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Posts com Tag ‘Mitsubishi Sailing Cup’

Vídeo: Samuca fala da participação do Crioula na Mit Sailing Cup

Disputas familiares apimentam a 3ª temporada da Mitsubishi Sailing Cup

Búzios (RJ) recebe a segunda etapa da competição a partir do dia 09 de agosto

Pais e mães. Irmãos e Irmãs. Primos e primas. Na Mitsubishi Sailing Cup, que realiza a segunda etapa da 3ª temporada entre os dias 09 e 12 de agosto, em Búzios (RJ), a disputa entre familiares é um capítulo a mais de emoção nas já competitivas regatas de veleiros monotipos.

O exemplo mais claro da rivalidade sadia entre pessoas do mesmo sangue pode ser encontrado na família Grael. De um lado, o medalhista olímpico Torben Grael comanda o veleiro da classe S40 Mitsubishi / Energisa e compete ao lado do irmão, Lars, e do filho, Marco. Do outro, Martine Grael, filha de Torben, lidera a tripulação 100% feminina do barco Pajero / Gol, e tem a bordo a mãe, Andrea.

“Correr contra meu irmão e meu pai, em termos de competição, é como correr contra qualquer outro velejador. Mas, claro, há aquela zoação quando um ganha do outro, tudo sempre muito saudável. Na primeira etapa, inclusive, nós ficamos a frente deles em algumas regatas”, lembra Martine, comandante do veleiro Pajero / Gol.

Outra disputa que, há anos, marca a rivalidade entre familiares é a dos irmãos Parada. Na etapa de Ilhabela da Mitsubishi Sailing Cup, por exemplo, a disputa entre Guillermo, comandante do veleiro chileno Pisco Sour e considerado o melhor velejador argentino nos anos de 1982, 1983, 1987 e 2012, e Mariano, tático do barco chileno Patagonia e hexacampeão mundial de vela, durou até a última regata da classe S40.

Em uma manobra ousada nos metros finais antes de cruzar a bóia, vitória de Mariano “Cole” Parada na geral. “A batalha entre eu e meu irmão vem de anos e é muito legal porque sempre estamos muito próximos em termos de pontuação. Mas é uma briga que fica só dentro do mar”, afirma o tático do Patagônia.

Do mesmo lado – A Mitsubishi Sailing Cup não é feita apenas de rivalidade entre familiares. Na classe C30, por exemplo, o entrosamento dos irmãos Alexandre e Roberto Paradeda mostrou-se como um ponto forte do veleiro TNT/Loyal, comandado por Marcelo Massa: foram sete vitórias em sete regatas.

“Temos um entrosamento natural. Nós velejamos juntos há muito tempo. Quando o Roberto começou na classe Optimist, eu que o treinei, já que temos oito anos de diferença, e hoje trabalhamos juntos. Então estamos muito acostumados a conviver e isso nos ajuda durante as regatas”, afirma Xandi Paradeda.

Quem também tem experiência de sobra são os irmãos Torben e Lars Grael. Juntos, os velejadores conquistaram diversos títulos na vela, como o bicampeonato brasileiro e o campeonato mundial da classe Snipe. “Ter o Lars comigo é sempre um grande acréscimo na tripulação, já que ele é um velejador de alto nível. Na primeira etapa, pela primeira vez, tivemos o Marco conosco, então foi uma experiência totalmente nova”, lembra Torben.

Além de pais, filhos e irmãos, existem ainda casais que velejam contra, como Cacau Swan, que veleja no Pajero, e Clínio de Freitas, do Carioca; casais que velejam juntos, como Kyra e Penido e André Mirsky, ambos do Carioca, e aqueles que velejam em classes separadas, como Renata Bellotti do Pajero e Juan de la Fuente, do HPE Ginga.

Da assessoria de imprensa

Táticos fazem a diferença na Mitsubishi Sailing Cup

Terceira temporada da competição conta com nomes como Vasco Vascotto, Mariano “Cole” Parada e Chris Larson

Muito mais do que força, a estratégia é fundamental para a conquista de bons resultados nos esportes a vela, principalmente em competições tão equilibradas como a Mitsubishi Sailing Cup. E é neste momento que entra o tático. O velejador responsável por essa função é, quase sempre, decisivo durante as regatas, já que é ele quem indica o que a tripulação deve fazer e qual o momento adequado para isso.

“A função do tático é definir as ações que o veleiro fará durante a regata. Além disso, somos responsáveis por coordenar o barco quanto à passagem em marcações na água e prestar atenção nos veleiros ao nosso redor”, explica norte-americano Chris Larson, tático do veleiro chileno Santanter.

