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Posts com Tag ‘Refeno’

Bravíssimo, do ES, é campeão ORC 2018 da Copa Brasil de Oceano da ABVO. Rudá (SP) vence na IRC, Aventureiro (PE) na MOCRA, Zeus (SP) na RGS e Madrugada (RS) entre os clássicos.

A tripulação capixaba de Luciano Secchin foi o grande destaque da vela de oceano brasileira em 2018. Bravíssimo!

A Copa Brasil de Oceano, disputada durante o ano todo em todo o país, já tem definidos os seus campeões. O Bravíssimo, um Skipper 30 comandado por Luciano Secchin, levou o título de barco do ano, além de ficar com a medalha de ouro na classe ORC. A equipe venceu o Circuito Oceânico de Niterói e teve um excelente desempenho na Santos – Rio, no Circuito Rio e no Brasileiro, ficando com a segunda colocação nos três. A medalha de prata foi para o Maestrale LogSub/MapMa, um Skipper 30 do Comodoro Adalberto Casaes, seguido pelo Crioula 29, um S40 de Eduardo Plass.

Na IRC o grande campeão foi o Rudá, de Mario Martinez. O First 40 somou 164 pontos, tendo vencido a Regata Santos – Rio e também o Campeonato Brasileiro. Em segundo ficou o Asbar IV, um Beneteau First 35, de Jonas de Barros Penteado, seguido por Asbar II, um Delta 32 de Sergio Klepackz.

Na MOCRA, o Helia 44 Aventureiro, de Hans Hutlzer foi o vencedor, ao ganhar a Refeno e ficar com o segundo lugar no Brasileiro. Seu Gugu, um Raji 420, de Augusto Brito, e Odara, um Crowther 49, de Leonardo Taboada, ficaram com a segunda e terceira colocação respectivamente.

Já na RGS o Zeus, um Beneteau First 40.7 de Paulo Moura, venceu duas etapas da Copa Suzuki e levou o troféu de primeiro colocado da Copa Brasil. O segundo lugar ficou com Dorf, um Delta 26 de Roberto Schnardorf, e o terceiro ficou com o Sargaço, um Fast 365 da Escola Naval.

Dentre os Clássicos o campeão foi o Madrugada, um 2 Ton Frers de Niels Rump, que venceu a Semana de Vela de Ilhabela. Aries III, um Frers 43, de Diogo Aguiar, e o Brazuca, um Cal 9.2 de Rubens Bueno, ficaram com o segundo e terceiro lugares espectivamente.

A entrega dos troféus aos campeões será feita em data e local a serem definidos em breve pela ABVO e divulgado nos nossos canais oficiais. Os resultados completos podem ser vistos aqui.

ABVO/ Murillo Novaes

Após naufrágar na Refeno, embarcação Nativo é encontrada numa ilha no Pará

Trimarã pernambucano capotou horas depois da largada da regata, na noite do dia 27 de setembro

O veleiro Nativo pouco antes da largada da regata

O veleiro Nativo pouco antes da largada da regata

 

Um mês e meio. Foi esse o tempo em que o barco Nativo ficou à deriva, sem sequer um tripulante e em alto mar. Na última terça-feira (11), a embarcação que capotou (virou) horas depois da largada da 26ª edição da Regata Recife/Fernando de Noronha (Refeno), na noite do dia 27 de setembro, foi encontrada por pescadores depois de encalhar após uma maré de cinco metros na Ilha de Canelas, na Baía de Maiaú, no município de Bragança, no Pará.

O responsável por identificar o barco foi um professor do Instituto Federal do Pará (IFPA), Cristovam Diniz. Ele foi avisado por pescadores que um avião havia caído no local. Ao notar que se tratava de um barco, Cristovam investigou e encontrou um cartão com o telefone do irmão do comandante da embarcação, Jorge Neves. Ligou e deu a notícia.

“O Nativo está completamente estragado, possuindo apenas com o casco central, que está furado”, explicou Jogre. Nele, foram encontrados um pen-drive e uma estação de vento. Jorge Neves avisou que deve ir ao Pará já neste fim de semana.

A embarcação pernambucana Nativo capotou por volta das 23h do dia 27 de setembro nas proximidades da cidade de Cabedelo, na Paraíba. Os seis tripulantes da embarcação Nativo só foram salvos graças a um item de segurança que a partir deste ano passou a ser obrigatório em todas as embarcações que participaram da Refeno – a balsa salva-vidas, acionada depois que um dos cabos de sustentação do barco rompeu.

