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Posts com Tag ‘Santander 2014’

Martine Grael e Kahena Kunze são campeãs mundiais de 49er FX

Dupla desembarca no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, amanhã às 17h15

O trio campeão mundial: Kahena, Martine e o técnico Javier Torres

O trio campeão mundial: Kahena, Martine e o técnico Javier Torres

É ouro! A dupla Martine Grael e Kahena Kunze venceu neste domingo em Santander, na Espanha, o Mundial de classes olímpicas promovido pela Confederação Internacional (Isaf). O título veio depois de 12 regatas e de uma medal race bastante disputada. As brasileiras entraram na água na segunda colocação, a apenas dois pontos das dinamarquesas Ida Nielsen e Marie Olsen. Em uma medal race, que tem pontuação dobrada, isto significa que a dupla que chegasse na frente ficaria com o título.

A regata começou com 1h30 de atraso por conta do vento fraco. As brasileiras optaram por largar próximo à Comissão de Regatas e defender o lado direito da raia, enquanto as dinamarquesas largaram mais no meio da linha. Nielsen e Olsen chegaram a montar a primeira e a segunda boia na frente das brasileiras, porém Martine e Kahena, que são líderes do ranking mundial, conseguiram se recuperar na terceira perna e só tiveram que administrar a vantagem

“Foi difícil, pois o vento estava bastante rondado, mas sabíamos tudo o que estávamos fazendo,”, disse Martine.

“Foi muito bom disputar esta regata com tanta gente torcendo por nós. Foi emocionante”, disse Kahena.

Este foi o primeiro título mundial da dupla, que se juntou para tentar a vaga para o Rio 2016. Nestes dois anos do ciclo olímpico, as meninas conquistaram diversos títulos internacionais, incluindo o Aquece Rio, evento que serviu como primeiro teste para as Olimpíadas, disputado na Marina da Glória, em agosto.

Robert Scheidt foi o melhor entre os homens: Robert Scheidt foi o melhor brasileiro no Mundial, terminando na quinta colocação da classe Laser Standard. Durante a fase final, ele foi desclassificado de uma das regatas por largar escapado o que o deixou fora da briga por medalhas.

“A desclassificação prejudicou bastante o resultado final, pois eu tive que somar um 20º lugar na regata seguinte e descartar esta bandeira preta. Foram 10 pontos a mais que podiam ter feito a diferença”, disse ele.

Resultados da equipe brasileira:

49er FX:

1.Martine Grael e Kahena Kunze

36. Juju Senfft e Gabriela Nicolino

 

49er:

30. Marco Grael e Gabriel Borges

56. Dante Bianchi e Thomas Low-beer

 

470M:

38. Geison Mendes e Gustavo Thiesen

48. Henrique Haddad e Bruno Bethlem

60. Tiago Brito e Andrei Kneipp

 

470F:

12. Renata Decnop e Isabel Swan

13. Fernanda Oliveira e Ana Barbachan

 

Finn:

38. Jorge Zarif

 

Laser Standard:

5. Robert Scheidt

12. Bruno Fontes

69. Alex Veeren

 

Laser Radial:

29. Fernanda Decnop

64. Tina Boabaid

79. Odile Ginaid

 

Nacra 17:

44. Samuel Albrecht e Georgia Silva

48. João Bulhões e Juliana Mota

 

RS:XM:

15. Ricardo Winicki

43. Albert Carvalho

71. Gabriel Bastos

 

RS:XF:

14. Patricia Freitas

31. Bruna Martineli

 

Os resultados completos de cada regata e o acumulado podem ser vistos clicando aqui: http://bit.ly/1uzlQsO.

Em todo ciclo olímpico a Federação Internacional promove um evento mundial, que visa definir parte das vagas dos Jogos. Em 2007 ele foi realizado em Cascais, Portugal, e em 2011 em Perth, na Austrália. Para este ciclo a ideia foi adiantar o evento em um ano, dando mais tempo para que cada nação possa definir e treinar os seus representantes.

A delegação brasileira disputou o Mundial da Isaf com o apoio da CBVela, do COB e do Ministério do Esporte. A CBVela tem patrocínio oficial do Bradesco, apoio da Lei de Incentivo ao Esporte e conta com a Slam como fornecedora oficial.

