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Posts com Tag ‘Olimpíadas’

Resumito: terceiro dia em Weymouth tem vitória de Scheidt e Prada e irlandesa 100% na Laser Radial.

E o aniversariante, Bruno Prada, ganhou presentinho hoje! Ele e Robert venceram a segunda regata do dia!

Boa tarde olimpizado amigo! Eis que no meio desta campanha eleitoral – aos que não sabem, sou verdinho nº 43 e um dos (ir)responsáveis pela campanha de Aspásia à prefeita do Rio–,  vamos transmitindo direto do covil atlântico do Posto 6 com as últimas deste terceiro dia de batalha naval em águas da Mancha. E que dia!!

Na terça-feira nublada, cinza, fria e ventosa, ou seja, um belo dia de verão inglês, nossas estrelas de 5ª grandeza, na gloriosa classe Star, Robert Scheidt e Bruno Prada, este último soprando as velinhas (nos dois sentidos) hoje, fizeram bonito depois de uma segunda-feira ontem com cara de… Segunda-feira!

Os marujos bandeirantes simplesmente mandaram um 2º e um 1º (contra um 1º e um 2º dos rivais britânicos) e se mantiveram na vice liderança do certame olímpico de Weymouth e cercanias. Hoje entrou o primeiro e único descarte da série de 10 regatas e Iain Percy  e Andrew Simpson (GBR) com 10 pontos perdidos lideram. Nossa dupla de ouro (tomara!) possui 14 pontinhos e está na cola dos ingleses que faturaram o ouro de Pequim há quatro anos, deixando o argento chinês para “nossotros”.

Os suecos Fredrik Loof  e Max Salminen, com 17 pontos, também estão no páreo. Já Eivind Melleby  e Petter Pedersen (NOR), com um 16º e um 11º hoje, têm agora distantes (na classe Star…) 29 pontos e estão empatados com os poloneses de sobrenomes indizíveis. Em quarto e quinto, respectivamente. Amanhã rola descanso no istmo de Portland para as estrelas e quinta e sexta-feira o bicho volta a pegar geral. Não saia daí!!

Hoje, lá no temporário olimpo aquático do sul da Inglaterra, rolou a estreia do windsurfe. Aquela modalidade que os gênios da Isaf conseguiram tirar do Rio 2016. Na RS:X masculina, nosso sempre favorito, campeão mundial, ouros pan-americanos, et caetera, Ricardo “Bimba” Winicki, começou em posições medianas. Com um 14º e um 9º, o bimbástico buziano está em 13º lugar de 38 atletas.

O neerlandês Van Rijsselberge (caraca!!) venceu as duas e lidera tudo. Legal que o polonês e o alemão foram segundo e terceiro nas duas de hoje e completam, assim, simetricamente, a zona de pódio neste primeiro dia das pranchas másculas.

Já a gatalhada da RS:X feminina também estreou. E quem estava ligado (www.murillonovaes.com, Face, Twi) acompanhou a primeira-dama do Jorginho, Patrícia Freitas, mandar dois 13ºs para ficar em 14º de 26 pranchistas. A espanhola Marina Alabau, com um 2º e um 1º, lidera. Israel e Polônia completam a trinca de cima da tabela. Amanhã rolam mais duas regatas para homens e mulheres windsurfistas de meu deus Zeus. Estaremos ligados!!

Por falar em Jorginho, o frio não fez muito bem a nossa criança olímpica da classe Finn. Fora o risco de ficar gripadinho (Menino, você levou um casaco?) a cria do clã Zarif sofreu um 24º (último…) na segunda do dia e com o 16º da primeira de hoje, soma 86 pontos perdidos para ocupar a 20ª colocação geral.

No entanto, é lá nos píncaros da glória do topo da súmula, que a coisa está quente. O irado (sacou?) ídolo inglês Ben Ainslie, que entrou nos jogos com um casaquinho anti-homofobia à la Elton John acendendo a pira de Weymouth e as esperanças de ser o maior de todos os tempos, com sua 4 medalhas (3 de ouro), está sofrendo.

Quem inflige a punição a Sir Charles Benedict Ainslie, Carlos Benedito para os íntimos, é o dinamarquês Jonas Høgh-Christensen, bi-mundial de Finn e tufão monçônico nestes jogos que, neste começo do segundo tempo, já tem: três primeiros, dois segundos e um sétimo, devidamente descartado.

Com 7 pontos perdidos, Jonas está com 10 pontos de vantagem sobre o inglês. Em terceiro, com 23 pontos, está Jonathan Lobert, da França. Mas muita água ainda vai passar debaixo destas quilhas na quinta e sexta-feira, já que amanhã é day off para as feras. Veremos!!

Analise bem a lei de Murphy. A irlandesa Annalise Murphy venceu, até agora, as quatro regatas que disputou. É o melhor desempenho de toda a Vela de flotilha até agora em Londres 2012.

