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Posts com Tag ‘Mundial da Isaf’

Velejadoras da Guatemala e ilhas Cook querem ser as primeiras participantes dos Jogos Olímpicos

As velejadoras Andrea Aldana e Helema Williams querem ser motivo de orgulho para suas nações. As duas, da Guatemala e das ilhas Cook, participam do Mundial da Isaf, em Perth, na busca da primeira vaga olímpica da vela feminina de seus países, ambas na Laser Radial. Para Aldana, a vela apareceu em sua vida por causa de um anuncio de uma escola em um jornal, há seis anos atrás. “Não há muitas pessoas velejando na Guatemala hoje, mas a federação nos apóia muito”, diz ela. Hoje a velejadora faz parte de um programa da Isaf que visa aumentar o número de velejadores em países emergentes. Esta é a segunda vez que a Guatemala manda atletas para o Mundial da Isaf. A primeira participação foi em Cascais, em 2007.

Mais quatro classes iniciam campanha para vagas olímpicas na vela n Austrália

Mundial de Perth dará 75% das vagas nos Jogos de 2012. Brasil terá estreia de mais 13 velejadores na raia australiana

Meninas do Match Race foram as primeiras a estrear em Perth

As regatas desta segunda-feira (5) marcam a estreia de mais 13 velejadores brasileiros em quatro classes no Mundial de Vela de Perth (ISAF Sailing World Championships), na Austrália. A competição, que dará 75% das vagas para a Olimpíada de 2012, tem 32 atletas brasileiros.

Na RS:X, o Brasil será representado pela campeã pan-americana Patrícia Freitas e por Carmem Rosas e Bruna Martinelli. “Meus resultados em 2011 são bons e provaram que estou pronta para alcançar a medal race na Olimpíada de Londres. Mas primeiro temos que conseguir a vaga do País em Perth”, afirma Patrícia Freitas, que tentará voltar aos Jogos depois da estreia em Pequim-2008.

Na Laser Radial, as escolhidas para correr o Mundial da Austrália foram Adriana Kostiw, Odile Ginaid e Patrícia Gatti. Na Finn, apenas Jorge Zarif está na lista de velejadores brasileiros na categoria.

O jovem passou por um trabalho para ganhar mais massa muscular. Com 1m92, o paulista está na casa dos 100 quilos, ideal para as características do barco. “Eu tive que comer mais, fazer musculação e tomar suplemento. Tudo com acompanhamento médico. Esse ganho é necessário para melhorar meu desempenho na Finn”, destaca Jorge Zarif.

Outra classe que estreia no Mundial de Perth é a 470 masculina. De olho na vaga para Londres-2012, as três duplas usam barcos novos para competir de igual para igual com os europeus, que são os mais fortes e técnicos da categoria.

A dupla titular da Equipe Brasileira de Vela é Fábio Pillar e Gustavo Thiesen. Outras duas parcerias somam forças: Carlos Henrique Wanderley e Marco Brancher e Henrique Haddad e Nicolas Castro.

“Vamos dar o máximo e tentar essa vaga para o País na Olimpíada. As condições são boas, principalmente do barco novo, que está afinado. Conseguimos uma ótima regulagem e por isso a sensação é a melhor possível. Agora é foco e concentração”, conta Fábio Pillar.

O velejador gaúcho só perde o foco com as moscas na quente Perth, que atingiu neste domingo mais de 40 graus. “Com a volta do calor e o vento mais fraco, as moscas voltaram. São tradicionais aqui na Austrália e muito inconvenientes. Questão de costume”, finaliza.

Faltou vento no domingo – O segundo dia do Mundial de Vela de Perth teve ventos atípicos para a região, mas prosseguiu com as regatas do Match Race Feminino. A tripulação brasileira de Juliana Senfft, Renata Decnop e Luciana Kopschitz fez sua estreia no Grupo B com 100% de aproveitamento vencendo o único match que disputou neste domingo contra a equipe do Peru.

