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Posts com Tag ‘Match Race Brasil’

Equipe de Gigante Haddad é tricampeã do Match Race Brasil

Tripulação da Iate Clube do Rio de Janeiro vence a equipe feminina, comandada por Juliana Senfft, num disputada equilibrada. Veleiros do Sul completou o pódio

Regata equilibrada na baía de Guanabara

Regata equilibrada na baía de Guanabara

Rio de Janeiro(RJ) – Numa final histórica, prevaleceu a experiência de Henrique Haddad, o “Gigante”. A equipe do Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ) conquistou o título do Match Race Brasil 2013, na tarde deste domingo (1/12), após vencer na final, por 2 a 1 (melhor de três regatas), o Iate Clube Basileiro (ICB), comandado por Juliana Senfft. Pela primeira vez em 11 anos, um time feminino chegou à decisão. O resultado garantiu ao Gigante o tricampeonato, já que venceu nas duas últimas edições pela Marinha do Brasil.

O terceiro lugar ficou com o time do Veleiros do Sul, de Philipp Grotchmann, que levou a melhor sobre o Clube Desportivo da Marinha, de Felipe Haddad, irmão mais novo de Gigante. O Match Race Brasil é a disputa barco a barco mais importante da América do Sul e distribuiu R$ 96 mil reais de prêmos, sendo R$ 35 mil à equipe campeã, que também recebeu a posse transitória do troféu Roger Wright.

Com a disputa final empatada em 1 a 1, Henrique Haddad teve a tranqüilidade necessária para induzir o time de Juliana Senfft ao erro no final da última regata. As meninas, que estavam em vantagem desde a largada, acabaram se posicionando mal em algumas manobras, o que definiu o título a favor da equipe do Gigante nos últimos dez metros da prova.

“Usamos a estratégia de manter o barco o mais próximo possível ao veleiro delas para induzí-las ao erro. Conseguimos fazê-las tomar a decisão equivocada e garantir a vitória”, comemorou Gigante, que teve como tripulantes Pedro Caldas, Victor Demaison e Mário Trindade. “O nosso maior mérito foi saber velejar atrás e buscar o resultado com tranqüilidade”, acrescentou.

Segundo o velejador de 26 anos, que em 2011 chegou a 23. do ranking mundial, a melhor classificação de um laitno-americano na história da classe, o campeonato, no formato barco contra barco, não foi prejudicado pelo tempo chuvoso e pelo pouco vento deste domingo. “O tempo só torna a condição mais difícil de velejar. Como esta edição reuniu barcos pequenos (veleiros da classe J24), acabou sendo bastante nivelada e decidida nos detalhes”, completou Henrique, que agora se dedicará à campanha olímpica na classe 470, ao formar dupla com Bruno Benthlem.

A força das mulheres – Juliana Senfft, que ocupa a 12ª colocação no ranking mundial feminino de match race, não estava decepcionada com o resultado, mas admitiu que poderia ter sido ainda melhor. Na semifinal, o seu time desbancou a equipe da Marinha, comandado por Felipe Haddad, irmão mais novo do Gigante.

“O match race é uma regata que não permite erros. Nós erramos na decisão e pagamos o preço, infelizmente. Nos instantes finais, tomamos decisões incorretas. Velejamos bem a semana toda e não poderíamos ter cometido esses vacilos”, admitiu Juliana, que velejou com Gabriela Nicoline, Luciana Kopschitz e Mareana Gouveia. Ao lado de Gabriela, ela fará campanha olímpica na classe 49FX e busca patrocínio para a dupla.

Já Philipp Grotchmann, do Veleiros do Sul, terceiro colocado, disse que a meta era vencer, mas ficou satisfeito com o desempenho de seu grupo. “O time terminou a competição bem mais entrosado, o que nos deixa felizes”, destacou.