Além do conhecimento necessário dos veleiros adversários, em competições como a Mitsubishi Sailing Cup, em que todas as embarcações são exatamente iguais (monotipos), a experiência em relação às condições da velejada, como direção do vento, rajada e maré, podem ser decisivas para ganhar posições.

“A função do tático é muito importante e, por isso, você tem que ter uma experiência muito grande para julgar da maneira correta não só onde os outros barcos estão indo, mas também se esse é o melhor caminho de acordo com os ventos. É um trabalho difícil”, afirma Vasco Vascotto, tático do veleiro Lancer Evo e 18 vezes campeão mundial de vela.

Escolha certeira – Na primeira etapa da Mitsubishi Sailing Cup, realizada no mês de julho, em Ilhabela (SP), um exemplo prático da importância do tático pode ser visto na definição do título da classe S40. A disputa entre os irmãos Mariano “Cole” Parada, do argentino Patagônia, e Guillermo Parada, do chileno Pisco Sour, foi decidida apenas na última regata.

As embarcações tiveram uma luta muito acirrada durante quase toda a regata barla-sota, mas, na metade da segunda perna, o veleiro argentino teve um problema e acabou caindo para a 12ª colocação, lugar que o faria perder o título. Nos últimos metros antes da linha de chegada, uma manobra bastante ousada da tripulação fez com que o barco ganhasse duas posições, conquistando o troféu da primeira etapa.

“Na última regata em Ilhabela, fizemos uma prova pensando na regra. No entanto, tivemos um problema com outro barco e o Pisco Sour conseguiu sair de nossa marcação. Nesse momento, eles ficaram muito perto de nos derrotar, mas conseguimos fazer uma manobra bem no final e recuperar as posições necessárias para ficar com o título”, lembra o tático do Patagonia e hexacampeão mundial de vela, Mariano “Cole” Parada. “Estamos agora na expectativa para a etapa final, em Búzios”, completa.

Da assessoria

Meninas do Pajero/Gol disputam a segunda etapa da Mitsubishi Sailing Cup

A força das mulheres na vela está crescendo cada vez mais e uma prova clara disso pode ser vista na terceira temporada da Mitsubishi Sailing Cup. Pela primeira vez na competição, um barco 100% feminino, o Pajero/Gol, fez parte da flotilha da classe S40. Filha de Torben Grael, a timoneira Martine fez sua estreia no comando de barcos maiores durante a primeira etapa da Mitsubishi Sailing Cup, em Ilhabela (SP). Para a velejadora, as meninas do Pajero/Gol surpreenderam os homens. “Os rapazes, normalmente, esperam que as mulheres não saibam nem passar uma cabo na catraca. Mas todas as meninas do veleiro estão em um nível muito bom, em sintonia e aprendendo muito com barcos maiores”, explica.

“É importante termos um barco só feminino, porque as mulheres têm total capacidade de conduzir os veleiros S40. Nós pegamos mais de 23 nós de vento e demos conta do barco, que é difícil. Nós acertamos bastante nas largadas e no contra-vento e até demos um calor nos homens. Então, estamos muito felizes”, afirma Isabel Swan, que entrou para a história ao garantir a medalha de bronze da classe 470 nos Jogos Olímpicos de Pequim, resultado inédito entre as mulheres brasileiras.

Estrutura – Isabel Swan é uma das mais vitoriosas velejadoras do veleiro Pajero/Gol. Experiente, a trimmer vê uma grande evolução na vela feminina, principalmente após a criação da classe olímpica de Match Race. Isabel destaca que a estrutura de barcos e técnicos melhorou muito nos últimos anos e isso fez com que as meninas chegassem a grandes competições, como a Mitsubishi Sailing Cup, muito mais preparadas.

“Com melhores condições, as meninas subiram de nível por experimentarem uma campanha olímpica e isso reflete muito no andamento do barco. Quando nós entramos em barcos como os S40, temos mais confiança por ter mais espaço para treinar. Vejo que a geração que está vindo do Brasil é forte e talentosa”, exalta a medalhista olímpica.

Uma das meninas que disputa a Mit se prepara para uma campanha visando os Jogos Olímpicos no Rio de Janeiro, em 2016, é Kyra Penido, navegadora do Carioca.  A velejadora tentará uma vaga ao lado marido, André Mirsky. “Eu acho que as mulheres têm o mesmo potencial que os homens. Às vezes, falta um pouco de força, mas temos muita confiança. Acredito que, se novos espaços se abrirem para as mulheres, sempre haverá meninas querendo velejar”, afirma.