As 14 tripulações de três velejadoras dGrupo B que competem nos barcos da classe Elliott 6M lutaram muito para velejar neste domingo e muitas acabaram frustradas com os ventos fracos que prevaleceram ao longo do dia, contrariando a previsão de que a famosa brisa marítima típica da localidade sopraria à tarde.

O Fremantle Doctor, como é conhecido o vento comum na região nesta época do ano, não apareceu e apenas alguns poucos matches puderam ser corridos na raia de Inner Harbour, a menor e mais complicada do campeonato, em pleno porto comercial com apenas 400 metros de largura.

De toda forma, a modalidade de match race usa justamente este tipo de dificuldade para tornar as regatas ainda mais competitivas e interessantes. Para as brasileiras, que aqui tem duas equipes lutando pela vaga olímpica, as condições não assustam.

Juliana Senfft, filha do medalhista de prata em Los Angeles 1984, Ronaldo Sennft, comandante da equipe brasileira, achou que apesar dos adiamentos e da ansiedade, a estreia foi boa. “Nós velejamos bem e já no primeiro contravento abrimos uma boa vantagem sobre as peruanas. Pena que depois o vento caiu muito e não pudemos voltar para a água. Estava muito rondado e fraco e foi bem complicado realizar as regatas. Pelo menos já temos um ponto na tabela e este é o primeiro passo”, afirma.

Da ZDL de Comunicação, com Murillo Novaes

Vídeo: Mundial da Isaf, primeiro dia de regatas do Match Race

Equipe brasileira de Vela estreia na seletiva olímpica na Austrália

Velejadores do País disputam Mundial de Perth, a partir deste sábado, de olho nas vagas para Londres-2012

A equipe brasileira de vela olímpica já está em Perth, na Austrália, para o Campeonato Mundial de todas as classes (ISAF Sailing World Championships) que começa neste sábado (3), com as regatas de Match Race Feminino. Serão 32 representantes tentando garantir 75% das vagas para o País nos Jogos Olímpicos de 2012. O evento será disputado com temperatura elevada e ventos de médio para forte.

Mais uma vez, assim como no evento-teste em Weymouth (Inglaterra) e nos Jogos Pan-Americanos de Guadalajara, os velejadores terão uma estrutura completa para fazer a diferença nas águas da Oceania. A CBVM – Confederação Brasileira de Vela e Motor – levou um time multidisciplinar para a Austrália.

“Utilizamos a mesma estratégia que deu certo nos eventos passados e oferecemos as melhores condições para a modalidade. Nosso objetivo é manter o nível técnico da vela brasileira, que é referência no mundo”, revela o superintendente da CBVM, Ricardo Baggio.

O principal nome em Perth é a dupla Robert Scheidt e Bruno Prada, da classe Star. Os dois conquistaram os principais eventos do ano, inclusive o evento-teste, em agosto, na raia olímpica da Inglaterra, sem a necessidade de correr a regata da medalha.

“Fizemos alguns eventos internacionais em 2009 e 2010, mas este ano decidimos nos concentrar totalmente na campanha olímpica”, afirma Robert Scheidt. Das 12 competições que disputaram em 2011, os medalhistas olímpicos venceram 10, sete delas por antecipação.

Outros velejadores como Ricardo Winicki (RS:X), Patrícia Freitas (RS:X), Fernanda Oliveira/Ana Barbachan e Martine Grael/Isabel Swan(470) e Jorge Zarif (Finn) têm resultados expressivos em 2011 e chances reais de conquistar a vaga.

O match race feminino tem duas equipes para as disputas barco contra barco entre as nações. Juliana Senfft / Fernanda Decnop / Luciana Kopschitz e Renata Decnop / Gabriela Nicolino / Larissa Juk tentarão uma das vagas. Caso não consigam, as meninas terão outra chance em fevereiro de 2012, nos Estados Unidos.

A tendência de ventos na competição, segundo a meteorologia, é de médio para forte, o que anima a maioria dos velejadores nacionais.