Nos laseres hoje foi dia de duas regatas também, para machos e fêmeas. Com quatro completadas ainda não entrou o descarte, mas já dá para tirar algumas conclusões. A mais fácil: a irlandesa Annalise Murphy, de 22 anos, é a maior estrela da Vela nos jogos até agora. A moça simplesmente ganhou quatro de quatro regatas na Laser Radial!

A mãe de Murphy, Cathy McAleavey esteve nos jogos de Seul 1988 na classe 470, onde foi treinada por seu marido, o assediante pai de Annalise, Con Murphy. Papai também foi comodoro do Iate Clube Nacional, em Dun Laoghaire, uma verdadeira fábrica de jovens velejadores de alto nível e… Voilà! Eis a pequena Murphy enchendo de orgulho a terra dos duendes.

Nossa veterana Adriana Kostiw, com um 27º e um 31º hoje, está em 21º geral de 41 barcos. Fechando as posições de medalha no Laser Radial, temos Evi van Acker da Bélgica e a então favorita, Marit Bouwmeester, da Holanda. A primeira-dama do Star nacional, a senhora Gintarė Volungevičiūtė Scheidt, medalhista olímpica de prata da Lituânia em 2008, com um 9º e um 10º hoje, está em 7º geral. Isso que, entrementes, ela pariu o germano-brasuco-lituano Erik, de 3 anos. Fera!

Entre os homens, Bruninho Fontes fez o que pode hoje na Laser Standard. Na primeira do dia, ele, que havia tirado um segundo lugar ontem, mandou um bom 12º na enorme flotilha (a maior do evento) de quase 50 barcos. Já na segunda prova, a quarta da série de 10, nosso amigo fez um 19º. Com isso, ele está quase Top10, em 11º geral com 50 pontos.

O líder e favorito Tom Slingsby (AUS), se manteve no topo com 11 pontos perdidos (2º e 6º hoje), mas quem brilhou foi o cipriota Pavlos Kontides, vencedor das duas regatas desta terça-feira e vice-líder com 15 pontos. Em terceiro está o sueco Rasmus Myrgren com 25 pontos. Amanhã tem mais duas. Força na peruca, Bruninho!!

Nas desbrasucadas classes meio sem graça (brincadeira…) a coisa andou hoje também. No festival de capotagens do 49er quem sobreviveu e lidera após 4 regatas é a dupla australiana. Ainda na Oceania, os neozelandeses estão em segundo e os dinamarqueses em terceiro. Nossos patrícios Xico Rebello de Andrade e Bernardo Freitas permanecem em quarto geral e bem na briga pela medalha portuguesa. Bonita festa, ó pá!

No match race feminino, Olivia Price e suas asseclas correram 6 e venceram os 6 matchs para liderar o “todos contra todos”, vulgarmente conhecido como Round Robin (em tradução livre: à volta do rouxinol. Bobagem!). As Espanholas e Russas com apenas uma derrota cada, completam o topo da tabela. Lá no fim, ainda zeradas, portuguesas e suecas. Olímpiada é fogo na roupa, pipol!!

Amanhã eu volto e relembro que no feici, no tuíti e no www.murillonovaes.com rola toda manhã o boia a boia das regatinhas olímpicas (na medida do possível!). E nos canais do Manza Sailing Communications International Incorporated você encontra, sempre, é claro, o melhor da Vela no planetinha azul.

Fui!! Mas para seu desespero, eu volto…

 Murillo Novaes

 

 

Robert e Bruno fecham 1º dia em Londres na frente. Jorginho estreia também.

E o alemão continua na sua baladinha de sempre: à frente! Robert e Bruno são um orgulho para o esporte brasileiro!!

A nossa dupla sino-prateada e tri-mundial de Star começou a competição olímpica de Vela muito bem. Com uma regata de recuperação na primeira prova do dia (ventos de 11 nós, WSW 260º) quando uma super rondada fez os franceses subirem 14 posições, a dupla brasuca Robert Scheidt e Bruno Prada se segurou bem e ainda subiu para a 4ª posição, fechando a regata ali mesmo e vendo os arquirrivais ingleses Percy/Simpson em 11º.

Na segunda regata deste domingo (16 nós SW 230º), os caras arrebentaram e já na segunda boia estavam liderando, com os ingleses sempre nos calcanhares. A chegada foi emocionante! Os dois barcos cruzaram a linha tão juntos que os juízes chegaram a mudar o resultado duas vezes! No entanto, ao fim prevaleceu a dupla de Pindorama e nossa bandeira pode tremular, ao menos até as duas próxima regatas, amanhã, no mais alto dos mastros.

 

 

 

Assim como o Star, a classe Finn também teve duas regatas hoje em Weymouth. Jorginho Zarif, o mais jovem atleta de toda a delegação brasileira em Londres 2012, com um 15º e um 20º ocupa a 18ª colocação. Já os ponteiros foram iguaizinhos: primeiro, segundo e terceiro nas duas regatas. Pela ordem: Christensen (DEN), o bicho-papão Ben Ainslie (GBR) e Gaspic (CRO) são os três primeiros.

