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Posts com Tag ‘Oceano’

Segunda etapa da 57ª Taça Cidade de Vitória acontece neste final de semana

Neste sábado e domingo será realizada a segunda etapa da 57ª Taça Cidade de Vitória- uma das regatas mais tradicionais do Iate Clube do Espírito Santo, que levará aproximadamente 45 velejadores para o mar nas classes de oceano (RGSI, RGSII, Bico de Proa) e Windsurf (Formula Windsurfing, Formula One Design, Start).   A largada está prevista para às 12 horas na Praia de Camburi, com percurso olímpico. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas na secretaria de Vela do Ices, ou pelo site www.ices.com.br, o valor da inscrição é R$ 20,00 antecipado e R$ 30,00 no dia da competição.

“A previsão é de ventos fortes novamente, o que exigirá de todos velejadores, muita atenção e técnica. O pessoal da classe de oceano precisa ter muita integração na equipe, o preparo físico será fator principal para os velejadores de Wind”, disse o diretor de vela do Iate Clube, Francisco Kulnig.    “Desde 1948 quando a regata foi criada todas as classes disputavam, e não seria diferente este ano. Porém dividimos em duas etapas para dar opção para  os velejadores de oceano correrem de monotipos”, completou.

O experiente velejador Romulo Finamore afirma que as pranchas de windsurf farão um o espetáculo na água. “Levaremos mais de 15 pranchas para o mar, será um grande espetáculo. E se o vento vier com força total, a disputa ficará ainda mais emocionante”, disse.

Se o vento permitir, regata JK para Oceanos acontece neste sábado em Brasília

A regata JK, que foi adiada no final de semana passado por falta de vento, acontecerá neste sábado, no lago Paranoá, para as classes de oceano. Durante o jantar de confraternização serão sorteadas duas passagens para os Estados Unidos. Não perca!

Organização divulva o AR da Copa Suzuki Jimny, que acontecerá em Ilhabela

A Copa Suzuki Jimny volta a agitar o calendário da vela oceânica nacional em setembro. A terceira etapa será realizada nos dias 17, 18, 24 e 25 no Yacht Club de Ilhabela. A organização já divulgou o aviso de regata que está no site www.yci.com.br. A competição no litoral norte paulista deverá reunir os principais nomes da modalidade e as inscrições podem ser feitas até a véspera da regata inicial. Estão convidadas as classes ORC, HPE, RGS-A, B, C e Cruiser, Delta 32 e Skipper 21.

“Depois de realizar uma grande edição da Rolex Ilhabela Sailing Week, em julho, o Yacht Club de Ilhabela coloca novamente seu know-how na organização de regatas de oceano para organizar a terceira etapa da Copa Suzuki Jimny, em setembro. Temos certeza que teremos um número significativo de embarcações, com disputas de alto nível, nessa que é a segunda maior competição de vela do Brasil”, ressaltou José Nolasco, diretor de vela do Yacht Club de Ilhabela.

O evento tem um atrativo a mais. Será válido como Campeonato Paulista das classes convidadas. Na classe HPE25 o Ginga, de Breno Chvaicer, tem vantagem confortável na liderança. São 38 pontos de frente sobre o Avantto, comandado por Dario Galvão.

Ernesto Breda (Touché) e Carlos Eduardo Souza e Silva (Orson) travam uma disputa acirrada na categoria ORC. Apenas nove pontos separam as duas tripulações que brigam pelo título.

A disputa na RGS-A  , com o duelo praticamente empatado entre Jazz, de Valéria Ravani, e Fram, de Felipe Aidar. Os dois barcos somam 22 pontos perdidos, mas o critério de desempate coloca o Jazz na frente. Na RGS-B, o Palmares, de José Romariz, reina absoluto com o título do Warm Up. A vantagem para o BL3, comandado por Clauberto Andrade, é de 20 pontos. Na classe RGS-C, a liderança, após duas etapas, continua com o Pirajá, de Rubens Bueno. Na RGS-Cruiser, o Cocoon, de Luiz Caggiano, segue na ponta, mesmo com o desempenho irregular nas últimas regatas da Copa Suzuki Jimny.

