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Posts com Tag ‘RS:X’

Após vitória na China, Bimba tem chances de se tornar número 1 do mundo na classe RS:X

A Isaf divulgou esta semana o novo ranking mundial. Ricardo Winick, o Bimba, que foi segundo colocado na primeira etapa da Copa do Mundo de Vela disputada na China até o último final de semana, segue na segunda colocação, mas com chances de ‘roubar’ o lugar do amigo espanhol Ivan Pastor, primeiro colocado. A diferença entre eles é de apenas 109 pontos e, quando for contabilizada, a etapa chinesa valerá 200.

Além de Bimba, o Brasil tem ainda mais duas duplas em segundo. Martine Grael e Kahena Kunze, do 49er FX, conquistaram o vice-campeonato mundial recentemente e seguem atrás das neozelandesas Alex Maloney e Molly Meech.

Na 470 feminina, Fernada Oliveira e Ana Barbachan estão a apenas seis pontos das austríacas Lara Vadlau e Anneloes Van Veen.

 

Brasileiros têm boa estreia na Semana Olímpica Francesa

Começou nesta segunda-feira em Hyères, na França, a última etapa da Copa do Mundo de Vela 2012-13. Apesar de não ser a maior delegação, o Brasil fez uma boa estreia e tem sete atletas entre os top 10.

Na 470, Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, que venceram em Miami e Palma de Maiorca, começaram a competição liderando após duas vitórias em três regatas. Na Laser Standard, Bruno Fontes teve um bom início e, com um descarte, está em 2º. Robert Scheidt tem a mesma pontuação, mas aparece em 5º na súmula. Matheus Delagnello, em 43º, e Alex Veeren, em 62º, completam o time da Laser Standard. Quem também está na 5ª colocação é Bruno Prada, ex-parceiro de Scheit, que agora compete na classe Finn.  Na RS:X, Patrícia Freitas começa a competição em 6º, enquanto Bimba está em 7º.

Na 49er, Marco Grael e Gabriel Borges conseguiram aproveitar melhor o vento fraco e estão em 21º, enquanto André Fonseca e Francisco Andrade estão em 27º. Entre as meninas do 49er FX, Martine Grael e Kahena Kunze aparecem na 11ª colocação geral. Na Laser Radial, Fernanda Decnop não teve um bom começo e está em  45º.

Entre os paralímpicos, o trio Tui Francisco de Oliveira, Antônio Marcos do Carmo e José Matias de Abreu está em 4º na Sonar, enquanto Mario Czaschke está em 14º na 2.4.

Seis brasileiros disputam a medal race em Palma

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A equipe que está representando o Brasil no Trofeo Princesa Sofia, em Palma de Maiorca, é com certeza uma das mais fortes da história. Neste sábado, seis dos onze atletas disputarão a medal racel, em que estarão presentes apenas os dez melhores colocados.

Fernanda Oliveira e Ana Barbachan fizeram uma campanha perfeita na classe 470. Ao vencerem duas regatas nesta sexta-feira, as gaúchas chegam na medal race na liderança, com dois pontos de vantagem sobre as inglesas Sophie Weguelin e Eilidh Mcintyre.

Quem também está na briga direta pelo ouro é Ricardo Winicki, o Bimba. Ele está na segunda colocação da RS:X, a apenas dois pontos do líder, o espanhol Ivan Pastor.

Na Laser Standard, um 41º na última regata da fase final fez com que Bruno Fontes também passasse para a medal race na segunda colocação. A diferença de pontos entre ele e o australiano Tom Burton é de 16 pontos.

Já as líderes do ranking mundial de 49er FX Martine Grael e Kahena Kunze caíram quatro posições e passam para a regata final na sexta posição, a 25 pontos das líderes, as dinamarquesas Ida Nielsen e Marie Olsen.

A medal race em Palma será diferente das outras já realizadas até agora. Como o objetivo da Isaf é testar novos formatos de competições, os velejadores disputarão duas regatas ao invés de uma. A pontuação continuará sendo dobrada, sem a opção de descarte. Outra novidade, que já está sendo testada desde o início do evento, é que o primeiro colocado ao invés de somar um ponto, não soma nenhum. Do segundo em diante a pontuação segue nomal.