No Match Race Feminino, onde não há nave tupiniquim, Austrália, Espanha e Rússia lideram com duas vitórias em dois matchs corridos. Amanhã teremos a estreia dos Laseres, Standard e Radial, e do 49er (Onde não há Brasil). Finn, Star e Match Race continuam também. Fiquem ligados!!

Fui!!

Adriana Kostiw já treina em Londres com o barco olímpico

Representante brasileira da classe Laser Radial desembarcou em Weymouth nesta segunda-feira

São Paulo – A velejadora Adriana Kostiw, representante brasileira da classe Laser Radial, iniciou na quarta-feira (18) sua adaptação ao barco que será usado nos Jogos Olímpicos. A atleta desembarcou na cidade de Weymouth, local das competições de vela, na segunda-feira e na terça-feira já estava com o barco novo. Na Olimpíada todo o material é fornecido pela organização e sorteado entre os atletas.

“Eu fui uma das primeiras a chegar aqui e logo recebi o material com as iniciais do Brasil na vela e o meu nome. Agora é aproveitar para treinar enquanto as regatas oficiais não começam”, disse ela.

Apesar de Weymouth ser um lugar frio mesmo no verão, o tempo esta semana está bem agradável, com direito a sol e céu azul, o que facilita a adaptação dos atletas. O único problema até agora para Adriana, que tem patrocínio da AON, Lorenzetti e Veet e apoio da Alatur Turismo, através da Lei Paulista de Incentivo ao Esporte, é o tempero da comida. “Confesso que comprei uma pimentinha para tentar melhorar o sabor”, contou.

As competições da classe Laser Radial começam dia 30 de julho e seguem até o dia 4 de agosto. No dia 6 será disputada da medal race, em que participam apenas as 10 primeiras colocadas e tem pontuação dobrada. O dia 2 será dia de folga.

Adriana Kostiw está na Equipe Brasileira de Vela, que é patrocinada pelo Bradesco e tem o apoio do COB – Comitê Olímpico Brasileiro e do COB – Comitê Olímpico Brasileiro.

da Local

Jorginho, Scheidt e Prada serão os primeiros a estrear em águas inglesas

A partir do dia 29 começam em Weymouth as disputas das Olimpíadas de Londres 2012. Os primeiros a irem para água são os velejadores da Finn, Star e Match Race feminino. Na Finn, o Brasil irá torcer por Jorginho Zariff, membro mais novo da delegação brasileira. Na Star, Scheidt e Prada tentarão trazer para casa a tão esperada medalha de ouro. No Match Race, infelizmente, o Brasil não tem representantes.

No dia 30 será a vez de Bruno Fontes estrear na flotilha da Laser Standard e de Adriana Kostiw estrear na Laser Radial, assim como os velejadores da 49er, também sem representantes brasileiros.

Dia 31 Bimba e Patrícia Freitas disputam as primeiras regatas da RS:X.

Dia 2 de agosto marca a estreia da classe 470 masculina em águas inglesas e dia 3 da 470 feminina. O Brasil tem apenas a dupla feminina Fernanda Oliveira e Ana Barbachan como representantes.

 

 

Isaf aponta Scheidt e Prada como favoritos ao ouro olímpico

Dupla representante brasileira da classe Star desembarcou em Londres nesta segunda-feira e já está em Weymouth para os preparativos finais

Adversários treinam emWeymouth

São Paulo – Os atuais tricampeões mundiais da classe Star Robert Scheidt e Bruno Prada foram apontados nesta semana pela Federação Internacional de Vela (ISAF) como favoritos ao ouro olímpico, ao lado dos ingleses Iain Percy e Andrew Simpson. A dupla brasileira, que desembarcou na capital inglesa nesta segunda-feira, esteve invicta por mais de um ano e meio e chegou a liderar o ranking mundial somando apenas primeiros lugares em competições do circuito mundial de vela, fato que nunca havia acontecido anteriormente.

A Isaf destaca a rivalidade das duas duplas, que estão sempre disputando os primeiros lugares das competições, como aconteceu nos dois últimos mundiais, em Perth 2011 e Hyères 2012, nos quais os brasileiros sagraram-se campeões.

A classe Star é a mais competitiva dos Jogos Olímpicos e, dos 32 atletas que disputam a competição, existem nada menos que 50 participações em Olimpíadas. Além dos brasileiros e dos Ingleses, a Isaf acredita que os suecos, liderados por Fredrik Loof (que disputa a sua sexta Olimpíada) e os franceses, comandados por Xavier Rohart (com cinco participações nos Jogos) também podem subir ao pódio. Ambos velejam ao lado de proeiros estreantes nos Jogos. Outra dupla que poderá surpreender é a irlandesa Peter O’Leary e David Burrows, que venceu o último evento disputado na raia olímpica.