 

Vídeo: Sétimo dia de regatas em Santander

Mundial de Vela: Martine Grael e Kahena Kunze assumem a vice-liderança da competição

Classe 470 fica fora da medal race

Renata e Bel, a melhor dupla brasileira do 470

Renata e Bel, a melhor dupla brasileira do 470

Nesta sexta-feira a classe 49er FX realizou as primeiras regatas da flotilha ouro no Mundial de Vela da Federação Internacional (Isaf), que está sendo disputado na Espanha e a dupla Martine Grael e Kahena Kunze assumiu a segunda colocação, dez pontos atrás das dinamarquesas Ida Marie Nielsen e Marie Olsen, líderes da competição.

“Foi um dia longo! Tivemos quatro regatas. Começamos o dia super bem, com um segundo e um primeiro lugar, quando o vento estava mais estável e forte. Na terceira regata vínhamos bem, mas acabamos virando ao montar a primeira boia, mas mesmo assim ainda conseguimos recuperar algumas posições. Na quarta regata do dia o vento já diminuiu e estava bem inconstante. Foi um tiroteio de rajadas. Estamos contentes, pois sabemos que fizemos o nosso melhor”

Pelo segundo dia consecutivo o vento colaborou para a realização do programa completo e as meninas puderam correr quatro regatas. A ideia é fazer mais três neste sábado e definir quem serão as dez duplas na disputa da medal race no domingo. Diferente das outras classes, que correm uma regata com pontuação dobrada, a 49er corre três regatas bem curtinhas, com área delimitada por boias e pontuação normal.

Brasil fica fora da Medal Race de 470: As regatas da classe 470 chegaram ao fim nesta sexta-feira e infelizmente nenhuma dupla brasileira se classificou para a medal race, que vai ser disputada neste sábado. Entre as meninas, as niteroienses Renata Decnop e Isabel Swan foram as melhores colocadas, encerrando sua participação na 12ª colocação com direito a vencer a penúltima regata da série. As gaúchas Fernanda Oliveira e Ana Barbachan, que passaram boa parte da competição entre as dez melhores, acabaram em 13º, com a mesma pontuação de Renata e Isabel.

“Não alcançamos a nossa meta, que era disputar a medal race, mas fizemos ótimas regatas que nos mostraram que estamos evoluindo bastante. A raia era muito complicada e cometemos alguns erros que nos custaram caro. Mas saímos satisfeitas em saber que velejamos em alto nível e que, se fosse necessário, teríamos classificado o Brasil para as Olimpíadas”, disse Renata. Vale lembrar que o país já possui vaga nas dez classes nos Jogos do Rio 2016.

Entre os homens, os melhores colocados foram Geison Mendes e Gustavo Thiesen, na 38ª colocação. Henrique Haddad e Bruno Bethlem ficaram em 48º, enquanto Tiago Brito e Andrei Kneipp ficaram em 60º.

Seis classes já definiram os representantes no Rio 2016: Com a competição chegando o fim, as classes Laser Radial, Laser Standard, RS:X masculino e feminino e 470 já definiram metade das vagas para os Jogos do Rio 2016.  A outra metade virá dos campeonatos mundiais de 2015 e de competições continentais.O Brasil já está classificado em todas e só precisa definir quem será o atleta em cada classe.

Confira os classificados em cada classe:

Laser Radial: Bielorússia, Bélgica, Canadá, China, Croácia, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, França, Inglaterra, Irlanda, Itália, Lituânia, Holanda, Nova Zêlandia, Noruega, Cingapura, Suécia e Estados Unidos

Laser Standard: Austrália, Bélgica, Canadá, Croácia, Chipre, Dinamarca, Finlândia, França, Irlanda, Itália, Alemanha, Guatemala, Inglaterra, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Cingapura, Suécia, Polônia, Portugal, Tunísia, EUA e Ilhas Virgens Americanas.

RS:X feminino: China, Espanha, Estônia, Finlândia, Frabça, Inglaterra, Israel, Itália, México, Holanda, Nova Zelândia, Polônia e Rússia.

RS:X masculino: Argentina, Chipre, Dinamarca, Espanha, França, Inglaterra, Grécia, Israel, Itália, Japão, Lituânia, Holanda, Noruega, Nova Zelândia, Polônia, China e Rússia.