Para os skiffs, no entanto, está sendo testado o formato estádio, com regatinhas curtinhas, de no máximo dez minutos de duração e com a raia delimitada. Os pontos da primeira fase somam na medal, que também tem uma pontuação diferenciada.

Os outros brasileiros na competição são: Matheus Dellagnelo, 35º na Laser Standard, André Fonseca e Francisco Andrade, Marco Grael e Gabriel Borges, 17º e 41º respectivamente na classe 49er, e Bruno Prada e Jorge Zarif, 25º e 36º na Finn.

Resuminho resumido: Fernandinha e Ana perto da Medal Race do 470. Bimba termina em 9º sua quarta olimpíada.

E o bimbástico buziano terminou seus quartos jogos seguidos com velocidade e competência. Com a promessa do Kite Surfe no lugar das pranchas em 2016 esta pode ser a última vez que vemos Bimba fazendo olimpicamente o que sabe. Vai deixar saudades!

Boa tarde, olimpizado e mensalizado amigo. No país da pizza que acaba em samba, vamos seguindo com nossa lupa sobre a parte noroeste do mapa da Europa neste “dôzimo” e esportivo ano do século 21. Sem mais delongas, usando como base o flaviano périco texto ZêDêLê da superassessoria da CBVM, partimos pra dentro das novidades londrino-vélicas de hoje.

As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, estão próximas de conseguir uma vaga na regata da medalha do 470 Feminino. As moças, que ganharam a quarta regata da série no sábado passado, fecharam o dia de hoje na 5ª posição geral, depois de dois décimos lugares nas provas desta terça-feira. Como o amigo já sabe, Fernanda, na ocasião com Bel Swan na proa, foi a pioneira medalhista olímpica da Vela brasileira com o bronze chinês de 2008 e é, sem dúvida, uma das maiores velejadoras que Pindorama já produziu. Ave!

Mesmo que próxima da Medal Race, a dupla de 470 precisa de uma boa combinação de resultados para sair da Inglaterra com uma medalha no peito. As atuais terceiras colocadas, candidatas ao bronze weymouthiano, Lisa Westerhof e Lobke Berkhout, da Holanda, somam 28 pontos perdidos, 25 de diferença para as brasileiras. “Isso mostra que o campeonato é muito equilibrado. Uma explicação disso é o nível técnico da classe. As lideres estão se mantendo, mas as outras duplas têm chance”, falou Fernandinha Oliveira.

Com ventos de 10 a 12 nós, torcendo para a esquerda (230°-215°) e temperatura na casa dos 17 graus sob o céu nublado, as neozelandesas Jo Aleh e Olivia Powrie, que lideram tudo com 21 pontos, só não montaram na frente a duas primeiras boias da primeira regata hoje. Dali em diante só viram a concorrência pelo retrovisor e se mantém como favoritas. No encalço vêm inglesas e holandesas.

A terça-feira foi de despedida para o brasileiro Ricardo “‘Bimba”’ Winicki na RS:X Masculina. Nosso campeão mundial e tri-ouro pan-americano  chegou em quinto na Medal Race e terminou a sua quarta participação olímpica em nono lugar, com 113 pontos perdidos. O ouro foi para o holandês Dorian Van Rijsselberge, a prata foi para Nick Dempsey, da Grã-Bretanha, e o bronze para o polonês Przemyslaw Miarczynski. Bimba velejou entre os 15 primeiros na maioria das provas e nas regatas finais dos jogos conseguiu ficar entre os Top 5. Agora, com a RS:X ameaçada de ficar de fora do Rio 2016, Bimba deve dar uma cambada no destino.

Na RS:X Feminina, Patrícia Freitas, que não disputou a medal, foi a 13ª colocada e o ouro ficou com a super espanhola Marina Alabau, a primeira bolachinha dourada do país Ibérico nos Jogos. Detalhe curioso é que a única medalha hispânica foi na RS:X e a federação de Vela de lá votou contra a permanência da classe em 2016. Esses cartolas! Voltando ao pódio… Com o sorriso prateado saiu Tuuli Petaja, da Finlândia, e a polaca Zofia Noceti-Klepacka recebeu o bronze.

