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Posts com Tag ‘Sunfish’

Brasil garante duas medalhas de ouro na vela do Pan por antecipação

Patrícia Freitas (RS:X) e Matheus Dellagnelo (Sunfish) vencem regatas finais e não precisam da medal race para confirmar o título em Puerto Vallarta

Matheus Dellagnelo venceu por antecipação na classe Sunfish

O Brasil já tem duas medalhas de ouro garantidas na vela dos Jogos Pan-Americanos e está confirmado em outras seis disputas na raia de Puerto Vallarta, no México. Os títulos antecipados vieram neste sábado (22) com os integrantes mais novos da equipe: Patrícia Freitas (RS:X), de 21 anos, e Matheus Dellagnelo (Sunfish), de 23 anos.

Pelo regulamento do evento, os dois são campeões, mesmo sem os pontos da regata da medalha, a 11ª do evento, que tem peso dobrado. Ou seja, neste domingo (23), Patrícia Freitas e Matheus Dellagnelo podem chegar em último na prova que terá apenas os cinco melhores classificados.

Na prancha à vela, Patrícia Freitas teve um desempenho quase perfeito. Das 10 regatas, a velejadora, que nasceu em Washington (EUA), ganhou oito e ficou em segundo nas outras. O resultado foi alcançado mesmo com as condições de vento fraco em Puerto Vallarta.

“Eu estava bem preparada e focada no objetivo de ser campeã Pan-Americana. Meus resultados em 2011 são bons e provaram que estou pronta para alcançar a medal race na Olimpíada de Londres”, disse Patrícia Freitas, que lutará por uma vaga nos Jogos de 2012 no Mundial de Perth (Austrália), em dezembro.

Sobre a falta de ventos na raia mexicana, Patrícia Freitas reforçou a importância dos treinos preparatórios na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. Mesmo assim a jovem do windsurf brincou dizendo que foi preciso assoprar a prancha a vela para superar as adversárias.

Na Sunfish, classe com pouca tradição no Brasil, o catarinense Matheus Dellagnelo sobrou na disputa e mostrou que é o melhor do mundo na categoria. O velejador venceu 80% das regatas do calendário e o desempenho irregular do americano Paul Foerster ajudou na conquista.

“Foi difícil no começo acertar a mão nas regatas com pouco vento. Rondou muito nivelando por baixo algumas provas. Realizei meu sonho e não vejo a hora de ouvir o hino nacional no pódio”, disse o catarinense, que também classificou o investimento da CBVM como importante para esse resultado. “Pude competir no exterior e treinar com barco em casa para os Jogos. Vou comemorar bastante essa conquista”, finalizou.

Mais medalha no domingo – Nas outras classes, o Brasil está entre os favoritos e pode subir ao pódio, exceto na Laser Radial, com Adriana Kostiw, que finalizou o Pan em 11º lugar. Na RS:X masculina, Ricardo Winicki, o Bimba, pode confirmar o tricampeonato do Pan neste domingo na medal race. Para sair com o ouro, basta o velejador fluminense chegar uma posição atrás de Mariano Reutemann, da Argentina.

Na Snipe, os campeões mundiais Alexandre Tinoco e Gabriel Borges vão fazer uma espécie de match race contra o casal americano Gilberto Diaz e Carol Tocke. Os brasileiros têm pequena desvantagem.

O catarinense Bruno Fontes, na classe Laser, não tem mais chance de ouro, mas poderá brigar pela prata na última regata. Em quinto lugar, o brasileiro foi o último a entrar na disputa por medalha. O primeiro lugar já é do argentino Julio Alsogaray.

A dupla de Hobie Cat 16 está com a prata garantida, mas para tirar o ouro dos porto-riquenhos Enrique Figueroa e Victor Aponte, a parceria precisará de muita sorte e chegar, pelo menos, três posições à frente. Bernardo Arndt e Bruno Oliveira venceram a classe no Rio-2007, mas a organização desclassificou os dois por irregularidades no barco.