O destaque da Delta 32 é o Palmares, seguido pelo Asbar II de Sergio Klepacz. Na Skipper 21, o Alegria, de Carlos Gallo é o líder da competição no resultado acumulado depois de duas etapas.

Da assessoria de imprensa

Bribón e Ngoni seguem na liderança da Audi Med Cup em Cartagena, na Espanha

Ian Roman registrou a briga entre os dois barcos patrocinados pela Audi em Cartagena

Nesta sexta-feira o vento apareceu em Cartagena, na Espanha, e permitiu a realização de três regatas, tanto para a classe TP52 quando para a S40. E as equipes Bribón e Ngoni seguem no topo da tabela entre os 52 e os 40 respectivamente. A previsão indica que neste sábado serão realizadas mais duas regatas barla-sota para os S40 e a regata costeira para os TPs, que vale 1,5 vezes a colocação de cada um.

Resultado do TP52 depois de seis regatas:
1. Bribón (ESP), 2+5+1+2+2+3= 15 pontos
2. Audi Azzurra Sailing Team (ITA), 5+1+4+5+1+1= 17 pontos
3. Container (GER), 7+4+3+4+3+2= 23 pontos
4. Synergy Russian Sailing Team (RUS), 1+3+5++3+7+6= 25 pontos
5. Quantum Racing (USA), 3+2+6+6+4+7= 28 pontos
6. Audi Sailing Team Powered by All4One (GER/FR), 4+7+7+1+5+5= 29 pontos
5. RÁN (SUE), 6+6+2+7+6+4= 31 pontos
8. Gladiator (GBR), 9(DNC)+9(DNC)+9(DNC)+9(DNC)+9(DNC)+9(DNC)= 54 pontos

Resultados do S40 após cinco regatas:
1. Ngoni (GBR) 2+1+1+1+2= 7 pontos
2. Iberdrola Team (ESP) 4+2+2+3+1= 12 pontos
3. NH Resorts (ESP) 1+3+3+2+3= 12 pontos
4. Patagonia by the Australian Team (AUS) 3+4+5+4+4= 20 pontos
5. cruiser-racer.com (ESP) 5+5+4+5+5= 24 pontos

Lars Grael será o tático do Negra na última etapa da Mitsubishi Sailing Cup

O velejador Lars Grael confirmou sua participação como tripulante do uruguaio Negra na terceira e última etapa da Mitsubishi Sailing Cup, que será disputada no Rio de Janeiro, entre os dias 1º e 4 de setembro. Com o objetivo de manter a liderança na competição, a tripulação do Negra convidou o velejador brasileiro para ser o tático da embarcação na etapa decisiva da prova. “Em casa”, Lars entra no lugar de Francesco Bruni, tático invicto nas duas últimas provas da Mitsubishi Sailing Cup.

Além de ser o responsável pela tática, Lars terá ainda outro desafio: competir contra a habilidade do irmão Torben Grael, tático do Mitsubishi Motors/Gol, barco comandado por Marco Grael.

Com uma tripulação afinada, o Negra venceu a primeira edição da Mitsubishi Sailing Cup, no ano passado, e conquistou duas de três etapas este ano (Ilhabela e Búzios). Agora, a expectativa é garantir a invencibilidade nesta última etapa no Rio de Janeiro e conquistar o bicampeonato da prova.

Meninas do Projeto Grael, sob o comando de Andrea Grael, vencem a regata Elas em Niterói

As meninas do Projeto Grael comemoram a vitória na regata dElas

Neste domingo o Clube Naval Charitas promoveu a regata Elas, só para mulheres. E, sob o comando de Andrea Grael, as velejadoras Tuanny, Lais, Thamilles, Helena, Larissa, Josilaine e Priscilla, alunas do Projeto Grael, ficaram com o título da regata. E a disputa não foi fácil para as meninas. Leia abaixo o relato de Andrea sobre os desafios da regata, que pode ser resumida em uma palavra: desafio.

