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Posts com Tag ‘recorde’

Gabart no Olimpo: 42d 16h 40m e 35s solitário em volta ao mundo. O segundo melhor tempo absoluto da história.

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O francês François Gabart completou neste domingo a volta ao mundo em solitário em um em tempo recorde de 42 dias, 16 horas, 40 minutos e 35 segundos. Com a marca, ele superou o recorde anterior, de seu compatriota Thomas Coville, atingida no ano passado.

O navegador, de 34 anos, cruzou a linha de chegada virtual entre a ilha de Ouessant (oeste da França) e o cabo Lizard (sul da Inglaterra) às 23h45 de sábado no horário de Brasília (2h45 no horário local), com seis dias e 10 horas de antecedência em relação a marca de Coville.

Seu tempo é o segundo melhor absoluto, com tripulação e em solitário combinados, em todo a história, apenas o IDEC Sport (Francis Joyon e tripula) fez melhor em 26 de janeiro de 2017 no Troféu Jules Verne (com 40 dias 23 horas 30 minutos e 30 segundos). O trimaran MACIF percorreu 27.859 milhas, a média de 27,2 nós. Caraca!!

Assim, Gabart, que já havia realizado uma volta ao mundo em 2012/2013, quando venceu a Vendée Globe, tornou-se o quarto velejador da história a estabelecer o recorde de volta ao mundo sozinho e sem escala em um “projeto” específico para isso. O primeiro foi o também legendário Francis Joyon em 2004 (com 72 dias e 22 horas) e depois, novamente, em 2008 (57 dias e 13 horas). Em 2005, foi a britânica Ellen MacArthur (71 dias 14 horas) e, finalmente, Coville em 2016 (49 dias e 3 horas). Lembrando que após velejar sozinho por anos, Joyon se juntou a uma pequena tripulação e estabeleceu o recorde absoluto mencionado acima. Assim mesmo, apenas 1d e 17h a menos que o sozinho Gabart… Esse pode se gabar de ser uma fera dos mares! Não resisti…

Gabart partiu em 4 de novembro com o objetivo de superar o recorde de Coville, que havia batido em 8 dias o recorde anterior em sua quinta tentativa Um ano depois da façanha de Coville, anunciada na época como muito difícil de ser superada, Gabart se lançou ao mar a bordo de seu veleiro de última geração, o maxi-trimarã Macif, de 100 pés, e detonou o tempo anterior. Para os deuses nem o céu é o limite!

Murillo Novaes

 

Leia mais: https://oglobo.globo.com/esportes/frances-francois-gabart-bate-recorde-de-volta-ao-mundo-em-veleiro-22202874#ixzz51cFAlKhi
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O francês François Gabart detona recorde sobre recorde e veleja célere rumo ao Olimpo dos solitários navegadores oceânicos

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Levar sozinho um trimarã de 100 pés pelo Horn afora a mais de 27 nós de média é molezinha,  será??

Uma semana depois de passar o Cabo Horn, mais uma vez Francois Gabart registrou um tempo extraordinário no equador, que ele cruzou neste domingo, 10 de dezembro, às 10:35 (UTC), 36 dias, 1 hora e 30 minutos após o início da sua tentativa de recorde da volta ao mundo em solitário, em Ouessant, noroeste da França. Até agora o  caro fez uma média de apenas(!!) 27,3 nós e chegou a velejar a mais de 39 nós por alguns momentos. Simples assim!!

O comandante (e único tripulante) do trimarã de 100 pés MACIF agora tem uma liderança de 5 dias, 13 horas e 23 minutos sobre o tempo de passagem do recorde atual, de Thomas Coville, que entrou no hemisfério norte após 41 dias, 14 horas e 53 minutos. Esta performance representa o segundo melhor tempo de toda a história, com ou sem tripulação, no percurso Ouessant-Equador. Somente Francis Joyon e seus cinco tripulantes no IDEC Sport, os atuais recordistas absolutos da volta ao  mundo a vela, alcançaram marca melhor até agora (35 dias, 4 horas e 09 minutos).