470 feminino: Áustria, China, França, Inglaterra, Japão, Nova Zelândia, Rússia, Eslovênia e EUA.

470 masculino: Austrália, Áustria, Croácia, Espanha, França, Inglaterra, Grécia, Japão, Nova Zelândia, Rússia, Suíça, Suécia e EUA.

Os resultados completos de cada regata e o acumulado podem ser vistos clicando aqui: http://bit.ly/1uzlQsO.

Quem quiser, poderá acompanhar as regatas ao vivo através do blog da Isaf. Além disso, durante as regatas finais, será possível acompanhar os barcos através de tracking 2D (http://bit.ly/1p3FCHe)  e 3D (http://bit.ly/1COkgrT) e torcer para a equipe brasileira.

Em todo ciclo olímpico a Federação Internacional promove um evento mundial, que visa definir parte das vagas dos Jogos. Em 2007 ele foi realizado em Cascais, Portugal, e em 2011 em Perth, na Austrália. Para este ciclo a ideia foi adiantar o evento em um ano, dando mais tempo para que cada nação possa definir e treinar os seus representantes.

 

Mundial de Vela: Martine Grael sobe para o topo da 49er FX, enquanto Scheidt é o único brasileiro na Medal Race da Laser

Competição caminha para o seu final com muita espera por conta do vento

Largada da prancha masculina

Largada da prancha masculina

O vento não quer mesmo colaborar com os participantes do Mundial de Vela, que está sendo realizado na Espanha pela Federação Internacional. Se até ontem o problema era a falta dele, hoje foi o excesso que atrasou o início das regatas. Depois de alguma espera ele diminuiu novamente e impediu a que o programa fosse completado e apenas 20 regatas, das 64 programadas para o dia foram realizadas. Dentre os que velejaram, a dupla Martine Grael e Kahena Kunze, da 49er FX, foi a melhor do dia, terminando empatada com a dupla inglesa Charlotte Dobson e Sophie Ainsworth, da Inglaterra.

Quem também teve um dia bom foi a dupla Renata Decnop e Isabel Swan. Elas foram segundas colocadas na única regata do dia para a classe 470 e subiram para a 14ª colocação. Fernanda Oliveira e Ana Barbachan foram oitavas na regata e subiram para 11º. As duas duplas seguem com chances de disputar a medal race no dia 20. As líderes são as austríacas Lara Vladau e Jolanta Ogar.

“Tivemos um dia de bastante espera em terra por causa do vento forte e nós tivemos que esperar o 470 masculino voltar para liberar a raia. Quando fomos para a água o vento tinha diminuído um pouco, já estava com menos de 20 nós, e nós fizemos apenas uma regata. Mudamos a regulagem do barco e velejamos com ele muito veloz, o que nos deu uma boa vantagem no início da regata. Ao longo da regata o vento foi caindo e nós conseguimos administrar bem, até cruzar a linha em segundo”, disse Renata.

Já entre os meninos, Geison Mendes e Gustavo Thissen seguem sendo os melhores brasileiros na 35ª colocação, enquanto Henrique Haddad e Beuno Bethlem estão em 58º e Tiago Brito e Andrei Kneipp estão em 64º. Os líderes são os americanos Stuart Mcnay e David Hughes.

Entre os 49ers a melhor dupla brasileira segue sendo Marco Grael e Gabriel Borges. Os dois ocupam a 29ª colocação. Já Dante Bianchi e Thomas Low-beer estão em 62º, pois não completaram a segunda regata e foram desclassificados da terceira. No total, a classe correu 4 provas até agora e os líderes são os neozelandeses Peter Burling e Blair Turke.

A classe Nacra 17 não velejou e João Bulhoes e Juliana Mota seguem na 20ª colocação com duas regatas enquanto Samuel Albrecht e Georgia Silva estão em 61º com uma regata. Na liderança estão os franceses Billy Bresson e Marie Riou.

Na Finn, duas regatas foram realizadas e Jorginho Zarif aparece em 34º. O líder é o inglês Giles Scott.

Entre as pranchas, Bimba sofreu com o vento e caiu para 16º. Albert Carvalho é 45º e Gabriel Bastos, 78º, com duas regatas a menos. O líder é o francês Julien Bontemps.