“O ritmo de treinos e trabalhos na água é forte. Quem não decepciona é o vento. Isso torna as velejadas muito divertidas e competitivas. O barco está respondendo muito bem aos ajustes e estamos contentes com a velocidade. Seguiremos nesse ritmo de treinos para não perder a mão”, conta Fábio Pillar, que faz parceira com Gustavo Thiesen na 470.

Veja os representantes brasileiros em Perth por classe:

Classe Star
Robert Scheidt / Bruno Prada

Classe Finn
Jorge Zarif

Classe 49er
André Fonseca / Marco Grael

Classe 470 M
Fábio Pillar / Gustavo Thiesen
Carlos Henrique Wanderley / Marco Brancher
Henrique Haddad / Nicolas Ilg Castro

Classe 470 F
Fernanda Oliveira / Ana Luiza Barbachan
Martine Grael / Isabel Swan

Classe RS:X M
Ricardo Winicki
Gabriel Praça

Classe RS:X F
Patrícia Freitas
Carmem Rosas
Bruna Martinelli

Classe Laser Standard
Bruno Fontes
Alex Veeren
Eduardo Couto

Classe Laser Radial
Adriana Kostiw
Odile Ginaid
Patrícia Gatti

Match Race Feminino
Juliana Senfft / Fernanda Decnop / Luciana Barros
Renata Decnop / Gabriela Nicolino / Larissa Juk

Quantidade de vagas em jogo por classe:
Star – 11
Finn – 18
49er – 14
470 Feminino – 14
470 Masculino – 19
RS:X Masculino – 28
RS:X Feminino – 20
Laser Standart – 35
Laser Radial – 9
Match Race Feminino – 8

Da ZDL de Comunicação

Meninas do Match Race estreiam com vitória em Perth

Trio liderado por Renata Decnop vence um match e perde dois na estreia em Perth. No domingo, a tripulação de Juliana Senfft inicia competição

O Mundial de Vela de Perth (ISAF Sailing World Championships), na Austrália, começou neste sábado (3) com as regatas do Match Race Feminino. A competição, que dará 75% das vagas para a Olimpíada de 2012, será disputada até 18 de dezembro e o Brasil conta com 32 representantes na Oceania.

As primeiras a cair na água foram Renata Decnop, Larissa Juk e Gabriela Sá. O desempenho foi acima do esperado, já que o trio venceu uma, contra o Canadá, e perdeu dois matches, justamente para as equipes mais fortes do grupo, que são Eslovênia e Estados Unidos.

“Estávamos mesmo muito ansiosas, ainda não velejamos 100% e perdemos por bobeira a primeira regata. Mas terminamos o dia bastante contentes. Velejamos bem mesmo contra equipes mais fortes. Já deu para perceber que evoluímos muito nos treinos no Brasil”, contou a proeira Larissa Juk.

As regatas de sábado foram disputadas com ventos rondados, bastante rajadas e variação de intensidade. Neste domingo (4), as brasileiras terminam a primeira fase contra a Alemanha, Austrália e Portugal.

O outro time do País começa os matches no domingo tentando uma das oito vagas da classe, que utiliza somente os barcos Elliott 6M. Juliana Senfft, Fernanda Decnop e Luciana Kopschitz estreiam contra as peruanas. Depois é a vez da Suécia, França, Croácia, Dinamarca e Espanha.

As próximas classes que abrem as disputas envolvendo brasileiros no calendário de Perth são RS:X (feminino), 470 (masculino), Laser Radial e Laser, todas nesta segunda (5).

Veja os representantes brasileiros em Perth por classe:

Classe Star
Robert Scheidt / Bruno Prada

Classe Finn
Jorge Zarif

Classe 49er
André Fonseca / Marco Grael

Classe 470 M
Fábio Pillar / Gustavo Thiesen
Carlos Henrique Wanderley / Marco Brancher
Henrique Haddad / Nicolas Ilg Castro