Embora Francois Gabart tenha sofrido depois do Horn, em condições climáticas muito severas devido a uma baixa pressão na costa argentina, sua subida no Atlântico Sul foi excepcional. Ele conseguiu o melhor tempo geral, de toda a história da navegação a vela nos mares do planeta, com ou sem tripulação, no trecho Cabo Horn-Equador, com incríveis 06 dias, 22 horas e 15 minutos, melhorando o tempo de referência até então, da tripulação do Banque Populaire V, no Troféu Jules Verne 2011-2012, com 7 dias, 4 horas e 27 minutos. Caraca!!

Ao mesmo tempo, ele adiciona um novo recorde Equador-Equador em solitário (a ser ratificado pela WSSRC, claro) à sua lista de feitos: 30 dias, 4 horas e 45 minutos, marca que era também de Thomas Coville, com 35 dias, 21 horas e 39 minutos. .

Isso significa que ele se aproxima do seu objetivo com uma boa chance de chegar a Ouessant antes de 23 de dezembro, às 14:09 (UTC), a data e hora final para bater o recorde de Coville. No entanto, a volta ao mundo ainda não terminou, já que ele ainda tem que passar pela ITCZ (Doldrums ou Pot au Noir para os franceses), negociar bem os alísios e a alta pressão dos Açores para garantir o triunfo final.

Neste momento, com mais de 2.300mn sobre o “rival” Coville, parece que tudo caminha super bem. De todo modo, Gabart já fez coisas incríveis neste mês e pouco de singradura solitário pelo planetinha azul. Um deus do oceano! Quem viver verá!!

Murillo Novaes

Joyon e companhia detona mais um recorde na travessia do equador. Falta pouco!

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Às 12:28h UTC desta sexta-feira (20/01), o maxi-trimarã IDEC SPORT cruzou o Equador. Francis Joyon, Sébastien Audigane, Clément Surtel, Gwénolé Gahinet, Alex Pella e Bernard Stamm alcançaram o melhor desempenho para o trecho entre Ushant e o equador após montar os três grandes cabos (Boa Esperança, Leeuwin e Horn) com um tempo de 35 dias, 4 horas e 45 minutos. Este tempo é 2 dias, 22 horas e 36 minutos melhor do que o tempo de referência anterior realizado em 2012 por Loïck Peyron no maxi-trimarã Banque Populaire V. Desta forma, o heroico francês, que já foi o solitário mais rápido do planeta, tempo batido este ano por Thomas Coville, segue firme na busca pelo troféu Júlio Verne. Veloz e furioso!!!!!

 

Francis Joyon segue atrás do recorde de travessia do Atlântico

Joyon, o solitário mais rápido do planeta, saiu para mais um recorde.

Joyon, o solitário mais rápido do planeta, saiu para mais um recorde.

O francês Francis Joyon já chegou à metade da travessia do Atlântico, mas está a quase 100 milhas atrás do recorde, estabelecido por Thomas Coville. Apesar disto ele se diz bastante satisfeito com a primeira parte da viagem, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas: ele pegou neblina, diversos obstáculos e ventos instáveis. O plano agora é seguir uma rota mais direta, enquanto enfrenta ventos de até 25 nós.

Maserati quebra recorde de travessia da Rota Dourada

O VO70 comandado por Giovanni Soldini arrebentou.

O VO70 comandado por Giovanni Soldini arrebentou.

O Maserati, um Volvo Open 70, quebrou o recorde da Rota Dourada, entre Nova Iorque e São Francisco via Cabo Horn. Foram necessários 47 dias, 42 minutos e 29 segundos para completar o percurso de 13225 milhas. O antigo recorde era de 57 dias, 3 horas e 2 minutos.

O caminho era percorrido inicialmente por navegadores na corrida do ouro, que começou na segunda metade do século 19. O menor tempo estabelecido na época foi do Flying Cloud, de 89 dias e 8 horas, marca que permaneceu por 130 anos.