Classificação final e premiação:

1- Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ) – Henrique Haddad, Pedro Caldas, Victor Demaison e Mário Trindade – R$ 35 mil
2- Iate Clube Braisleiro (ICB), Juliana Senfft, Gabriela Nicolini, Luciana Kopschitz e Mareana Gouveia – R$ 20 mil
3- Veleiros do Sul (VDS), Philipp Grotchmann, Frederico Sidou, Vilnei Goldmeier e Rodolfo Streibel – R$ 15 mil
4- Clube Desportivo da Marinha (CDM), Felipe Haddad, Bernardo Assis, Guilherme Hammelmann e Alfredo Rovere – R$ 10 mil
5- Rio Yacht Club (RYC), Renata Decnop, Fernanda Decnop, Isabel Swan e Larissa Juk – R$ 9 mil
6- Clube Naval Charitas (CNC), Rafael Pariz, Daniel Pariz, Caio Brandão e Felipe Ilha – R$ 7 mil

O Match Race Brasil 2013 teve o patrocínio de Volvo, Sportv, Lorenzetti e TIM. A promoção foi da IMX, com apoios da Marinha do Brasil e do Iate Clube do Rio de Janeiro. O projeto foi viabilizado pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte. A realização foi da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro.

Da ZDL

Concorrentes, irmãos Haddad dominam o primeiro dia do Match Race Brasil

Os bicampeões Henrique e Felipe estão classificados para as semifinais. Seus adversários saem neste sábado, após tríplice empate

Henrique Haddad busca o tri campeonato

Henrique Haddad busca o tri campeonato

Rio de Janeiro (RJ) – A hegemonia do Match Race Brasil, nos últimos dois anos, foi da família Haddad. Henrique, conhecido como Gigante, e o irmão mais novo, Felipe, conquistaram o bicampeonato velejando pela Marinha. Dividiram o time e mantiveram o domínio na abertura da edição 2013, nesta sexta-feira (29), na raia montada em frente à praia do Flamengo. Os dois estão classificados para as semifinais, mas terão de aguardar os adversários que sairão após duas regatas de desempate entre as equipes femininas – Rio Yacht Club e Iate Clube Brasileiro – e o time gaúcho do Veleiros do Sul.

O belo dia de sol e ventos de intensidade média, entre 8 e 12 nós, permitiram que a programação da fase classificatória do Match Race Brasil fosse cumprida integralmente. As 15 regatas previstas confirmaram o favoritismo de Henrique Haddad, de 26 anos, que terminou o dia invicto. Seu irmão Felipe, de 22, teve apenas uma derrota, justamente o para o mais velho, na primeira vez em que se enfrentaram na carreira. 

“Velejamos muito bem, agora é torcer para que o vento se mantenha como nesta sexta-feira. O Felipe também está muito bem e foi ótimo ganhar dele, o duro seria perder”, brincou. Henrique garantiu que não se preocupa com o resultado deste sábado que definirá quem está classificado para as semifinais. “Nosso time está focado e não estou preocupado em definir adversário. Espero que consigamos vencer e, quem sabe, enfrentar novamente o Felipe na final”, completou o melhor velejador brasileiro de match race.

Felipe, por sua vez, admitiu a maior experiência do mais velho. “É uma honra competir de igual para igual com ele, poder colocar em prática tudo que me ensinou. A gente é muito competitivo na água, mas em terra somos parceiros”, admitiu.

Vitórias femininas – Como era previsto, as duas tripulações femininas deram muito trabalho aos homens nesta sexta-feira. Tanto que terminaram o dia com chances de irem para as semifinais, depois de um empate triplo com o Veleiros do Sul, os três com duas vitórias cada. 

O time comandado por Renata Deconop, que defende o Rio Yacht Club, começou o dia perdendo para as meninas lideradas por Juliana Senfft (Iate Clube Brasileiro), mas recuperou-se ao bater duas tripulações masculinas na parte da tarde, o Charitas (Rafael Pariz) e o Veleiros do Sul (Philipp Grotchmann). 

“Começamos sem ritmo e sentimos um pouco na estreia diante do outro time feminino. Depois ganhamos entrosamento e conseguimos as duas vitórias importantes para mantermos as chances de semifinal. Para o sábado, vamos velejar com calma e método e temos todas as condições de seguir adiante”, garantiu Renata Decnop. Ela vai enfrentar no primeiro confronto de desempate a equipe de Juliana Senfft. Quem vencer estará na semifinal e a perdedora define a outra vaga com o Veleiros do Sul.