“A disputa com os ingleses vai ser muito dura, porque eles conhecem muito bem a raia, a meteorologia dos locais, dominam muito, e são os atuais campeões olímpicos. Por isso, são a dupla a ser batida, mas as outras parcerias também estão muito bem treinadas . Nós gostamos muito de velejar em Weymouth e já estivemos aqui algumas vezes. Geralmente o clima é frio e com muito vento e este é o maior desafio daqui”, disse Scheidt ao chegar à Inglaterra.

A caminho de sua segunda olimpíada, Scheidt e Prada somam cinco medalhas olímpicas – quatro de Robert, com dois ouros e uma prata na Laser e uma prata na Star, que conquistou ao lado de Bruno, nos Jogos Olímpicos de Pequim. Com um vasto currículo de conquistas (53 no total), a dupla é a atual tricampeã mundial da classe, título conquistado em maio, em Hyères, na França. Além deles, só uma dupla na história, os italianos Agostino Straulino e Nicolo Rode, ganhou, velejando junta, três títulos mundiais (1952, 1953 e 1956). A parceria brasileira dominou o ranking mundial da Classe nos últimos 18 meses, tendo vencido 11 campeonatos consecutivos entre maio de 2011 e abril de 2012.

A disputa da classe Star começa no dia 29 de julho às 9h30, horário de Brasília. Dia 1º de agosto será o dia reserva e dia 5 será disputada a Medal Race, em que participam apenas os dez primeiros colocados e tem pontuação dobrada.

da Local

Sir Robin Knox-Johnston carregará a tocha olímpica

No próximo dia 21 Sir Robin Knox-Johnston será um dos carregadores da tocha olímpica. O velejador de 73 anos foi a primeira pessoa a dar a volta ao mundo sem escalas entre 1968 e 1969. “É uma honra ser escolhido para carregar a tocha, especialmente nesta data, um dia depois da flotilha da Clipper Race retornar à Inglaterra”, disse ele, que é o organizador da regata de volta ao mundo para amadores.

Equipe Brasileira de Vela embarca para Inglaterra em busca de medalhas

Brasil será representado por nove velejadores nos Jogos Olímpicos de Londres/2012. Regatas serão disputadas em Weymouth

São Paulo (SP) – A Equipe Brasileira de Vela, que disputará os Jogos Olímpicos de Londres/2012 a partir do dia 28 de julho, viaja em cinco grupos para a Inglaterra. A modalidade, que trouxe o maior número de medalhas da história (16), terá nove representantes na raia de Weymouth, local das regatas. O único que está na Europa é o bicampeão olímpico Robert Scheidt. O parceiro dele na classe Star , Bruno Prada, segue neste domingo (15), às 23h55, para a Inglaterra. O proeiro está no litoral norte de São Paulo disputando a Rolex Ilhabela Sailing Week.

“Usei a reta final de preparação olímpica para descansar com minha família e velejar em uma outra classe (HPE). São mais de 20 meses de preparação e estamos prontos para brigar pela medalha”, diz Bruno Prada. Outros dois atletas partem no mesmo voo de Guarulhos (SP): Adriana Kostiw (Laser Radial) e Jorge Zarif (Finn). No mesmo dia, só que do Galeão (RJ), às 20h05, viaja a representante de RS:X, Patrícia Freitas.

Na segunda-feira (16), também às 23h55 de Garulhos, é a vez da dupla gaúcha de 470 Fernanda Oliveira e Ana Barbachan viajar para o país dos Jogos. “Claro que a ansiedade toma a conta nessas horas. No meu caso é ainda maior, já que farei a minha estreia nos Jogos. Mas a preparação foi bem feita e estamos prontas”, revela Ana Barbachan.

O experiente velejador Ricardo ‘Bimba’ Winicki viaja na terça-feira (17), às 20h05, do Rio de Janeiro (RJ). O atleta da classe RS:X foi um dos que treinou no mês passado em Weymouth para testar a raia olímpica. “Fiz os últimos ajustes nesse período de treinos e pude me adaptar ainda mais ao local.O nível da RS:X está altíssimo com, pelo menos, 11 atletas brigando por pódio”.

O último a deixar o Brasil será Bruno Fontes, que viaja no sábado (21), às 23h55, de Guarulhos. O atleta da Laser fará sua preparação final na capital catarinense antes das disputas. “Agora é reta final. O período de preparação em Weymouth foi muito bom e agora preciso ajustar alguns detalhes para chegar 100% na Olimpíada”, afirma.

A vela nas Olimpíadas – Como é comum nas Olimpíadas, a competição de vela não será na cidade-sede dos Jogos de Londres. As regatas estão marcadas para a cidade de Weymouth, na costa sul da Inglaterra. O local é a sede da Academia Nacional de Vela, o principal centro da modalidade no País.