Agora, só temos brasileiros velejando na 470 Feminina. Nas demais classes em que havia naves brasucas a coisa ficou do seguinte tamanho: bronze para Robert Scheidt e Bruno Prada na classe Star, o 9º de Bimba hoje na RS:X Masculina. Na RS:X Feminina, Patrícia Freitas terminou em 13º geral. Bruno Fontes também ficou com a 13ª posição na Laser Standard e na Laser Radial, Adriana Kostiw fechou o campeonato em 25º. Na Finn, Jorge Zarif foi o 19º. E, por enquanto, Fernanda e Ana estão em 5º geral na 470F que terá as duas últimas da série classificatória amanhã e a Medal Race na sexta-feira, às 9 da manhã.

No quadro de medalhas da Vela, o local “Team GB”, lidera com um ouro e duas pratas. Holanda e Suécia vêm a seguir com ouro e prata e ouro e bronze, respectivamente. E nas classes desbrasucadas, amanhã rola a medal race do 49er; no match feminino a coisa continua intensa com as quartas de finais a pleno vapor e hoje terminou a série de 10 regatas do 470 Masculino. Para a regata da medalha dos machos do 470, na quinta, passaram pela ordem: Austrália e Grã-Bretanha que disputam entre si o ouro e a prata, e depois ARG, MEX, NZL, FRA, POR, CRO, POL e FIN.

É isso aí! Fui!!

Murillo Novaes

Classe RS:X processa Isaf por ficar fora do Rio 2016

A classe RS:X entrou com uma ação contra a Isaf depois que a entidade decidiu trocar a classe pela Kitesurf nas Olimpíadas do Rio 2016. Nesta quinta-feira a Federação divulgou uma nota lamentando o fato. Leia abaixo:

“A Federação Internacional de Vela (Isaf) foi notificada legalmente pela Associação Internacional da Clssse RS:X por conta de decisão tomada na reunião do Conselho da Isaf em maio de 2012 ao escolher o kiteboard para a competição de vela das Olimpíadas do Rio 2016.

A intenção da Isaf é de defender a decisão do Conselho, que foi tomada em concordância com a regulamentação da Isaf e com um processo de decisão pré-definido.

A Isaf espera que seja usado o processo normal de pedido para que o Conselho reconsidere as suas ações e está extremamente desapontada com o rumo que as ações foram tomadas, até porque, responder a ações judiciais incorre em um gasto substancial desnecessário tanto para a classe quanto para a Federação.” 

Bimba vai mal no Mundial de RS:X

O velejador Ricardo ‘Bimba’ Winick não teve um bom desempenho no Mundial de RS:X que terminou esta semana em Cádiz, na Espanha. Mesmo ganhando uma regata, Bimba terminou o campeonato na 76ª colocação, por conta de dois OCSs e um DSQ. O título ficou com o francês Julien Bontemps.

Entre as meninas, Patrícia Freitas, que irá representar o Brasil em Londres ao lado de Bimba, terminou na 31ª posição.  Bruna Melo, ficou com a 63ª colocação. A vencedora foi a israelense Lee Korzits.

Velejadores brasileiros diminuem de peso para ventos fracos do Pan

Equipe Brasileira de Vela estreia em Puerto Vallarta, no México, nesta segunda-feira

Os velejadores brasileiros iniciam as regatas dos Jogos Pan-Americanos em Puerto Vallarta (300 quilômetros de Guadalajara) nesta segunda-feira (17). Com a previsão de ventos fracos em toda a competição (média de 12 nós), a CBVM montou uma estratégia para conquistar medalhas em todas as classes. Cada atleta teve de reduzir o peso corporal por causa das condições climáticas. Com menos vento, mais leve deve ser o barco.

“O período de aclimatação foi importante para adaptar os velejadores ao clima. Já era prevista essa falta de ventos e nossa equipe multidisciplinar fez uma preparação direcionada ao evento, que incluiu redução de peso e ajuste dos barcos e dicas de meteorologia”, revelou a chefe da equipe Martha Rocha.