Acordamos hoje com o vento e chuva zumbindo na janela, suduca daqueles que te fazem pensar porque diabos vc tem que correr regata logo hoje, com aquela vontadinha de ficar em casa tomando chocolate quente e aproveitando o-que-tem-de-bom-pra-fazer-nos-dias-de-chuva…

Raios! Marquei um compromisso e não posso faltar, ainda por cima com as meninas que estavam com muita vontade de correr regata e algumas a primeira regata da vida delas. Também com as pessoas que se esmeraram para que acontecesse a regata que já tinha sofrido um adiamento… Vamos lá!! Cheguei no Projeto e encontrei as meninas para montar o São Joaquim , com a ajuda do Renan, o instrutor. A previsão do tempo dizia de ventos fracos , cerca de 8 nós, mas estava com muita nebulosidade baixa e com cara de chuva. Previni as meninas do frio que iríamos passar, mas mesmo assim elas estavam com muita vontade de ir para esse desafio contra a chuvinha e o frio de 15 graus ou menos. Éramos nove barcos cheio de mulheres guerreiras e valentes por estarem ali, naquelas condições de tempo sem inventar desculpas para ficar em casa! Deu prazer de ver a alegria de todas! Chegamos na linha com tempo justo, pois nos enrolamos para acabar de montar o barco.

Conseguimos fazer uma largada conservativa, mas do lado certo. Em seguida uma nuvem já deu o ar de sua graça soprando rajadas de uns 14 nós, mas de tapa, e deu logo emoção: no MV 25 são três velas pra domar e fazer o equilíbrio para a cana de leme não pesar. Fui incentivando as meninas a agüentarem na rajada e tentar manter a atenção constante nas velas, por que o ajuste era o tempo todo. O barco logo deu aquela arrancada e conseguimos colocar a proa livre pra respirar. Eu pedia ajuda o tempo todo na localização das bóias porque não enxergo nada de longe! Elas ficavam me ajudando o tempo todo na referencia (Miss Magoo!!)

Montamos a boia do Mac na primeira posição e o vento aumentou, acho que foi para cerca de 17-18 nós. Ali nossa adriça da buja cedeu e perdemos o controle de orça do barco. Como o ajuste da adriça estava difícil durante as rajadas , decidimos arrear a vela e seguir em segurança. Manobrinha difícil durante o ventão e a pouca experiência das meninas, mas elas conseguiram amarrar a buja com a escota e deu certo! 

Após a montagem da segunda boia, em frente às praias de Adão e Eva, já tínhamos escorregado para a terceira posição , com bastante distancia do J/24 que seguia em primeiro. Falei ‘meninas, é possível que ainda mais barcos passem o nosso, mas vamos fazer o nosso melhor até o final’ até para tirar a expectativa delas em relação a ganhar ou perder, o que importava ali era fazer a regata por completo na melhor forma possível. Então o foco era caprichar.

Na perna seguinte o vento deu uma amainada e conseguimos içar a buja novamente, dando uma caçada extra na adriça! A velocidade melhorou assim como o equilíbrio entre as velas e começamos a alcançar o barco que estava em segundo até passar durante o jibe da montagem de boia em frente a Escola Naval. Perfeita manobra, as meninas receberam elogios e o incentivo já era de termos recuperado uma posição.

Agora no rumo à boia do MAC, tínhamos que pensar na corrente da maré vazando e nas rajadas traiçoeiras do Morro do Morcego logo adiante. Continuamos no capricho, ajustando as velas a cada pequena rondada e o São Joaquim seguiu galopando. Na aproximação de Niterói, logo antes da boia, conseguimos passar o J24.Foi uma alegria! Mas falei para conterem essa alegria, porque regata só termina quando acaba…depois da linha de chegada!

O rumo para a chegada, em frente ao CNC era de um contravento de um bordo só, de inicio naquela zona imprevisível de ventos do Morcego, mas justo numa condição menos favorável ao São Joaquim por ter uma bolina pequena e rolar um pouco no contravento. O J/24 já orçava bem mais e conseguiu um barlavento bom, ficando quase em paralelo ao nosso. Então decidimos botar o barco para andar em detrimento da orça, pois mais a frente o vento seria diferente. Assim que garantimos mais velocidade, deu para investir um pouco na orça e assim fomos controlando , o J/24 bem próximo a nós, mas viemos mantendo o nariz na dianteira até a chegada, com poucos metros entre nós e a segunda embarcação . “Agora sim , podemos comemorar” liberei a comemoração e depois finalmente relaxar! UFA! Foi bem legal!”