A disputa começa no dia 29 de julho e termina apenas no dia 11 de agosto, com a final do Match Race feminino. As medal races para as demais classes serão realizadas entre os dias 5 e 9 de agosto.

Equipe Brasileira de Vela:

Classe 470 feminino
Fernanda Oliveira (19/12/1980) e Ana Barbachan(15/08/1989)
Velejadora gaúcha, Fernanda vai disputar sua quarta edição das Olimpíadas. Em Pequim/2008, ao lado de Isabel Swan, ela conquistou o bronze, a primeira medalha da vela feminina brasileira em Jogos Olímpicos. Em Londres/20012, ela velejará com nova parceira, a também gaúcha Ana Barbachan. As duas estão em décimo lugar no ranking mundial da classe 470 feminina, melhor colocação da carreira da dupla.

Finn
Jorginho Zarif (30/09/1992)
Aos 19 anos, Jorginho é o mais jovem atleta da vela brasileira em Londres. Vindo de uma família de velejadores, ele ficou próximo da vaga olímpica em Pequim/2008, mas acabou em segundo lugar na seletiva nacional. Mais experiente, em 2012 ele não deu chances aos rivais. Campeão mundial júnior em 2009, é apontado como grande revelação da vela brasileira e já foi elogiado pelo tricampeão olímpico inglês Ben Ainslie.

Laser
Bruno Fontes (25/09/1979)
O catarinense é o atual vice-líder do ranking mundial da classe Laser, após atuações regulares desde o ano passado. Os Jogos de Londres serão sua segunda experiência olímpica, após a estreia em Pequim/2008 em 27º lugar. Em 2012, seu melhor resultado foi o vice-campeonato na Semana Olímpica de Miami, nos EUA, etapa dos EUA da Copa do Mundo de vela da Isaf.

Laser Radial
Adriana Kostiw (16/03/1974)
Velejadora paulista, Adriana vai disputar em Londres sua segunda Olimpíada. A estreia foi em 2004, ao lado de Fernanda Oliveira na classe 470 – as duas terminaram em 17º lugar. Desde então, ela mudou para a classe Laser Radial. Conquistou a vaga para o Brasil no Mundial de Perth, em dezembro, e confirmou a vaga na seletiva brasileira, em Búzios, em fevereiro.

RS:X feminina
Patricia Freitas(10/03/1990)
A windsurfista carioca é uma das atletas em ascensão da equipe nacional. Disputou os Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, quando ficou em 18º lugar, e, no ano passado, garantiu a vaga olímpica para o Brasil no Mundial de Perth. Em 2011, ficou entre as 15 primeiras em todas as etapas da Copa do Mundo que disputou, incluindo um sexto lugar em Miami, nos EUA, e um oitavo em Medemblik, na Holanda. Na Semana Pré-Olímpica de Weymouth, no ano passado, foi a 11ª.

RS:X masculina
Ricardo Winicki, o Bimba (08/05/1980)
Um dos maios experientes da equipe, Bimba vai disputar sua quarta Olimpíada. Ele foi campeão mundial em 2007 e chega aos Jogos de Londres após meses de preparação específica para as condições de Weymouth. Em abril, por exemplo, ele trouxe ao Brasil o português João Rodrigues para treinar em Búzios. Sua melhor participação olímpica aconteceu em 2004, quando ele foi o quarto colocado.

Star
Robert Scheidt (15/04/1973) e Bruno Prada (31/07/1971)
Maiores estrelas da equipe brasileira, Robert e Prada chegam em grande momento à reta final para os Jogos de Londres. Eles acabaram de conquistar o tricampeonato mundial da classe Star, inédito no Brasil, e vêm de 12 títulos nos últimos 13 eventos disputados desde maio de 2011. Esta será a quinta Olimpíada de Scheidt, que já conquistou quatro medalhas (dois ouros e duas pratas), e a segunda de Prada, que levou uma medalha (prata). Em Weymouth, os dois vão defender o vice-campeonato olímpico conquistado em Pequim/2008.

Da ZDL

Entrevista com Robert Scheidt e Bruno Prada

Dupla está pronta para disputar a Olimpíada na condição de favorita da Classe Star. Robert pode tornar-se o primeiro tricampeão olímpico brasileiro

Bruno vai para a sua segunda Olimpíada

São Paulo – Os Jogos Olímpicos de Londres começam em 30 dias e o tricampeão mundial da classe Star e medalhista de prata em Pequim, Robert Scheidt, está mais do que preparado para a disputa da sua quinta olimpíada. Ao lado do parceiro Bruno Prada, Scheidt fez duas sessões de treinos nos últimos dois meses em Weymouth, além de disputar a quinta etapa da Copa do Mundo de Vela na cidade, que sediará as provas de vela da competição. Com milhagem de sobra na raia olímpica e muito entrosamento a bordo, a dupla está confiante em trazer a medalha de ouro para o Brasil. Se isso acontecer, Robert será o primeiro tricampeão olímpico do esporte nacional.