Classe 470 F
Fernanda Oliveira / Ana Luiza Barbachan
Martine Grael / Isabel Swan

Classe RS:X M
Ricardo Winicki
Gabriel Praça

Classe RS:X F
Patrícia Freitas
Carmem Rosas
Bruna Martinelli

Classe Laser Standard
Bruno Fontes
Alex Veeren
Eduardo Couto

Classe Laser Radial
Adriana Kostiw
Odile Ginaid
Patrícia Gatti

Match Race Feminino
Juliana Senfft / Fernanda Decnop / Luciana Barros
Renata Decnop / Gabriela Nicolino / Larissa Juk

Quantidade de vagas em jogo por classe: 
Star – 11
Finn – 18
49er – 14
470 Feminino – 14
470 Masculino – 19
RS:X Masculino – 28
RS:X Feminino – 20
Laser Standart – 35
Laser Radial – 9
Match Race Feminino – 8

Da ZDL de Comunicação

Mundial da Isaf começa no dia 3 de dezembro em Perth

A partir do dia 3 de dezembro cerca de 1200 dos melhores velejadores do mundo estarão reunidos em Perth, na Austrália, para a disputa do Mundial da Isaf, que vale a maior parte das vagas para as Olimpíadas de Londres 2012. A competição começa com as disputas do Match Race feminino. O Brasil estará representado por Renata Decnop, Gabriela Nicolino e Larissa Juk e Juju Senft, Fernanda Decnop e Luciana Kopschitz.

As outras classes que disputarão a competição são Finn, 470 masculino e feminino, RS:X masculino e feminino, Laser Standard, Laser Radial, 49er e Star.

Definidas equipes do Match Race que representarão o Brasil em Perth

As duas equipes brasileiras que buscarão uma vaga no Match Race feminino da Olimpíada de Londres foram anunciadas neste domingo no Veleiros do Sul. A definição veio no último dia da Clínica Avançada que teve a presença da técnica e velejadora norte-americana bicampeã mundial na modalidade Sally Barkow.As equipes que terão a incumbência de garantir a participação do Brasil em 2012 são:

Comandante – Renata Decnop, trimmer – Gabriela Sá e proeira – Larissa Juk. Comandante – Juliana Senfft, trimmer – Fernanda Decnop e proeira – Luciana Kopschitz.

Do grupo de nove velejadoras olímpicas que participavam do projeto saíram: Juliana Mota, Marina Jardim e Tatiana Almeida.

O anúncio veio num clima de alegria e tristeza para as meninas do match race. Houve duas reuniões e a decisão não foi fácil para a comissão técnica formada por membros da Confederação Brasileira de Vela e Motor, Comitê Olímpico Brasileiro, e do Núcleo de Vela de Alto Rendimento, do Veleiros do Sul.

O trabalho de formação e avaliação das equipes começou em janeiro deste ano, com a chegada dos barcos da classe olímpica Elliott 6M e as seis clínicas do Projeto Match Race Feminino, no Veleiros do Sul, que compõe o Projeto de Solidariedade Olímpica Internacional desenvolvido pelo Comitê Olímpico Brasileiro. Todas foram com a técnica Sally Barkow.  Além das clínicas foram avaliados os resultados das equipes em competições de match race no Brasil e exterior.

As duas equipes tentarão a classificação do Brasil para a Olimpíada de Londres em 2012, no Campeonato Mundial Olímpico, em Perth, Austrália, dezembro, e ainda na US Sailing’s Rolex Miami (EUA), em janeiro de 2012. Antes destes compromissos elas participarão do Campeonato Brasileiro de Match Race, em Florianópolis, e no Ibero-Americano, de 22 a 25 de novembro no Veleiros do Sul.

da assessoria do VDS

Sail Melbourne servirá de aquecimento para as seletivas

A primeira etapa do Mundial da Isaf, que acontec e em Melbourne, na Austrália, de 6 a 12 de novembro, servirá de aquecimento para os velejadores que disputarão as seletivas olímpicas. O evento também acontece na Austrália, em Perth, de 3 a 18 de dezembro, e vai definir os países que participarão dos Jogos Olímpicos de Londres 2012. A classe Laser será a mais numerosa, com 57 inscritos, incluíndo o local Tom Slingsby.

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