O evento – A Mitsubishi Sailing Cup é uma competição para veleiros monotipos de oceano que chega à 3ª temporada em 2012. Primeiro campeonato exclusivo para barcos deste tipo no Brasil, a competição coloca a prova, nos litorais de Ilhabela (SP) e Búzios (RJ), os mais modernos barcos de regata do mundo: S40, C30 e HPE25.

Mais uma vez, a competição promete grandes disputas. Isso porque a Mitsubishi Sailing Cup contará com grandes nomes da vela mundial, como os irmãos Torben e Lars Grael, Guillermo Parada, Mariano “Cole” Parada, Vasco Vascotto e Eduardo de Souza Ramos.

As inscrições para a segunda etapa da Mitsubishi Sailing Cup, entre os dias 09 e 12 de agosto, em Búzios (RJ), já estão abertas no sitewww.mitsubishisailingcup.com.br.

Para acompanhar de perto a Mitsubishi Sailing Cup, os resultados da primeira etapa e saber todas as novidades das regatas, acesse o Twitter (www.twitter.com/mitsailingcup) e também o Facebook (www.facebook.com/MundoMit).

Da assessoria

Parada dura na ilha: irmãos Cole, no Patagonia, e Guille, no Pisco Sour, nos degraus mais altos do pódio.

E os patagões do barco azul, sofreram na última regata, mas foram recompensados ao final e puderam comemorar a vitória portenha na Ilha mais que bela.

A última regata da primeira etapa da Mitsubishi Sailing Cup foi, sem dúvida, a mais emocionante da temporada até agora. A batalha, na classe S40, entre os irmãos Mariano “Cole” Parada, do argentino Patagonia, e Guillermo “Guille” Parada, do chileno Pisco Sour, durou até os metros finais da regata na Ponta das Canas, em Ilhabela.

Sob o céu azul da cidade litorânea, que no domingo contou com ventos vindo do leste, entre 9 e 12 nós, o Patagonia e o Pisco Sour tiveram uma luta muito acirrada durante quase toda a regata barla-sota de quatro pernas, a prova final da Mit Sail Cup 2012. Na metade da segunda perna, no entanto, o veleiro argentino teve um problema e acabou caindo para a 12ª colocação, lugar que o faria perder o título. Nos últimos metros antes da linha de chegada, uma manobra bastante ousada da tripulação fez com que o barco ganhasse duas posições, conquistando assim o título com 24 pontos perdidos, apenas um a menos que o Pisco Sour, que terminou com 25 pontos perdidos.

“Fizemos uma prova pensando na tabela. No entanto, tivemos um problema com outro barco e o Pisco Sour conseguiu sair da nossa marcação. Nesse momento, eles ficaram muito perto de nos derrotar, mas, por sorte, conseguimos recuperar. Estamos muito felizes e é muito importante para nós conseguir essa vitória já que estamos trabalhando há muito tempo juntos”, exaltou o tático do Patagonia e hexacampeão mundial de vela, Mariano “Cole” Parada. Já Norberto Alvarez Vitale, o dono do barco e um dos criadores e incentivadores da classe S40, só pode comemorar por satélite, já que compromissos profissionais o prenderam na Argentina.

Segundo colocado na classificação Geral, o comandante do Pisco Sour, Guille Parada, conta que, apesar de não terem conseguido a vitória, o resultado ainda os mantém na primeira colocação do Campeonato Sul-americano de Soto 40, circuito do qual a Mitsubishi Sailing Cup faz parte. “Foi uma ótima briga com o Patagonia. Mantivemos um ritmo muito bom durante toda a regata, mas, no final, faltou um pouco de velocidade no segundo barla-vento para conseguirmos ultrapassar o Movistar e o Mitsubishi Motors. Mesmo assim, dou meus parabéns a eles e fico feliz porque o nosso resultado nos mantém líderes do Campeonato Sul-Americano”, lembra Guillermo.

No entanto, no domingão final da parada, o grande destaque da regata foi o Lancer Evo, que, seguindo a cartilha do lestão nas Canas, queimou a direita, foi no rumo da ilha e liderou durante as quatro pernas da disputa. “A vitória na regata de hoje foi o resultado do conhecimento e da experiência da nossa equipe em competições. Na largada, escolhemos uma estratégia diferente, velejando em direção à costa de Ilhabela, ao invés de irmos para a esquerda, já que acreditamos que o vento seria mais favorável. Ficamos felizes com o resultado”, contou Eduardo de Souza Ramos, comandante do veleiro e idealizador da Mitsubishi Sailing Cup.