Juliana Senfft começou o dia bem, com vitória sobre Decnop, mas somente garantiu o segundo resultado positivo no final da tarde ao superar o Charitas. “O vento rondou muito durante o dia e nos atrapalhou. Tivemos chance de vencer o time favorito do Gigante, mas acabamos errando em duas manobras, mesmo assim conseguimos bater o Charitas e agora vamos lutar para chegar à semi”, analisou.

Os gaúchos do Veleiros do Sul estão acostumados a disputar match race com outro barco, o Elliot 6, tanto que o time foi vice-campeão brasileiro no último domingo, em Porto Alegre. E demoraram um pouco a se entrosar com o J24. No final do dia, conseguiram duas vitórias diante do Charitas e do Iate Clube Brasileiro. “Foi um pouco difícil de nos acostumar com o barco e também com as mudanças do vento. No começo faltou confiança, mas aos poucos fomos nos recuperando e agora o objetivo é garantir a semifinal”, explicou o jovem comandante Philipp Grotchmann, de apenas 17 anos.

O Clube Charitas, de Niterói, não se classificou, pois não obteve nenhuma vitória. 

Classificação:

1- Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ), Henrique Haddad – 5 vitórias
2- Clube Desportivo da Marinha(CDM), Felipe Haddad – 4 vitórias
3- Ryo Yacht Clube (RYC), Renata Decnop – 2 vitórias
Veleiros do Sul (VDS), Philipp Grotchmann – 2 vitórias
Iate Clube Brasileiro (ICB), Juliana Senfft – 2 vitórias
6- Clube Naval Charitas (CNC) – 0 vitória

Resultados:

ICRJ 1 x 0 VDS
ICB 1 x 0 RYC
ICRJ 1 x 0 CNC
CDM 1 x 0 RYC
VDS 1 x 0 CNC
CDM 1 x 0 ICB
ICRJ 1 x 0 ICB
CDM 1 x 0 VDS
RYC 1 x 0 CNC
ICRJ 1 x 0 CDM
RYC 1 x 0 VDS
ICB 1 x 0 CNC
CDM 1 x 0 CNC
VDS 1 x 0 ICB
ICRJ 1 x 0 RYC

Para o sábado (30), a partir de 10 horas, estão previstas duas regatas de desempate da fase classificatória. Depois serão disputadas as semifinais, em cruzamento olímpico (1o x 4o e 2o x 3o), em melhor de três regatas. Na parte da tarde será realizado o Pro-Am, que reunirá velejadores e convidados. As finais serão no domingo, também a partir de 10 horas.

Os times são formados por quatro velejadores. A premiação total é de 100 mil reais, divididos entre os oito primeiros colocados. A equipe campeã recebe 26 mil reais. Está em disputa o troféu de posse transitória Roger Wright. 

O Match Race Brasil 2013 tem o patrocínio de Volvo, Sportv, Lorenzetti e TIM. A promoção é da IMX, com apoios da Marinha do Brasil e do Iate Clube do Rio de Janeiro. O projeto foi viabilizado pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte. A realização é da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro. 

da ZDL

Rumo ao Rio 2016, velejadores em campanha olímpica disputam o Match Race Brasil

Equipe de Gigante Haddad busca o tri

Equipe de Gigante Haddad busca o tri

Rio de Janeiro (RJ) – Nomes consagrados da vela brasileira contribuíram para consolidar no País o conceito da disputa barco contra barco, com suas participações no Match Race Brasil ao longo dos últimos 11 anos. O formato de competição, até então, conhecido apenas pela America’s Cup, ganhou projeção nacional com os duelos entre campeões olímpicos como Torben Grael, Marcelo Ferreira, Robert Scheidt, Alex Welter, Eduardo Penido e Marcos Soares, além de outros medalhistas e campeões mundiais.

Paralelamente ao desfile de ídolos, o Match Race Brasil 2013 começa nesta sexta-feira (29), com sede no Iate Clube do Rio de Janeiro, levando para a Baía de Guanabara o talento de uma geração promissora para a própria evolução do match race e também para a vela olímpica, de olho no Rio-2016. Um duelo já está estabelecido. O gaúcho Philipp Grochtmann, de apenas 19 anos, comandante do Veleiros do Sul, aparece como um dos principais adversários do também jovem Henrique Haddad, o Gigante, que vai lutar pelo tricampeonato defendendo o Iate Clube do Rio de Janeiro.