Os tripulantes passaram a primeira noite em cima do barco emborcado. Quando amanheceu, montaram a balsa salva-vidas. Após quase 35 horas à deriva em alto mar, os seis tripulantes da embarcação pernambucana foram encontrados e resgatados, com saúde, por um navio mercantil de bandeira liberiana que transportava óleo. A embarcação Nativo estava a 26 milhas da costa de Natal, capital do Rio Grande do Norte, local para onde foram levados.

DADOS DA EMBARCAÇÃO
Embarcação: Trimarã
Modelo: Trimarã 33
Comprimento: 10,00m
País: Brasil
Estado: PE
Classe: Mocra
Comandante: Jorge Neves
Tripulação
Alvaro Gonçalves da Fonte Neto
Antonio Roberto Borges da Fonseca Neves
Jorge Alberto Silvestrini
Marcos Vittorazzo
René Ribeiro Hutzler

SEGURANÇA
O Cabanga Iate Clube de Pernambuco anunciou durante a coletiva de Imprensa da 26ª Regata Recife/Fernando de Noronha (Refeno outras mudanças para garantir ainda mais segurança para todas as embarcações e tripulantes que disputarão as próximas edições da Refeno. A principal delas será a antecipação da exigência do uso do Epirb 406Mhz. Até então, essa obrigatoriedade estava prevista apenas para a Refeno de 2016.

O Epirb é um dispositivo eletrônico via satélite que pode ser acionado manualmente ou automaticamente quando entra na água. “Se o barco virar ou capotar, ele automaticamente vai emitir o sinal da posição correta onde está o barco. Esse sinal continuará a ser emitido por mais 48 horas. Após acionado, o mundo inteiro, não só a Refeno, ficará sabendo da posição. É um dispositivo de socorro”, explicou o coordenador geral da Refeno, João Jungmann.

A organização da Refeno também lembrou que mesmo com o Epirb, o veleiro terá, obrigatoriamente, que portar um Spot, onde a sua posição poderá ser acompanhada durante toda a prova tanto pela Comissão de Regata quanto pela Marinha, além de ser um dispositivo que também emite um sinal de socorro via satélite caso necessário.

Carcará II conquista Norte/Nordeste de BRA-RGS

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O barco pernambucano Carcará conquistou, neste domingo (14), o Norte-Nordeste da classe BRA-RGS. A embarcação comandada pelo médico Paulo Almeida e mais quatro tripulantes venceu a disputa contra outros seis barcos. Além do regional, as três regatas disputadas neste final de semana integraram o Circuito Recifense de Vela Oceânica, último teste antes da Regata Recife/Fernando de Noronha, com largada marcada para o dia 27 de setembro.

“Muitas embarcações locais aproveitaram essa competição para realizar os últimos ajustes antes da Refeno. Se tiver que quebrar, falhar, vai falhar agora e você terá tempo de reparar até a Refeno. Por isso, serviu como último grande teste antes da largada”, afirmou João Jungmann, diretor geral da Refeno.

De acordo com Cícero Moraes, secretário da Flotilha de Veleiros de Oceano, os ventos fortes do sábado (13) e domingo (14) exigiram muita técnica dos comandantes e velejadores que disputaram as três regatas. “Foi um circuito muito técnico, cada uma das regatas contou com um desenho diferente”, analisou Cícero.

Mesmo não disputando a regata do sábado, do Porto do Recife até o Parque Dona Lindu, em Boa Viagem, o Carcará II conquistou o título depois de vencer as duas regatas deste domingo com um bom tempo em relação aos seus concorrentes. “O barco está revisado e para a Refeno. Disputar o Circuito Recifense neste final de semana serviu para reunir nossa tripulação que há dois meses não velejavam juntos. As regatas serviram como um apronto para Noronha. Nosso barco andou que foi uma beleza”, comemorou o comandante do Carcará, Paulo Almeida.

BRASILEIRO MOCRA
O Circuito Recifense deste final de semana também contou pontos para o Campeonato Brasileiro de Multicascos (Mocra). A embarcação Suva 04, de Marcos Medeiros, chegou em primeiro nas três regatas da competição. O segundo lugar ficou com Centauros, de Álvaro da Fonte. O campeão brasileiro de multicasco (Mocra) só será conhecido após a Refeno. Ao todo, cinco regatas definem o campeão brasileiro da classe. Além das três do Circuito Recifense e da Refeno, a Regata de Aratu/Maragogipe, realizada no último mês, na Bahia também integra o Brasileiro de Mocra.

