves. “Correr contra os atuais medalhistas olímpicos na Star eleva o nível da nossa dupla. Mesmo assim, temos condições de melhorar ainda mais. Eu tenho um dos maiores velejadores do mundo ao meu lado”, ressaltou Samuel Gonçalves, em referência a Lars Grael.

Diplomaticamente, nenhum tripulante dos barcos líderes assumiu que o título da Rolex Ilhabela Sailing Week está garantido. Principalmente pela qualidade das equipes. “Vamos fazer um match race e marcar o segundo colocado. Geralmente, quem larga na frente na classe S40 tem vantagem”, explicou Samuel Albrecht, do líder Crioula. A equipe tem vantagem para o Carioca, de Roberto Martins. “Os resultados comprovam o entrosamento da equipe, que já sabe o que fazer nas últimas regatas. Nossa tripulação, que é do Veleiros do Sul, de Porto Alegre (RS), veleja há muito tempo junta, desde as classes olímpicas”.

Ginga confirma favoritismo na HPE – A tripulação do Ginga, liderada por José Vicente, é a atual bicampeã brasileira da classe. Com quase 100% de velejadores de Ilhabela, a equipe conhece bem o regime de ventos da raia, fator decisivo nos resultados. O Ginga, com o descarte, tem 13 pontos de vantagem para o Fit to Fly, de Eduardo Mangabeira, em sete regatas já disputadas.

“Nosso barco é muito rápido e bom de manobra. O principal, para ser campeão, é manter a calma e trabalhar de acordo com os adversários. São eles que precisam correr atrás da gente. A vantagem é muito grande, mas faltam dois dias de competição e não podemos bobear”, contou o regulador de vela, Juan de La Fuente, que além de ajudar o Ginga a andar bem, é treinador da única equipe 100% feminina na Rolex Ilhabela Sailing Week, a Alfa Instrumentos, também da HPE.

Quem está atrás, como o Fit to Fly, segue preparado para aproveitar qualquer eventual vacilo do líder Ginga. “Ainda não está definido, mas reconhecemos que o Ginga merece os resultado pelo treinamento e habilidade dos velejadores que tripulam a equipe. O Breno Chvaicer, que montou a equipe, escolheu bem o quarteto”, elogiou Beto de Jesus, do Fit to Fly. “A classe HPE é bastante equilibrada e forte, reunindo atletas de ponta da modalidade no Brasil”.

Loyal, perto do título – Na classe C30, após sete regatas, o Loyal, de Marcelo Massa, segue com 100% de aproveitamento e também está próximo do título na flotilha com nove barcos. “Somos uma das equipes que mais treina na vela oceânica brasileira e os resultados podem ser explicados por esse ângulo”, explicou Marcelo Massa. As categorias que precisam de fórmula para calcular o vencedor, como ORC, RGS e IRC podem apontar os campeões apenas na última regata do sábado (13).

As provas desta quinta-feira (11) foram disputadas no formato barla-sota ( rumo da primeira boia contra o vento e da segunda, a favor) com vento leste de até 15 nós e temperatura média de 25 graus no extremo norte de Ilhabela. A intenção da Comissão de Regatas é de realizar mais duas regatas no mesmo formato para todas as classes nesta sexta-feira a partir do meio-dia.

S40 após 6 regatas e 1 descarte 
1º – Crioula (Clube Veleiros do Sul) – 5pp (1+1+[2]+1+1+1)
2º – Carioca 25 (Roberto Martins) – 9pp (2+3+1+2+2+2)
3º – Super Matanga (Ruben Salvucci) – 18pp ([5]+4+3+4+4+3)

C30 após 6 regatas e 1 descarte
1º – Loyal (Marcelo Massa) – 5pp (1+1+1+1+1+[1])
2º – Katana/Energia (Mauro Dottori) – 15pp (3+3+[7]+4+2+3)
3º – Caballo Loco (Mauro Dottori) – 15pp ([6]+2+3+3+3+4)

Star – após 7 regatas e 1 descarte:
1º – Robert Scheidt/Bruno Prada – 6pp ([5]+1+1+1+1+1+1)
2º – Marcelo Fuchs/Ronald Seifert – 16pp ([4]+3+2+4+2+2+3)
3º – Lars Grael/Samuel Gonçalves – 17pp ([7]2+3+3+4+3+2)

HPE – após 7 regatas e 1 descarte 
1º – Ginga (José Vicente Monteiro) – 12 pp ([4]+1+1+3+3+3+1)
2º – FIt To Fly (Eduardo Mangabeira) – 25pp (2+[8]+5+7+5+1+5)
3º – Bond Girl Jimny (Carlos Wanderley) – 25pp ([13]+2+2+5+6+7+3)