Atualmente, Scheidt está empatado com Torben Grael e Marcelo Ferreira no quadro brasileiro de medalhas olímpicas. Ele é dono de duas medalhas de ouro na classe Laser, em Atlanta/1996 e Atenas/2004. Torben e Marcelo também tem dois ouros, conquistados nas mesmas edições olímpicas, mas na classe Star. No número de medalhas, a vantagem é de Torben, que subiu ao pódio cinco vezes. Robert conquistou quatro medalhas e Marcelo, três.

A história vitoriosa de Scheidt nas Olimpíadas começou na classe Laser, barco individual em que conquistou, além dos dois ouros, a prata em Sydney/2000 e nove títulos mundiais. Ele fez a transição para a Star em 2004, formando dupla com Bruno Prada, com quem já velejava desde 2001. Amigos de infância, os dois colecionaram juntos, desde o início da parceria, nada menos que 53 títulos e a medalha de prata nos Jogos de Pequim/2008. Entre maio de 2011 e abril de 2012, a dupla conquistou 11 vitórias seguidas. A sequência só foi interrompida na Semana Olímpica Francesa, em Hyères. Confira a lista de conquistas consecutivas:

• Semana Olímpica Francesa, em Hyères (etapa da Copa do Mundo) – maio/2011
• Delta Lloyd Regatta, em Medemblik (etapa da Copa do Mundo) – junho/2011
• Skandia Sail for Gold Regatta, Weymouth (etapa da Copa do Mundo) – junho/2011
• Evento-teste para os Jogos de Londres/2012, em Weymouth – agosto/2011
• Campeonato Italiano para as Classes Olímpicas, em Garda – setembro/2011
• Star Class Southern Hemisphere Championship, no Rio de Janeiro – novembro/2011
• Mundial de Perth (Austrália), dezembro/2011
• Miami OCR (etapa da Copa do Mundo) – janeiro/2012
• Semana Brasileira de Vela, em Búzios – fevereiro/2012
• Campeonato Paulista de Star – fevereiro/2012
• Palma de Maiorca, etapa da Copa do Mundo de Vela – abril/2012

Em sua última disputa, a Skandia Sail for Gold Regatta, em Weymouth, a dupla foi vice-campeã, atrás apenas dos irlandeses Peter O’Leary e David Burrows e na frente dos atuais campeões olímpicos, os ingleses Iain Percy e Andrew Simpson, numa prévia do duelo que deve esquentar as regatas na Olimpíada da Inglaterra. Mas, antes de embarcar de vez para os Jogos, no dia 16 de julho, Scheidt e Prada terão um período de descanso de 15 dias, depois da última sessão de treinos em Weymouth, encerrada esta semana. Robert Scheidt embarca para a Itália, onde vive com a esposa e o filho, enquanto Bruno Prada volta para o Brasil e na semana próxima segue para Ilhabela, litoral norte de São Paulo, para ficar com a família e disputar a Rolex Ilhabela Sailing Week, que começa no dia 8.

Confira abaixo a entrevista com a dupla sobre a preparação e as expectativas para o início das Olimpíadas:

Robert Scheidt

Você vai disputar a sua quinta olimpíada. Está ansioso? 
Ansiedade sempre existe, porque esperamos muito para os Jogos. É uma semana para definir um trabalho de quatro anos. Como já passei por isso algumas vezes, estou acostumado a lidar com isso, mas a ansiedade sempre existe. O negócio é levar para o lado positivo, dar raça na água e não levar para o lado da cobrança. Temos a consciência que estaremos lá para dar o nosso melhor.

Você saiu de uma classe em que velejava sozinho, a Laser, e passou a velejar em dupla na Star. Como é a parceria com o Bruno Prada?
Para velejar em dupla você tem de aproveitar as qualidades do outro. Temos dois olhos e um cérebro a mais a bordo. A experiência do Bruno, além de transmitir calma, ajuda nas decisões.

A preparação para as Olimpíadas é diferente da dos outros campeonatos?
O ideal é encarar como se fosse outro campeonato, mas, por conta da atenção da mídia e do público, fica difícil fazer isso. Psicologicamente tento velejar livre, como se fosse um campeonato qualquer. Tento, durante as regatas, saber que elas são importantes, mas não deixo isso prejudicar a nossa maneira de encarar as regatas, as manobras, as táticas.

A classe Star tem a fama de ser uma das mais difíceis de conquistar uma medalha. Com tantos resultados positivos nas últimas competições, incluindo o tricampeonato mundial, podemos considerar que o Brasil já tem a medalha de ouro?
Nunca espero resultado, ele se constrói. Tem que batalhar por cada ponto. O negócio é nunca desistir. Sabemos que temos o potencial e as armas necessárias [para a medalha de ouro], mas sabemos também que tudo depende de nós. Jogo é jogo, se ganha na hora.