Phillip conquistou no último final de semana a medalha de prata no Campeonato Brasileiro de Match Race, em Porto Alegre. É apontado pelo coordenador técnico do Match Race Brasil, Nelson Ilha, como nome certo para representar o País nas competições internacionais da modalidade. Nelson, especialista em match race, ficou com o título no duelo contra Philipp no Rio Guaíba. Gigante, de 26 anos, desenvolve campanha olímpica na classe 470. O atual bicampeão traz uma novidade neste ano. Após os títulos de 2011 e 2012 pela Comissão Desportiva da Marinha (CDM), Gigante e sua tripulação passam a representar o clube anfitrião.

“A pressão de ser a equipe a ser batida não me incomoda. Nosso grupo está entrosado, mas entendo que esta será a edição mais equilibrada e disputada da história do Match Race Brasil. O barco J24 é menor do que o utilizado nos outros anos e nivela as seis equipes participantes. Tanto que, além do time gaúcho, temos duas equipes femininas que deverão velejar bem e meu irmão, Felipe, está com parte do meu time bicampeão na Marinha este ano”, analisa.

Otimismo das mulheres – Na categoria feminina, as projeções para o futuro também são promissoras entre as tripulações do Match Race Brasil Brasil 2013 e o duelo entre as mulheres está garantido. A equipe do Iate Clube Brasileiro, comandada por Juliana Senfft, leva para a raia o título de campeã da Nations Cup da Dinamarca, uma das principais competições match race da vela mundial. O Rio Yacht Club, também de Niterói, terá o comando de Renata Decnop, que faz campanha olímpica na classe 470 ao lado da medalhista dos Jogos de Pequim, Isabel Swan.

“Estamos bem treinadas e está será nossa terceira competição de match race no ano e temos chance de fazer um bom papel porque o barco é menor. Mas, sem dúvida, a equipe do Gigante é franca favorita”, despista Juliana Senfft, que comandou o time brasileiro que ficou com o bronze na Argentina, em março, e conquistou o título na Dinamarca, em agosto.

Renata Decnop, comandante do outro grupo de mulheres, também está otimista. “Se tivermos ventos fracos e médios temos chance de fazer bons resultados, pois o nível de exigência física nos iguala aos homens”, analisa. As duas equipes femininas treinaram na manhã desta quinta-feira na Baía de Guanabara, enquanto os times masculinos fizeram o reconhecimento à tarde.

Juíza norueguesa no comando – Além da participação de Nelson Ilha, velejador e consagrado juiz internacional com cinco olimpíadas, o Match Race Brasil contará novamente com a experiência de Marianne Middelthon, que tem vindo anualmente ao Rio de Janeiro para dirigir a Comissão de Regatas. A norueguesa esteve há duas semanas em Florianópolis, onde foi a responsável pela arbitragem na etapa decisiva do Extreme Sailing Series, circuito mundial de velozes catamarãs.

O Match Race Brasil tem seis clubes inscritos: Veleiros do Sul (VDS), de Porto Alegre, comandado por Philipp Grotchmann; Iate Clube do Rio de Janeiro (ICRJ), Henrique ‘Gigante’ Haddad; Rio Yacht Club (RYC), de Niterói, Renata Decnop; Iate Clube Brasileiro (ICB), de Niterói, Juliana Senfft; Clube Naval Charitas (CDC), de Niteroi, Rafael Pariz e Comissão Desportiva da Marinha (CDM), Felipe Haddad.

Os times são formados por quatro velejadores, mais um convidado. A premiação total é de 100 mil reais, divididos entre os oito primeiros colocados. A equipe campeã recebe 26 mil reais. Está em disputa o troféu de posse transitória Roger Wright.

Para esta sexta-feira (29) estão previstos os confrontos da fase classificatória, no formato round robin (todos contra todos). As regatas devem ser realizadas entre 10 e 17 horas, na raia montada próxima ao Aterro do Flamengo. Serão regatas curtas, com duração entre 15 a 20 minutos cada. Para o sábado, a partir de 10 horas, a programação prevê as disputas semifinais e o Pro-Am (regatas para convidados). As finais serão realizadas no domingo, também a partir de 10 horas, além do Pro-Am.