Entre as meninas, Patrícia Freitas está na 10ª colocação, na zona da medal race. Bruna Martinelli aparece em 31º, sem terminar as três regatas do dia. A líder é a francesa Charline Picon.

A classe RS:X chegará ao último dia da fase final nesta quinta-feira, quando serão definidos os velejadores que disputarão a medal race na sexta-feira.

Classe Laser chega à medal race: Primeira a entrar na água em Santander, a classe Laser também foi a primeira a encerrar a sua participação na competição. Nesta quarta-feira terminou a fase final com uma regata a menos do que o programado e agora apenas os dez melhores da Radial e da Standard velejam amanhã na medal race. A regata tem pontuação dobrada e será disputada bem perto do público. Dentre os brasileiros, só Robert Scheidt estará na água a partir das 9h15, horário de Brasília.

“Foi um dia muito extremo, pois passamos sete horas na água e só fizemos uma regata. Tinha bastante vento de manhã, mas a CR perdeu foi um pouco ineficiente e  perdeu a oportunidade de fazer três regatas e só fez uma. Fiz uma regata regular, não muito boa. Estou em sexto geral, ainda com chance de ficar pelo menos em terceiro. Tenho que fazer uma excelente regata amanhã e vou brigar para ganhar. A ideia é velejar o melhor possível, sem focar em nenhum adversário específico”, disse Scheidt.

“Tinha o objetivo de chegar ao pódio e estive bem perto disso, mas não tive um dia bom e infelizmente encerrei a minha participação na 12ª colocação geral.”, disse Bruno Fontes, que viu a medal race escapar por apenas cinco pontos.

Também estiveram representando o Brasil Alex Veeren, que ficou na 70º colocação geral na Standard, e Fernanda Decnop, 25ª colocada geral na Radial, Tina Boabaid, 64ª, e Odile Ginaid, 79ª na mesma classe.

Laser Radial define vagas para o Rio 2016: Com o encerramento da fase final do Mundial, foram definidas as primeiras vagas das Olimpíadas do Rio 2016 na classe Laser Radial. Se juntam ao Brasil, que já tem vaga garantida nas dez classes, os seguintes países: Bielorússia, Bélgica, Canadá, China, Croácia, República Tcheca, Dinamarca, Finlândia, França, Inglaterra, Irlanda, Itália, Lituânia, Holanda, Nova Zêlandia, Noruega, Cingapura, Suécia e Estados Unidos.

As demais vagas serão definidas no Mundia da classe em 2015 e em competições continentais disputadas até no máximo o dia 1º de junho de 2016.

Os resultados completos de cada regata e o acumulado podem ser vistos clicando aqui: http://bit.ly/1uzlQsO.

Quem quiser, poderá acompanhar as regatas ao vivo através do blog da Isaf. Além disso, durante as regatas finais, será possível acompanhar os barcos através de tracking 2D (http://bit.ly/1p3FCHe)  e 3D (http://bit.ly/1COkgrT) e torcer para a equipe brasileira.

Em todo ciclo olímpico a Federação Internacional promove um evento mundial, que visa definir parte das vagas dos Jogos. Em 2007 ele foi realizado em Cascais, Portugal, e em 2011 em Perth, na Austrália. Para este ciclo a ideia foi adiantar o evento em um ano, dando mais tempo para que cada nação possa definir e treinar os seus representantes.

Ao todo são esperados mais de 1400 atletas, de 80 países, e aqueles que não conseguirem se classificar terão ainda os mundiais das classes do ano que vem para tentar a tão sonhada vaga.

A delegação brasileira disputa o Mundial da Isaf com o apoio da CBVela, do COB e do Ministério do Esporte. A CBVela tem patrocínio oficial do Bradesco, apoio da Lei de Incentivo ao Esporte e conta com a Slam como fornecedora oficial.

 

 

Brasil estreia com dois barcos entre os dez no Mundial de Vela

Bruno Fontes foi o melhor do dia, finalizando na quinta colocação geral

Bruno Fontes foi o melhor Brasileiro

Bruno Fontes foi o melhor Brasileiro

O primeiro dia de regatas do Mundial da Isaf foi marcado por ventos bastante fracos. As primeiras classes a irem para a água foram a Laser Standard e Laser Radial. O Brasil foi representado por seis atletas, três homens e três mulheres, e colocou dois barcos entre os dez melhores. Bruno Fontes foi o melhor do dia, finalizando na quinta colocação geral, dentre 147 barcos da Standard. Scheidt foi nono colocado.