ORC Geral – após 6 regatas e 1 descarte 
1º – Kiron (Leonardo Guilhermo) – 7pp (1+1+1+2+2+[2])
2º – Angela VI (Peter Dirk) – 16pp ([29]+2+3+1+9+1)
3º – Absoluto (Renato Gama) – 26pp (14+5+4+9+3+5)

ORC 700 – após 6 regatas e 1 descarte 
1º – Prozak (Marcio Finamore) – 8pp (2+1+2+[3]+2+1)
2º – Rocket Power (Luiz Augusto Lopes) – 8pp ([5]+2+1+2+1+2)
3º – Zeppa (Diego Zaragoza) – 14pp ([5]+3+3+1+4+3)

IRC – após 6 regatas e 1 descarte 
1º – Ruda (Guilherme Hernandez) – 9,5pp ([7]+1,5+1+4+2+1)
2º – Tangaroa (James Bellini) – 14pp (1+4+[7]+3+1+5)
3º – Angela Star (Peter Siemsen) – 15.5pp ([20]+1,5+2+1+8+3)

RGS A – após 4 regatas e 1 descarte 
1º – Quiricomba (Gremio de Vela da Escola Naval) – 8pp (2+[6]+2+1+1+2)
2º – Jazz (Valeria Ravani) – 10pp (3+2+4+2+2+1)
3º – Inae Transbrasa (Bayard Umbuzeiro) – 14,5pp ([5]+1+3+4+3+3,5)

RGS B – após 6 regatas e 1 descarte 
1º – Mandinga (Jonas Penteado) – 6pp (1+1+2+1+1+3)
2º – Revanche (Celso de Faria) – 13pp (3+2+3+6+3+2)
3º – Asbar II (Sérgio Klepacz) – 19pp (6+3+1+3+6+[9])

RGS C – após 6 regatas e 1 descarte 
1º – Rainha/Empresta Capital (Leonardo Pacheco) – 6pp ([2]+1+2+1+1+1)
2º – Azulao (Marcello Polonio) – 14pp (1+3+3+[4]+3+4)
3º – Santeria (Mauricio Martins) – 16pp ([15]+12+4+2)

RGS Cruiser – após 6 regatas e 1 descarte 
1º – Jambock (Marco Aleixo) – 10pp ([10]+1+1+1+1+5)
2º – Boccaluppo (Claudio Melaragno) – 12pp (2+[10]+4+2+2+2)
3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 16pp ([10]+2+2+3+4+5)

Programação da 40ª edição da Rolex Ilhabela Sailing Week

12/7 – sexta-feira
– 12h – Regatas Barla-Sota
– 17h – Confraternização no Yacht Club de Ilhabela
– 17h30 – Premiações do Campeonato Sul-Americano de ORC e Brasileiros das classes C30, Skipper 30 e Skipper 21

13/7 – sábado: 
– 12h – Regatas Barla-Sota
– 17h – Confraternização no Yacht Club de Ilhabela
– 19h – Premiação da Rolex Ilhabela Sailing Week

Principal evento náutico esportivo da América Latina, a Rolex Ilhabela Sailing Week tem patrocínio titular da Rolex e patrocínios da Mitsubishi Motors e Bradesco Private. O evento tem apoio da Marinha do Brasil, Prefeitura Municipal de Ilhabela, Confederação Brasileira de Vela (CBVela), ABVO e das Classes ORC, HPE, C30, S40 e RGS, entre outros. A organização, sede e realização são do Yacht Club de Ilhabela (YCI).

Fan page é o ponto de encontro virtual da comunidade – a 40ª edição da Rolex Ilhabela Sailing Week colocou no ar o site oficial –www.risw.com.br – e também a Fan Page do Facebook.

Da ZDL

Classe HPE atrai estrangeiros para a Rolex Ilhabela Sailing Week

Velejadores ingleses vieram especialmente para a competição

Fred Hoffmann estava lá no RJ durante o Brasileiro de 2012

Fred Hoffmann estava lá no RJ durante o Brasileiro de 2012

Ilhabela – Faltando apenas quatro dias para a largada da primeira regata da Rolex Ilhabela Sailing Week, as tripulações da classe HPE 25 já começam a chegar em Ilhabela para treinar para a competição. E com um cenário paradisíaco, com água limpa e vento bom, o evento atraiu este ano uma tripulação 100% inglesa, além de um tripulante português.