CLASSIFICAÇÃO FINAL

NORTE/NORDESTE BRA-RGS
1º Carcará
2º Morning Breeze
3º Toba
4º Quarta-feira 17 bis 3
5º Avoador
6º Templários

CIRCUITO RECIFENSE DE VELA OCEÂNICA

RGS A
1º Carcará
2º Morning Breeze

RGS B
1º Toba
2º Quarta-feira 17 bis 3
3º Avoador
4º Templários

Mocra Regata
1º Suva 04
2º Centauro

INSCRITOS

Até o momento, 98 embarcações estão inscritas ou pré-inscritas na Refeno 2014. Este número envolve participantes de 11 estados do Brasil, além de três países: três argentinos, um holandês e um francês. O Rio de Janeiro é o lugar mais bem representado, com 24 barcos inscritos. São Paulo vem logo atrás, com 22. Pernambuco é o terceiro, com 19 embarcações.

 

REFENO

A Regata Recife/Fernando de Noronha é organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, em parceria com a Associação Pernambucana de Vela Oceância (APVO). O evento conta com o apoio da Empetur, Prefeitura do Recife, Administração de Fernando de Noronha, Dislub, Murai/Mitsubishi Motors, CR Turismo e Agemar.

Da assessoria

Primeiras embarcações da Refeno atracam no Cabanga

As primeiras embarcações dos estados brasileiros e de fora do País que disputarão a 26ª Edição da Regata Internacional Recife/Fernando de Noronha, com partida prevista para o dia 27 de setembro, começaram a atracar no Cabanga Iate Clube de Pernambuco. Logo de cara, o clube abriu as portas para a chegada de sete embarcações – Jamaica III (Argentina), Tranquilidade (RN), Sogno (RJ), Tarú Andé (SP), Muakã (RN), Mistralis (RJ) e Kironsete (ES).

O primeiro barco gringo a atracar no Cabanga foi o Jamaica III, que estava em Suape desde o final de julho. Nesta quarta-feira (10), o comandante do barco, o argentino Hugo Nunatack, de 62 anos, resolveu algumas questões burocráticas, como a instalação do spot no seu barco (equipamento que facilita o acompanhamento em tempo real das posições durante o percurso da regata) e adquiriu as quatro cartas náuticas necessárias para edição 2014 da Refeno.

Hugo, que fez o percurso Buenos Aires/Recife com seu próprio barco, deixou sua terra natal no dia 14 de abril (partindo do Clube Náutico Barlovento) e chegou ao porto de Suape em 30 de julho. Com tempo de sobra, o gringo aproveitou para conhecer o que Pernambuco tem de melhor a oferecer. “Já visitei muitas praias, como Porto de Galinhas, Cabo (de Santo Agostinho), Gaibu, Enseada (dos Corais) e Recife”, diz o velejador.

A expectativa para a competição é grande, já que trata-se da primeira participação de Hugo Nunatack na Refeno. O argentino contou que costumava visitar a Baía da Ilha Grande, no Rio de Janeiro, mas é a primeira vez que vem ao Nordeste com seu barco. “Soube da competição através de um amigo meu que participou anos atrás. Não lembro exatamente o ano, mas sei que ele até ganhou uma moto no sorteio. O nome do barco dele era El Maja.”

Apesar de ter vindo só para Pernambuco, Hugo Nunatack deverá contar com o reforço de um amigo conterrâneo na tripulação do Jamaica III que partirá para o Arquipelágo Fernando de Noronha. “Ele está agendando uma viagem de avião para o Recife, em setembro. Mas, como é casado, precisa entrar em um acordo com a esposa e seus filhos. Teve que negociar uma hospedagem em Porto de Galinhas com ela e seus filhos para poder ser liberado. Eu não tenho esse problema, pois sou solteiro (por sorte)”, brinca Hugo.

EMBARCAÇÕES QUE JÁ CHEGARAM
Jamaica III (Argentina) – Comandante: Hugo Krumm
Tranquilidade (RN) – Comandante: Flávia Araújo
Sogno (RJ) – Comandante: Leandro Bergman
Tarú Andé (SP) – Comandante: Moacir Marte
Muakã (RN) – Comandante: Gilson Araújo
Mistralis (RJ) – Comandante: Felipe Caire
Kironsete (ES) – Comandante: Simão Bassul Neto

EMBARCAÇÕES LOCAIS
Além das sete embarcações de fora, nove barcos pernambucanos inscritos para Refeno já estavam atracados no clube – Avatar, Aventureiro ao Quadrado, Avoador II, Boleiro II, Carcará II, Chegado V, JR 01, Lampião II e Patoruzú.

INSCRITOS

Até o momento, 98 embarcações estão inscritas ou pré-inscritas na Refeno 2014. Este número envolve participantes de 11 estados do Brasil, além de três países: três argentinos, um holandês e um francês. O Rio de Janeiro é o lugar mais bem representado, com 24 barcos inscritos. São Paulo vem logo atrás, com 22. Pernambuco é o terceiro, com 19 embarcações.