Da ZDL

Duelo feminino será uma das atrações do Match Race Brasil

Tripulação de mulheres do Iate Clube Brasileiro se junta à do Rio Yacht Club na competição barco contra barco a partir desta quinta (28) no Iate Clube do Rio de Janeiro

Disputa barco contra barco

Disputa barco contra barco

São Paulo (SP) – As mulheres que se aventuraram em correr o Match Race Brasil, principal competição barco contra barco do País, já se acostumaram a enfrentar as tripulações masculinas, teoricamente mais aptas ao trabalho braçal que um veleiro exige. Neste ano a história muda. A evolução da vela feminina encoraja duas equipes formadas exclusivamente por mulheres a disputar em meio aos homens, as regatas de 28/11 a 1º/12 com sede no Iate Clube do Rio de Janeiro.

O Iate Clube Brasileiro, de Niterói, confirmou as inscrições de Juliana Senft, Gabriela Nicolino, Luciana Kopschitz e Marina Jardim. As quatro velejadoras, número de tripulantes da J24, classe adotada no Match Race Brasil de 2013, estão esperando pela rara oportunidade de um desafio mais equilibrado, em condições de igualdade. “Já velejamos muitas vezes juntas ou como adversárias, mas quase sempre em regatas de flotilha. Será muito legal disputar um duelo feminino na mesma competição dos homens. Será emocionante”, destaca a comandante Juliana Senft.

A outra equipe feminina, Rio Yacht Club, também é de Niterói. Se hoje divididas em duas tripulações, em 2012 a maioria das meninas estava no mesmo time, competindo em modelos Beneteau 40.7, barcos de 40 pés que exigem oito tripulantes. Diplomática, Juliana prefere não indicar favorito na disputa particular contra as amigas e ao mesmo tempo rivais. “A tripulação a ser batida é a do Gigante (Henrique Haddad). É a mais bem preparada. Claro que queremos ganhar, mas tenho a certeza de que vai ser superdivertido. No Match Race Brasil a gente compete em alto nível num clima muito agradável. E para nós, mulheres, teremos mais controle nas manobras com o J24”.

A tripulação do Iate Clube Brasileiro reforça o nível técnico do campeonato com o título conquistado na Nations Cup de Match Race em agosto na Dinamarca. Juliana e equipe venceram a competição da ISAF (Federação Internacional de Vela) ao derrotar as donas da casa por 3 x 2, de virada na dramática final, em veleiros da classe Match 28. Ao lado de Gabriela Nicolino, Juliana está em campanha olímpica na classe 49er para os Jogos de 2016.

Com a equipe feminina do Iate Clube Brasileiro, o Match Race Brasil tem seis clubes inscritos: Veleiros do Sul, de Porto Alegre (Philipp Grotchmann); Iate Clube do Rio de Janeiro (Henrique ‘Gigante’ Haddad); Rio Yacht Clube, de Niterói (Renata Decnop); Clube Naval Charitas, de Niterói (Rafael Pariz) e Escola Naval, da Marinha do Brasil.

O grande desafio da edição será quebrar o domínio dos aspirantes da Escola Naval da Marinha do Brasil, que conquistaram o bicampeonato nos anos de 2011 e 2012, com uma tripulação comandada pelo jovem Henrique Haddad, de 26 anos, que neste ano comandará a tripulação do Iate Clube do Rio de Janeiro. Na última edição, o Veleiros do Sul, com o timoneiro Samuel Albrecht, ficou em segundo lugar e a família Grael, sob comando do filho de Torben, Marco, terminou na terceira posição representando o Rio Yacht Club.

As inscrições para os clubes acabam na quinta-feira (28). Os times são formados por quatro velejadores, mais um convidado. A premiação total será de 100 mil reais, divididos entre os oito primeiros colocados, e estará em disputa o troféu de posse transitória Roger Wright. A equipe campeã será premiada com um total de 26 mil reais.