Comandados por Richard Adams, Pete, Paty and James, chegaram na Capital da Vela há três dias e se encantaram com o lugar. Pela primeira vez no Brasil, eles foram para a água nesta quarta-feira com sol e vento de 20 nós (36 km/h)

Os quatro velejavam juntos na Inglaterra de Elan 333 e escolheram a Rolex Ilhabela Sailing Week para sua estreia em águas tupiniquins por ser um evento parecido com o que eles têm por lá. O HPE 25 foi uma escolha natural, já que se trata de uma classe one design, em que todos os barcos são iguais.

“O barco é muito legal, parecido com alguns barcos que temos na Inglaterra. Sabemos que a classe é bastante competitiva e por isso estamos aqui para nos divertir”, disse Pete. A equipe vai velejar no Hot Spot e, ao invés das iniciais BRA na vela, irá velejar com as letras GBR.

Outro estrangeiro que irá competir na HPE 25 é o português Ricardo Ferreira. Esta é a sua segunda Rolex Ilhabela Sailing Week a bordo do Repeteco, do amigo e presidente da classe Fernando Haaland.

“O HPE 25 é bastante rápido e agressivo e o fato de serem todos iguais me agrada muito, já que os velejadores são colocados à prova e não apenas o barco”, disse ele.

A equipe do Repeteco correu todas as etapas do calendário nacional da classe e está bastante entrosada. “Competi com eles em 2010 e me diverti muito, acredito que este ano não será diferente”, completa.

A Rolex Ilhabela Sailing Week começa para valer neste domingo, com a largada da regata Renato Frankenthal, às 10h15, que tem pouco mais de 20 milhas náuticas e é disputada dentro do canal de São Sebastião. Quem quiser assistir, pode ir ao centro da cidade, que terá uma vista privilegiada dos momentos iniciais da competição.

Com grandes nomes do iatismo nacional, classe HPE será a mais competitiva da Rolex Ilhabela Sailing Week

Campeonato será disputado de 7 a 13 de julho e terá campeões mundiais e medalhistas olímpicos na raia

Aline Bassi flagrou a flotilha de HPE em Ilhabela

Aline Bassi flagrou a flotilha de HPE em Ilhabela

Ilhabela – A partir do dia 7 de julho a classe HPE estará reunida nas águas do canal de São Sebastião para a disputa da Rolex Ilhabela Sailing Week. Além de ser uma das mais numerosas, com 25 inscritos, a HPE é com certeza a mais competitiva, já que os barcos são todos iguais e dentre seus tripulantes estão medalhistas olímpicos e campeões mundiais. Dentro d’água ganha quem souber regular melhor o barco e ler melhor as condições de vento e mar.

Uma das equipes favoritas ao título é o SX4/Bond Girl, de Rique Wanderley, campeã de 2012. O velejador, 10º colocado nos Jogos de Seul na classe 470 em 1988, conhece bem a raia de Ilhabela e aposta na experiência do time, formado por velhos amigos.

“O fato de o nosso time ser composto de atletas experientes, que velejam em outros monotipos, é o que soma e compensa o pouco tempo que temos para treinar. O HPE permite velejadores de vários biótipos, o que não ocorre em outros monotipos, facilitando a composição da tripulação e contribuindo para que atraia um maior numero de competidores para a classe”, disse ele.

Quem também vai brigar pelo lugar mais alto do pódio é o Relaxa Next, que tem no comando o cinco vezes campeão mundial Maurício Santa Cruz. O time, que conta ainda com Tomás Mangabeira, Roberto Mangabeira e Alex Saldanha, técnico de Robert Scheidt, está na liderança da Copa Suzuki Jimny, que já teve duas etapas realizadas na mesma raia.

“Eu, o Tomás e o Roberto já velejamos juntos no HPE há algum tempo e o Alex é meu parceiro na classe J/24, então também estamos acostumados a velejar juntos. A classe é bastante competitiva, mas iremos para a raia fazer o que temos feito nas últimas competições: velejar com calma e com muita concentração”, disse Santinha, como é conhecido o velejador.

O barco foi projetado para uma tripulação de até 360 quilos, e pode ser composta por quatro ou cinco pessoas. O fato de os barcos serem absolutamente iguais, também é um atrativo.

“Eu era velejador de cruzeiro até descobrir o HPE25. O barco tem um tamanho bom e, como somos três sócios e apenas dois correm regata, fica fácil montar uma tripulação. Escolhemos dois meninos de Ilhabela, que têm bastante experiência na vela e, quanto mais treinamos e mais concentrados ficamos na regata, maiores são nossas chances de estar entre os cinco primeiros”, disse Pino di Segni, dono do Bixiga, também favorito ao ouro.