Na Lightning, o trio liderado pelo atleta com maior número de participações no Pan está na briga por medalha. Em terceiro, o time de Cláudio Biekarck disputa um lugar no pódio com os favoritos do Chile e os americanos, que estão em segundo.

O time de J/24 do comandante Maurício Santa Cruz está em segundo na tabela. Três pontos separaram os atuais campeões pan-americanos dos americanos. O duelo será restrito aos dois países, que não podem ser superados pelos demais adversários.

Resultados da vela no Pan após 10 regatas e um descarte:

RS:X Feminino
1º – Patrícia Freitas (Brasil) – 10 pontos perdidos (2+1+1+1+2+1+1+1+1+1)
2º – Demita Viega (México) – 24 pp (1+5+2+3+1+3+8 OCS+2+3+4)
3º – Farrah Hall (EUA) – 25 pp (3+2+5+2+3+2+2+5+4+2)

Sunfish
1º – Matheus Dellagnelo (Brasil) – 10 pp (2+1+1+4+1+1+1+1+1+1)
2º – Paul Foerster (EUA) – 27 pp (1+2+2+3+8+5+2+4+4+11)
3º – Julio Renna (Argentina) – 38 pp (5+3+12+1+3+6+10+6+6+5)

Hobie Cat 16
1º – Enrique Figueroa/Victor Aponte (Porto Rico) – 18 pontos perdidos (1+3+4+1+8+2+2+1+3+1)
2º – Bernardo Arndt/Bruno Oliveira (Brasil) – 23 pp (2+2+5+6+2+1+1+3+1+8)
3º – Alexander Hess/Jose Hernandez (Guatemala) – 32 pp (5+4+2+5+1+5+3+9OCS+2+5)

RS:X Masculino

1º- Ricardo Winicki (Brasil) – 13 pp (3+1+1+1+2+3+1+1+2+1)
2º – Mariano Reutemann (Argentina) – 17 pp (1+2+2+3+1+2+2+3+1+3)
3º – David Teran (México) – 23 pp (2+3+6+2+4+1+4+2+3+2)

Snipe
1º – Gilberto Diaz/Carol Tocke (EUA) – 26 pp (2+4+1+2+7+6+2+1+5+4)
2º – Alexandre Tinoco/Gabriel Borges (Brasil) – 27.3 pontos perdidos (5+1+4+3+3+1+3.3+6+1+8)
3º – Pablo Defazio/Manfredo Finck(Uruguai) – 33 pp (9+3+2+3+6+4+4+4+3+3)

Laser Radial
1º – Cecilia Saroli (Argentina) – 17 pp (2+3+1+1+1+5+3+2+1+3)
2º – Marie Railey (Estados Unidos) – 25 pp (5+1+11+3+9+1+1+1+3+1)
11º – Adriana Kostiw (Brasil) – 83 pp (4+4+13+10+12+9+13+9+12+12)

Laser
1º – Julio Alsogaray (Argentina) – 24 pp (3+1+3+3+1+6+2+2+3+7)
2º – Matias Del Solar (Chile) – 37 pp (9+9+5+1+2+1+10+6+1+3)
5º – Bruno Fontes (Brasil) – 39 pp (2+2+10+4+5+7+14 RAF+1+4+4)

Lightning
1º – Chile – 20 pp (4+2+4+1+6+1+2+1+3+2)
2º – Estados Unidos – 22 pp (1+3+1+6+4+2+4+2+2+3)
3º – Brasil -26 pp (3+1+7+2+2+3+5+3+6+1)

J/24
1º – Estados Unidos – 17 pp (1+1+2+4+1+3+2+5+2+2)
2º – Brasil – 20 pp (2+3+1+1+2+6+1+6+1+3)
3º – Chile – 34 pp (4+4+4+2+3+2+4+4+4+1)

Da ZDL

Matheus Dellagnelo segue na liderança da Sunfish no Pan

O catarinense Matheus Dellagnelo segue liderando as disputas da classe Sunfish nos Jogos pan americanos de Guadalajara no México. Bruno Fontes, também do Iate Clube de Santa Catarina, aparece na 3ª colocação. Até agora sete regatas foram disputadas em três dias de competição, a maioria com ventos fracos e rondados. Matheus tem quatro vitórias e um segundo lugar somando 6 pontos, sete a menos que o americano Paul Foerster que segue na 2ª colocação. Já Bruno Fontes enfrenta uma disputa mais acirrada com o argentino Julio Alsogaray, o chileno Mathias Del Solar e o uruguaio Alejandro Foglia. Nesta quarta-feira, Bruno acabou sofrendo uma punição na regata que liderava e acabou superado por Mathias, mas com pouca diferença de pontos. Ao todo serão 10 regatas disputadas até o final da competição.