Com os resultados do último dia, considerando um descarte, o argentino Patagonia completou as 8 regatas com 24 pontos perdidos, um a menos que o chileno Pisco Sour, com 25 pontos perdidos. Já o espanhol Iberdrola, que marcou a volta de um time (e não um veleiro, já que o barco usado foi o antigo Ogum de Zeca Revoredo) europeu em competições nacionais após mais de duas décadas, ficou em terceiro, com 32 pontos perdidos. “A Mitsubishi Sailing Cup foi ótima. Conhecemos o circuito pela tradição que o mesmo tem e que foi levada pelos vários velejadores internacionais que correm aqui e também na Europa. O nível da prova é altíssimo”, disse José María Torcida, comandante do veleiro espanhol.

Melhor brasileiro na Mitsubishi Sailing Cup, o Crioula conseguiu um ótimo segundo lugar na regata deste domingo e somou 36 pontos perdidos no geral. “Estar entre os cinco primeiros nesse nível de competição é muito bom. Nós ainda estamos oscilando entre bons e maus resultados e nosso objetivo é ter uma boa média. Agora, treinaremos e velejaremos mais para estar mais atentos e preparados para a segunda etapa em Búzios”, explicou Samuca Albrecht, comandante do veleiro brasileiro.

Já os irmãos Grael, Torben e Lars, que correram no Mitsubishi Energisa, ficaram em penúltimo, à frente apenas da tripula feminina comandada pela filha/sobrinha Martine Grael que fechou a súmula, mas velejou muito bem, mostrando o potencial do “Girl Power” também na S40. Torben que  teve  um susto na noite de sexta-feira, quando seu filho e tripulante Marco foi internado no hospital, passando mal com suspeita de Dengue, estava conformado com o mau desempenho. “Mudamos muitos membros da tripulação e erramos muito nas largadas e em alguma manobras, mas é parte do jogo. O Lars nunca tinha timoneado um S40 e demora um pouco para pegar a mão do barco também. Com o Marco fora, as coisas ficaram ainda mais difíceis. Mas até Búzios teremos tempo de acertar melhor o barco, que não estava andando, e a tripulação. Neste nível de competição, todos os detalhes fazem uma enorme diferença”, disse o maior medalhista olímpico do esporte nacional.

Classe C30 – Na classe C30, o veleiro Loyal dominou toda a Mitsubishi Sailing Cup, vencendo as sete regatas disputadas. Contando com uma equipe bastante experiente comandada por Marcelo Massa, o veleiro terminou a competição com apenas 6 pontos perdidos. A segunda colocação ficou com o Barracuda, de Humberto Diniz, com 14 pontos, seguido pelo Kaikias, de Tarcisio Mattos, com 16 pontos perdidos. “É bom começar ganhando. Foi nossa primeira vez na Mitsubishi Sailing Cup e apenas a segunda velejando com o barco C30. Mas ainda temos muito o que melhorar e conhecer no barco. O que fez a diferença foi nossa experiência de longo prazo como tripulação. Estamos animados para a segunda etapa”, afirma o comandante Marcelo Massa, que viu seu barco sobrar na Ilhabela.

Os veleiros monotipo C30 foram as grandes novidades da terceira temporada da Mitsubishi Sailing Cup. Para o presidente da classe, Tarcísio Mattos, participar das provas foi uma ótima forma de incentivar o crescimento dos C30. “Foi uma maravilha participar da competição. Sem dúvida foi a melhor oportunidade que nós tivemos, principalmente para conhecer melhor os barcos. Foi uma vitrine para a classe. A tendência, a partir de agora, é crescer. Esperamos contar com seis ou sete veleiros em Búzios, na segunda etapa”, conta Tarcísio, que também é comandante do Kaikias.

Classe HPE 25 – Na classe HPE 25, um duelo mais do que parelho marcou a primeira etapa da Mitsubishi Sailing Cup. Em seis regatas disputadas, os Atik, comandado por Henrique “Gigante” Haddad, e o Relaxa Next, de Roberto Albernaz, que contou com nossa estrela maior Maurício Santa Cruz no timão, somou exatamente os mesmos pontos, com os mesmo números de conquistas: três vitórias, dois segundos lugares e um terceiro lugar.

No desempate, o Atik ficou na frente por ter conseguido uma melhor colocação na última regata. “Competir na HPE foi muito divertido. A classe é muito animada e vencer, para nós, foi uma grande satisfação, já que nós não sabíamos se iriamos andar entre os primeiros, já que andamos juntos em um HPE pela primeira vez dois dias antes da Mitsubishi Sailing Cup. Com certeza estaremos em Búzios”, falou Gigante Haddad, vice campeão mundial de Match Race.