Programação – Tradicionalmente a primeira prova da Rolex Ilhabela Sailing Week é uma regata de percurso longo. Enquanto os barcos maiores vão para as ilhas de Alcatrazes ou Toque-Toque, a classe HPE disputa a regata Renato Frankenthal. Com largada às 10h15 da manhã do domingo (7), os velejadores montam um percurso de pouco mais de 20 milhas, dentro do canal de São Sebastião. Nos outros dias estão previstas regatas barla-sota, percurso entre boias, que pode ser montado próximo à Ponta das Canas, no norte da Ilha, ou próximo ao Yacht Clube de Ilhabela, no centro da cidade, dependendo do vento do dia. Está prevista ainda uma regata de percurso médio, com data a definir.

Vídeo: Brasileiro de HPE em Ilhabela

Vídeo: Como são feitas as velas do HPE25

Primeira etapa da Copa Suzuki Jimny bate recorde de inscritos em Ilhabela

Com quatro etapas e mais de 30 provas durante o ano, o Circuito Ilhabela chega a 50 veleiros inscritos na estreia em 2013

Edu Grigaitis clicou a briga dos C30 em Ilhabela

Edu Grigaitis clicou a briga dos C30 em Ilhabela

Ilhabela(SP) – A Copa Suzuki Jimny atinge, em sua estreia na temporada 2013, 50 barcos. O número recorde para uma abertura de campeonato comprova o crescimento da vela oceânica em São Paulo. O circuito de quatro etapas chega a sua 13a. edição e é referência na modalidade reunindo velejadores de ponta e amadores no Yacht Club de Ilhabela (YCI). As principais classes como ORC, HPE, C30 e as quatro variações de RGS ajudam na evolução do esporte e colocam o evento como obrigatório no cenário brasileiro.

“Realizar um campeonato com 50 barcos exige muito da organização, mas estamos preparados, já que nosso staff é composto por profissionais especializados com experiência internacional. Por outro lado, o Yacht Club de Ilhabela oferece todas as condições para um evento deste porte. E, na água, as equipes cada vez mais investem em equipamentos, treinos e atletas para deixar as regatas emocionantes”, comemorou Carlos Eduardo Souza e Silva, diretor de vela do YCI.

As regatas voltaram a ser disputadas neste sábado(20) no Canal de São Sebastião com ventos de 12 nós de média e temperatura na casa dos 25 graus. Desta vez o tempo ajudou e a organização conseguiu fazer três provas para as classes HPE e C30, e duas para as demais categorias.

“Por ser um evento bem organizado e forte tecnicamente, outros velejadores, inclusive de fora de São Paulo, prestigiam a competição para ficar em atividade. A Copa Suzuki Jimny é referência nesse sentido e a tendência é aumentar o número de barcos”, contou Cuca Sodré, organizador da Copa Suzuki Jimny e árbitro internacional de vela. “A presença de velejadores profissionais, que fazem parte da equipe olímpica nacional, disputam o campeonato e aumentam o nível”.

Entre os profissionais, nomes como os velejadores olímpicos Samuel Albrecht e Fábio Pillar, que vieram do Rio Grande do Sul para correr a Copa Suzuki Jimny. A interação entre com os atletas ajuda também no crescimento da modalidade. “O campeonato é de alto nível, um dos melhores do Brasil. A nossa presença torna o ‘jogo’ mais competitivo. É uma troca de experiência no final das contas. A gente ensina, se diverte e aprende”, relatou Fábio Pillar, que é integrante do Barracuda na C30.

Uma das novidades para as regatas finais da primeira etapa foi a entrada do Tangaroa, na categoria ORC. O barco de Porto Alegre (RS) chamou o experiente Samuel Albrecht, parceiro de Fábio Pillar na classe 470, dupla que faz campanha para os Jogos de 2016. “A Copa Suzuki Jimny é bem movimentada e forte. Correr um campeonato desse nível mantém o velejador em atividade e ajuda na performance”, explicou Samuel Albrecht. “Está tão frio no sul que migramos para São Paulo para disputar regatas. Somos iguais aos patos que vão para o norte no inverno”, brincou.

As regatas do sábado – No fim de semana passado,o tempo ruim e a falta de ventos deram as caras. Mas a situação melhorou e muito, neste sábado. A Comissão de Regatas conseguiu fazer três provas para as classes one-design e duas para as demais categorias.