Da assessoria de imprensa

Velejadores brasileiros diminuem de peso para ventos fracos do Pan

Equipe Brasileira de Vela estreia em Puerto Vallarta, no México, nesta segunda-feira

Os velejadores brasileiros iniciam as regatas dos Jogos Pan-Americanos em Puerto Vallarta (300 quilômetros de Guadalajara) nesta segunda-feira (17). Com a previsão de ventos fracos em toda a competição (média de 12 nós), a CBVM montou uma estratégia para conquistar medalhas em todas as classes. Cada atleta teve de reduzir o peso corporal por causa das condições climáticas. Com menos vento, mais leve deve ser o barco.

“O período de aclimatação foi importante para adaptar os velejadores ao clima. Já era prevista essa falta de ventos e nossa equipe multidisciplinar fez uma preparação direcionada ao evento, que incluiu redução de peso e ajuste dos barcos e dicas de meteorologia”, revelou a chefe da equipe Martha Rocha.

O jovem Matheus Dellagnelo, que completa 23 anos neste domingo (16), é um dos favoritos ao ouro na Sunfish. O catarinense é maior exemplo dessa adaptação ao vento fraco. Desde fevereiro, quando conquistou a classificação para o Pan na categoria, o atleta perdeu sete quilos.

“Após a conclusão da primeira etapa de treinamentos iniciei a preparação focada para o Pan. Tive de perder peso e me adaptar a um barco novo. A parte final foi conseguir achar a regulagem ideal para o Sunfish no vento fraco”, explicou Matheus Dellagnelo, campeão mundial em 2011.

A classe Sunfish é nova Brasil. O barco é muito utilizado nas Américas Central e Norte, por isso foi incluído no calendário dos Jogos Pan-Americanos. A estrutura da embarcação é similar ao Laser, que coroou Robert Scheidt com o bi olímpico e o tri do Pan. O biótipo do velejador para a categoria costuma ser 1,83 m de altura e peso variando de 70 a 75 quilos.

“Minha expectativa é fazer um bom campeonato. Espero um evento difícil, decidido nas últimas regatas, onde vários atletas estarão na briga pela medalha. Acredito que será bem diferente dos demais que já tive oportunidade de participar e espero poder curtir ao máximo esse momento”, disse Matheus Dellagnelo.

A vela nacional terá a chance de contribuir com nove medalhas no quadro geral da competição continental (Hobie Cat 16, J24, Laser, Laser Radial, Lightning, Snipe, Sunfish, RS:X masculino e feminino).

Na bagagem, campeões mundiais como Matheus Dellagnelo, a dupla de Snipe e o quarteto de J/24. Os representantes da Hobie Cat 16 querem reaver o ouro cassado no Pan de 2007 e Ricardo Winicki, o Bimba, pode igualar Robert Scheidt e trazer o terceiro título dos Jogos.

“A preparação foi focada para o Pan e também visando uma medalha olímpica. Estou preparado para brigar pelo ouro mais uma vez”, ressaltou Bimba.

Outro nome da vela brasileira de destaque é Cláudio Biekarck. O velejador de Lightning disputará seu oitavo Pan, um recorde entre os atletas brasileiros.

Klaus, como é conhecido no meio da vela, é o recordista brasileiro de medalhas pan-americanas na vela, com sete honrarias. Em 75, na Cidade do México, o velejador ganhou a medalha de prata na classe Finn. Depois, passou para a classe Lightning onde faturou o ouro em Caracas/83, prata em Mar Del Plata/95 e Winnipeg/99, além de bronze Indianápolis/87, Havana/91 e Rio/2007. “A Lightning é uma classe amadora, mas muito forte tecnicamente na América”, concluiu Biekarck.