“Consegui fazer boas largadas, mesmo com o vento fraco e briguei pela liderança na primeira regata inteira. Na segunda eu acabei batendo na boia, mas consegui me recuperar e posso dizer que tive um dia bom. Estou muito contente com o resultado e agora preciso me manter focado para seguir fazendo boas médias. Terminar bem a fase classificatória vai ser importante para chegar bem na fase final. ”, disse Fontes. O catarinense somou um quarto lugar na primeira regata da série e um sétimo na segunda.

Já Scheidt sofreu um pouco com o vento fraco na primeira regata, terminando em 13º. Na segunda ele conseguiu se recuperar, terminando em segundo lugar. Ele soma 15 pontos perdidos, sete a menos que o australiano Tom Burton, segundo colocado. Alex Veeren vem em 50º, com um 28º e um 11º lugares. O líder é o guatemalteco Juan Ignacio Maegli Aguero, com um terceiro e um primeiro lugares.

Entre as meninas, a melhor colocada é Odile Ginaid, na 37ª posição, com um 14º e um 26º lugares. Fernanda Decnop aparece em 41º, com um 33º e um 10º. A mascotinha do time Tina Boabadi, de apenas 19 anos, não teve um dia bom e acabou em 112º, com um 49º e um 56º. A classe Radial tem 120 inscritas e a líder é a tcheca Veronika Kozelska Fenclova.

“Dei azar na primeira regata, com uma rondada de vento bem na hora da largada e acabei na 33ª colocação. Na segunda regata eu cheguei a estar em terceiro, mas bati na boia e acabei na 10ª colocação. Apesar disso, consegui fazer tudo o que planejei e o campeonato está apenas começando, então sigo focada em dar o meu melhor a cada regata”, disse Fernanda.

Devido ao grande número de inscritos, as classes foram divididas. Os homens têm três flotilhas (azul, vermelho e amarelo), enquanto as mulheres têm duas (azul e amarelo). Esta divisão seguirá assim até amanhã, quando serão definidas as flotilhas ouro, prata e bronze na Standard, e ouro e prata na Radial. No dia 18, quinta-feira, apenas os dez melhores colocados das flotilhas ouro irão velejar, na disputa da medal race.

Os resultados completos de cada regata e o acumulado pode ser vistos clicando aqui: http://bit.ly/1uzlQsO.

Classe RS:X estreia neste sábado: Conforme o calendário de regatas, neste sábado será a vez da classe RS:X fazer a sua estreia. O Brasil terá quatro representantes: Ricardo Bimba Winicki e Albert Carvalho na masculina, e Patrícia Freitas e Bruna Martinelli na feminina. Bimba é o líder do ranking mundial, enquanto Patrícia é a 14ª.

“Quero terminar o campeonato entre os cinco primeiros, então o objetivo é fazer boas regatas nos dois primeiros dias e deixar os descartes para a fase final”, disse Bimba.

A previsão é de que as largadas de RS:X, Radial e Standard sejam dadas às 13h (8h, horário de Brasília). Quem quiser, poderá acompanhar as regatas ao vivo através do blog da Isaf. Além disso, durante as regatas finais, será possível acompanhar os barcos através de tracking 2D (http://bit.ly/1p3FCHe)  e 3D (http://bit.ly/1COkgrT) e torcer para a equipe brasileira.

Em todo ciclo olímpico a Federação Internacional promove um evento mundial, que visa definir parte das vagas dos Jogos. Em 2007 ele foi realizado em Cascais, Portugal, e em 2011 em Perth, na Austrália. Para este ciclo a ideia foi adiantar o evento em um ano, dando mais tempo para que cada nação possa definir e treinar os seus representantes.

Ao todo são esperados mais de 1400 atletas, de 80 países, e aqueles que não conseguirem se classificar terão ainda os mundiais das classes do ano que vem para tentar a tão sonhada vaga.

A delegação brasileira disputa o Mundial da Isaf com o apoio da CBVela, do COB e do Ministério do Esporte. A CBVela tem patrocínio oficial do Bradesco, apoio da Lei de Incentivo ao Esporte e conta com a Slam como fornecedora oficial.

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