Apesar da segunda colocação, Roberto Albernaz comemorou o resultado. “Nós andamos exatamente igual o campeonato inteiro, então isso é um motivo de orgulho muito grande para nós, porque eles têm uma equipe com velejadores muito mais treinados e experientes que nós. Foi mais do que positivo”, exalta o comandante.

Ao final de seis regatas, com um descarte, o Atik fechou a Mitsubishi Sailing Cup com sete pontos perdidos, mesma pontuação do Relaxa Next. A terceira posição ficou com o Repeteco I, de Fernando Haaland, com 18 pontos perdidos, seguido pelo Ginga, de Breno Chvaicer, com 23 pontos perdidos. A Mitsubishi Sailing Cup veleja até Búzios para a segunda etapa do evento entre os dias 09 e 12 de agosto, onde as classes S40, C30 e HPE 25 voltam às raias para a decisão da temporada 2012.

Classe S40
1. Patagonia (ARG) – 24 Pontos Perdidos
2. Pisco Sour (CHI) – 25 pp
3. Iberdrola (ESP) – 32 pp
4. Crioula (BRA) – 36 pp
5. Mitsubishi Motors (CHI) – 36 pp
6. Lancer Evo (BRA) – 37 pp
7. Movistar (CHI) – 42 pp
8. Claro (CHI) – 45 pp
9. Carioca (BRA) – 47 pp
10. Santander (CHI) – 50 pp
11. Entel (CHI) – 53 pp
12. Mitsubishi / Energisa (BRA) – 62 pp
13. Pajero / Gol – 89 pp

Classe C30
1. Loyal (BRA) – 7 Pontos Perdidos
2. Barracuda (BRA) – 14 pp
3. Kaikias (BRA) – 16 pp

HPE 25
1. Atik (BRA) – 7 Pontos Perdidos
2. Relaxa Next (BRA) – 7 pp
3. Repeteco I (BRA) – 18 pp
4. Ginga (BRA) – 23 pp
5. Bixiga (BRA) – 25 pp
6. Fit to Fly (BRA) – 25 pp
7. Ser Glass Eternity (BRA) – 40 pp
8. Corum (BRA) – 42 pp
9. Takra (BRA) – 42 pp
10. Safo 1 (BRA) – 53 pp
11. Iansa (BRA) – 54 pp
12. Vesper III (BRA) – 56 pp
13 Ser Glass 10 Anos (BRA) – 61 pp
14. BSS (BRA) – 61 pp
15. Zoom (BRA) – 71 pp
16. Rex (BRA) – 75 pp
17. Atrevido (BRA) – 77 pp
18. Laranja (BRA) – 84 pp
19. Twister (BRA) – 85 pp
20. Xereta (BRA) – 88 pp
21. Aventura (BRA) – 110 pp

Classificação do Campeonato Sul-americano de Soto 40
1. Pisco Sour (CHI) – 67 Pontos Perdidos
2. Lancer Evo (BRA) – 104 pp
3. Patagonia (ARG) – 105 pp
4. Claro (CHI) – 111 pp
5. Movistar (CHI) – 122 pp
6. Crioula (BRA) – 126 pp
7. Mitsubishi Motors (CHI) – 129 pp
8. Entel (CHI) – 137 pp
9. Santander (CHI) – 143 pp
10. BCI (CHI) – 192 pp
11. I-ZOD (CHI) – 195 pp
12. VTR (CHI) – 200 pp
13. Iberdrola (ESP) – 228 pp
14. Carioca (BRA) – 243 pp
15. Mitsubishi / Energisa (BRA) – 258 pp
16. Pajero / Gol – 285 pp

Mitsubishi Sailing Cup reúne velejadores premiados em busca de mais uma grande conquista

Competição começa nesta quinta, em Ilhabela (SP), com competidores que somam centenas de medalhas

Torben Grael, 69. Lars Grael, 27. Samuel Albrecht, 8. Mariano Parada, 27. Aureliano Negrín, 18. Vasco Vascotto, 52. Roberto Luiz Martins, 14. Maciel Cicchetti, 7. Eduardo de Souza Ramos, 27. Idades? De maneira nenhuma. Esses são os números de medalhas conquistadas por alguns dos participantes da terceira edição da Mitsubishi Sailing Cup, que começa nesta quinta (21), em Ilhabela (SP).