Além de maior ganhador de medalhas pan-americanas na vela, Klaus tem um currículo vitorioso como técnico de Robert Scheidt. Ele orientou o velejador desde o início da carreira participando ativamente das três medalhas olímpicas conquistadas na Laser – ouro em Atlanta/96, prata em Sidndey/2000 e ouro em Atenas/2004 – e nos oito títulos mundiais da classe.

Atenção especial – Os velejadores brasileiros contarão com uma equipe multidisciplinar em Puerto Vallarta. O argentino Flávio Naveira será consultor de regras. Paulo Lemos ficará responsável pelo suporte de equipamentos e a meteorologista será Silvia Santos, da Marinha do Brasil. O Brasil conta com três técnicos: Bruno Di Bernardi (Laser, Laser Radial e Sunfish) Eduardo Melchert (Snipe, J24 e Lightining) e Fernando Pasqualin (RS:X masculino e feminino e HC16).

Velejadores brasileiros no Pan
Hobie Cat 16:
Bernardo Arndt e Bruno Oliveira

J/24:
Maurício Santa Cruz, Alexandre Saldanha, Daniel Santiago e Guilherme Hamelmann

Laser:
Bruno Fontes

Laser Radial:
Adriana Kostiw

Lightning:
Cláudio Biekarck, Gunnar Ficker e Marcelo Batista

Snipe:
Alexandre Tinoco e Gabriel Borges

Sunfish:
Matheus Dellagnelo

RS:X masculino:
Ricardo Winicki

RS:X feminina:
Patrícia Freitas

Da ZDL de Comunicação

Equipe brasileira de vela embarca para o Pan com esperança de medalha em todas as classes

Representantes do País chegam a Puerto Vallarta para período de aclimatação antes das regatas

Os velejadores brasileiros embarcam nesta segunda-feira (10) para a disputa dos Jogos Pan-Americanos com o objetivo de subir ao pódio em todas as classes. A vela nacional terá a chance de contribuir com nove medalhas no quadro geral da competição continental (Hobie Cat 16, J24, Laser, Laser Radial, Lightning, Snipe, Sunfish, RS:X masculino e feminino).

Para se adaptar à raia com ventos fracos e calor intenso em Puerto Vallarta (300 quilômetros de Guadalajara), a equipe brasileira de vela fará cinco dias de aclimatação. As regatas começam na próxima segunda-feira(17) e vão até o dia 24.

“O objetivo é sempre a medalha, não importando a cor, pois isso já é difícil o suficiente. Sendo assim, da equipe que está indo ao Pan, nossa expectativa é melhor possível. Apostamos em oito medalhas. As mais esperadas, pois nada é garantido no esporte, são do Snipe e J/24”, revelou a chefe da equipe Martha Rocha.

Em 2007, no Rio de Janeiro, o Brasil conquistou medalhas em todas as classes, exceto na Hobie Cat 16 por desclassificação. Foram três de ouro, duas de prata e duas de bronze.

Os velejadores brasileiros contarão com uma equipe multidisciplinar em Puerto Vallarta. O argentino Flávio Naveira será consultor de regras. Paulo Lemos ficará responsável pelo suporte de equipamentos e a meteorologista será Silvia Santos da Marinha do Brasil. O Brasil conta com três técnicos: Bruno Di Bernardi (Laser, Laser Radial e Sunfish) Eduardo Melchert (Snipe, J24 e Lightining) e Fernando Pasqualin (RS:X masculino e feminino e HC16).

“Nosso trabalho é garantir o melhor atendimento e apoio aos atletas brasileiros, para que todos se concentrem em um bom desempenho. O corpo técnico é bem experiente e todos são muito profissionais, o que agrega muito ao time. Tenho certeza que faremos nosso melhor no Pan”, disse Martha Rocha.