Quem são os maiores adversários?
A dupla inglesa Iain Percy e Andrew Simpson, que mora lá, é com certeza uma das favoritas. Mas os franceses Xavier Rohart e Pierre Alexis Ponsot, os dinamarqueses Michael Hestbaek e Claus Olesen, os irlandeses Peter O’Larry e David Burrows, os suecos Fredrik Loof e Max Salminen e os suíços Flavio Marazzi e Enrico de Maria também estão velejando bem.

Nos últimos meses vocês passaram a maior parte do tempo na raia olímpica, treinando e competindo. Como este período ajudará no desempenho de vocês nos Jogos? 
Nós gostamos muito de velejar em Weymouth. Já estivemos lá algumas vezes e a ideia era, cada vez mais, tomar conhecimento das raias onde serão disputadas as regatas. Geralmente o clima é frio e com muito vento. Este é o maior desafio de lá.

Na China o ouro acabou escorregando e vocês ficaram com a prata. Depois de conquistar o tricampeonato mundial e ficarem invencíveis por quase um ano, você acredita que esta é a hora de conquistar o ouro olímpico?
A hora pode ser para qualquer um, depende da execução naquela semana. Não temos nada garantido, apesar de sermos os favoritos, assim como os ingleses. Então, depende de como vamos jogar.

Com a saída da Star para os Jogos Olímpicos de 2016, você pensa em mudar de classe novamente?
Ainda não sei. Vou descansar e esperar as Olimpíadas passarem. Não tenho pressa. O foco hoje está em Londres. Quero velejar até 2016, seria legal terminar a minha carreira no Brasil, então preciso de algo que me deixe feliz e com chances de medalha.

Que recado você pode dar para o torcedor brasileiro que irá te acompanhar durante os Jogos?
Lutamos muito para estar em Londres, passamos por muita coisa, mas acho que estamos em um excelente momento. O que podem esperar é o maior empenho possível maior garra para representar bem o Brasil.

Bruno Prada

Você está prestes a ir para a sua segunda Olimpíada. Você se sente mais preparado desta vez?
Acho que nessa Olimpíada a gente está chegando muito mais preparado do que na outra. Na verdade a gente nem era velejador de Star, éramos apenas dois velejadores, um de Laser, um de Finn, tentando velejar a Star. Acho que nesse ciclo olímpico a gente amadureceu bastante. Eestou bastante animado para esse último mês de campanha.

Como foi a preparação para esta Olimpíada?
Nós velejamos algumas vezes na raia olímpica de Weymouth e testamos vários materiais novos, entre barcos, velas e mastro. É importante também nesta preparação fazer um planejamento de treinos que seja bastante intenso, mas que não deixe problemas físicos, pra que a gente chegue lá com muita vontade. Se você treinar demais, chega muito cansado. Temos que chegar descansados, mas ao mesmo tempo com 100%. Teremos agora um período de 15 dias de ‘descanso’ antes de embarcar de vez para a vila.

Como você lida com a pressão de ser favorito ao ouro olímpico?
Cada um de nós tem 30 anos de estrada. Aprendemos a lidar com a pressão. Qualquer resultado nos impulsiona, seja vitória ou derrota. Vencer o Troféu Princesa Sofia, em abril, nos últimos metros da última regata, nos deu muita moral. Estávamos com um barco italiano, com velocidade menor em relação aos cinco primeiros colocados, e nos superamos. Mas os resultados ruins também nos impulsionam, deixam a gente mordido para ter um desempenho melhor na próxima competição.

Como é a sua relação com o Robert?
É um casamento de 11 anos. Brigas sempre existem, mas o mais importante é termos objetivos muito claros em mente. Ter a finalidade de discutir para melhorar alguma coisa e nunca terminar o dia de cara virada um para o outro. Chegamos a uma fase de maturidade e é uma fase tão sensacional, com tantas vitórias, que nem temos mais assunto para brigar.

Qual é a grande vantagem da dupla em relação aos seus adversários
A maioria dos velejadores é especialista em uma condição específica, como ventos fortes ou fracos. Nós não somos especialistas em nada, conseguimos velejar bem em todas as condições. Isso pode nos ajudar em Londres, no caso de o tempo mudar.

Da Local

Integrantes da Equipe Brasileira de Vela disputam mundiais de Laser e Star

Em maio, brasileiros disputam ainda competições das classes 49er, 470 e Finn. Nos dois primeiros, duplas do país tentam classificação para a Olimpíada de Londres

São Paulo (SP) – O mês de maio é um dos mais importantes na preparação da Equipe Brasileira de Vela para os Jogos Olímpicos de Londres, entre julho e agosto na Inglaterra. Nesta sexta-feira começa o primeiro de cinco campeonatos mundiais de classes olímpicas, com presença de representantes verde-amarelos. Em dois deles, nas classes 49er (a partir de segunda-feira, dia 7) e 470 (que começa no próximo domingo, dia 13), os velejadores brasileiros buscam as últimas vagas para disputar os Jogos de Londres/2012.

