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Posts com Tag ‘trimarã’

O francês François Gabart detona recorde sobre recorde e veleja célere rumo ao Olimpo dos solitários navegadores oceânicos

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Levar sozinho um trimarã de 100 pés pelo Horn afora a mais de 27 nós de média é molezinha,  será??

Uma semana depois de passar o Cabo Horn, mais uma vez Francois Gabart registrou um tempo extraordinário no equador, que ele cruzou neste domingo, 10 de dezembro, às 10:35 (UTC), 36 dias, 1 hora e 30 minutos após o início da sua tentativa de recorde da volta ao mundo em solitário, em Ouessant, noroeste da França. Até agora o  caro fez uma média de apenas(!!) 27,3 nós e chegou a velejar a mais de 39 nós por alguns momentos. Simples assim!!

O comandante (e único tripulante) do trimarã de 100 pés MACIF agora tem uma liderança de 5 dias, 13 horas e 23 minutos sobre o tempo de passagem do recorde atual, de Thomas Coville, que entrou no hemisfério norte após 41 dias, 14 horas e 53 minutos. Esta performance representa o segundo melhor tempo de toda a história, com ou sem tripulação, no percurso Ouessant-Equador. Somente Francis Joyon e seus cinco tripulantes no IDEC Sport, os atuais recordistas absolutos da volta ao  mundo a vela, alcançaram marca melhor até agora (35 dias, 4 horas e 09 minutos).

Embora Francois Gabart tenha sofrido depois do Horn, em condições climáticas muito severas devido a uma baixa pressão na costa argentina, sua subida no Atlântico Sul foi excepcional. Ele conseguiu o melhor tempo geral, de toda a história da navegação a vela nos mares do planeta, com ou sem tripulação, no trecho Cabo Horn-Equador, com incríveis 06 dias, 22 horas e 15 minutos, melhorando o tempo de referência até então, da tripulação do Banque Populaire V, no Troféu Jules Verne 2011-2012, com 7 dias, 4 horas e 27 minutos. Caraca!!

Ao mesmo tempo, ele adiciona um novo recorde Equador-Equador em solitário (a ser ratificado pela WSSRC, claro) à sua lista de feitos: 30 dias, 4 horas e 45 minutos, marca que era também de Thomas Coville, com 35 dias, 21 horas e 39 minutos. .

Isso significa que ele se aproxima do seu objetivo com uma boa chance de chegar a Ouessant antes de 23 de dezembro, às 14:09 (UTC), a data e hora final para bater o recorde de Coville. No entanto, a volta ao mundo ainda não terminou, já que ele ainda tem que passar pela ITCZ (Doldrums ou Pot au Noir para os franceses), negociar bem os alísios e a alta pressão dos Açores para garantir o triunfo final.

Neste momento, com mais de 2.300mn sobre o “rival” Coville, parece que tudo caminha super bem. De todo modo, Gabart já fez coisas incríveis neste mês e pouco de singradura solitário pelo planetinha azul. Um deus do oceano! Quem viver verá!!

Murillo Novaes

Joyon e companhia detona mais um recorde na travessia do equador. Falta pouco!

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Às 12:28h UTC desta sexta-feira (20/01), o maxi-trimarã IDEC SPORT cruzou o Equador. Francis Joyon, Sébastien Audigane, Clément Surtel, Gwénolé Gahinet, Alex Pella e Bernard Stamm alcançaram o melhor desempenho para o trecho entre Ushant e o equador após montar os três grandes cabos (Boa Esperança, Leeuwin e Horn) com um tempo de 35 dias, 4 horas e 45 minutos. Este tempo é 2 dias, 22 horas e 36 minutos melhor do que o tempo de referência anterior realizado em 2012 por Loïck Peyron no maxi-trimarã Banque Populaire V. Desta forma, o heroico francês, que já foi o solitário mais rápido do planeta, tempo batido este ano por Thomas Coville, segue firme na busca pelo troféu Júlio Verne. Veloz e furioso!!!!!

 

No “través” do cabo Frio Francis Joyon e tripulação seguem 1660mn à frente do recorde de volta ao mundo

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O trimarã vermelho e cinza de 103 pés “IDEC Sport”, depois de uma refrescada numa zona de transição no sul do Atlântico, voltou a acelerar e está indo para o norte com as proas apontando para o Equador. Depois de um dia dedicando-se a tarefas de manutenção do barco e cuidando de si mesmos, tomando banho e fazendo a barba, Francis Joyon, Bernard Stamm, Alex Pella, Gwénolé Gahinet, Clément Surtel e Sébastien Audigane admitem estar em melhores condições em ventos moderados agora.

“Nós pegamos algum vento e estamos de volta a velocidades agradáveis novamente em torno de 26-27 nós sem fazer o barco sofrer (nota do manza: caraca!!). Os mares são razoavelmente calmos então o barco não está batendo. É bastante tranquilo, o que se torna uma novidade para nós nas últimas semanas. Deixamos o piloto automático assumir ocasionalmente, já que isso funciona bem com a vela grande J1, apenas com uma trimagem ocasional para lidar com as rondadas de vento muito pequenas “, explicou Clément Surtel, confiante no trabalho que tem sido feito para tentar levar o caneco do troféu Júlio Verne, na real, o recorde volta ao mundo absoluto à vela.

Sono, ventos alísios e sol agradável ao largo do Rio de Janeiro, com previsões meteorológicas mais claras à frente, isso é o suficiente para que a turma do “IDEC Sport” se sinta otimista sobre o que está por vir e sobre a conclusão dessa aventura. No momento o trimarã está 1667 milhas à frente de onde o “Banque Populaire V” de Loïck Peyron, atual detentor do recorde (45d 13h 42m 53s) estava. E velejando à incrível média de 27,4 nós depois de mais de 20 mil milhas navegadas. Duca!!! Allez, Joyon!!

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