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Posts com Tag ‘Troféu Julio Verne’

No “través” do cabo Frio Francis Joyon e tripulação seguem 1660mn à frente do recorde de volta ao mundo

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O trimarã vermelho e cinza de 103 pés “IDEC Sport”, depois de uma refrescada numa zona de transição no sul do Atlântico, voltou a acelerar e está indo para o norte com as proas apontando para o Equador. Depois de um dia dedicando-se a tarefas de manutenção do barco e cuidando de si mesmos, tomando banho e fazendo a barba, Francis Joyon, Bernard Stamm, Alex Pella, Gwénolé Gahinet, Clément Surtel e Sébastien Audigane admitem estar em melhores condições em ventos moderados agora.

“Nós pegamos algum vento e estamos de volta a velocidades agradáveis novamente em torno de 26-27 nós sem fazer o barco sofrer (nota do manza: caraca!!). Os mares são razoavelmente calmos então o barco não está batendo. É bastante tranquilo, o que se torna uma novidade para nós nas últimas semanas. Deixamos o piloto automático assumir ocasionalmente, já que isso funciona bem com a vela grande J1, apenas com uma trimagem ocasional para lidar com as rondadas de vento muito pequenas “, explicou Clément Surtel, confiante no trabalho que tem sido feito para tentar levar o caneco do troféu Júlio Verne, na real, o recorde volta ao mundo absoluto à vela.

Sono, ventos alísios e sol agradável ao largo do Rio de Janeiro, com previsões meteorológicas mais claras à frente, isso é o suficiente para que a turma do “IDEC Sport” se sinta otimista sobre o que está por vir e sobre a conclusão dessa aventura. No momento o trimarã está 1667 milhas à frente de onde o “Banque Populaire V” de Loïck Peyron, atual detentor do recorde (45d 13h 42m 53s) estava. E velejando à incrível média de 27,4 nós depois de mais de 20 mil milhas navegadas. Duca!!! Allez, Joyon!!

Troféu Júlio Verne: IDEC quebra recorde do oceano Índico, até então título do Banque Populaire V.

 

Idec Sport quebra recorde no oceano Índico depois de 18 dias, 20 horas e 41 minutos de navegação após terem deixado Ushant.

O Idec Sport quebra recorde no oceano Índico depois de 18 dias, 20 horas e 41 minutos de navegação após terem deixado Ushant rumo ao mundo.

Após a quebra do recorde no Índico, do cabo das Agulhas, na África do Sul, ao cabo Leeuwin, a sudoeste da Austrália, Francis Joyon e sua galera estão acelerando no Pacífico.

Joyon e tripulação, fizeram a travessia do oceano em menos de 5 dias e meio. Vale ressaltar que anteriormente, ninguém conseguiu fazê-la em menos de 6 dias, com o até então detentor do recorde Banque Populaire V, tendo concluído o trecho em 6 dias, 00 horas e 07 minutos.

No 20º dia de navegação, a bordo do Idec Sport, a alta velocidade do barco em direção ao Pacífico permitiu previsão de chegada para o último sábado (12).

A tripulação tomou uma dose de whisky, só para manter a tradição. Também não conseguiram dormir muito na noite do dia 10. Precisavam estar atentos ao leme. No início da manhã de sexta (11). Quando perceberam que tinham batido o recorde no Índico, levantaram as mãos para o ar, e falaram aos seus leais apoiadores: “Sim, de fato, estamos muito satisfeitos, 5 dias e 11 horas das Agulhas a Leeuwin (da África do Sul para a Austrália). E não parecia que seria fácil, porque estávamos um pouco lentos no início. Quando percebemos, foi fantástico. Dá um arrepio através de você e nossos olhos estão brilhando”, declarou o espanhol Alex Pella.

Para recuperar o tempo e voltar em pé de igualdade com o atual detentor do troféu Jules Verne (a volta ao mundo a vela ema empo absoluto), sobre a velocidade do trimarã, afirmou Clément Surtel: “Agora estamos fazendo 37,39 nós … e para ser franco, estamos indo sempre acima de 35 nós.” Velocidade que deixou Clément satisfeito, por fazer o barco expressar 100% do seu potencial.

Isso diz tudo realmente. Incidentalmente, durante a ligação de rádio na manhã do dia 11, Francis Joyon explicou que Bernard Stamm ficou suspenso pelo cinto de segurança, tentando fazer um pequeno ajuste na turbina eólica, que fornece a energia a bordo do barco. Acrobacia que tem um propósito, mas que envolve ficar bastante molhado. “Entre o vento real e a nossa velocidade, deve haver um vento aparente de cerca de 50 nós no convés”. “Nesse grupo, eles sabem como fazer esse tipo de coisa sem correr muitos riscos”.O velejador catalão, Alex Pella, resumiu a situação assim: “ Tudo está indo bem a bordo. Tivemos alguns grandes dias, um após o outro, em uma linha reta na rota, que poderia ter sido desenhada por um laser. É realmente agradável”.

Sobre a próxima etapa, explicou o capitão: “O tempo não é muito claro no Pacífico, mas para o momento, devemos angariar um monte de milhas antes de chegar a Nova Zelândia”.

Agência Mer & Media

Banque Populaire V está ha 300 milhas de conquistar o Trofeu Julio Verne

Os franceses do Banque Populaire V estão a pouco mais de 300 milhas de conquistar o Troféu Julio Verne, dado ao barco mais rápido a completar a volta ao mundo sem escalas. Loick Peyron e sua equipe estão no mar há 45 dias e permanecem a 1589 milhas à frente do atual recorde, que pertence a Franck Cammas, do Groupama.

A caminho do Cabo Horn, banque Populaire V segue à frente do recorde de volta ao mundo

A equipe do maxitrimarã Banque Populaire V segue mantendo o ritmo na busca do Trofeu Julio Verne. Depois de 25 dias no mar sem escalas Loick Peyron e sua equipe já passaram a Nova Zelândia e seguem pelos mares do sul rumo ao Cabo Horn. Os velejadores estão a 1174,4 milhas à frente do recorde atual, estabelecido por Franck Cammas, do Groupama.

Banque Populaire V segue quebrando recordes em busca do Trofeu Julio Verne

Parte da equipe comemora o novo tempo de referência entre os dois cabos

A equipe do maxitrimarã Banque Populaire V segue quebrando recordes enquanto completa a volta ao mundo sem escalas. No último dia 10 a equipe estabeleceu um novo tempo de referencia entre o cabo da Boa Esperança e o cabo Leewin. Com isso os comandados de Loick Peyron já abrem mais de 3 dias de vantagem sobre o recorde atual, que pertence ao Groupama, de Franck Cammas.

Banque Populaire cruza a linha do equador em busca do Trofeu Julio Verne

Os franceses do Banque Populaire V seguem velejando à frente do recorde de volta ao mundo sem escalas após sete dias no mar. A equipe comandada por Loick Peyron cruzou a linha do equador no último sábado, à 00h26h52s. Nesta terça-feira a equipe estava a 189,9 milhas a frente do recorde atual, que pertence ao também francês Franck Cammas.

Banque Populaire veleja à frente do recorde de volta ao mundo

Depois de seis dias no mar o maxi Banque Populaire V está progredindo bem em busca do Troféu Júlio Verne, que coroa o veleiro mais rápido a dar a volta ao mundo sem escalas. Atualmente o recorde pertence ao Groupama 3, de Franck Cammas, mas a equipe de Loick Peyron já está 100 milhas à frente da marca.

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