O primeiro deles é o Mundial de Laser, na cidade de Boltenhagen, na Alemanha, que começa nesta sexta-feira. Atual vice-líder do ranking mundial, o catarinense Bruno Fontes tenta subir ao pódio na competição pela primeira vez, embalado pelos bons resultados dos últimos meses. Em meio à adaptação ao clima frio da cidade alemã, Bruno ganhou motivação extra durante a semana: “Estou confiante e feliz. Esse ano é especial, principalmente agora que soube que minha esposa está esperando uma menina”, comemora o futuro papai, que já escolheu o nome de Clara para a garotinha. Outro brasileiro na raia alemã será João Hackerott.

A partir de sábado, quem entra na água é a dupla líder do ranking mundial da classe Star, Robert Scheidt e Bruno Prada. O Mundial será disputado em Hyères, na França, mesmo local da Semana Olímpica Francesa, encerrada na última sexta-feira (27/4). Será mais uma importante etapa de preparação para os medalhistas olímpicos. “Os treinos têm sido muito bons e estamos melhorando nossa velocidade. Estamos muito animados com a disputa pelo titulo mundial, que será duríssimo. Será fundamental a consistência, pois serão somente seis regatas disputadas”, explica Robert Scheidt, bicampeão mundial da classe.

A competição contará também com velejadores que estarão em Londres, como os atuais campeões olímpicos, os britânicos Iain Percy e Andrew Simpson. Além deles, os brasileiros Alessandro ‘Dino’ Pascolato/Henry ‘Maguila’ Boening e Gastão Brun/Gustavo Kunze estão confirmados.

“O Mundial é um pouco diferente dos outros campeonatos, porque são apenas seis regatas, mais longas. Será duríssimo, pois ainda estão em disputa quatro vagas olímpicas, e devemos ter 18 países não classificados buscando essas vagas”, relata o proeiro Bruno Prada.

A partir de segunda-feira, duas semanas de disputas por vaga olímpica – O Mundial da classe 49er, que começa na segunda-feira (7), abre as duas semanas que definem se o Brasil terá mais duas duplas disputando na competição de vela nos Jogos de Londres. Em Zatar, na Croácia, André Fonseca, o Bochecha, e Marco Grael velejarão por uma das cinco vagas abertas na Olimpíada.

A dupla vem do 15º lugar na Semana Olímpica Francesa, em Hyères, após boas regatas que aumentaram a confiança para a briga pela Olimpíada na Croácia. “A França é um local que tem nos dado muita sorte. No ano passado, conseguimos o melhor resultado do ano em Hyères e nesse ano novamente fomos bem, incluindo algumas regatas andando na frente. Agora, na Croácia, teremos um campeonato com ventos mais fracos. Serão muitos países brigando por poucas vagas e uma disputa acirrada”, diz Bochecha.

O segundo mundial com brasileiros lutando por vaga em Londres é o da classe 470, a partir do dia 13. No feminino, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan já estão garantidas. No masculino, o Brasil terá duas duplas na competição por uma das sete vagas abertas: os titulares da equipe brasileira, Fábio Pillar e Gustavo Thiesen, e Henrique Haddad e Nicolas Castro. Se uma das duplas conquistar a vaga para o País, estará automaticamente garantida em Londres.

Os quatro velejadores estão em Barcelona, onde está sendo realizada a clínica mundial da classe. As regatas do Mundial começam no segundo domingo do mês (13). “Os treinamentos serão intensos até o dia 13, quando começarão as regatas do Mundial. Fizemos resultados consistentes nos dois eventos do ano e sentimos uma evolução constante. Com trabalho e inspiração, esperamos fazer um ótimo campeonato mundial”, projeta Fábio Pillar.

O Mundial da classe Finn, a Gold Cup, que contará com o brasileiro Jorge Zarif, começa no mesmo domingo (13), em Falmouth, na Inglaterra. Mais jovem do time nacional, com 19 anos, ele aproveita a competição para, competir contra os melhores do mundo. Durante a próxima semana, ele disputa o Campeonato Inglês da Finn, na mesma raia.

“O Mundial servirá como uma pré-olimpíada. Vou usar tudo o que tenho de melhor e com a ideia de que este é o evento mais importante do ano. Ainda não decidi qual material utilizar nos Jogos Olímpicos e esse evento será o teste final”, explica o velejador.

Da ZDL

Isaf define o FX como skiff feminino para Rio 2016

A Isaf confirmou nesta sexta-feira que o Mackay FX será o skiff feminino na disputa dos Jogos Olímpicos do Rio 2016. O barco tem o casco do 49er, porém com menos área vélica. O próximo ponto a ser discutido pela federação será o modelo do multicasco misto, também para o Rio 2016. E, por enquanto, o Star continua fora…

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