Velejadores brasileiros no Pan
Hobie Cat 16:
Bernardo Arndt e Bruno Oliveira

J/24:
Maurício Santa Cruz, Alexandre Saldanha, Daniel Santiago e Guilherme Hamelmann

Laser:
Bruno Fontes

Laser Radial:
Adriana Kostiw

Lightning:
Cláudio Biekarck, Gunnar Ficker e Marcelo Batista

Snipe:
Alexandre Tinoco e Gabriel Borges

Sunfish:
Matheus Dellagnelo

RS:X masculino:
Ricardo Winicki

RS:X feminina:
Patrícia Freitas

Os velejadores confirmaram a classificação para os Jogos Pan-Americanos em fevereiro, na seletiva disputada na praia de Jurerê, em Florianópolis (SC), durante a Semana Brasileira de Vela.

A Confederação Brasileira de Vela e Motor tem o patrocínio do Bradesco e da CPFL Energia.

Da ZDL de Comunicação

Matheus Dellagnelo participa do Europeu de Sunfish, na Itália

O catarinense Matheus Dellagnelo embarca neste sábado para a disputa do Campeonato Europeu da classe Sunfish, que acontece nas águas do Lago Bracciano, na Itália, entre os dias 07 e 11 de setembro.

Atual campeão mundial da classe, o velejador do Iate Clube de Santa Catarina embarca com antecedência para Itália, acompanhado pelo técnico Sérgio Araújo, com objetivo de buscar a melhor regulagem para o barco em ventos fracos antes da competição. Essas condições serão bem parecidas com as de Puerto Valada, onde serão disputadas as regatas dos Jogos Pan americanos de Guadalajara, em outubro no México.

“Estamos indo mais cedo mesmo para botar o barco na água e treinar até encontrar a melhor regulagem para vento fraco. O campeonato não terá o mesmo nível do mundial, mas espero encontrar gente com boa velocidade para poder comparar meu rendimento. Se puder vencer o campeonato melhor, mas o objetivo lá é ser rápido”, diz Matheus.

Aos 22 anos Matheus preferiu trancar a matrícula na faculdade de Engenharia de Materiais na UFSC para se dedicar ao Sunfish até o Pan. “Quero fazer uma boa campanha, estou no últimos semestre quero me dedicar integralmente a cada coisa em seu tempo”, conclui.

Da assessoria de imprensa

Matheus Dellagnelo vence Mundial de Sunfish

O velejador catarinense Matheus Dellagnelo conquistou nesta sexta feira o Campeonato Mundial da classe Sunfish e deu mais um importante passo na busca pelo título nos Jogos Pan-americanos de Guadalajara, no México, que serão disputados em outubro. O evento foi disputado em Curaçao, no Caribe, e reuniu mais de 70 velejadores do mundo inteiro.

Nesta sexta-feira, último dia do evento, Matheus venceu duas das três regatas disputadas garantindo o título com 21 pontos perdidos, dez a menos que o peruano Alexandre Zimmerman, segundo colocado com 31 pontos. O argentino Francisco Renna foi o terceiro colocado com 36 pontos. Matheus foi o único representante brasileiro no Campeonato mundial da classe Sunfish que começou dia 13.

Das dez regatas disputadas o catarinense venceu três, chegou em 2º em outras três e teve como pior resultado um 6º lugar no segundo dia de competição. O catarinense foi acompanhado do técnico Sérgio Araújo, que já havia treinado Matheus na classe Optimist. Agora Matheus retoma sua preparação para o Pan-americano de Guadalajara. A vaga foi conquistada em janeiro em Florianópolis durante a Semana pré-olímpica de vela disputado na sede oceânica do Iate Clube de Santa Catarina – Veleiros da Ilha.

Da assessoria do ICSC

Matheus Dellagnelo lidera Mundial de Sunfish

Setenta e dois velejadores, de 16 países participam da competição

Depois de oito regatas, em três dias de evento, o brasileiro Matheus Dellagnelo lidera o Mundial de Sunfish que está acontecendo em Curaçao. No total 72 barcos de 16 países participam da competição. As regatas seguem até esta sexta. Matheus será o representante brasileiro na classe nos Jogos Pan-Americanos de Guardalajara, no México.

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