 

Com vídeo: Francis Joyon se supera e quebra novamente o recorde da Rota de Colombo

Oito dias, 16 horas, 7 minutos e 5 segundos. Este foi o tempo necessário para que Francis Joyon completasse a Rota de Colombo, entre Cadiz, na Espanha e São Salvador, no Caribe, a bordo do maxitrimarã Idec. Com uma velocidade média de 18,66 nós, ele quebrou o próprio recorde, estabelecido em 2008, em mais de um dia e 4 horas.

“Minha reação imediata é de uma enorme satisfação… e cansaço”, disse ele logo após cruzar a linha de chegada.

Wild Oats bate o recorde da Sydney-Hobart na sua 68ª edição.

A "aveia selvagem" de Mr. Oatley mais uma vez acelerou mais que todos na nada pacífica descida de Sydney à Hobart. Zaz!!

A “aveia selvagem” de Mr. Oatley mais uma vez acelerou mais que todos na nada pacífica descida de Sydney à Hobart. Zaz!!

E Bob Oatley, que venceu nada menos menos que seis das oito últimas regatas Sydney-Hobart, aprontou mais uma.  Nesta 68ª edição, à bordo do seu Reichel Pugh de 100 pés, Wild Oats XI, ele e a tripula fizeram o legendário percurso de 630 milhas, que já ceifou as vidas de inúmeros marinheiros, em 1 dia 18 horas 23 minutos e 12 segundos. Foram 16 minutos e 58 segundos a menos que o antigo recorde, de 2005, dos próprios caras.

A tradicional regata que sempre larga no Boxing Day, o dia seguinte ao natal, tem como grande vencedor, aquele que mais chama a atenção da mídia, no barco que faz a fita-azul. Ou seja, é o primeiro a cruzar a linha no tempo real que leva os louros. E é por esta honra, as honras da linha (line honours, em inglês), que todos se batem. E Bob Oatley e seu comandante, Mark Richards, ganharam os seus belos Rolex Chronometer e o troféu Ilingworth pelo feito lá mesmo na chegada à Tasmânia. Espantaram os demônios!

 

Velejadores de windsurf quebram a barreira dos 50 nós

Luderitz, na Namíbia foi o cenário escolhido por velejadores de windsurf para a tentativa de quebra de recorde de velocidade, mais precisamente para tentar quebrar a barreira dos 50 nós. Com condições perfeitas, o primeiro a conseguir o feito nesta terça-feira foi o sueco Anders Bringdal. Ele chegou a 50.41 e depois a 50.46 nós. Mais tarde foi a vez de Antoine Albeau, que bateu a marca de 50.62 nós. Esta foi a primeira vez que uma prancha conseguiu quebrar esta barreira. Para ver mais resultados, clique aqui.

Alex Thomson poderá quebrar o recorde de travessia do Atlântico nesta quinta-feira

O velejador Alex Thomson partiu com seu Open 60 Hugo Boss de Nova Iorque no último dia 17 com um objetivo: quebrar o recorde de travessia do Atlântico em solitário. Nesta quinta-feira, nove dias depois, tudo indica que ele vai conseguir. Na manhã de hoje ele estava a apenas 110 milhas da chegada em Lizard Point e um dia à frente do recorde atual, de 10 dias, 55 minutos e 19 segundos.

WSSR Council reconhece recordes do Abu Dhabi e Banque Populaire na Fastnet

O World Speed Sailing Record Council reconheceu mais duas quebras de recorde, durante a Rolex Fastnet Race deste ano. A equipe Abu Dhabi, de Ian Walker, foi a mais rápida entre os monocascos a completar a regata, levando 1 dia, 18 horas e 38 minutos para completar o percurso de 595 milhas náuticas. A velocidade média foi de 14 nós. A equipe estará na próxima Volvo Ocean race, que larga agora em outubro, de alicante, na Espanha.

Entre os multicascos o WSSR Council reconheceu o trimarã de 105 pés Banque Populaire 5 também como o mais rápido no mesmo percurso. A equipe comandada por Loick Peyron levou 1 dia, 8 horas, 48 minutos e 46 segundos para completar a regata, com uma velocidade média de 18,1 nós.

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