Apenas na classe S40, considerada a Fórmula 1 da vela de oceano, são mais de 350 medalhas conquistadas entre os velejadores. “Tenho a sorte de poder competir em uma prova como a Mitsubishi Sailing Cup, que tem atletas com inúmeros títulos. Isso confirma que a flotilha do evento é única no mundo, com qualidades que poucos chegam perto”, afirma Mariano Parada, hexacampeão mundial de vela e tático do veleiro argentino Patagônia.

Maior medalhista olímpico brasileiro, Torben Grael será um dos destaques da Mitsubishi Sailing Cup 2012. Vencedor do prêmio ISAF de Velejador do Ano de 2009 após conquistar a Regata Volta ao Mundo, Torben espera levar para casa mais um título para sua extensa coleção, que inclui duas medalhas de ouro, uma de prata e duas de bronze das Olimpíadas.

“O crescente número de barcos na competição mostra a força do evento no cenário da vela mundial. Se avaliarmos a qualidade das equipes participantes e seus velejadores de ponta, veremos o quanto ela é importante. Para este ano, tentaremos manter o alto nível das duas últimas edições”, explica o comandante do veleiro Mitsubishi / Energisa.

Em 2012, Torben terá ao seu lado o irmão, Lars, detentor de duas medalhas de bronze nas Olimpíadas, octacampeão Sul-americano de Tornado e campeão mundial de Snipe. A dupla voltou a correr junto em 2011 e, na Mitsubishi Sailing Cup, terá ainda Marco Grael no barco.

“Ao lado do Torben, fui bicampeão brasileiro e campeão mundial da classe Snipe. Este ano, voltamos a competir no Mini-Circuito Rio de Vela Oceânica e agora estaremos juntos na Mitsubishi Sailing Cup no veleiro Mitsubishi / Energisa. Será uma grande emoção”, exalta.

Destaques – Na terceira temporada da Mitsubishi Sailing Cup, dois barcos serão destaques nas raias de Ilhabela e Búzios. O primeiro será o veleiro espanhol Iberdrola, campeão da MedCup 2011 na classe Soto 40. A tripulação cruzará o Oceano Atlântico para competir com alguns dos maiores velejadores do mundo em uma das competições mais importantes, atualmente, na vela oceânica mundial.

“Faz quase duas décadas que um barco europeu não viaja até o Brasil para uma grande competição e, por isso, estaremos ainda mais determinados para a disputa. Nosso objetivo é sempre a vitória, mas temos consciência que enfrentaremos a melhor frota de Soto 40 do mundo”, explica Augustin Zulueta, diretor da equipe.

O segundo destaque da Mitsubishi Sailing Cup será a presença de um barco 100% feminino, comandado por Martine Grael, filha de Torben. O veleiro Pajero/Gol promete brigar de igual para igual com os homens e, para isso, contará ainda com Isabel Swan, que entrou para a história ao garantir a medalha de bronze da classe 470 nos Jogos Olímpicos de Pequim, resultado inédito entre as mulheres brasileiras.

“Vejo que é muito importante a presença de um barco apenas com mulheres, já que isso mostra o crescimento e profissionalização da vela feminina no nosso país. Atualmente, temos muito mais mulheres brasileiras participando de grandes eventos e campanhas olímpicas. Sem dúvida, a Mitsubishi Sailing Cup será um desafio para nós”, afirma Isabel.

Da assessoria de imprensa

Mitsubishi Sailing Cup terá duas novas premiações na temporada 2012

Troféu Destaque da Etapa e Troféu Tripulação Mais Elegante do Circuito aumentam a premiação deste ano

Velejadores premiados, regatas de alto nível, os mais modernos veleiros do mundo e dois belíssimos locais no litoral brasileiro. Na Mitsubishi Sailing Cup 2012, características exclusivas fazem da competição uma das maiores e mais atraentes de toda a América do Sul. Seguindo a tradição de ser única, o circuito terá duas novas premiações em sua terceira temporada.

Um dos prêmios será o Troféu Tripulação Mais Elegante do Circuito, entregue na etapa final de Búzios para a equipe eleita a mais elegante do campeonato. A escolha será feita por uma comissão composta por cinco pessoas.

A segunda novidade para 2012 será o Troféu Destaque da Etapa. Em cada uma das duas etapas, em Ilhabela e Búzios, o veleiro que mais se sobressair entre as três classes do evento, considerando a performance no geral das regatas, ganhará o troféu.

“O vencedor deste prêmio não será, necessariamente, o campeão da etapa. Levaremos em consideração todo o desempenho ao longo das regatas, podendo ganhar o troféu o barco que, por exemplo, fez a melhor prova de recuperação ao longo do evento”, explica Corinna Souza Ramos, diretora de Projetos Especiais da Mitsubishi.