O jovem Matheus Dellagnelo, que completa 23 anos neste domingo (16), é um dos favoritos ao ouro na Sunfish. O catarinense é maior exemplo dessa adaptação ao vento fraco. Desde fevereiro, quando conquistou a classificação para o Pan na categoria, o atleta perdeu sete quilos.

“Após a conclusão da primeira etapa de treinamentos iniciei a preparação focada para o Pan. Tive de perder peso e me adaptar a um barco novo. A parte final foi conseguir achar a regulagem ideal para o Sunfish no vento fraco”, explicou Matheus Dellagnelo, campeão mundial em 2011.

A classe Sunfish é nova Brasil. O barco é muito utilizado nas Américas Central e Norte, por isso foi incluído no calendário dos Jogos Pan-Americanos. A estrutura da embarcação é similar ao Laser, que coroou Robert Scheidt com o bi olímpico e o tri do Pan. O biótipo do velejador para a categoria costuma ser 1,83 m de altura e peso variando de 70 a 75 quilos.

“Minha expectativa é fazer um bom campeonato. Espero um evento difícil, decidido nas últimas regatas, onde vários atletas estarão na briga pela medalha. Acredito que será bem diferente dos demais que já tive oportunidade de participar e espero poder curtir ao máximo esse momento”, disse Matheus Dellagnelo.

A vela nacional terá a chance de contribuir com nove medalhas no quadro geral da competição continental (Hobie Cat 16, J24, Laser, Laser Radial, Lightning, Snipe, Sunfish, RS:X masculino e feminino).

Na bagagem, campeões mundiais como Matheus Dellagnelo, a dupla de Snipe e o quarteto de J/24. Os representantes da Hobie Cat 16 querem reaver o ouro cassado no Pan de 2007 e Ricardo Winicki, o Bimba, pode igualar Robert Scheidt e trazer o terceiro título dos Jogos.

“A preparação foi focada para o Pan e também visando uma medalha olímpica. Estou preparado para brigar pelo ouro mais uma vez”, ressaltou Bimba.

Outro nome da vela brasileira de destaque é Cláudio Biekarck. O velejador de Lightning disputará seu oitavo Pan, um recorde entre os atletas brasileiros.

Klaus, como é conhecido no meio da vela, é o recordista brasileiro de medalhas pan-americanas na vela, com sete honrarias. Em 75, na Cidade do México, o velejador ganhou a medalha de prata na classe Finn. Depois, passou para a classe Lightning onde faturou o ouro em Caracas/83, prata em Mar Del Plata/95 e Winnipeg/99, além de bronze Indianápolis/87, Havana/91 e Rio/2007. “A Lightning é uma classe amadora, mas muito forte tecnicamente na América”, concluiu Biekarck.

Além de maior ganhador de medalhas pan-americanas na vela, Klaus tem um currículo vitorioso como técnico de Robert Scheidt. Ele orientou o velejador desde o início da carreira participando ativamente das três medalhas olímpicas conquistadas na Laser – ouro em Atlanta/96, prata em Sidndey/2000 e ouro em Atenas/2004 – e nos oito títulos mundiais da classe.

Atenção especial – Os velejadores brasileiros contarão com uma equipe multidisciplinar em Puerto Vallarta. O argentino Flávio Naveira será consultor de regras. Paulo Lemos ficará responsável pelo suporte de equipamentos e a meteorologista será Silvia Santos, da Marinha do Brasil. O Brasil conta com três técnicos: Bruno Di Bernardi (Laser, Laser Radial e Sunfish) Eduardo Melchert (Snipe, J24 e Lightining) e Fernando Pasqualin (RS:X masculino e feminino e HC16).

Velejadores brasileiros no Pan
Hobie Cat 16:
Bernardo Arndt e Bruno Oliveira

J/24:
Maurício Santa Cruz, Alexandre Saldanha, Daniel Santiago e Guilherme Hamelmann

Laser:
Bruno Fontes

Laser Radial:
Adriana Kostiw

Lightning:
Cláudio Biekarck, Gunnar Ficker e Marcelo Batista

Snipe:
Alexandre Tinoco e Gabriel Borges

Sunfish:
Matheus Dellagnelo

RS:X masculino:
Ricardo Winicki

RS:X feminina:
Patrícia Freitas

Da ZDL de Comunicação

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