Da ZDL

Tripulação feminina promete brigar pelo título do Match Race Brasil

Velejadoras em campanha olímpica prometem competir no mesmo nível dos homens nas regatas barco contra barco na Baía de Guanabara

Isabel e Renata, em campanha na classe 470

Isabel e Renata, em campanha na classe 470

São Paulo (SP) – A vela é um esporte em que a força física do tripulante torna-se fundamental para que os equipamentos sejam ajustados e impulsionem o barco conforme a intensidade e a pressão exercida pelo vento. Nada impede que essa força seja aprimorada pela exclusiva percepção feminina. Essa mescla será a arma da tripulação do Rio Yacht Club, formada apenas por mulheres, para enfrentar os homens no Match Race Brasil entre os dias 28/11 e 1º/12 na Baía de Guanabara.

A tripulação feminina terá a seu favor a experiência das quatro velejadoras. Elas competiram no Rio em 2012 e estão em campanha para a inédita olimpíada brasileira, em 2016. A comandante Renata Decnop está treinando na classe 470 com a trimmer, Isabel Swan, bronze nos Jogos de Pequim, em 2008. A responsável pela tática, Fernanda, irmã de Renata, busca a classificação na Laser, mesma classe que acaba de ganhar Larissa Juk, a proeira, como nova candidata brasileira.

“Meu Laser acabou de chegar da Austrália, está zerinho. Consegui comprar graças a uma bem sucedida ‘vaquinha’ pela internet. O barco chegou aqui em Porto Alegre, mas vou levá-lo para iniciar os treinos em Florianópolis”, conta radiante, a velejadora catarinense que disputou o Brasileiro de Match Race no Veleiros do Sul, ao lado de Fernanda, como preparação para o Match Race Brasil. Renata e Isabel seguem treinando de 470 no Rio. As outras três são cariocas.

“A competição aqui no Guaíba terminou domingo (24). Chegamos à semifinal e nesta segunda já estaremos no Rio treinando de J-24. Estamos mais acostumadas a esse barco e o teremos bem mais na mão do que o Beneteau 40.7, modelo muito maior, utilizado em 2012. Teremos melhor desempenho porque ganhamos confiança. Se o vento estiver fraco, também vai ajudar. Somos bem mais leves do que as tripulações masculinas”, considera Larissa.

Na edição anterior do Match Race Brasil, que neste ano completa a 11ª temporada, a tripulação feminina contou com oito velejadoras e representou o Ciaga – Centro de Instrução Almirante Graça Aranha, da Marinha do Brasil. As corajosas velejadores venceram a equipe do Búzios Vela Clube. “Ganhamos o respeito que merecíamos e foi bem legal porque não terminamos o campeonato em último”, lembra Renata Decnop, que mais uma vez estará no leme, responsável pelo rumo a ser tomado pelas mulheres.

“Acredito que nesse ano, por velejarmos na classe J24, teremos chances de competir de igual para igual com os homens, diferentemente do ano passado com o Beneteau 40.7, bem maior e exigia muito fisicamente. Tivemos bastante dificuldade em dominar o barco”, avalia a comandante da tripulação feminina, animada também com o a evolução em busca de uma vaga para os Jogos de 2016. “Eu e a Isabel estamos juntas há um ano em campanha olímpica. O entrosamento vai ajudar. Montamos um time muito competente de profissionais e patrocinadores que nos apoiam, como, Embratel, Nissan e Marinha do Brasil, além da CBVela e do Time Brasil. Já alcançamos a marca de ‘Top 15’ do ranking mundial de 470”, enfatiza Renata.

Reta final de inscrições – As inscrições para o Match Race Brasil 2013 acabam nesta segunda-feira (25) e devem ser solicitadas pelos clubes. Os times são formados por quatro velejadores, mais um convidado. A premiação total será de 100 mil reais, divididos entre os oito primeiros colocados, e estará em disputa o troféu de posse transitória Roger Wright. A equipe campeã será premiada com um total de 26 mil reais.

O grande desafio da edição será quebrar o domínio dos aspirantes da Escola Naval da Marinha do Brasil, que conquistaram o bicampeonato nos anos de 2011 e 2012, com uma tripulação comandada pelo jovem Henrique Haddad, de 26 anos, que neste ano comandará a tripulação do Iate Clube do Rio de Janeiro. Na última edição, o Veleiros do Sul, com o timoneiro Samuel Albrecht, ficou em segundo lugar e a família Grael, sob comando do filho de Torben, Marco, terminou na terceira posição representando o Rio Yacht Club.