Outras premiações
Na temporada 2012, a 3ª edição da Mitsubishi Sailing Cup manterá os já tradicionais e exclusivos prêmios. Os tripulantes dos cinco primeiros veleiros das classes S40 e HPE 25, na etapa e no geral, recebem medalhas e o capitão ganhará um troféu. Já na classe C30, os tripulantes dos três primeiros barcos, na etapa e no geral, recebem medalhas, e o capitão ganhará um troféu.

Da assessoria de imprensa

“Olhos do mar”, umpires ditam as regras das regatas na Mitsubishi Sailing Cup

Terceira temporada da competição contará com dez juízes de três países diferentes

Na Mitsubishi Sailing Cup, características únicas fazem do circuito um dos mais competitivos e atraentes da vela de oceano sul-americana. Diferente de outras competições nacionais, A Mitusbishi Sailing Cup trouxe ao país, em 2010, um modelo de arbitragem que deixa as disputas ainda mais interessantes para quem assiste e veleja: o de umpires, juízes que atuam dentro da água verificando o cumprimento das normas.

Diferente das tradicionais competições com sistema de rating, os umpires julgam os protestos em tempo real, evitando assim a demora na divulgação dos resultados. “O diferencial dessa forma de regata com umpire na água é o que começa no mar, termina no mar. Não há situações de esperar chegar em terra para fazer apelação. Ao sair da água, já se sabe quem é o campeão”, explica Carlos Sodré, árbitro geral do evento.

Na 3ª temporada da maior competição de veleiros monotipos da América do Sul, serão dez os responsáveis por manter a ordem espalhados pela água, brasileiros, argentinos e chilenos, todos com ampla experiência internacional, incluindo três com participações em Jogos Olímpicos.

“Trazer juízes de alto nível tem tudo a ver com a Mitsubishi Sailing Cup, já que é nessa competição que se encontram alguns dos melhores velejadores do mundo. Este ano, teremos árbitros de vários países e, no caso do Brasil, do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre”, conta Sodré, que também é juiz internacional de regatas.

Velejadores – Contando com grandes nomes da vela mundial, como Torben Grael, Lars Grael, Samuel Albrecht, Guillermo Parada, Mariano Parada, Francisco Bruni, Vasco Vascotto e Eduardo de Souza Ramos, além do veleiro espanhol campeão da Med Cup 2011 na classe S40, Iberdrola, a Mitsubishi Sailing Cup mais uma vez promete disputas acirradas.

Segundo Samuel Albrecht, comandante do veleiro brasileiro Crioula, contar com umpires internacionais na prova é fundamental para manter a ordem em uma competição de tão alto nível. “Eu acho muito interessante essa forma com umpires na água, porque resolve-se tudo no mar. Como na Mitsubishi Sailing Cup eles estão em bom número e são de qualidade, tem tudo para ser ótimo para os competidores”, afirma o tricampeão brasileiro de Oceano.

Da assessoria

Mitsubishi Sailing Cup: Torben, Lars e Marco Grael irão conduzir o veleiro Mitsubishi / Energisa

Multicampeões trarão toda sua experiência para os litorais de Ilhabela (SP) e Búzios (RJ)

No comando, o maior medalhista olímpico da vela mundial, vencedor da Volvo Ocean Race e do prêmio ISAF de Velejador do Ano de 2009. No Leme, um campeão Mundial de Snipe, octacampeão Sul-americano de Tornado e duas vezes medalha de bronze nas Olimpíadas. Na vela grande, um jovem em ascensão, campeão Sul-americano e tricampeão brasileiro de 49er. É com uma tripulação neste nível que o Mitsubishi / Energisa velejará na Mitsubishi Sailing Cup, com Torben, Lars e Marco Grael a bordo.

“Eu e o Torben voltamos este ano a velejar juntos e vencemos o Mini-Circuito Rio de Vela Oceânica. Agora, teremos um desafio pela frente na Mitsubishi Sailing Cup com o Mitsubishi / Energisa. Desta vez, o meu sobrinho Marco estará conosco, ávido para obter reconhecimento de como é bom velejador. Será uma grande emoção velejar na Mitsubishi Sailing Cup”, afirma Lars Grael, detentor das medalhas de bronze das Olimpíadas de Seul (1988) e Atlanta (1996).

Juntos, Torben e Lars conquistaram diversos títulos na vela, com destaque para o bicampeonato brasileiro e para o campeonato mundial da classe Snipe. Agora, ao lado de Marco, a dupla quer brigar de igual para igual com barcos brasileiros, argentinos, chilenos e espanhol.