Na HPE, o Repeteco (Fernando Haaland) assumiu a liderança com um bom desempenho no dia e a entrada do descarte do pior resultado. “Estamos em primeiro porque não erramos manobras. O treinamento faz a diferença. Além disso, eu acredito que a largada representa 70% da vitória em uma regata de HPE”, disse Fernando Haaland. Em seguida aparecem Ginga (Breno Chvaicer) e Fit to Fly (Eduardo Mangabeira), três e quatro pontos, respectivamente, atrás do Repeteco.

Na C30, mais uma vez o TNT Loyal (Marcelo Massa) se deu bem vencendo as três regatas. Porém, o Barracuda chegou mais próximo nas provas e quase tirou os 100% dos favoritos. “Diminuímos a vantagem deles na água. Chegamos a ficar perto da vitória. Em uma das provas, o TNT Loyal estava bem atrás, mas na última boia, eles deram um jibe e foram empurrados por uma melhor rajada”, disse Fábio Pillar, tático do Barracuda.

Na ORC, equilíbrio na disputa com a chegada do Tangaroa (Germano Pestana), que venceu as duas regatas do dia. Mas, como os gaúchos não correram na semana passada, o Lexus/Chroma segue na ponta seguido por Orson/Mapre (Carlos Eduardo Souza e Silva).

Na RGS-A, o Jazz (Valéria Ravanni) segue em primeiro na classificação geral, mas BL3 Wind Náutica (Clauberto Andrade) e Maria Preta (José Barretti) venceram as regatas do dia e diminuíram a diferença para o líder. Na RGS-B, o Asbar II (Sérgio Klepacz) venceu as duas provas e pulou para a liderança no geral dele. O Suduca (Marcelo Claro) ficou em segundo lugar nas duas e perdeu a ponta. NA RGS-C, o Ariel (Andreas Kugler) segue em primeiro, assim como o BocCalupo (Claudio Melaragno) na RGS-Cruiser.

Neste domingo (21), os barcos voltam à raia em Ilhabela às 12h para um dia de regatas, que decidirão a primeira etapa da competição.

Resultados parciais

ORC – 4 regatas e 1 descarte 
1º – Lexus/Chroma (Luiz Gustavo de Crescenzo) – 5 pontos perdidos (2+1+2+2)
2º – Orson/Mapfre (Carlos Eduardo Souza e Silva) – 9 pp (1+2+3+3)
3º – Tangaroa (Germano Pestana) – 9 pp (7+7+1+1)

C30 – 5 regatas e 1 descarte
1º – TNT/Loyal (Marcelo Massa) – 4 pp (1+1+1+1+1)
2º – Barracuda (Humberto Diniz) – 8 pp (2+4+2+2+2)
3º – +Realizado (José Luiz Apud) – 11 p (3+2+3+3+3)

HPE – 5 regatas e 1 descarte
1º – Repeteco (Fernando Haaland) – 11 pp (8+1+7+2+1)
2º – Ginga (Breno Chvaicer) – 14 pp (3+5+9+3+3)
3º – Fit to Fly (Eduardo Mangabeira) – 15 pp (9+2+2+16+2)

RGS-A – 4 regatas
1º – Jazz (Valéria Ravani) – 7 pp (1+1+2+3)
2º – Maria Preta (José Barretti) – 13 pp (3+6+3+1)
3º – Inaê/Transbrasa (Bayard Umbuzeiro Filho) – 13 pp (2+5+4+2)

RGS-B – 4 regatas 
1º – Asbar II (Sergio Klepacz) – 6 pp (2+2+1+1)
2º – Suduca (Marcelo Claro) – 6 pp (1+1+2+2)
3º – Hélios – Sírio Libanês – 14 pp (3+3+4+4)

RGS-C – 4 regatas 
1º – Ariel (Andreas Kubler) – 6 pp (1+1+2+2)
2º – Rainha (Leonardo Pacheco) – 7 pp (3+2+1+1)

RGS-Cruiser – 4 regatas 
1º – Boccalupo (Claudio Melaragno) – 6 pp (1+1+3+1)
2º – Brazuca (José Rubens Bueno) – 10 pp (2+4+1+4)
3º – Cocoon (Luiz Caggiano) – 15 pp (6+5+2+2)

A Copa Suzuki Jimny/XIII Circuito Ilhabela de Vela Oceânica é organizada pelo Yacht Club de Ilhabela, com patrocínio master da Suzuki Veículos e co-patrocínio da SER Glass. Os apoiadores são: Prefeitura Municipal de Ilhabela, Brancante Seguros, Rádio Antena 1 Litoral Norte e Delegacia da Capitania dos Portos em São Sebastião.

Da ZDL

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