Classificação em 2012:
1º – Marinha do Brasil – Henrique Haddad
2º – Veleiros do Sul – Samuel Albrecht
3º – Rio Yacht Club – Marco Grael
4º – Búzios Vela Clube – Alexandre Saldanha
5º – Yacht Club Ilhabela – Maurício Santa Cruz
6º – Iate Clube do Rio de Janeiro – Thomas Low-Beer
7º – Ciaga – Renata Decnop
8º – Clube Naval Charitas – Rafael Pariz

O Match Race Brasil 2013 tem o patrocínio de Volvo, Sportv, Lorenzetti e TIM. A promoção é da IMX, com apoios da Marinha do Brasil e do Iate Clube do Rio de Janeiro. O projeto foi viabilizado pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte. A realização é da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro.

Mais informações : www.matchracebrasil.com.br

Da ZDL

Veleiros do Sul promete brigar mais uma vez pelo título do Match Race Brasil

Tripulação gaúcha enfrenta outros clubes náuticos na Baía de Guanabara entre 28/11 e 1º/12 na disputa entre clubes no formato barco contra barco

São Paulo (SP) – A força da vela do Sul do Brasil está confirmada na principal disputa barco contra barco do País. O Veleiros do Sul, atual vice-campeão, é o primeiro clube inscrito para a edição de 2013 do Match Race Brasil, que completa 11 anos. A tripulação formada pelo timoneiro Philipp Grotchmann, Frederico Sidou e Vilnei Goldmeier vai desafiar os demais iates clubes na Baía de Guanabara, na competição com sede no Iate Clube do Rio de Janeiro. O quarto tripulante ainda será definido.

A equipe gaúcha tem a virtude de aliar a experiência em Match Race com o domínio do J-24, classe de barcos dos Jogos Pan-Americanos e que vai receber as tripulações no Rio. Frederico Sidou, campeão brasileiro de J-24 no último domingo (17) em Porto Alegre, estava no time finalista no ano passado, derrotado pela tripulação da Marinha do Brasil.

Frederico venceu o Brasileiro com o Team Crioula, comandado pelo velejador olímpico Samuel Albrecht. A conquista garantiu à equipe do Veleiros do Sul, a classificação para o Sul-Americano da classe, em março de 2014, no Chile. A atividade náutica do tradicional clube é intensa. Encerrado o Brasileiro de J-24, começou, nesta quinta-feira (21), o 5º Porto Alegre Match Cup – Campeonato Brasileiro de Match Race, com barcos da classe Eliott 6M e que serve como preparação dos velejadores para o Match Race Brasil.

Quem vai comandar a tripulação gaúcha é Phillip Grotchmann, de apenas 19 anos. “Será uma experiência muito importante, meu primeiro Match Race Brasil. Nossos velejadores são experientes, já tendo corrido em outras edições, o que traz segurança e competitividade. A minha expectativa é muito grande, não só porque vamos correr em um barco J-24, mas porque vamos enfrentar grandes nomes da vela brasileira”

O Veleiros do Sul, tradicional clube náutico de Porto Alegre, que completa 79 anos em dezembro, é um reduto importante da vela de match race no sul do país, sempre incentivando e promovendo a formação de velejadores nesta modalidade. O Clube já foi casa da mais importante competição de Match Race do mundo em 2009, o Grand Final da ISAF Nations Cup. Velejadores de todo o país também já passaram pelo Clube realizando treinos e clínicas, como Renata Decnop e Juliana Senfft, timoneira brasileira que venceu a última edição da ISAF Nations Cup.

Reta final de inscrições – As inscrições para o Match Race Brasil 2013 seguem abertas. O pedido dos clubes para participar da disputa termina na segunda-feira (25) e os times são formados por quatro velejadores, mais um convidado. A premiação total será de 100 mil reais, divididos entre os oito primeiros colocados, e estará em disputa o troféu de posse transitória Roger Wright. A equipe campeã será premiada com um total de 26 mil reais.