“As regatas de altíssimo nível e a grande participação de barcos na Mitsubishi Cup, incluindo veleiros internacionais, têm importância fundamental na história da vela oceânica brasileira. A competição dá oportunidade a novos tripulantes de se confrontarem com velejadores de todos os continentes e contribui para o fortalecimento do esporte nacional como um todo. Mais que isso, ela abre espaço para barcos fabricados no Brasil, já que duas das três embarcações são daqui”, exalta Torben.

Estratégia
Em sua terceira temporada, a Mitsubishi Sailing Cup colocará frente a frente, mais uma vez, alguns dos melhores velejadores do mundo. Nos super-rápidos veleiros S40, por exemplo, destaque para a tripulação espanhola do Iberdrola, campeã da MedCup 2011. Na classe que é considerada a Fórmula 1 da vela, Lars acredita que as equipes que conseguirem traçar as melhores estratégias irão destacar-se nas regatas.

“O crescimento da classe Soto 40, apoiada pela Mitsubishi Sailing Cup, mostra a altíssima competitividade das classes monotipos. A briga pelas primeiras colocações será intensa e triunfará quem tiver maior consistência e equilíbrio”, afirma o pentacampeão Sul-americano de Tornado.

Classe S40 reúne alguns dos melhores velejadores do mundo na Mitsubishi Sailing Cup 2012

Terceira temporada colocará frente a frente campeões como Torben Grael, Lars Grael, Guillermo Parada, Mariano Parada, Vasco Vascotto e Eduardo de Souza Ramos

Comandados por alguns dos melhores velejadores do mundo, os S40 irão proporcionar grandes disputas na terceira temporada da Mitsubishi Sailing Cup. Nomes como Torben Grael, Lars Grael, Samuel Albrecht, Guillermo Parada, Mariano Parada, Javier Conte, Francisco Bruni, Vasco Vascotto, Dag Von Appen, Maciel Cicchetti e Eduardo de Souza Ramos prometem agitar os litorais de Ilhabela (SP) e Búzios (RJ) nos meses de junho e agosto.

“Para nós, competidores, é um incentivo extra saber que quando conseguimos bons resultados, quer dizer que tivemos realmente um bom desempenho, já que o nível dos outros velejadores é muito alto. Pensando como equipe, é uma oportunidade de aprender com a experiência de renomados velejadores, tentando assim melhorar a cada dia”, afirma Guillermo Parada, comandante do barco chileno Pisco Sour e considerado o melhor velejador argentino nos anos de 1982, 1983, 1987 e 2010.

Para intensificar ainda mais as regatas da classe considerada a Fórmula 1 da vela, tanto pela velocidade quanto pela modernidade, a Mitsubishi Sailing Cup será válida pela 3ª e 4ª etapas do Campeonato Sul-Americano da Classe S40, competição organizada por Iates Clubes do Brasil, Chile e Argentina.

“As expectativas são grandes. Se considerarmos o nível das últimas duas edições da Mitsubishi Sailing Cup, em relação aos participantes e à organização, e também o fato da prova fazer parte do circuito sul-americano, podemos esperar duelos muito competitivos”, exalta Mariano ‘Cole’ Parada, tático do barco argentino Patagônia e seis vezes campeão mundial de vela.

Brasileiros – Detentor de 5 medalhas olímpicas e considerado o melhor velejador do mundo em 2009 após a conquista da maior regata volta ao mundo, Torben Grael foi o tático da embarcação que ficou na 2ª colocação da classe S40 em 2011. Em 2012, a bordo do veleiro Mitsubishi / Energisa, o velejador espera chegar ainda mais alto no pódio.

“Ano passado tivemos problemas nas primeiras etapas e depois no final fomos muito bem, ganhando a última etapa com folga. Nossa intenção é tentar manter o alto nível e, quem sabe, melhorar ainda mais”, explica Grael, medalha de ouro nas Olimpíadas de Atenas 2004 e Atlanta 1996.

Samuel Albrecht, tricampeão brasileiro de oceano, comandará o Crioula. Com apenas um novo integrante em sua tripulação, o velejador espera usar toda a experiência adquirida nos dois últimos anos para disputar as primeiras colocações na Mitsubishi Sailing Cup 2012.

“As expectativas são boas. Todos estão treinando muito. A tripulação será praticamente a mesma do ano passado, apenas com um integrante novo, que é um navegador italiano que nos ajudou muito nas etapas do Chile do Sul-americano. Por estar com a mesma equipe, o entrosamento será nosso ponto forte”, exalta Albrecht.

Da assessoria de imprensa

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