Última etapa da Solitaire Du Figaro larga com condições perfeitas em Les Sables d’Olonne, na França

Muitos barcos queimaram a largada, obrigando a CR a fazer chamada geral

Os 46 skippers inscritos na Solitaire Du Figaro largaram neste domingo de Les Sables d’Olonne rumo a Dieppe. A perna de 437 milhas é a última etapa da competição. Centenas de espectadores estiveram presentes em um dia de sol e vento bom. Jérémie Beyou, líder da competição, foi o segundo a contornar as três boias inshore, da primeira parte da regata em um percurso de seis milhas. O líder foi Adrien Hardy. Até o início da noite a maioria dos velejadores havia optado por permanecer próximo à costa.

Ventos fortes marcaram a 6ª etapa da Copa Veleiros de Oceano em Floripa

Com vento Sul soprando forte, a Regata Baía Sul, válida pela 6ª etapa da Copa Veleiros de Oceano, em Florianópolis, foi a ocasião ideal para testar a habilidade das tripulações que tiveram que enfrentar rajadas de mais de 15 nós. A prova marcou o retorno da flotilha oceânica do Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha as competições depois de dois meses de intervalo.

Na classe ORC, O Katana Energia, de Fabio Filippon, mesmo largando atrasado, garantiu a vitória sobre o Força 12 de Arno Juk. “Não foi a melhor largada, mas pegamos o bordo certo, pegamos velocidade e aos poucos fomos nos distanciando do Força 12. No final deu tudo certo”, analisa Filippon.

Entre os barcos da classe RGS A, o Revanche, de Celso Faria, superou o Bruxo, de Luiz Schefer, por menos de 2 minutos após duelaram durante todo o percurso. A 3ª posição na classe ficou com o Maskote seguido pelo Mano’s II, mas este resultado ainda está sob analise. Na RGS B, a vitória foi do Zephyrus Made in Floripa, comandado por Tarcisio Matos, seguido pelo Bom Abrigo, de Jeroen Servaes.

Na RGS C, a vitória foi do Cresta, de Sérgio Seviliano, que superou o Neon II, de Maurity Borges Jr, por apenas um minuto de diferença. A 3ª posição na classe ficou com o Banzai.

Entre os barcos da classe Cruzeiro o vencedor foi o Maresia III, de Dante Zeni, seguido pelo Carino, comandado por Julio Moura, e Mixto quente fechando o pódio.

Da assessoria de imprensa

Tudo pronto para a largada da última perna da Solitaire Du Figaro, neste domingo, na França

Skippers participam do briefing na última perna da Solitaire du Figaro

Neste domingo 46 skippers largarão de Les Sables d’Olone rumo a Dieppe, na região da Normandia, na disputa da quarta e última perna da regata Solitaire Du Figaro. Serão 430 milhas de regata que definirão quem será o vencedor da edição 2011 da competição. Até o momento o francês Jéremie Beyou, a bordo do BPI, lidera a competição. Ele venceu duas das três etapas disputadas.

Regata Rei Olav para oceanos e monotipos acontece no próximo final de semana no ICRJ

Nos dias 27 e 28 de agosto mais de 50 veleiros de oceano e monotipo irão para a água na Baía de Guanabara para a disputa da tradicional regata Rei Olav. No sábado a regata acontece para as classes Neil Pryde RS:X, Laser (Standard, Radial e 4.7), Dingue, Finn, Snipe, 420, 470, Star, Ranger 22, Velamar 22, Veleiros 23, J/24 e HPE 25. No domingo é a vez das classes ORC, BRA-RGS (cat.1 e 2) e Bico de Proa (A e B). Não serão cobradas taxas de inscrição, porém todos os barcos devem preencher uma ficha na sala de vela. As largadas estão programadas para às 13 horas nos dois dias. Após a regata do domingo haverá uma festa de premiação no ICRJ.

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