O grande desafio da edição será quebrar o domínio dos aspirantes da Escola Naval da Marinha do Brasil, que conquistaram o bicampeonato nos anos de 2011 e 2012, com uma tripulação comandada pelo jovem Henrique Haddad, de 26 anos. Na última edição, o Veleiros do Sul, com o timoneiro Samuel Albrecht, ficou em segundo lugar e a família Grael, sob comando do filho de Torben, Marco, terminou na terceira posição representando o Rio Yacht Club.

Classificação em 2012:
1º – Marinha do Brasil – Henrique Haddad
2º – Veleiros do Sul – Samuel Albrecht
3º – Rio Yacht Club – Marco Grael
4º – Búzios Vela Clube – Alexandre Saldanha
5º – Yacht Club Ilhabela – Maurício Santa Cruz
6º – Iate Clube do Rio de Janeiro – Thomas Low-Beer
7º – Ciaga – Renata Decnop
8º – Clube Naval Charitas – Rafael Pariz

O Match Race Brasil 2013 tem o patrocínio de Volvo, Sportv, Lorenzetti e TIM. A promoção é da IMX, com apoios da Marinha do Brasil e do Iate Clube do Rio de Janeiro. O projeto foi viabilizado pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte. A realização é da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro.

Da ZDL

Match Race Brasil será disputado a partir do dia 29 no Rio de Janeiro

Competição no formato mais dinâmico da vela oceânica – barco contra barco – chega ao 11o ano e será disputada na Baía de Guanabara entre os dias 29 de novembro e 1 de dezembro no Iate Clube do Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro (RJ) – As emocionantes regatas entre apenas dois barcos retornam à Baia de Guanabara entre os dias 29 de novembro e 1 de dezembro para a edição de 2013 do Match Race Brasil. A organização vai convidar até oito clubes náuticos para competir em barcos da classe J-24, tripulados por quatro velejadores, mais um convidado. A premiação total será de 100 mil reais e estará em disputa o troféu de posse transitória Roger Wright.

A cobiçada taça está há dois anos nas mãos da Marinha do Brasil. Os aspirantes da Escola Naval conquistaram o bicampeonato em 2012 com uma tripulação comandada pelo jovem Henrique Haddad, 26 anos. A equipe do Veleiros do Sul, com o timoneiro Samuel Albrecht, ficou em segundo lugar e a família Grael, sob comando do filho de Torben, Marco, terminou na terceira posição representando o Rio Yacht Club.

Para que a adrenalina da competição barco contra barco seja vivenciada não apenas pelos velejadores, dois barcos Beneteau 40.7 disputam o ‘pro-am’, torneio paralelo que mescla os profissionais com os fãs da vela. Todas as regatas serão disputadas no formato ‘barla-sota’, com o percurso demarcado por duas boias nos rumos de contra-vento e vento em popa.

O Match Race – As regatas são rápidas, com duração máxima de 20 minutos e disputadas entre boias. No caso do Match Race Brasil, os veleiros escolhidos são do modelo J-24, classe dos Jogos Pan-Americanos, rigorosamente iguais. O que faz a diferença é o talento e o entrosamento das tripulações para superar os adversários. O time que larga melhor conquista vantagem estratégica, o que torna ainda mais emocionante o procedimento de largada.

A inspiração do Match Race veio do evento de vela mais tradicional do mundo, a America´s Cup, com mais de 150 anos de existência. Campeões olímpicos e mundiais como Torben Grael, Robert Scheidt, Eduardo Penido, Marcos Soares, Lars Grael, Bruno Prada, André ´Bochecha´ Fonseca, Joca Signorini, Horácio Carabelli, Fernanda Oliveira e Isabel Swan já passaram pelo Match Race Brasil, que é disputado anualmente desde 2003.

O Match Race Brasil 2013 tem o patrocínio de Volvo, Sportv, Lorenzetti e TIM. A promoção é da IMX, com apoios da Marinha do Brasil e do Iate Clube do Rio de Janeiro. O projeto foi viabilizado pela Lei Federal de Incentivo ao Esporte. A realização é da Federação de Vela do Estado do Rio de Janeiro.

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