REFENO

A Regata Recife/Fernando de Noronha é organizada pelo Cabanga Iate Clube de Pernambuco, em parceria com a Associação Pernambucana de Vela Oceância (APVO). O evento conta com o apoio da Empetur, Prefeitura do Recife, Dislub, Murai/Mitsubishi Motors, CR Turismo e Agemar.

Da assessoria

Torben Grael conquista a Recife-Fernando de Noronha

Apesar do vento fraco, barco comandado pelo bicampeão olímpico cruzou a linha de chegada em primeiro lugar

O barco Magia V/Energisa, comandado pelo bicampeão olímpico Torben Grael, foi o primeiro a cruzar a linha de chegada da XXV Regata Recife-Fernando de Noronha (Refeno). Com ventos fracos, o barco percorreu as 300 milhas náuticas (cerca de 545 km) até a ilha em 35 horas e 40 minutos e sagrou-se o mais rápido da prova. A largada da Refeno aconteceu no último sábado (05), no Marco Zero, na capital pernambucana.

“O vento muito fraco não estava favorável, o que nos obrigou a lutar por cada rajada até o final da prova. O barco se comportou bem durante todo o percurso e conseguimos cruzar a linha em primeiro lugar e conquistamos nosso objetivo”, comemorou o comandante do Magia V/Energisa, Torben Grael.

A tripulação campeã contou com a presença da família do Torben: a esposa, Andrea, e os filhos Marco e Martine, que recentemente conquistou a prata no mundial da classe 49erFX.

Este ano, a Refeno contou com a participação de mais de 100 veleiros, entre mono e multicascos da classe deOceano. O próximo desafio do Soto 40 Magia V/Energisa será a Santos-Rio, seguida pelo Circuito Rio, ainda em outubro.

Por Mariane Thamsten – da Velassessoria

Barco de Torben Grael sobe a costa brasileira para buscar recorde na Recife-Noronha

O barco Magia V/Energisa, do bicampeão olímpico Torben Grael, já está em Recife, onde participará da XXV regata Recife-Fernando de Noronha (Refeno), que parte dia 05 de outubro do Marco Zero. O veleiro, da classe Soto 40, é considerado um barco de Oceano de alta performance e velocidade. Por conta disso, o comandante Torben Grael quer conquistar o recorde de singradura (espaço que o barco percorre em um dia) entre os monocascos nas 300 milhas náuticas (cerca de 545 km) entre a capital pernambucana e a paradisíaca Fernando de Noronha.

“Na última vez que eu participei da Refeno, estava a bordo do barco que conquistou o recorde entre os monocascos. Agora, eu e minha tripulação estamos determinados a conquistar esse recorde o Magia (barco)”, aponta Torben, atual técnico-chefe da equipe brasileira de vela para os Jogos 2016.

A XXV regata Recife-Fernando de Noronha (Refeno) é organizada pelo Cabanga Iate Clube, em parceria com a Federação Pernambucana de Vela eMotor. A prova é considerada a primeira regata oceânica do país, criada em 1986 por um número pequeno de velejadores pernambucanos que desbravaram os mares até Noronha. Atualmente, a competição reúne mais de 150 barcos participantes.

Sessentão é fita-azul da Refeno

Foram necessárias 29h 50min e 14 seg para que o Sessentão, de Alain Simon, completasse o percurso entre Recife e Fernando de Noronha. O barco de sessenta pés foi o fita-azul da competição. Zing 2 e Ave Rara chegaram logo em seguida, uma hora e uma hora e meia depois. No total 50 barcos participaram da competição.

Confira abaixo os resultados por categoria:

RGS:
1. Mahalo, 37:22:15
2. Mussulo III, 37:22:34
3. Recreio, 39:02:55

ORC Internacional:
1. Manos Champ, 25:32:57
2. Marujos, 26:46:31
3. Zing 2, 28:13:10

ORC Club:
1. Sessentão, 27:58:29
2. Fantasma II, 29:00:40

Catamarã A
1. Quattro, 37:11:30

Catamarã B:
1. Zen, 34:00:00
2. Tupinambá, 46:19:21
3. Scambau, 46:37:35

Catamarã C:
1. Guaraci, 43:43:52
2. Frevo, 43:45:27
3. Muakã, 45:37:56

Trimarã A:

1. Ave Rara, 31:15:05
2. 14 Bis, 37:07:33

Trimarã B:
1. Fandango, 34:22:27
2. Nativo, 36:08:04

Aberta A:
1. Karpaleo 2 Fase, 43:30:44
2. Aya, 44:44:00
3. Sobá, 46:20:37

Aberta B:
1. VMax 5, 47:07:44

Bico de Broa:
1. For Sale, 37:34:30
2. Swan Lake, 38:12:50
3. Grand Luc, 41:08:09

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